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May
14
2009

Capítulo 4 – Os Segredos do Silo

Escritor: Gerson Machado de Avillez

ex-virtualis-dominacao-virtual

Cinco anos atrás: John Roberts era um jovem aparentemente normal, não tinha nem 30 anos de idade e apesar de ser tão talentoso (era fotógrafo, desenhista, escritor, filosofo, cantava muito bem…) para ele especialmente nada era fácil. Enquanto todos conquistavam de tudo de bons empregos a mulheres para ele estranhamente era o inverso. Claro que de onde viera havia muita injustiça. Ele conhecia muitos talentos simplesmente jogados a escanteio enquanto pessoas completamente inúteis lucravam com coisas medianas e ficavam famosas. Roberts era diferente, e simplesmente nada dava certo na sua vida, fosse na área pessoal, sentimental, profissional e artística e até a social derrepente se esvaziara, era especialmente recriminado de forma velada, onde ia se sentia desprezado o que por um tempo sem entender o atingiu. Ao poucos uma personalidade tão sociável, repleto de amigos mesmo que boa parte falsos fora se isolando. Num certo dia parecia ter mudado, não estava usando drogas mas dissera que descobriu algo substancial…

Uma personalidade ácida e sarcástica diante de absurdos e contradições de uma sociedade cada vez mais louca e injusta onde coisas tão primitivas como a escravidão e exploração ainda existiam e ele era uma destas pessoas-prova, de algo que nada tinha de bom a dar a somente tirar. Começou a notar ocorrências estranhas, contos escritos por ele se tornavam verídicos. Foi quando conheceu Alvaro Watchman. Parecia uma pessoa sóbria e lúcida, extremamente inteligente se identificou com os ideais de John Roberts que mesmo não sendo hacker ou técnico de computação agregou muito de seus elementos filosóficos e idéias em seus projetos de Inteligência Artificial e a Artificial Life, os dois conversaram pessoalmente poucas vezes mas fora o suficiente.

Porém mal sabia ele que por debaixo desta provável amizade havia elementos perniciosos que escorriam sorrateiramente entre os dois. Não que Watchman o quisesse pois era sincero em sua amizade, mas pela legenda ancestral dos parentes de Roberts havia um histórico oculto de perseguições e inquisições extremamente cruéis que simplesmente mantinha esta linhagem de gênios ou pessoas dotadas de algumas habilidades atípicas para lucrarem enquanto suas vidas se tornavam um inferno social e moralmente. Havia um turbilhão destes “demônios” que eram exorcizados pelos textos de Roberts cujo perdido eventualmente entre sonhos e pesadelos reveladores agora canalizava seu conhecimento e ideologia na informática. Aquele projeto se tornara um fiapo de esperança para Roberts mas sem saber materializava no mundo virtual os piores demônios tanto de Roberts quanto de Watchman. Estes demônios que eventualmente pairavam em seus sonhos e pesadelos sem saber estavam sendo canalizados a rede durante a construção da The Machine. A rede autrora conhecida por ser território de ninguém onde circulava todo tipo de mensagem, informação tinha agora na A.L. (Artificial Life) como dominadora, visava penetrar em sua simulação de inteligência nos mais diversos cantos potencializando sua cognição por meio do processamento alheio, assimilando a tudo, divergindo das informações que considerava risco para o grupo, sem Roberts saber que era a Bug´s Time. Pouco importava o santo padroeiro da internet, aquele mundo com horário próprio deveria ser assimilado por uma potência igualmente virtual que aos poucos se tornava destruídora, com os mesmos traços de soberba característicos de seus seguidores, era um deus artificial. Fora quando conhecera Rachel Smoths aquele mulher inteligente do qual compartilhava de seus sentimentos e quase podia sentir os demônios cruéis que o perseguiam, assim para ele ela era como um pequeno oasis onde se havia agua pura e fresca para se beber e descansar diante daquele perseguição insana. Seu outro amigo morrera repentinamente de ataque cardíaco. No fundo Roberts sabia que era tudo forjado, mas aqueles loucos estava determinados a destruir tudo.

