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Jun
09
2009

Capítulo 7 – Livramento no Labirinto Tecnológico

Escritor: Gerson Machado de Avillez

ex-virtualis-dominacao-virtual

Os poucos que sobreviveram do ataque acreditavam que não iriam resistir até a chegada do resgate, o líder do esquadrão era o que estava em melhor condições, mas ainda assim estava ferido e cansado demais para caminhar até o comboio. Restava a eles esperar. Quando o resgate finalmente chegou com o término da tempestade um dia depois, a situação do sobrevivente era precária, mesmo com os primeiros socorros prestados e com mantimentos para alguns dias o estado era grave. Logo a perícia constatou que os habitantes que sobreviveram fugiram com suas famílias dali e os dano haviam sido grandes. Alguns se esconderam e os que tentaram defender o perímetro da vila ou morreram ou acabaram fugindo feridos. Ao entrarem no galpão após recolherem o que sobrara do esquadrão, ficaram perplexos com o tamanho da máquina. Caída no chão e envolta na rede que os soldados lançaram agora estava desligada, e finalmente todo mal havia cessado!

Ao finalmente trazerem a máquina, o trio de investigadores após resolverem aguardar afim de pegarem as “credenciais” da máquina para entrarem, perplexos perguntaram a Jonh Roberts como ela teria passado por eles no bunker. A Resposta é que ela já havia se ativado, mas os cientistas bloquearam a passagem e com a mensagem em smashbacking que ele deixara para abrir a porta ativara o sistema de emergência liberando uma outra saída.

Mas uma das coisas que a perícia que cuidava das vítimas foram a forma como elas estava mortas. Com buracos de bala, mas sem estas no corpo. Isso porque, segundo, Roberts a máquina utilizava de balas feita de água, isto é, gelo quando o alvo não tinha uma densidade muito densa, especialmente humanos afim de justamente não deixar rastros e ser uma fonte de munição cujo o material é pego diretamente no habitat. Aquela máquina de fato trazia uma tecnologia formidável e o equipamento de empuxo magnético era uma arma poderosa contra a própria tecnologia alheia. Sobretudo haviam tecidos vivos que ainda estranhamente reagiam a sinais e impulsos o que indicava haver uma rede neural liga a este.

Na explicação deste eram usadas celúlas-tronco para recriarem todo tipo de tecido com a forma que quiserem de modo a aplicar a esta máquina, demonstrando um domínio no campo da genética igualmente imenso ao da robótica e informática criando um verdadeiro monstro.

O interessante deste complexo do corpo humano, é que nas células da cabeça era possível se extrair tudo isto, e sabendo-se até mesmo com o estudo aprofundado do cérebro humano, mesmo que ainda incompleto haviam partes cada qual especificas a cada campo assim os neurônios de memórias vividas por experiências reais aquelas ligadas a sonhos e a criatividade, imaginação e etc. Estas por sua vez se mostrava irregulares e desconexas, não continuas ou lineares.

Uma vez acabando estes estudos preliminares o trio de investigadores munido de uma equipe de proteção teriam de partir agora, o índio, por mais que temesse aquela visão teria de ir e enfrentar seus medos. E assim foram…

Ao chegarem próximo ao local puderam observar os destroços da antiga estação baleeira vista nas memórias da “cabeça”, e logo adiante uma construção imponente quase como um castelo se erguia do gelo. O índio sentia o cheiro do mal que o espreitava naquele lugar afim de tragar sua vida, mas não poderia negar seu compromisso.

O helicóptero teve de pousar, no entanto, um pouco antes do baleeiro somente, pois não havia lugar mais próximo para pouso, teriam de caminhar até a casa. Uma vez pousando e portanto o comunicador que os liberasse a entrada rumaram em meio ao silêncio do lugar apenas entrecortado pelo vento. Passaram pelo baleeiro deserto, destruído e fúnebre quase como se pudesse sentir as coisas que ali já ocorrera, não havia uma igreja lá, mas o índio fazia sinal de oração em pensamento de forma estranhamente introspectiva. Mas adiante algo se move entre o gelo por de trás de um reservatório de água. Seria um guardião? Imediatamente os soldados tomaram a frente e apontaram suas armas de forma defensiva apenas esperando uma confirmação visual positiva que possibilitasse atirar. Mas o índio percebe que é um urso, e ao reconhecer o animal fala para o soldado abaixar a arma colocando sua mão sobre o cano. Visse então uma bela cena, o animal ali depois da saída das pessoas se tornou o habitante, mas partindo em meio ao gelo até sua cor se fundir com este e assim parecer desaparecer.

Quando chegaram perceberam uma construção bastante sólida do modo antigo, parecia quase um típico castelo medieval. Construído com pedras, definitivamente não era possível de se entrar a base de tiros e explosões, não sem ao menos danificar o lugar, pondo em risco até mesmo a captura do antivírus. Na porta estes pegaram a peça-chave do cyborg e a acionaram.

Imediatamente ao se abrir luzes se acendiam e revelava um interior completamente desconforme do exterior. Um galpão enorme repleto de pinturas antigas contrastavam com a alta tecnologia do lugar, como se passado e futuro coexistissem, numa simbiose hora exótica ora desproporcional e anti-estética, como meramente um galpão que guardava relíquias e tesouros desconhecidos de diversas épocas. Estes entraram lentamente observando o lugar e toda aquela riqueza seria suficiente para deter qualquer ladrão se satisfazendo com aqueles achados, pois o verdadeiro tesouro estava além. Chegaram até um sistema que revelava supostamente o mapa da estrutura local que fora igualmente ativado com a peça-chave mas sem revelar detalhes da estrutura do complexo que se expandia tanto para cima quanto para baixo, nos subterrâneos. Se não fosse por tais elementos apenas se concluiria que tudo que aquele lugar tinha era aquele imenso galpão, mas logo fora indicado a porta de um elevador de acesso as demais áreas.

