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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Aug
10
2009

A Invasão

Escritor: Felipe Ferraz

a-invasao

Após acordar, li o jornal do dia. Falava sobre uma invasão que havia ocorrido no dia anterior. Não dei muita bola, a minha fome era maior. Às vezes a impressão que se tem é que as notícias acontecem em outro mundo, distante do nosso, sem relação com o dia-a-dia que nos rodeia. Uma invasão interplanetária poderia trazer consequências catastróficas para a Terra, mas com certeza ocorreria em países mais importantes, não no terceiro mundo.

Após o café, tratei de preparar o almoço. Meu amor viria partilhar sua pausa no trabalho comigo, então um prato especial deveria ser preparado. Pensei em algo com ovos. Mesmo no ano de 2039, os melhores alimentos são os consumidos há milênios pela humanidade. Não gosto destas pílulas com nanonutrientes inventadas para acabar com a fome. Prefiro mastigar, sentir o gosto, sem nada a pensar ou a fazer. Apenas comer. Um prato de saladas também seria bom, mesmo que os livros antigos tratassem o futuro como um deserto. Ledo engano, o presente mostra a grande quantidade de gás carbônico produzido é ideal para o crescimento dos vegetais. Não que temos tantas florestas quanto há 40 ou 50 anos, mas a devastação não é assim tão grande.

A invasão voltou à minha mente com a escuridão da cozinha. Explico: ao meio dia, o sol está iluminando todo o ambiente (ele foi projetado para isso), e tal ausência de luz me incomodou; pensei nos discos voadores, que hipoteticamente estão restringindo a luminosidade, e seres verdes falando línguas estranhas chegando perto de mim. Credo. Mais cedo ou mais tarde isso ia acontecer.

Agora o prato principal. Massa, de preferência. Meu amor adora os pratos da antiga Itália. Espaguete, lasanha, tenho que decidir logo. As luzes das lâmpadas da cozinha não me ajudam a ter uma boa ideia. Vou ter que apelar para o certeiro, lasanha. Em poucos minutos montei a delícia na forma e, quando estava para colocá-la no forno elétrico, um barulho me interrompeu. A princípio, parecia aquele barulho de rojão, mesmo que atualmente os rojões estão muito diferentes dos primórdios. Aquele rojão único, com um som grave e potente, que treme as janelas.

Não era um rojão. Em segundos, passaram a ser vários, um seguido do outro. O prédio começou a tremer, as luzes apagaram, me deixando em um breu total. O estrondo se aproximava, e pareciam passos, agora, lentos, como o dinossauro daqueles filmes de ficção científica. Quando os passos pararam, ouvi barulho de máquinas, como se estivesse em uma locomotiva, ou nos motores de algum navio. Foi aí que me aproximei da janela, e vi uma figura gigante, com luzes por todo o corpo. Parecia olhar ao redor, observando as casas e prédios. Quando satisfeito, alçou voo.

Nos minutos seguintes, as pessoas saíram às ruas. Algumas de pijamas, como eu, outras assustadas, precisando de água com açúcar. Em poucos minutos o exército apareceu. Nunca havia visto tantos helicópteros e tanques de guerra, e estes nunca pareceram tão inofensivos perto do robô gigante que eu havia visto. A invasão era coisa séria, mesmo.


Categorias: Contos | Tags: , ,

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