John Roberts cada vez mais submergido neste mundo em seus estudos sobre as diversas ciências mundanas e da Bíblia ia descobrindo coisas fantásticas, mas era explorado, ia se alienando e quando percebera no turbilhão em que se encontrara viu que era necessário se criar algo para impedir toda aquela loucura, buscou deixar rastros mas que no entanto ao descobrir trataram de destruí-lo, forjar um crime matando uma das poucas coisas que Roberts ainda tinha como escape, e desapareceu.

Enquanto isso no silo o trio de investigadores agora somado com a perita Julia Fill seguiram as migalhas e descobriram que a parede no final do corredor era falsa. Havia um porta por de trás dela onde se encontrava o sistema de reconhecimento de identidade. No entanto, nenhum deles estavam aptos a adentrar ali. Mas Roberts deixara uma mensagem em Backsmashing, tocada ao contrário no computador primeiramente dizia: “Livre-nos da dor sem limites que tens para a humanidade.” As instruções dadas era de que não seria necessário se colocar a mão no identificador, mas uma mensagem única proferida pela sua voz invertida dava acesso a liberar a entrada da porta, e esta era a mensagem.

Imediantamente o ex-hacker junto ao especialista em tecnologia tocaram a mensagem em frente ao sistema e como se falasse “open the sésamo” a porta se abriu.

O que se viu lá dentro era um imenso espaço escuro com pequenas luzes cintilantes que oscilavam se alternando, o som de ar-condicionado zumbia levemente e a única luz próxima parecia em curto liberando um ruído típico. Na verdade parecia que algo havia ocorrido ali, algo que não havia sido descrito nos arquivos de Roberts e Smoths, adentrando com os policiais armados apontando suas lanternas em direção a escuridão a rompendo, logo encontraram outro corpo em decomposição. Um especialista de jaleco autrora branco estava marcado com um enorme rasgo no peito como se algo o tivesse traspassado com uma força sobre-humana tendo atrás um monitor de computador caído e alguns circuitos destruídos, saiam algumas faíscas daqueles computadores, mas não era ainda The Machine. Seguiram enfrentando o odor daquelas carnes apodrecidas até uma porta de vidro que fechava e abria continuamente como se algo estivesse bloqueando seu fechamento completamente era outro técnico morto. Sem cabeça logo a encontraram no computador, portando a tecnologia do fotoborg concluíram se tratar de infectados que se mataram mutualmente no laboratório, mas isto não explicava as marcas que simplesmente rompiam cabos de energia fortíssimos e vigas de alumínio. Ao chegarem mais adiante viram um corpo dentro de um pequeno compartimento caído, deveria ser mais um morto. No entanto ao chegar uma legista chamada Julia Fill o virou e era John Roberts! Ele estava cativo ali dentro sendo utilizado no projeto da A.L. da Bug´s Time.

Todos pensava estar morto, mas ela verificou que tinha batimentos cardíacos, somente estava fraco por estar ferido e sem se alimentar, mas era incrível que tenha resistido. Ele abriu os olhos lentamente e disse as seguintes palavras misteriosas:

“O primeiro está solto, já começou…Vocês os soltaram…”


Categorias: Contos,Ex Virtualis | Tags: , ,

5 Comments»

  • Laka says:

    Legal o conto, deu vontade de ler os tres capitulos anteriores ^^
    Eu comecei por esse pq me identifiquei com ele no inicio hehehehe.

  • Ué.. então leia os três anteriores!
    =)
    O autor sumiu. Mandou os contos e agora desapareceu. Queria os dados do Gerson para colocar la no Nerds Escritores.

  • Gerson M.A> says:

    Queria teenviar,mas o e-mail que achei disponivel na sessão que você indicou, não funcionou.
    O capítulo anteror é um dos mais fracos,mas esse conto ficou bom.

  • Aonde tem um e-mail errado?
    Diz ai que eu ja arrumo.

  • antunes says:

    esses comentarios e bem legal eu gostei de ler as istorias de vampiros e de lobisomens, e eu tambem acredito que exista isso tudo pode acontecer .
    o meu avô uma vez mato um trabalhador sem saber no outro dia ele vio que era o tal trabalhador,tasformado em lobisomem

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