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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Sep
07
2009

O mago de Arcondris

Escritor: Jones Viana Gonçalves

o-mago-de-arcondris

A lua desta noite não apareceu para clarear a silhueta do homem encapuzado. A única luz existente nesta noite era aquela vinda do fogo que crepitava no corpo do inquisidor e na fogueira a qual sua amada estava presa. O homem de Arcondris olhou a sua volta procurando pelos corpos dos templários e soldados que ousaram tentar impedi-lo de vingar-se e lembrou-se dos últimos dias que culminaram na morte da bruxa a qual amava. Regressou então a seus tempos de estudioso das artes mágicas antes das guerras divinas entre os deuses do mundo antigo e o deus único, mil duzentos e trinta e dois anos atrás. O jovem Holdrim não conhecia e nem reverenciava o poder dos deuses, ele era adepto da magia e tinha seus pensamentos inteiramente voltados para as artes místicas e os poderes aos quais o homem poderia conseguir sem precisar se curvar aos desejos das criaturas celestes. Sua dedicação era total, sua sede pelo conhecimento insaciável, aventurando-se até as antigas ruínas de reinos há muito esquecidos os quais descobriu em citações quase imperceptíveis nos livros que lia.

Essa sede o levou até Arcondris, o antigo reino da magia. Lá descobriu a ordem dos magos imortais, homens que viviam pela eternidade sem poderem ser mortos por causas naturais, apenas morriam se fossem assassinados. Vendo ali sua oportunidade para se aprofundar ainda mais nos ensinamentos místicos perdidos há muito tempo e que só estes magos possuíam entrou para a ordem tendo que passar por várias provações, enfrentando muitos desafios até ser aceito no meio daqueles os quais ele pensava ser seus pares. Exaustivo foi o caminho, mas os frutos que a ele foram ofertados seriam por demais compensadores. Uma vida eterna para aprender tudo o que pudesse em todos os campos de conhecimento. Porém o poder pode levar um homem a loucura, e isso aconteceu com aquele que todos conhecem como solitário. O deus único dos povos do sul era um membro da ordem, talvez o mais poderoso de todos. Ele como Holdrim vagava pelo mundo atrás do conhecimento mágico, mas pelos motivos errados.

Em uma de suas viagens o solitário descobriu uma relíquia forjada pelo par celeste. Um artefato de grande força mágica que ampliaria os poderes de um mago e isto fez com que o solitário obtivesse o poder que iria além dos quais seria permitido aos mortais. Assim ele ascendeu para a divindade, assim pode criar seu culto o qual lhe deu ainda mais força. Adorado e temido pelos seus fieis voltou para Arcondris com um exercito pensando em se apossar da cidade. Pouco dele foi exigido para eliminar a todos os magos imortais, porem um deles conseguiu escapar com vida. Este era Holdrim, que ainda sendo bastante forte não foi páreo para o solitário, deste dia em diante não conseguiu mais encontrar seu lugar no mundo dos homens. Seu objetivo maior passou a ser usurpado pelos servos do deus que decidiu ser o único com o titulo de divindade, sendo assim através da religiosidade conquistou reinos e deflagrou a guerra celeste contra todos os outros deuses, os quais agora eram mais fracos que ele. Para destruir as divindades criou a inquisição que caçaria os servos dos deuses dentro dos reinos por ele conquistados e marchariam entre suas tropas para conquistar aos reinos restantes em uma cruzada que dura ainda até hoje.

Um milênio e três séculos se passaram desde então e a guerra celeste ainda não teve um fim, mas foi aqui nesta época que Holdrim encontrou novamente seu lugar. Aqui ele encontrou Seline uma sacerdotisa da senhora da lua, adoradora da grande mãe, uma linda mulher e também uma bruxa. Existia apenas um problema, o reino no qual ela morava há pouco tempo fora conquistado pela religião do novo e solitário deus, e aqui nesta época acontecem os fatos que levaram Holdrim a eliminar os servos do solitário.

A chuva era uma constante naqueles dias de outono, no entanto a chaminé da velha casa de madeira exalava o aroma suave de ervas queimando para ferver o caldo do cozido o qual era preparado na panela de ferro negro sobre o fogão de pedras. Tudo parecia estar tranqüilo naquela tarde, mas nem tudo é como parece. Na fumaça Seline podia ler as mensagens de sua senhora que a prevenia do que estava por vir, morte, destruição, medo e amor, o amor que tanto pedia a sua senhora estava por chegar e só por isso estava feliz mesmo que com este viessem as piores coisas as quais poderia enfrentar. Isso permitiu a ela não desanimar frente aos dias vindouros, dois dias se passaram até Holdrim chegar na casa de Seline. Seu corcel negro galopara muitos quilômetros para que pudessem fugir de seus inimigos, pois o homem de Arcondris não era um lutador, em sua essência sempre fora um homem de paz. Apenas utilizando de suas magias quando extremamente necessário.

