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conto da noiteO Conto da Noite
Rituais
As pessoas trabalhavam felizes em meio aos limoeiros. Homens e mulheres contentes colhiam os frutos que surgiam abundantemente naquele lugar.

Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar.


Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Rituais

ritual

As pessoas trabalhavam felizes em meio aos limoeiros. Homens e mulheres contentes colhiam os frutos que surgiam abundantemente naquele lugar.

Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar. Boniface e Céline corriam um atrás do outro, jogavam limões estragados e escondiam-se atrás dos galhos das árvores. Estavam experimentando o soro mais perigoso já inventado, que pode transformar duas pessoas extremamente racionais em dois completos bobalhões: o amor.

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Publicado por Evandro Furtado em: Contos |
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Prometeu e a pena

Escritor: Sombra Posthuman

prometeu-e-a-pena

Era numa ilha no meio do nada que vivia o povo perobeiro. Um povo muito alegre e festeiro que tinha um rei muito inteligente e culto. Mas o rei não gostava de compartilhar seu conhecimento com o povo, mantinha os impostos altos e as escolas muito caras, de modo que só os mais ricos comerciantes tinha acesso a ela. Apesar de a escola ser cara, os professores ganhavam muito mal e foram ficando cada vez mais raros. Um dia o rei mandou fechar todas as escolas e as transformou em templos. Nos templos, o povo aprendia muita coisa: que a terra era quadrada, que as pessoas eram bonecos de barro, que os gigantes das nuvens mandavam tempestades quando eles reclamavam demais e que aqueles que liam muito desapareciam. A única que era verdade era a última, porque o Rei mandou recolher todos os livros e prender as pessoas que insistiam em ler. Mas não se falava muito nisso, por medo de repressão, e o povo passou a acreditar que estava sendo castigado pelos gigantes por desobedecerem a suas ordens.

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Publicado por Sombra Posthuman em: Contos | Tags: , , , , ,
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Dagon – Um Tributo ao mestre Lovecraft

SOBRE LOVECRAFT: 

O mestre Howard Phillips Lovecraft (1890-1937) foi um escritor norte-americano celebrizado por obras de fantasia e terror, marcadamente gótico, enquadrados por uma estrutura semelhante à da ficção científica. Durante a sua vida teve um número relativamente pequeno de leitores, no entanto sua reputação cresceu com o passar das décadas, e ele agora é considerado um dos escritores de terror mais influentes do século XX.O princípio orientador literário de Lovecraft era o que ele chamava de “cosmicismo” ou “terror cósmico”, a ideia de que a vida é incompreensível à mente humana e que o universo é fundamentalmente alienígena.De acordo com Joyce Carol Oates, Lovecraft, como aconteceu com Edgar Allan Poeno século XIX, tem exercido “uma influência incalculável sobre sucessivas gerações de escritores de ficção de horror”, Stephen King,outro escritor que respeito e admiro muito, chamou Lovecraft de “o maior praticante do século XX do conto de horror clássico.

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Publicado por JBAlves em: Sem Assunto | Tags: ,
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Momentos inspiradores

Escritora: Laize Kasmirski

momentos-inspiradores

Ah, ela está vindo, que bom. Pensei que não a veria hoje novamente, são poucos os dias que pego o ônibus durante a semana e às vezes ela não vem. Hoje veste preto, tão linda. Está passando pela catraca e pagando a cobradora. Onde será que irá sentar hoje? Ao meu lado há um lugar vago, sentei propositalmente perto da porta, pois percebi em outros dias que ela costuma sentar aqui próximo. Está vindo em minha direção, uhuuul senta aqui com o papai, senta. Tá bom, papai não… nem queria ser seu pai. Ai ai, tem muitos bancos vagos hoje, a probabilidade de sentar aqui ao lado é mínima. Opa, está se aproximando, vou virar a cabeça para o livro aberto em meu colo, fazendo de conta que não estou nem aí para ela. Estou começando a ficar envergonhado, mesmo sabendo que ela não sabe de nada. Hehe isso é tão bom, sou o admirador secreto. Ohh ela passou, onde será que irá sentar? Lá nos fundos? Não, não pode! É contra seus próprios costumes. Vou olhar bem de canto de olho para o corredor vendo onde irá sentar, ninguém irá notar, farei de conta que aprecio a paisagem pela janela ao outro lado. Ela já está sentando, sentando em um banco da fileira atrás de mim!

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Publicado por ONEbot em: Contos | Tags: , ,
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Pandemónio na casa de descanso II

Escritor: Elcio H. Pereira Jr.

pandemonio

O som meio abafado do miado do gato é ouvido pelas mulheres. Não se ouve, porém, o som de água a escorrer.

A directora suspira. Ela levanta a cabeça, estufa o peito e bate à porta. As outras percebem que ela tenta manter a calma, mas que isso é um esforço muito grande para aquela mulher, tão acostumada aos insólitos acontecimentos na casa de descanso.

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Publicado por The Gunslinger em: Contos,Pandemónio | Tags: , ,