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Apr
24
2009

Os cães da sra Adelaide – Parte 1

Escritor: Jones Viana Gonçalves

os-caes-da-sra-adelaide-parte-1

Diogo e Henrique poderiam ser chamados de os dois pentelhos mais inflamados que já viveram na vila Natal. Tocar a campainha e sair correndo, derrubar caixas de correio, estragar jardins, regar flores com urina, deixar recados fedorentos nas soleiras das portas eram suas atividades costumeiras entre outras.

Escrotinhos foram assim apelidados pelo pessoal que os conheciam e os evitava por medo de alguma brincadeira indesejada. Em um fim de tarde enquanto caminhavam pelas ruas da vila avistaram uma velha casa. Parecia desabitada tendo os vidros quebrados, telhas estilhaçadas, plantas velhas e ressequidas, a fachada escurecida pela infiltração e muitas outras coisas. Decidiram então averiguar se não teria mesmo ninguém morando naquela casa decrepita. Observaram por um tempo uma das janelas e para seu assombro uma senhora de aparência ainda mais deformada que a própria casa apareceu. A velha nada disse para eles, apenas sorriu um sorriso de poucos dentes, e os que ainda restavam naquela boca pareciam podres e amarelados.

– Uma velhota mora aqui! – Disse Henrique observando o rosto do amigo o qual demonstrava satisfação.

– Pelo estado da casa pode-se dizer que apenas ela mora aqui cara.

– Sim e daí? – Diogo pareceu um pouco irritado pela pergunta do amigo.

– E daí? Cara vamos voltar esta noite e pegar pesado com a velhota e ver o que acontece.

– Pegar pesado, – um sorriso se fez no rosto de Henrique, mas logo se desfez. – e se a velha não agüentar e acabar enfartando?

– Daí será menos uma velha escrota na face da terra. – Os dois riram a valer com aquilo.

O dia se passou e os dois preparavam-se para a brincadeira noturna. Já passava das dez quando enfim chegaram a casa novamente munidos de pedras e pedaços de pau.

– O que faremos primeiro Diogo?

– Não sei você, mas eu vou deixar um recado na soleira da porta, e pelo jeito que eu me preparei será bem fedorento.

Com pouco trabalho transporiam a pequena mureta a qual dava acesso ao pátio. Diogo já abaixava as calças enquanto Henrique quebrava uma das janelas com pedradas. Os dois gritavam e falavam bobagens ameaçando a moradora, mas nada acontecia. Diogo após completar o serviço sujo agarrou um dos porretes e saiu pela lateral da casa batendo e gritando sendo seguido por seu amigo até chegarem aos fundos. Lá uma porta estava escancarada dando acesso a casa. Os dois riram com satisfação.

– A velha deve ter medrado tanto que fugiu. Ha ha ha. Ria-se Henrique.

– Vamos entrar e esculhambar as coisas lá dentro pra ela aprender a não sair assim.

– Vambora então.

Os dois mal passaram pela porta para chegar a uma espécie de cozinha e repararam que não haviam móveis lá dentro. Espantados prosseguiram até a próxima porta, mas antes de chegarem a ela ouviram a porta que dava para a rua bater fortemente. No mesmo tempo ambos olharam para traz, mas só podiam ver a porta. Henrique voltou e testou a porta. Nada, ela estava trancada.
– Ha, ha, há. – Os dois ouviram a risada alta. – Vou pegar pesado com vocês muleques e se morrerem serão apenas dois pias escrotos a menos na cidade.

– continua –

7 Comments»

  • Olha galera, história muito boa.
    Eu ja li a continuação. 😀

    Esta ai mais um conto do Jones.
    Em breve mais partes do conto aqui.

  • Pedro Torres says:

    lol
    muito bom!
    espero continuação!

  • JonesVG says:

    E ai pessoal, tipo este é um dos contos de uma série que escrevi sobre um grupo especial da Policia Federal, assim que terminar este defvo enviar mais alguns desta série pro Gunslinger.

    Abraços e até o próximo.

  • É.. eu picotei esse por que ele é gigante. Em breve vem a continuação.

  • JonesVG says:

    Cara acho que muitos dos meus contos você terá de picotar he he he he he

  • hehehe
    Por favor não leva a mal.
    Eu apenas coloco em partes, para não deixar o leitor de saco cheio. É que ler textos muito grandes na internet é cansativo. Ai, colocando em pedaços as coisas ficam mais facil.
    =)

  • Vinicius Maboni says:

    haha, os Muleque se “estreparam” nessa.
    Vou ler a continuação agora.

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