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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Aug
31
2009

Conto Pirata de Isadora Rocha – Parte 1

Escritora: Fernanda Rodrigues

pirataria-galeao

Escreverei aqui uma história fantástica. Não para que alguém, algum dia, venha a conhecer finalmente o destino da Capitã Isadora Rocha e toda a tripulação do galeão Ourives, mas sim para que ela não se perca em minha memória já prejudicada pelo tempo.

Quando criança costumava ajudar meu pai, que ensinou-me tudo o que era necessário para conseguir ser relativamente independente e não cair facilmente nos truques e armadilhas de aproveitadores, em seus trabalhos nas embarcações da Marinha Portuguesa. Ele educou-me como um rapaz e cresci aprendendo tudo o que se poderia naquelas condições, tanto com meu pai quanto com seus companheiros de outras terras, desde as mais simples amarras até a difícil rotina da vida a bordo. Era muito feliz, apesar das dificuldades, e sonhava, um dia, poder tornar-me realmente parte da tripulação e desfrutar das aventuras e glórias que o mar proporcionava. Não poderia imaginar, nem em três vidas, o que teria pela frente, e realmente gostaria que tudo tivesse começado de outra forma.

Na ocasião da ocupação de Portugal pelos espanhóis assisti, impotente, meu pai ser brutalmente assassinado, junto com outros trabalhadores do porto. Permaneci escondida, vendo toda a sorte de horrores, com ódio e medo que tomavam conta de mim em igual proporção. Com o último sopro de coragem de que dispunha, escondi-me em um navio e lá permaneci, passando fome e sede, sobrevivendo com o pouco que conseguia roubar sem que minha presença fosse notada, até aportar em novas terras.

Jurei vingar-me, de qualquer maneira que estivesse ao meu alcance, e durante minha busca por aliados conheci muita gente. A maioria, apenas charlatões e aproveitadores atrás de um bom pedaço de carne para satisfazer suas necessidades. Mas, nas tavernas mais imundas, nos becos mais fétidos, consegui encontrar homens e mulheres leais e realmente dispostos a compartilhar das minhas idéias. Utilizando de perspicácia e força bruta, roubamos um maravilhoso galeão e batizamos de Ourives; passou-se pouco tempo até nos tornarmos conhecidos como os piratas mais temidos do Atlântico.

No verão de 1618, após uma formidável semana em que saqueamos e afundamos três embarcações espanholas próximo à costa do Brasil, fomos pegos por uma estranha tempestade que surgiu subitamente. Perdemos totalmente o rumo, nos preocupando apenas em lutar bravamente para permanecermos inteiros, mas o mar revolto e ventos avassaladores nos levaram de encontro a uma terra que, até então, não conhecíamos. É aí que a história realmente começa.

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