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– que publicou 282 textos no ONE.

Oi!

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May
11
2009

Ex Virtualis – Capítulo 3 – Crimes no Alasca

Escritor: Gerson Machado de Avillez

ex-virtualis-dominacao-virtual

Aos poucos a energia aos lugares retornavam manualmente. No entanto, o que parecia ter sido capaz de evitar um cataclismo apenas atrapalhou noutros aspectos.

Os investigadores ao chegarem finalmente no silo no Alasca parecia sem saída, não encontraram nenhuma entrada conforme descrita, nem sinal da chamada The Machine, ou nada que levasse a alguma surpresa, eles não tinham um mapa do local mas parecia nada haver naquele lugar. Portando lanternas, estes estava basicamente perdidos naquele pequeno labirinto dos tempos da Guerra Fria por mais de uma década desativado o que levaram estes a crer que era uma pista falsa.

No entanto, um forte odor de carniça podre levara estes até uma caixa do qual atrás dela encontram um corpo. Este disposto numa forma peculiar parecia ter claros indícios de suicídio, porém por demais demasiado. Era aparentemente uma mulher ruiva. Ao se colher as provas, notaram o que o investigador Tucson diz ser uma orgia de provas, deliberação afim de se forjar indícios criminosos. A disposição que o corpo se encontrava impossibilitava que sua morte fosse por algum projetil, isto é, arma de fogo que deixaria rastros. Além do mais haveria a arma ao lado, assim como vestijos de pólvora em sua roupa. Uma vez tendo-se em vista que estava em estado avançado de decomposição, fora levado a perícia da policia do Alasca.

O Local do crime no silo agora isolado e iluminado por quase uma meia dúzia de refletores afim de que se procurar outras provas e pistas do que pudesse comprovar o porque dos investigadores terem sido para lá levados, já que até ali praticamente nada parecia ainda assim justificar se não um caso de homicídio, nada atípico do lugar de onde vieram. Mesmo tendo muita sujeira estes fizeram um pente fino, e no local do corpo encontraram fios de cabelo, unhas e usando luz infravermelha junto a um produto químico ajudava a procurar vestijos de sangue ou semém. E acharam semém.

O Corpo como sendo de uma mulher concluíram que fora estupro seguido de morte, os fios de cabelos destoavam do corpo da vítima que era ruiva. No laboratório fora constatado que certamente era de outra pessoa, possivelmente o assassino, porém Theodore mesmo não sendo perito argumentou que era obvio demais, as amostras de cabelo pareciam terem sido cortadas e mesmo se não fosse era fartas demais, alguém com queda de cabelo seria normalmente precavido pois pela disposição do crime havia sito premeditado por alguém razoavelmente inteligente. Além do mais as unhas cortadas soavam como um absurdo, como um sujeito além de estuprar e matar ainda cortaria suas unhas ali? Era tudo muito óbvio e claramente parecia que estes queriam incriminar alguma outra pessoa. Uma vez identificada o DNA das amostras concluíram que todas eram da mesma pessoa. Pesquisaram no sistema e curiosamente encontraram um homem que no entanto havia desaparecido num período pouco posterior do ocorrido crime. Teria ele fugido?

Ao se pesquisar seu perfil descobriram que fora um religioso chamado John Roberts conhecido por seu trabalho como escritor e filosofo e que era neto de um homem que trabalhara em projetos como Grill Frame como vidente. Os relatos dos moradores e da família dele dizia que seu comportamento mudara nos meses anteriores a seu desaparecimento que fora a uns 6 meses, mas no entanto, eles pareciam claramente esconder algo, pareciam tensos, desconfiados, inquietos como se quisessem que fossem logo embora. Ao olharem a casa a policia encontrou pedaços do muro quebrado e ao serem perguntados disseram que eram crianças.

