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Jul
10
2009

Promessas feitas em um mundo caótico

Escritora: Laize Kasmirski

promessas-feitas-em-um-mundo-caotico

(A história abaixo foi baseada na música Promises do Megadeth)

Eu sabia que não devia pensar nele, eu tinha certeza que tudo sairia dos meus controles, porém agora é tarde demais. Aconteceu quando nos encontramos na rua, ele vestia um casaco preto e uma boina bege. Seus cabelos que se esparramavam pelos ombros, numa cor ruiva que se destacavam mais ainda sobre o tom de sua pele branca. Seus olhos, não pude identificar as cores ao certo, pois pareciam azuis mas em poucos segundos tornaram-se um intenso verde. Não havia como não encará-lo por mais que tentasse.

Vivemos numa cidade em que tudo é proibido, somos tratados como prisioneiros, diferenciando-nos apenas por um espaço maior. Tenho certeza que logo o governo irá colocar um chip com todas as nossas informações dentro de nossa pele, juntamente com um gps para saberem exatamente a cada momento onde estamos. Uma idéia horripilante de pensar, somos apenas marionetes. Não temos o direito de nos expressar, de agirmos da forma que achamos o certo, não podemos amar, não podemos sonhar. Tudo está dominado, não há motivos para viver, não há felicidade.

As pessoas na cidade são estranhas, ninguém conversa, apenas sussurram quando citam nosso nome. Gostaria de saber a história da cidade, o motivo pelo qual estamos vivendo desta forma. Porém nada é descoberto, nada é novo. Tentei um dia me comunicar com uma senhora sentada no banco próximo a praça, nem se quer um olá ela respondeu. Pelo menos quando alguém nasce ou morre deve haver uma reação em alguns indivíduos. Uma palavra: nasceu, ou, morreu. Nem sequer uma lágrima de alegria ou tristeza, posso considerá-los mortos vivos, verdadeiros zumbis.

Fico indignada, como podem sobreviver assim? Um mundo tão frio, distante, sem sentimentos. Onde está a esperança? O que fizeram para tudo ser assim? Será que nem ao menos sonham por um dia terem uma família unida e feliz?

Sim, há muitas pessoas que ainda lutam para atravessar os Portões da Salvação, porém ninguém quer morrer ou ser salvo, não faz diferença. As intenções daqui não são boas, quando fecho meus olhos só vejo desgraças. Tento não imaginar isso, mas toda vez que passo por está rua, sinto o cheiro do asfalto, do asfalto sendo pavimentado seguindo rumo ao inferno.
Toda vez que desço a rua, eu ouço nossos nomes em forma de canção rebeldes, é o vento. Ele é o único que tenta expressar seu desespero. Ele sente nosso amor, sabe que não poderá fluir, não aqui, nessa terra. Os sonhos que possuímos à noite, eles não nos deixam mais ansiosos, o motivo? Não tememos mais nada.

Porém, lhe prometo meu amado, te encontrarei na outra vida. Lá conseguiremos viver juntos e felizes. Logo, estarei te esperando, no paraíso. Eu te prometo.


Categorias: Contos | Tags: , ,

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