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May
19
2009

Capítulo 5 – Memórias de uma antiga vítima

Escritor: Gerson Machado de Avillez

ex-virtualis-dominacao-virtual

John Roberts era um homem pouco acima do peso, talvez devido a condição que se vivia, ou melhor, sobrevivia. Um pouco calvo, era moreno de quase uns 1,80 de altura. Na verdade ao investigarem sua vida, descobriram que em seu normal era um homem que bastante aventureiro, mas desde que se inicio determinado experimento sobre ele destruíra sua vida.

Julia Fill, já ouvira falar dele na realidade, sabia das atrocidades deste grupo sobre sua família e que nunca tivera chances justas em sua vida. Mesmo sendo cristão era submetido a isto, enfrentava os demônios horríveis deles. Ela na realidade não o olhava com piedade, mas carinho, sabia de sua força em resistir a tanta covardia. John Roberts explicou que ele nunca teve motivo ou o perfil para cometer um crime e especialmente para se incriminar, mas eles por saberem que tinham o rabo preso tinham o motivo de realizarem um crime para lhe culpar. Ele se sentia grato em poder ser bem tratado por uma mulher, esses momentos eram extremamente raros em toda a sua vida.

Ficava ali parado e calado apenas olhando ela cuidar dele, ver como estava anêmico e desidratado, sem ver a luz do dia por meses, e que infelizmente ao sair dali estavam entrando em mais um longo período de noite. Eles queriam saber o que havia supostamente sido solto daquele lugar, mas Roberts parecia estar muito cansado e não quis mencionar. Mas sobretudo não fora encontrado nada que se relacionasse a referida ‘The Machine’, ao menos não era nenhum supercomputador.

Mas antes ao investigarem um pouco melhor o recinto encontraram um homem morto com credenciais mais elevadas segurando uma maça verde apodrecida. Ao seu lado havia uma pequena câmara criogênica. Os policiais se entre olharam e chamaram os investigadores imediatamente para abri-la.

Dentro dela havia uma cabeça humana. A câmara criogênica era como daqueles projetos tão em voga no final do século XX, onde ricos pagavam para ter seus corpos congelados. Eles estaria servindo de fonte para a criação de microchips híbridos formados por DNA para se armazenar memória num espaço muito menor e em muito maior quantidade. Mas porque aquele corpo, nem o próprio John Roberts sabia, a não ser que era muito mais antigo do que aparentava. Foi então que Julia Fill de uma idéia peculiar…

Havia uma tecnologia nova, experimental, que se apropriava dos conhecimentos genéticos do que se chamava memória genética. Este elemento, dependendo das condições do material genético cerebral era possível se isolar neurônios específicos e decifra-los parcialmente, partes da memória, dos instantes sensoriais finais da vítima como uma espécie de caixa preta. Era uma tecnologia ainda bastante rudimentar e assim seus sinais eram bastante instáveis, além de conter um agravante pois nem se sabia se poderia ser usado como prova. Mas digno de investigação era.

Assim em seu laboratório num computador se isolou elementos visuais e auditivos da suposta vítima depois de se identificar os neurônios da memória recente deste indivíduo. Enquanto observava a separação dos sinais principais surgiam duas linhas de sinais juntos que pareciam se entre cruzar, o especialista disse que eram outros sinais sensoriais como de tato ou olfato que sua intensidade indicava alguma ocorrência mais marcante como violência física e etc. No entanto, o que este cientista ficou perplexo é que havia uma outra linha excedente, que parecia indicar um outro sinal. Curiosos estes perguntaram e ele, e não tinha a resposta, mas ao se isolar este encontrou outros elementos visuais, seria alguma espécie de código inserido de alguma forma ali naquela mente? Nova memórias? Essa tecnologia ainda é inexistente e quanto mais num corpo tão supostamente antigo.