Apesar de tal alegação levantar suspeita, pois em pleno Alasca brincar de pular o muro da casa alheia soa estranho, pois não havia pipas ou frutas para tal. Ladrões também dificilmente seriam…

Mesmo sem as respostas para suas perguntas os investigadores concordava num ponto, estava algo ocorrendo na cidade, tanto que ele não fora o único desaparecido, mas o número de desaparecidos nos últimos meses aumentaram repentinamente. Foi então que estes começaram a cruzar os dados sobre estes desaparecidos, e ao finalmente identificar o corpo da mulher descobriram que era uma analista de sistemas do MIT chamada Rachel Smoth!

Finalmente eles tinham algo novamente, mesmo que o caso cada vez ficasse mais estranho, pois não sabiam como esta mulher lá apareceu, mas tinha muita coisa a investigar e a resposta era entrar em contato com a policia de Massachvsetts que para sua surpresa nos últimos anos estava trabalhando num projeto deixado por Alvaro Watchman, até desaparecer sem dizer para onde ia a seus conhecidos. Seguindo as pistas deixadas por ela chegaram até um quarto que teria alugado em Fairbanks, mesmo que o proprietário tivesse anunciado a policia o sumiço da dona que ele o alugara e depois liberado. Ela teria usado uma identidade falsa o que não levou a policia no período a nada. Mesmo assim reviraram o quarto a espera de que tivesse alguma pista e fora quando um móvel virou sobre a parede que normalmente já era oca, e de onde um som dentro dela sugeriu algo lá. André se entre olhou com o Tucson como se dissessem um ao outro “vamos abrir essa parede”.

Não demorou muito para perceberam que estavam certo, havia um pequeno disco lá dentro. Sem pestanejar Theodore Mitnick o inseriu dentro de seu notebook que revelou uma série de arquivos, entre eles um vídeo que explicava o porque daquilo:

“Olá, sou Rachel Smoths, se vocês estão vendo este vídeo é porque vocês acharam provas substanciais sobre uma conspiração que visa literalmente destruir a humanidade e pô-la em servidão. Vim até ao Alasca encontrar John Roberts que a muito tempo estava sendo perseguido por um grupo misterioso. Ele me revelou coisas terríveis que teria prenunciado e que teria fundações aqui, num silo que teria visualizado num sonho. Neste pequeno disco vocês encontrarão todos os relatos e de onde está sua suposta entrada.”

Como Joãozinho e Maria os investigadores literalmente seguiram as migalhas e estudaram cada um dos arquivos do disco cuidadosamente, inclusive diversos projetos de Roberts, de livros inacabados e três terminados. Revelava a localização da entrada e que o sistema de proteção deste fora desenvolvido por ele, mas tinha um ponto fraco…Nestes escritos dissera que o plano original deles fracassara, apresentava falhas demais. Roberts deveria ser a solução para os próprios, porém estes antes se perderam numa irracionalidade ao destruir o que poderia ser a solução para os próprios.

E ele era mantido sob exploração por este grupo e sob constante ameaça, tendo-se em vista que tentara sair destes lhe roubaram e sabotaram todas as chances de apenas viver sua vida e lucrar com seu próprio trabalho intelectual.

Assim começou-se uma perseguição impiedosa e indialogável onde tudo em sua vida fora roubado e sabotado e por simplesmente buscar seu direito na justiça teria sido fatal para ele. Mas isso não explicava o crime contra Rachel Smoths. Pois um jovem com um histórico tão brando (apenas havia usado álcool e drogas algumas poucas vezes anos atrás, além de pequenas molecagens na adolescência num curto período de rebeldia) não justificava o ato justamente com a mulher que a ele fora ajudar, simplesmente não fazia sentido algum para os investigadores pois era considerado até mesmo virgem, e que simplesmente um homem tão inteligente poderia não somente cometê-lo mas deixar evidências tão absurdamente chamativas tal ato não seria apenas irracional, mas ilógico e estúpido! Estas perguntas só poderiam estar no único lugar que se faltava investigar novamente a entrada secreta do silo, pois diante de todas as evidências era óbvio que armaram para cima deles. Era inicio de crepúsculo de longos dias no Alasca, e tudo indicava que seria uma longa noite..


Categorias: Contos,Ex Virtualis | Tags: , ,

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