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Jun
18
2009

Capítulo 8 – Memórias de uma humanidade decaída

Escritor: Gerson Machado de Avillez

ex-virtualis-dominacao-virtual

Quando o índio resolve ler o que está escrito nas placas um ruído forte e intenso surge do topo daquelas antiguissímas escadarias e um sombra começa a crescer sobre ele tapando todo restante de claridade que vinha do alto. O capitão imediatamente corre na tentativa de impedir que seja lá o que fosse fechasse a porta, mas era tarde e ficaram trancados lá dentro. Imediatamente o índio que era tão durão começou a se lastimar de que aquela premonição que o salvara teria sido meramente um aviso para não seguir a diante. O capitão falou para deixar religião fora daquilo pois não era o caso. Depois de verificarem todo o lugar descobriram que aquela entrada também era a única saída. Tentaram então contatar por rádio, mas havia forte interferência.

Enquanto isso na parte superior daquele lugar Abner Nakamoto ao sair do elevador sentiu-se derrepente como estando numa casa. Havia um grande corredor com muitos quartos e um saguão principal, bastante convidativo aos funcionários e um ótimo disfarce em caso de visitas não convidadas. No entanto logo adiante identificaram uma pessoa caída morta, e ao virar mais uma. Realmente aquele lugar era muito convidativo e hospitaleiro, mesmo que para estes em algum momento tenha se tornado uma armadilha, pelo qual padeceram sem qualquer ferimento, mas provavelmente algum tipo de contaminação. Obviamente aquele lugar era muito mais que uma mera casa, mas já que eles haviam entrado pela entrada de serviço que por si só já era numa espécie de depressão a parte principal se assemelhava-se bastante a uma casa. Estes, no entanto, andaram com bastante cautela no recinto estabelecendo o perímetro e seguindo o mapa visto e copiado no saguão do local de onde entrara com a intenção de se chegar o quanto antes ao objetivo, The Machine.

E não demorou muito, seguindo até o fim do corredor a direita depois de toda verificação por meios tecnológicos afim de identificar alguma armadilha e chegaram até o local determinado, a grande porta metálica provavelmente de titânio tinha um painel similar aos anteriores onde se usaria a mesma chave capturada do cyborgue e pronto! A porta estava se abrindo, e revelando um recinto completamente oposto aquele que aparentava uma mera casa e revelou um lugar repleto de computadores ultra-modernos e ao fundo as luzes que ia se acendendo revelava a tão procurada The Machine. Mesmo sabendo-se que tamanho não é documento se tratando de tecnologia e ciência e quanto menor era melhor a imponência ultra-sofisticada da máquina em sua potência justificava o tamanho. Era uma espécie de mega-servidor do qual detinha uma espécie de backup de tudo que era aproveitado e capturado na rede além do TerraAlfa. Lá finalmente se encontrava a grande máquina central onde o egocêntrico Watchman naquele ultra-sofisticado equipamento realizava seus experimentos virtuais, seguindo as instruções estes finalmente encontram seu centro nervoso, era não muito grande, e havia uma pedra verde nela encrostada na CPU mas que estranhamente não era apenas uma fonte de energia como do plutônio, mas inexplicavelmente mantinha relação de simbiose como extensão da máquina funcionando como parte do próprio superchip.

Daquele mega-servidor de 25 terabytes um pequeno trono de conexão como preferiram chamar era o meio do operador se conectar a aquela coisa que fazia juz ao nome que tinha, portando tecnologia fotoborg era monitorada por diversos outros computadores que trabalhavam no programa. Aquilo tudo funcionava por conta própria, pelo sistema de emergência cuja a fonte de energia ainda não haviam identificado, mas certamente era forte o bastante para manter aquela máquina e poderosos ar-condicionados afim de resfria-la. Ao lado desta havia uma imensa sala, que conectado a esta máquina gerenciava a própria casa além de outros estabelecimentos do qual o silo em Fairbanks se incluía, as dezenas de pequenas janelas de imagens destas cameras que se abriam na mega tela de plasma revelava diversos cantos e lugares estranhos e abaixo estes viram o investigador no nível inferior movendo sua lanterna. Não demorou muito para perceberem que estavam presos ali e que aparentemente a máquina começava a liberar uma espécie de gás para mata-los. Imediatamente estes tentaram contacta-los pelos seus comunicadores também em vão, quando um pequeno alarme soou avisando que um sistema interno bloqueava estes sinais. Restava a eles apenas uma coisa, entrar na The Machine pelo sistema fotoborg através da Realidade Virtual com a chave do borg que era o único meio de se desativar aquela armadilha, e André se prontificou a isso sob a monitoração de Nakamoto mesmo que aquele sistema lhe parecesse tão estranho em sua interface visual.

