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Jun
01
2009

Mais uma noite infernal – Parte 3

Escritor: Jones Viana Gonçalves

mais-uma-noite-infernal

Ainda estava de Dia. Acho que eram três horas ou algo próximo. O sol estava alto e eu pude ouvir os passos. Preparei o revolver com seis balas, as outras deixei no bolso da calça, ainda as procurei, apenas para acalmar os ânimos, todas as seis estavam ali esperando para serem usadas. Como já disse uma vez não é normal aqueles de minha raça ficarem acordados quando o sol reina no céu, isso causa uma exaustão sem limites. Meus olhos estavam pesados, mas o nervosismo não me deixava dormir. Senti o cheiro deles quando traguei o ar. Não conhecia nenhum daqueles que estavam ali. Poderiam ser os caçadores ou mesmo até um carteiro, não saberia dizer, minha esperança era que fosse um carteiro. Poderia assim talvez viver um dia a mais buscando por um novo refugio na cidade, porem sorte foi o que deixei de ter a mais de mês.

O sol não conseguia passar nem pelas paredes e nem pelas janelas daquela casa e se a coisa fedesse como esperava que fosse feder ainda tinha o porão mais abaixo seguindo pela sala. Me trancaria no fundo, ficaria encurralado, mas talvez sobrevivesse. A porta, sim eles haviam chegado até a porta. Não tentaram forçá-la, não, eles usaram um meio mais sutil, gazuas, a arte de destrancar uma porta sem ter as chaves. Ouvi um click e enfim ela estava aberta.

Não sei se esperavam encrenca logo de cara, mas uma granada rolou por uma fresta da porta aberta. Acompanhei ela rolar pelo chão a minha frente e aos poucos a fumaça sair e encher a sala. Foi então que tudo começou. Com um chute a porta foi escancarada, o sol entrou pela abertura junto aos tiros. Eu estava atrás de uma parede, os caçadores não entraram e sabiam onde eu estava, um, dois, três disparos estouraram ao meu lado. Saltei de meu esconderijo para o outro lado e pude enxergar dois homens mascarados portando óculos para enxergar no escuro, os dois portavam escopetas e neste momento entravam disparando suas armas. Usei de toda a minha velocidade para desviar dos tiros que em alguns momentos feriam o meu corpo, o chumbo que se espalhava rasgava minha carne que logo regenerava. Por que faziam isso, não estava entendendo e já me posicionava próximo de um deles arrancando-lhe a arma das mãos e desviando do disparo do outro. Senti o cheiro do medo, eram……. Humanos, um sorriso se fez em meus lábios. Um chute na parte de trás dos joelhos e meu oponente ficou ajoelhado à minha frente, bastou outro movimento para sair da frente da escopeta e deixar que o aliado dele o fizesse comer chumbo. Já estava atrás do segundo homem quando vi o sangue do caçador se espalhar pela parede. O pescoço daquele que ali a minha frente estava foi meu alvo, havia gasto muito de minha energia. Senti o liquido escorrer pela garganta, os dois estavam mortos e eu bem não posso dizer que estava vivo.

Tolo, só depois percebi o engodo. Eu estava de costas para a porta. Senti as duas garras segurar-me pelo pescoço e cintura, depois o impacto da parede sólida ao atingi-la em pleno vôo. Demorei alguns segundos para entender o que acontecia e isso só ficou claro para mim quando novamente era erguido pelo pescoço. O lobo olhava para mim com desprezo. Procurei a arma, mas ela estava no chão, novamente fui arremessado e desta vez na direção da porta. Como era doloroso o brilho do sol, ele queimava minha mão. Ainda tive sorte ali, pois poderia ter ido parar lá fora. A fera correu em minha direção, a garra atravessou o ar, consegui desviar a tempo e passei por baixo do braço dele. Tentei usar minhas garras, foi quando vi as cicatrizes na pelagem do lobo. Ele era aquele que quase havia me matado no centro da cidade.

