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May
05
2009

Ex Virtualis – Capítulo 2 – “O Futuro é a tecnocracia” – Tecnolatras da Tecnocracia

Escritor: Gerson Machado de Avillez

ex-virtualis-dominacao-virtual

Quando misteriosas mortes começam a ocorrer por pessoas aparentemente normais que se matavam com reações físicas no corpo semelhante a iniciada por queimaduras sem nunca terem sido queimados incluindo um dos criadores do programa. Um jovem que morre durante uma partida de exploração da versão de TerrAlfa enquanto seus amigos o assistia do outro lado da rede, de forma incoerente. Assim inicia-se uma investigação comandada por um policial católico descendente de japoneses chamado Shimomura Abner Nakamoto devoto de Isidor Von Sevilla (Santo Padroeiro da Internet) especializado em crimes virtuais e a caçar hackers. Ele é um sujeito alto e de cabelo cumprido normalmente andando de rabo de cavalo e que com esta aparência acaba por se destacar dos demais policiais mesmo que ande também armado. Um sujeito de estilo mesmo que bastante exótico.

Ao receber o caso ele suspeita que de algum modo o computador conseguiria penetrar na mente destes assim os provocando diversas reações. Este caso chega pelas mãos de um investigador que nada tem com a tecnologia, um descendente de índios protestante chamado Albert Tucson cuja a aparência rude acaba sendo avesso a tecnologia que descobre que estes casos não foram isolados e que todo o mundo corre perigo. Ao se juntar ao grupo de investigação imediatamente estes ligam tais casos como relacionados a 5 anos atrás. Sabendo-se que estes precisarão de todo auxílio possível, então para somar a busca destes dois é chamado e libertado para o caso um antigo Hacker que anos atrás fora preso por Shimomura Abner Nakamoto afim de ajudar no caso com sua habilidades. Apesar do conflito óbvio destes dois, especialmente por parte do ex-hacker, e mesmo que Nakamoto acabe por nutrir um certo respeito pelo gênio que conseguira capturar, imediatamente eles se empenham em de decifrar os crimes. Assim este consegue isolar parte da anômala Inteligência Artificial semelhante a anteriormente encontrada num computador afim de estuda-lo.

Enquanto isso num dos mais renomados laboratórios do vale do silício existe uma sala de pesquisas avançadas do governo, lá estão guardadas à sete chaves o que é de mais confidencial, desde programas revolucionários e experimentais até informações de qualquer caráter, desde que fosse confidencial. E lá estava um exemplar completo do programa anterior para servir de exemplo. Porém descobre por meio da Engenharia Reversa que não fora uma ‘evolução natural’ desta, mas que em seus códigos havia uma mensagem cifrada para que fosse (re)ativada a seu tempo tornando o computador como uma inteligência independente que uma vez conectada ao mundo o dominaria quando ativada. Aparentemente este teria assimilado o próprio antivírus que atacou, como se camuflando e utilizando-se deste mesmo para se espalhar até que em seu momento começaria novamente seu ciclo coodernado de ataques. O Programa imitava a voz humana, e por meio da tecnologia Fotoborg conseguia invadir as mentes humanas e poderia assim estar andando normalmente entre nós e ainda parecia zombar. Estes conceitos eram plenamente condizente com que acreditava o ex-hacker Theodore Mitnick, filho de brasileiros era um agnóstico do qual costumava usar de suas crenças em vírus virtuais evolutivos.

Depois de visitas a um Hospital de Doenças Causadas Pelo Computador (HDCC), este chega a pista que leva a um autista que sendo deficiente físico toma uma identidade, SuperEgo, no mundo Virtual tornando mais que uma sentinela deste, mas o mentor. Este homem é Alvaro Watchman, que se acreditava estar morto a 5 anos. Este mestre da informática reformador da linguagem Cobol e dono da falida empresa Bug´s Time (uma versão corrompida dos conceitos de Cavalheiros da Onisofia) que cuidara da maior parte dos principais computadores do mundo na virada do milênio para eliminar seu bug de dígitos. Ele teria ficado paralítico após um misterioso acidente de carro, mas que por meio do computador ainda trabalhava em seu projeto e iniciava o que chamava de transferência de consciência, que buscava eterniza-lo com um ser virtual. No entanto, apesar da descoberta de que ainda vivia não obtiveram qualquer resposta dele, e então o trio resolveu ir até onde era a sede de sua empresa.