Enquanto isso sem perceberem o mal que se colocaram sem saber o capitão e o investigador Tucston resolveram investigar as lápides que apesar de aparentemente tão antigas continha inscrições em português e inglês. Era estranhamente como uma espécie de manual de instruções para nossos tempos, porém sem entender seguiu-se mais adiante e lá vira uma história que narrava eventos ali ocorridos a muitos milhares de anos atrás…

“Algo havia caindo do céu. Nas lendas contidas naquelas tábuas autrora encrustadas no gelo, seria um ser de outro mundo, que ao cair partira uma espécie de pedra que este portava. Muitos séculos depois um pequeno grupo de homens teriam encontrado uma pequena urna encrustada no gelo, o povo cujo os sobreviventes daquele estranha encontro autrora seriam os esquimós encontraram um fragmento desta pedra verde que forjara reinados e os destruira, estes seres “vindos do espaço” conforme descreviam com estes teriam se cruzado com alguns… “

Neste momento Theodore Mitnick se conectava ao TerraAlfa. Uma vez imergindo seus sentidos no mundo virtual, ele vislumbrou uma interface visual fantástica como um mundo de cardápios de opções onde podia-se acessar registros de cada usuário no período em que foram registrados. Haviam mapas, fotos, vídeos e filmes, livros e uma série de coisas muitas dos quais jamais reveladas, era um mega acervo de tudo que a humanidade já havia produzido no período do qual infelizmente se tornava impossível se acessar os mais recentes pois o mainframe não estava mais conectado a rede mundial. Logo naquele mundo via-se construções e criações virtuais pelas mais diversas pessoas, de usuários amadores e profissionais, mas por mais que aquilo o deixa-se lisonjeado tinha que se focar em alcançar o objetivo central e imediato que era de se localizar a monitoração e desligar o gás. Mas antes ele topou com registros relativos a este sistema de defesa e descobriu um vídeo que mostrava os funcionários dali sendo mortos por este gás liberados pelo próprio The Machine a amando do próprio Watchman, preocupado este viu que não era apenas Tucston e os que o acompanhavam nos subterrâneos que corriam perigo mas eles também e assim foi diretamente até os sistemas de segurança do local. Viajando por um intrincado de cores, obras e corredores intermináveis virtualmente este percebeu que aquele mundo era controlado por uma entidade de AI ali presente. Pois não consegui acesso a interface de segurança, logo um grito estranho irrompeu aquele mundo, era a dominante entidade. Ao procura-la toda a interface se retorceu mediante um ruído irritante, tornando as outras entidades virtuais torcidas e contorcidas até que do meio delas surgiu um imenso rosto bastante comum a eles, era o rosto do ego virtual de Watchman que se erguia imponente do meio de bits bytes como se rompesse a estrutura binária daquele universo como um deus naquele mundo. Completamente animalizadora a figura de Watchman antes como um avatar para o próprio em sua cama, parecia no entanto completado sua missão improvável e absurda, do qual mesmo que não fosse o próprio tinha por objetivo passar todos seus traços a esta Entidade Virtural (EV)de forma a ser reinante. Silva sem saber o que fazer buscou em seu menu armas e um meio de triba-lo, mas como combater uma EV que torce as próprias leis de seu mundo como um deus ex machina torcido? Fugindo pela interface a EV Watchman ia destruindo tudo a seu caminho atrás dele do qual só não o desconcertava pois seu propósito era aumentar a realidade daquele mundo afim de lesar o cérebro do usuário se não penetrar em sua mente baixando suas salvaguardas. Silva sabia disso, e Nakamoto do servidor operacional também. Ele começou a passar instruções a Silva enquanto buscava inserir obstáculos sobre Watchman enquanto escapasse e disse para procurar a base do sistema para desliga-lo por completo. Enquanto fugia pelo labirinto de corredores virtuais do TerraAlfa acessava uma interface operacional sob instruções de Nakamoto para poder saber como desligar o programa e descobriu que só se poderia pelo Hardware, numa espécie de disco de memória chamado The Stone. Ao ver esta informação imediatamente Nakamoto buscou informações da localização dela no The Machine e informou que era atrás da máquina se entrando numa pequena porta. Nakamoto fez um sinal aos soldados informando e ao verem que estava trancado arrombaram a porta com um tiro que no entanto, fez soar um alarme no TerraAlfa irritando muito mais o EV Watchman que imediatamente começou a lançar o mesmo gás que estava lançando no subsolo para mata-los. Rapidamente Nakamoto se levantou depois de ver a descrição da peça e em meio a luzes de ledes ultra-modernos o localizou abaixo do imenso mainframe uma estranha pedra verde luminosa que parecia cintilar com o processamento da máquina, ele enfia a mão e desconecta os plugs a puxando, e derrepente o EV agoniza torcendo todo o mundo virtual até apagar soltando Theodore. O sistema do lugar todo soa um alarme após as luzes se apagar e o gás para de sair enquanto nos subterrâneos os investigadores já sufocados ouve e percebe que a porta está se abrindo lentamente. Mesmo com pouca força estes sobem rastejando pelas escadas que ao chegar ao topo sente novamente o ar limpo. O elevador se abre sozinho como se chamasse para sair daquele lugar e eles vão correndo em direção a ele que ao subir parecia claramente lacrar o depósito subterrâneo de relíquias para protege-las.

