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Jul
15
2009

Insanidade

Escritor: Jones Viana Gonçalves

insanidade

Porra, aquele deveria ser apenas mais um trampo junto com os Duques sabe. Um assalto comum, entrar na casa e roubar o que achasse valioso e sair, nada de mais. Pelo menos foi isso que eu pensei antes do bicho pegar.

Sabe é facil arrombar uma porta normal, principalmente com m pé de cabra. Quando chegamos a tal casa que os Duques disseram encostei a ferramenta no vão de uma das dobradiças e o forcei, fiz o mesmo com a outra e em pouco tempo a porta se deslocou. Serviço feito, limpo e sem o menor ruído.

Cara, a merda não foi abrir a porta, o foda foi aguentar o cheiro vindo de dentro, fedor de carniça sabe. Pude ver que os Duques tambem sentiram, mas não disseram nada. Fui o primeiro a entrar e adivinhem, a casa estava limpa. Sim limpa, nem o cheiro existia. Falei pro Duque mais novo pegar o que pudesse e o mesmo pro irmão dele. Ajudei-os a carregar o que fosse de mais valioso para o carro, mas a cada vez que chegava ao carro o via vazio, e a cada vez que entrava na casa a via cheia. Não sabia o que estava acontecendo, certamente os duques achavam que um ou dois parafusos me faltassem.

Fiquei metade da noite neste vai e vem e toda hora o mesmo acontecia, foi quando um estalo me veio ao cerebro, será que não havia alguem carregando aquelas coisas de volta para dentro da casa. É podia ser que sim, senti o cheiro novamente, o cheiro de morte e o mundo se inverteu, a casa não passava de um barraco abandonado cheio de animais mortos e carniça. Os Duques estavam na sala tambem, mas eles mais pareciam uma dupla de canibais carniceiros que pessoas. Os dois acocados entre os corpos podres faziam uma pequena refeição, riam e me olhavam.

Corri, fugi da casa, voltei para o carro bem a tempo de ver meus amigos colocarem uma tela de plasma sobre o banco de traz. Surpresa, sim, fiquei surpreso porra, não sabia o que era aquilo, não conseguia me concentrar no que era real e nem no que não era, porém nada disse para eles. Não mesmo, nunca me arriscria a fazê-los pensar que era um louco.

O carro agora cheio convidava a gente a sair dali, saltei no banco do motorista e fui embora dali com os Duques, mas merda como tudo naquela noite estava uma doidera as coisas não terminariam assim. Cheguei em casa e vi que o meu lar agora era um açougue, sim um açougue mesmo destes de supermercados, mas não havia carne de gado, porco ou aves ali abatidas e sim pessoas. Gritei espantado ao ver os Duques atendendo outras pessoas nojentas e sujas de aparencia insana, pagando caro no quilo da carne preparada em frente a eles. Pessoas ainda vivas eram abertas e esquartejadas para servir aos clientes.

Corri novamente voltando para o carro e percebi o fedor de morte. Tudo o que haviamos roubado agora tornara-se carniça e as moscas revoavam em volta de minha cabeça e da carne putrida dentro do carro. Atirei-me ao chão escondendo o rosto nas mãos, tentando encontrar o real e enfim senti o toque, um dos Duques, não lembro qual, me balançava e chamava. Com os olhos vermelhos e injetados de sangue olhei para ele, seu rosto estava normal, assim como a garagem ao meu redor, o carro cheio de trecos roubados e nada do fedor.

Cara pirei, pensei neste momento, estou pirado na batata, o que é real? Eu não sabia, voltei a levantar-me e a olhar em volta. Porra estava escuro, não enxergava um palmo a minha frente. Tudo o que conseguia ver eram os pares de pontos vermelhos faíscantes, como olhos demoniacos a me vigiar, sim olhos que tudo viam. Passei a tatear o escuro e procurar encontrar algo no que apoiar-me, mas nada encontrei. Fechei os olhos e pedi para voltar a enxergar.

Estava no banheiro de minha casa, olhava para o espelho a minha frente. O rosto suado, a barba por fazer e os olhos ainda injetados. Ouvi um barulho atraz de mim, no box do chuveiro. Caminhei pé ante pé calmamente. O som aumentava, barulho de alguma coisa rasgando e outras se quebrando junto a liquidos ondulando. Abri a cortininha plastica e lá estavam eles de novo, os Duques, mas desta vez um devorava o outro, saltei para traz e lembro de bater a cabeça.

Hoje passo os dias neste quarto, não lembro ao certo o que foi real e o que não foi. Não sei nem quem eu era antes de vir para cá, mas sei que os Duques nunca me deixam sozinho.


Categorias: Contos | Tags: , ,

12 Comments»

  • Macabro e insano. =)
    – Primeiro pela linguagem que você usa, segundo que é sinistro ver toda essa podridão, coisas mortas.
    – Só não entendi o que eram os Duques.. pessoas? Companheiros de crime?

  • Vitor Vitali says:

    Gosto da temática, mas achei o conto somente um amontoado de descrições. Acho que ficou faltando algo e de fato fiquei meio confuso também. Quem eram os Duques? Companheiros de crimes, demônios de hierarquia? Achei estranho.

  • Bom, eu acho que deixar os Duques no suspense, era para fazer isso mesmo, fazer a gente se perguntar.
    – Achei bem legal, conto é assim mesmo, não tem muita explicação, é uma história rápida… e acabou. =)

  • JonesVG says:

    Insanidade é a unica explicação pra tudo no conto, delirios de uma mente doente, não sei se é a minha ou a do personagem do conto he he he

  • – Acredito que sejam de ambos! =D
    – Esse negócio que escritor fala… “a, mas é o personagem”. Nada a ver, tudo saiu da cabeça doente da pessoa! =D

  • Felipe Ferraz says:

    bem insano mesmo, mas eu curti pra caramba, hehehe. abraço

  • jonesvg says:

    Bom, então preciso procurar um psiquiatra,tem saido cada coisa dessa mente perturbada hauhauhauahuh

  • Laka says:

    Ah, gostei ^^
    Nem é tão macabro o quanto dizem, quero um mais sangrento da próxima vez, viu! hahaha

  • jonesvg says:

    Pode deixar, estou trabalhando nisso! he he he he, mais detalhado e com mais historia!

  • E.U Atmard says:

    hum…história de psicopatas…hum…se isso é verdade, é melhor eu visitar um também enquanto ainda sou jovem e a mente ainda se está a formar…

  • Iii Atmard, do jeito que você escreve, não tem mais salvação. =D
    – Tenho medo dos seus vizinhos no futúro. 😀

  • jonesvg says:

    E quem quer se salvar huahauhauhauhauahuahuahauuah

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