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May
20
2009

Ode à Solidão

poesiaAutor: E.U Atmard

Práqueles que sofrem
À noite e em vão
Práqueles que ouvem
O eco de sus vozes
Quando aqueles que choram
Dessa sua solidão
Por aqueles que doem
Sem aparente razão
Por aqueles que sentem
A luz do dia apagar

Vós não estão sós

Para à vida que custa
Cada dia a passar
Para o tempo que arrasta
Seu manto devagar
Para os pobres que esperam
Por uma vida melhor
Pelos jovens que vêm
Tal dor invulgar
Tão azul e amarga, talvez fatal
Pelos ricos que adormecem
Com dor e a chorar
Pelos velhos que ouvem
A vela apagar
O seu doce e vermelho sibilar

Vós não estão sós
Ouçam mi voz
Vós não estão sós!

Pois o sol de novo virá
E a luz de novo vai brilhar
E a vida de novo cantará
E o tempo de novo se vai arrastar
E pobres
E jovens
E ricos
E velhos
Finalmente saberão que é o fim
Dessa sua solidão…


Categorias: Poesias | Tags: , ,

5 Comments»

  • Olha, muito legal.
    Poesia muito .. é estranho usar essa palavra para descrever algo, mas.. a poesia é muito ..bonita.
    =)

  • Laka says:

    Interessante a parte que diz que as pessoas não estão sós ao sentir a solidão. Tipo, demonstra que são muitas as pessoas que sentem ela, vivem para si (as vezes sofrendo) porém não são únicas. Mas fica a intriga se o final realmente irá acontecer com elas…

    Gostei!

  • E.U Atmard says:

    isto é um espectáculo! Uma pessoa escreve um poema quando está deprimido,e de um momento para o outro surgem inúmeras interpretações.
    =)
    Muito obrigado!

  • Pandion says:

    Caro lusitano, gostaria de saber se tens a mesma visão sobre a felicidade. Eu não possuo sensibilidade o suficiente para apreciar uma poesia, mas é notavelmente um texto carregado de sentimentos. Enfim, admiro esta capacidade de expressar um sentimento com tão poucas palavras.

  • E.U Atmard says:

    nunca mais me apercebi que o Pandion tinha postado aqui este coment… eu não sei, a felicidade é algo tão subjectivo, que acho impossível defini-la

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