Enquanto isso, a equipe de Nakamoto localiza eles no elevador que ao chama-lo surgem lá em cima, de lá estes sabem que tem uma saída frontal do topo do prédio e correm seguindo o mapa, pois conforme as instruções de Nakamoto a parte principal da casa será destruída para cobrir a The Machine e proteger as relíquias. Ao chegarem na porta para o mundo exterior estes a abrem fazendo o vento frio com seu ruído lá de fora entrar destoando do alarme. Cansados eles correm alguns metros quando derrepente tudo aparentemente explode para não deixar rastros iluminado o céu e fazendo um ruído imenso se estender por todo horizonte que ao observarem percebem que a imensa galeria de gelo que cobria o mar se fende fracionando completamente um horizonte branco de gelo em grandes icebergs. Tucston fica temeroso em relação a isso por temer que os atinjam, mas eles estão em terra firme, logo eles se sentam no gelo cansados e Nakamoto tira a The Stone de uma sacola. Ao olhar aquilo Tucston comenta que lera sobre ela e conta tudo que leu enquanto os primeiros raios do fim de uma longa noite surge no horizonte… Sendo aquela pedra uma lenda verdadeira ou não essa resposta certamente não poderá ser respondida da forma como gostaríamos. Ao vê-los de longe como pequenos pontos numa imensidão branca apenas entre cortada pelo mar e pela fumaça da casa parcialmente destruída, percebe-se, no entanto que ao invés daquela explosão cobrir o subterrâneo o expôs revelando toneladas de relíquias de histórias jamais contadas pela história humana.


Categorias: Contos,Ex Virtualis | Tags: , ,

1 Comment»

  • Parte final do conto do Gerson… ao menos ultima parte que tenho.

    Recadinhos, os arquivos pdf dos ultimos contos foram disponibilizados na area de downloads e hoje as noticias iram atrasar um pouco, pois tenho uma festinha daqui a pouco para ir.

    Mas… atualizo quando voltar!!

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