Enquanto se decifrava os códigos neurológicos eles se entregavam a devaneios e filosofavam sobre o caso e as estranhas possibilidades que se abriam ali a sua frente. Julia Fill brincou e disse que adoraria fazer este teste nos maridos que chegam tarde do trabalho em casa, isso seria ausente de qualquer mentira e mais preciso que qualquer perfume. Já o investigador falou que seria o fim dos crimes conhecidos, pois agora mesmo morta a vítima ira depor. Se os peritos antes já falavam que a cena do crime falava, o que era um fato agora a vítima e não somente o corpo falava, mas suas memórias literalmente. O investigador índio mesmo sendo normalmente avesso a tecnologia considerou em definitivo suas possibilidades e se era possível acessar a memória geral do indivíduo, como o que aprendeu, e teve por experiência de vida. O especialista que era chamado Joe David havia dito que as possibilidades era virtualmente infinitas, mas já que o cérebro em seus mistérios ainda não eram explorados por completo eles ainda não haviam conseguido explorar essa possibilidade por completo a não ser elementos de memórias aparentemente desconexos. Mas afirmou, nada pode ser apagado da existência por completo.

Já havia se passado um dia, estes ao chegarem da janela ainda era noite. Julia Fill sugeriu ligar para o local seguro em que se encontrava Roberts para saber como estava e se podia falar sobre o relato do que ocorrera ali. Foi quando o computador acabou de decifrar as ondas de memória daqueles neurônios.

Na reprodução, numa adaptação sincronizada de áudio e vídeo bastante rudimentar, estava embaçada mostrava em primeira perspectiva que a vítima fugia de algo num lugar escuro, ao sair numa espécie de rua visualizou-se que era um lugar muito frio como um baleeiro talvez no polo norte. Julia Fill disse que o último baleeiro pela aparência da localidade fora desativado a mais de 40 anos, o sujeito que no vídeo parecia fugir de algum lugar escondido nos subterrâneos deste baleeiro se deparou derrepente com dois homens, estes com os olhos tão repletos de ódio o tentaram o cercar enquanto falavam uma língua que não eram capazes de identificar. Era português, disse Theodore. Este estava aterrorizando a pessoa quem quer que fosse, e falavam que iram cega-lo por isso e o acertaram algo nele. As imagens ressurgiram vagamente de volta ao lugar escuro, não se era possível ver claramente mas haviam pessoas falando algo a respeito provavelmente deste que era de alguma forma mantido cativo ali. Estes disseram que não havia outro, mas que estavam exposto e deveria iniciar o ritual. Que ritual? Não iria demorar a se saber…Era uma espécie de templo de algum tipo de seita diabólica do qual pareciam estar prestes a mata-lo e a cena sugeriu um lugar iluminado por velas com símbolos, homens vestidos de branco e um sentado num trono, cantavam algo em latim e a perspectiva da vítima mostra o horror diante dos olhos tão repletos de ódio e rancor daqueles homens. Um pegou uma espada em direção a ele e simplesmente tudo se acabou.

Eles ficaram estarrecidos, mas agora tinha uma nova pista, buscar algum lugar semelhante a um baleeiro desativado nas mediações do Alasca e do Polo norte, curiosamente por mais insólito que fosse ao contatarem por telefone John Roberts e relatando o caso ele disse que Álvaro Watchman tinha uma residência num lugar semelhante por mais absurdo que fosse!
Mas antes que estes resolvessem ir até o local ainda havia mais uma coisa, o sinal anômalo daqueles neurônios foram decifrados e eram imagens mesmo que curiosamente não ligada ao sensorial padrão!

Ao colocarem a imagem no monitor o que se viu deixou todos calados de tão perplexos, era uma visão aparentemente dos tempos atuais. Uma espécie de cada altamente tecnológica e derrepente um homem de casaco marron de costas parece mexer em algo quando aparentemente um tipo de armadilha lança algo contra ele. Este ao cair era ninguém menos que o investigador índio!


Categorias: Contos,Ex Virtualis | Tags: , ,

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