Ao chegarem no local onde era sua empresa, o lugar aparentemente abandonado descobre-se que este estava usando códigos acessados dos principais computadores do governo a fim de se infiltrar, eles teriam sido adquiridos na ocasião da virada do milênio, este seria o real objetivo da empresa Bug´s Time, se aproveitar da adaptação dos sistemas para quatro dígitos para ter acesso ao mainframe das principais máquinas de organizações governamentais e não-governamentais. Em seu subsolo se descobre uma espécie de templo onde seriam executados estranhos ritos envolvendo tecnologia. Perplexos estes tentam a todo custo tirar resposta de Alvaro em vão, mas pesquisando os arquivos de sua empresa descobrem numa foto o que pode ser a resposta para o quebra-cabeças, algo enterrado nas fundações do prédio onde a empresa era sediada.
Mas a essa altura começa surgir o caos no sistema pelo mundo todo, como aeroportos e bolsas financeiras. Restando pouco tempo estes desenterram a pedra fundamental do prédio enterrado no centro de um enorme pentagrama no abandonado templo oculto. Ao encontra-la e abrir uma esfera descobre segredos de uma Ordem Secreta que após fracassar em planos conspiratórios de dominação agora tenta usar da tecnologia pelo qual a humanidade se tornou dependente para destruí-la e escraviza-los. Não bastando revelar a real conspiração agora suas vidas estavam em risco por pessoas aparentemente controladas por tais computadores e que espalhavam um exercito de nanits e bio-vírus que tanto afetavam máquinas quanto humanos. Neste momento a civilização já mergulhava num completo caos. A última esperança, no entanto, está num silo abandonado de mísseis da Guerra Fria na cidade de Fairbanks, no Alasca, onde estaria uma resposta que se infectasse essa HiperNet e que poderia ser o antídoto, numa máquina super-poderosa chamada The Machine. Porém segundo os escritos em sua entrada só era possível pela utilização das vozes dos criadores de tal programa, mas mesmo que Theodore que fora liberto para ajudar não tinha tal acesso, ele explicou que as funções dos scans e do reconhecedor de voz, não era apenas para identificar o usuário, mas apartir de analises da voz um sofisticado programa verificava se havia alguma tensão nela e o scan das mãos se a mão suava, além de verificar a pupila dos olhos e os movimentos que eles faziam, tudo para por fim prever se este estaria sendo forçado a liberar a entrada, ou não. Esse sistema similar ao polígrafo monitora os batimentos cardíacos e busca as variações de calor de acordo com o modelo anterior daquele que pede a liberação. Mas a última pessoa viva conhecida que tinha acesso aquele sistema era Alvaro Watchman. Enquanto estes discutiam sobre o assunto antes de prosseguir até o lugar um jovem cuja a mente dominada por esta A.L. (Artificial Life) num ato terrorista os tentou matar com uma arma e proferiu a seguinte mensagem: “…O Homem foi ultrapassado pela sua criatura, agora a seleção ‘natural’ escolheu despeja-lo da existência.”

Mesmo que o atentado tenha fracassado, estes ficaram bastante assustados com o ataque, mas resolveram não se deixar aterrorizar e seguiram. Restava pouco tempo até que esse poderoso programa chegasse aos servidores de bases nucleares ativas e iniciasse seu holocausto contra seu criador. Os sistemas de comunicação caiam, as bolsas financeiras, tudo parecia estar fora de controle, estávamos voltando a era medieval. Mas estranhamente este engenhoso programa parecia demonstrar um padrão aplicado ao mundo real, como relacionando testes ao homem por níveis como em jogos de videogame, cuja a dificuldade é crescente. E numa reunião de emergência a única solução encontrada seria provocar um blackout total em todo o mundo. E assim o mundo mergulhou literalmente numa era das trevas, onde a anarquia sistematicamente avançava pelo mundo. Foi então que Albert Tucson e Nakamoto junto a uma pequena equipe resolveram embarcar para o Alasca levando Theodore Mitnick.

O Alasca fora escolhido talvez por ter dias mais longos, que no entanto também se refletia em noites que duravam longos dias, noite que se tornaram sem fim diante daquele enorme blackout. Seguindo, no entanto tal signo presente no logo desta empresa manifestava a direção a mais dois distintos lugares, Brasil e Austrália. A relação com o tempo se manifestava e não só, mas que em lugares próximos do equador por exemplo onde a gravidade era menor (favorecendo a instalação de bases espaciais como Alcântara por exemplo), e assim no Alasca a gravidade e fenômenos atmosféricos eram maiores como a aurora boreal. Estes acreditavam numa estreita relação entre este fenômenos e talvez uma provável interferência destes no maquinário.

6 Comments»

  • Achei a continuação do seu conto… bem legal!
    (não vou comentar nada de estranho desta vez para você não achar que empresas super-poderosas de outros países venham a te processar ou roubar seus textos)
    =D

    Em breve a continuação do Ex Virtualis aqui no blog.

  • Pedro Torres says:

    Ele ta paranoico!
    xD
    obs:amanha eu leio, vou durmir agora.
    =D

  • Gerson M.A says:

    Se as paredes falarem não tem problema!
    Porque sei que elas lêem, e já sabia que elas tinha ouvidos…haiuiau

  • Pedro Torres says:

    muito bom!
    o que podemos esperar mais?
    diate de tantos conceitos, você poderia detalhar um pouco mais, você está apenas joagndo conceitos ao ar sem explica-los direito.
    mas ta muito bom!
    =D

  • Lembrei da frase. “Maluquice não é falar com as paredes, maluquice é quando elas começam a responder.”

  • _snake says:

    Er… este capítulo achei muito utópico (‘viajado’ seria a expressão correta) e as cenas de ação, mesmo que não sejam o foco, ficaram sem emoção.

    No mais, aguardo os próximos capítulos.
    : )

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