O meu momento de distração foi bem aproveitado pelo inimigo que de mão fechada me fez atravessar a sala novamente, tamanha fora a fúria do soco. Fiquei zonzo, já quase perdia os sentidos, deitado do outro lado da sala tentei me levantar, mas ele já estava sobre mim. As presas do lobo rasgaram meu ombro, a dor intensa tocou minha alma. Estava perdido, quando subitamente uma nova força me veio, com a mão aberta enfiei um dos dedos no olho do monstro que recuou. Rápido levantei-me e corri tentando agarrar a arma, quando senti o puxão, ele gostava mesmo de fazer isso. O tornozelo protestou contra a força reversa, ele se partiu, e eu voei novamente. As costas doiam, o ombro doia, o tornozelo doia, mas eu o tinha na minha mira. A fera ainda tentou atacar, apertei o gatilho uma, duas, três, quatro vezes, todas as balas atingiram o alvo e o lobo caiu, estava morto.

Não procurei por outro caçador, apenas me arrastei para o porão. Precisava descansar, se houvessem mais já não me importava. Mesmo com a arma em mãos seria o meu fim e quanto ao se a policia aparece-se não me encontrariam nem em um milhão de anos no porão. Agora tudo o que precisava era de sorte e esperava tê-la naquele dia infernal.

9 Comments»

  • Bom, com esse final não da para saber se vai haver continuação ou não. Tanto pode continuar a história, como pode acabar por ai com a morte do lobo.

    =)

    Ei Jones, seu livro do mochileiro ainda não foi enviado. Desculpa, mas o submarino ta meio atrasado na entrega, ou os correios, ou alguma transportadora qualquer… estou na espera aqui do livro. Mas envio para você por sedex assim que eu receber, que chega ai mais rapido. 🙂

  • Pandion says:

    Jones, quando eu posso mestrar Lobisomem para você esquecer de vez os vampiros? Brincadeiras a parte, vampiros sempre chamaram muito a atenção, eu também pretendo escrever sobre eles algum dia.

  • Cara aproveita e escreve agora, que vampiro ta na moda… os livros da Stephanie Meyer estão ai para comprovar. =)
    E as teenager malucas também. =D

  • Jonesvg says:

    Cara já mestrei Werewolf e cara é muito melhor que vampiro, ainda vou escrever algo sobre os lobos, agora quanto a escrever algo sobre vampiros só não faça como Stephanie Meyer e estrague a linha, cara que Merd….. aquilo, desculpa ai se ofendi ao gosto de alguem, mas esta é minha opinião.

    Quanto ao livro Guns nem se preocupa, quando chegar você envia e pode ser por PAC (encomenda normal) dos correios(não que eu não queira ler, mas por estar lendo O Rei do Inverno agora, não sei quando vou poder pegar o mochileiros para ler).

    O que mais, ah sim, acho que com o Guns tem apenas mais um conto que fala sobre vampiros e é sobre uma especie totalmente diferente, tenho um outro, muito, muito grande que estou revisando e este sim é muito mais terror ao estilo Requiem do que politico ao estilo a Mascara. Fora isso nada mais de vampiro, pelo menos por enquanto he he he he Ainda quero escrever algo de Lobisomem principalmente de Red Talons minha tribo favorita, selvagens e destruidores he eh he he he he he.

    Abraços pessoal!

  • Esta lendo Cornwell !!!!
    Muito bom. Ja leu as Crônicas Saxônicas?!
    Uhtred Rules
    🙂

  • Pandion says:

    Jones, eu não partilho da visão romantizada sobre vampiros que deu origem a varios romances e ao título de rpg Vampiro: A Máscara. Quando eu for escrever algo, será na linha do Drácula. Um único ser com poderes e origem misteriosos, que fomenta a imaginação da humanidade e cria vários mitos.

  • Drácula de Bran Stoker todo mundo deve ler… mas não deixem de ler O Historiador, melhor história de vampiro que ja li.

  • JonesVG says:

    Dracula é muito bom, mas já leram Dracula Mitos e verdades?? A historia de Vlad Tepes, muito bom.

    Cornwell e bom, este é o primeiro livro dele que estou lendo, mas as crônica saxônicas estão na minha lista. he he he.

  • Thainá Gomes says:

    Olha, adorei esse conto. Muito bom, e o jeito que eu consigo ver as cenas, torna tudo muito mais real. Parabéns!

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