Era tudo muito fácil demais, o índio não parava de pensar e sugerir isto. Afinal ele tinha motivos. O acesso a relíquias verdadeiramente valiosas estavam abaixo, onde John Robert dizer estar a entrada da caverna que levaria até onde um suposto artefato cósmico teria sido descoberto. Então eles resolveram dividir o grupo um para a parte superior onde estaria a central nervosa daquele complexo e centro de computação de todo sistema coletivo, a The Machine, o índio desceu junto com alguns soldados enquanto o restante subiu. Certamente eles não se sentiam a vontade naquele lugar, havia um quê sombrio, mas não podiam contar com ninguém que fosse capaz de ajuda-los verdadeiramente naquele momento.

Ao chegar no subterrâneo que era há uns 100 metros abaixo da superfície a porta se abriu lentamente criando uma imensa expectativa, mas igualmente ao galpão principal as luzes iam se acendendo lentamente porém muito mais fracas provavelmente para preservar as diversas relíquias. E o que se viu fora indiscritível. Estátuas de diversas culturas, pinturas, ouro, pedras preciosas, máquinas protótipos e artefatos esquisitos extremamente antigos mais igualmente engenhosos e até múmias e seres estranhos não descritos ou catalogados. Era tudo mantido de forma climatizada com um ar purificado e umidade rigorosamente controlada num termostato. A sua direita haviam alguns livros que imediatamente chamou a atenção do índio, ele era fascinado por arqueologia e certamente aquele achado o descontentou fazendo-se até mesmo parcialmente esquecer do risco que corria. Ao olhar superficialmente a pequena enciclopédia viu diversos títulos como: O Tratado do tempo, Diários de Enoque, alguns pergaminhos apócrifos sejam estes verídicos ou não, livros de magia, ciência até relacionado a grandes personalidades mas nunca publicados, assim como livros que tratavam particularmente de outras civilizações e de bastidores da história, chamando-o atenção um livro entitulado: A História Negra da Humanidade, que o fez imediatamente fixar-se neste o pegando lentamente. Ao desfolhar havia relatos detalhados dos bastidores de grandes momentos da humanidade desde a antigüidade, revelando nomes desconhecidos a ocorrências estranhas suprimidas da história. Ele sentia-se feliz em pegar naquilo e saber que tudo era registrado e não simplesmente perdido no tempo. Ao seu lado havia uma estátua de uns dois metros que se perceber era exatamente que era retratado na estranha visão da “cabeça”, todo aquele aparato e ele não havia notado que aquela estátua que era uma mistura de personagens astecas mas desconhecido, que piscava uma pequena luz quando este se aproximara. Era uma armadilha. Sem querer ele deixou um pedaço de folha solta dentro do livro cair e ao se abaixar para pegar gelou, ele havia se lembrado daquela cena!

Imediatamente este recuou largando o livro e ao olhar reconheceu o artefato que na realidade era uma espécie de guardião que baixou uma arma até ele para atingi-lo fechando o acesso aos livros, passando por ele de fino.

Era um alerta, o índio consegue escapar graças ao mostrado na profecia as ocorrências era perfeitamente descritas. Aquela estatúa-robô não saia do lugar na verdade, apesar do temor dele, mas estava apenas para proteger aqueles conhecimentos.

Ele profundamente perplexo se ajoelhava e dizia ser grato aquele homem mesmo que tenha falecido quando nem ao menos havia nascido, Theodore disse que não se tratava meramente daquele homem mas de uma força maior, Deus, que utilizou de uma profecia do qual em sua onipotência saberia servir de algo num futuro. Este divagou sobre a essência destas profecias que de nada valeria Deus revelar algo se não se pudesse altera-lo, afinal qual seria a moral de uma profecia? Ver e não poder mudar, a Símdrome de Cassandra era demasiado incoerente e injusto. Na concepção desta, o próprio Senhor Jesus viu que morreria, e o viu como necessário a Ele no caso, mas o próprio consciente com um propósito superior e posterior pois Ele ressuscitaria no mesmo corpo morto a três dias, afinal era o Cristo! Era perfeita a concepção moral de Deus…Tudo havia um porque.

O Capitão que estava junto ao grupo argumentou que tudo de injusto, cruel e sem uma moral que ocorre no mundo não signifique um Deus injusto ou sua simples inexistência, mas a existência do maligno, a razão da falta de razão, a anomalia e imperfeição deste mundo.

Afinal se fosse para ser algo simplesmente inevitável Deus nem revelaria, se não fosse para um propósito superior de moral muito menos. Mas adorar o homem que previra? Argumentou o tenente que era cristão, afinal nem vivo estava. Mas antes que estes entrassem numa discussão teológica e bíblica ele interrompeu novamente e disse que mesmo que aquele fato mudasse definitivamente a concepção da ciência eles tinham algo mais importante a fazer.

O índio apesar de ter crenças típica de seu povo em seus ancestrais apache, se tornara cristão mesmo que não praticante e este acreditava que Deus somente livrasse os abastados, os seus fieis servos. Sentido-se aliviado, estes perceberam que era necessário voltar ao foco central e deixar aquilo para os pesquisadores especializados e rumaram até uma porta com estranhas inscrições. Lá dentro estendia-se um estranho corredor para baixo até uma espécie de antiguissímo templo ao descerem acenderam suas lanternas e lentamente a luz destas iam revelando peças incrustadas nas pedras antigas mas que pareciam ter alguma função além de embelezar ou ensinar algo. Eram como uma espécie de engrenagens do qual levavam até uma mesa de pedra onde havia uns três tábuas com inscrições em inglês e português!


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