Ao chegar próximo a velha casa de Seline, Holdrim desmontou do cavalo e o deixou descansar enquanto tentava procurar por ajuda na cabana, a chuva que havia parado fazia pouco deixou sua marca tendo encharcado o manto do mago que parecia cansado e mesmo não podendo ficar doente sentia que algo o teria deixado fraco durante a fuga e por isso ele caiu, ficando ali deitado no barro, e ali ela o encontrou desacordado. Levou-o para dentro e o colocou em sua cama, retirou as vestes molhadas revelando uma enorme coleção de cicatrizes muito antigas no corpo do homem, desde cortes com laminas até queimaduras, apenas seu rosto estava livre, a barba rala era a única coisa que cobria seu rosto junto aos cabelos negros e longos molhados escondendo a área do rosto que a barba não cobria, ela trouxe peles de urso e o cobriu deixando-o dormir.

No outro dia Holdrim acordou, estava sozinho deitado e nu, porem na cadeira próxima a cama havia uma calça, uma túnica e um par de sandálias, sobre a mesa estava uma caneca e um grande pedaço de pão, a caneca cheia de leite que parecia ter sido tirado esta manhã. Do fogão de pedra vinha o odor de ervas reconfortantes, um cheiro adocicado pairava em toda casa, o mago levantou-se, vestiu-se e fez seu desjejum, após voltou-se para a porta e aproximou-se dela. Seus sentidos estavam entorpecidos pelo odor das ervas, ao abrir a porta pode ver seu cavalo pastando no campo e no chão da varanda da casa estavam os seus equipamentos, espadas e alforges, olhou para longe, para a estrada e lá teve a visão da coisa mais bela que já havia visto. Uma jovem em um vestido de seda verde, seus cabelos dourados cacheados caiam sobre seus ombros e desciam pelas suas costas, o mago ficou parado de forma estática, estava vendo uma filha da floresta, uma ninfa, a jovem aproximou-se andando calmamente, olhando diretamente nos olhos de Holdrim que não conseguia desviar o olhar, parecia estar hipnotizado por aqueles grandes olhos azuis. Esperou até ouvir a voz da ninfa entrar por seus ouvidos e chegar ao cérebro:

– Finalmente acordou aprendiz da magia, seu percurso até aqui foi longo e conturbado, deveria descansar mais, mas para isso terá tempo, pois agora esta em casa e daqui não desejara mais partir. – o mago não pensou duas vezes, e nem mesmo respondeu ao que ela disse, apenas olhou para o horizonte arborizado e a paisagem o fez ficar alegre como nunca antes havia ficado, seus olhos então voltaram para se encontrar novamente com os dela e então respondeu.

– Desejas que eu fique aqui com você filha da floresta e eu com muito gosto aceito seu convite, meu nome é Holdrim Knoweater – a ninfa sorriu seu amado finalmente havia chegado, aquele que fora enviado por sua senhora, finalmente ela estava feliz.
E nessa felicidade os dois viveram por cinco longos anos, Holdrim aprendeu os segredos das florestas e da magia dos druidas da senhora da lua, porem mesmo sendo conjugue de uma devota da dama ele não quis seguir seus ensinamentos. Um dia quando foi até Gwarnith, uma cidade próxima, deparou-se com os templários do deus solitário, os homens não o reconheceram por isso não teve problemas ali, porem soube por conhecidos que alguém dentro da cidade havia dito ao líder de inquisidores que existia na floresta uma ninfa adepta da dama, para todos uma bruxa, e para a floresta o homem havia seguido com dois templários e outros dois inquisidores. Isso deixou Holdrim preocupado, sua esposa estava em perigo e quando tentou sair da cidade pode ver aquele que o havia dedurado, o homem conversava com os templários que haviam ficado na cidade e quando este o viu disse algo para os homens e apontou na sua direção, a armara-se e ele estava no meio dela.

Os templários desembainharam suas espadas, ergueram seus escudos e se aproximaram, em seus olhos havia a sede de sangue e a ira destruidora daqueles que são devotos fanáticos e por seus credos matariam qualquer um que julgassem insultar a sua insana religião. Holdrim não tinha tempo a perder, mas suas magias eram muito fortes tendo muitas vezes o poder de arrasar com cidades inteiras e isso não queria, o único jeito seria fugir e para tanto gesticulou e murmurou palavras incompreensíveis para aqueles que não entendem a antiga linguagem dos magos, no mesmo instante uma nuvem de fumaça ergueu-se do solo surpreendendo tanto ao povo na rua quanto aos templários na cidade, o mago desviou-se de seus algozes e fugiu para casa.

Mas era tarde, enquanto ainda corria na direção de sua casa pode ver a fumaça subindo por sobre as arvores. A tarde havia terminado e a noite escura sem lua envolveu o continente, Holdrim chegou finalmente na sua casa e lá estavam os dois templários, os dois inquisidores e seu líder, um homem vestindo uma robe com os brasões da ordem de magos que serviam ao solitário, todos estavam olhando para uma enorme fogueira, no meio desta estava Seline agonizando envolta nas chamas da morte, indo finalmente para junto de sua senhora a dama da morte, a face da anciã. Porem esta era uma noite sombria, a noite da rainha das sombras, aquela que não perdoa, e de Holdrim fez instrumento, pois seria através de sua ira que teria a vingança pela morte de uma de suas filhas. O líder dos inquisidores virou-se ao dar-se conta de que alguém havia chegado, e nos olhos do estranho pode ver o fogo do submundo infernal que ardia na ira gerada pela morte de seu amor e pela perda novamente de seu lugar no mundo por causa do deus solitário. Ali Holdrim jurou para si mesmo que não iria descansar até eliminar todos os soldados do deus único, e assim teria talvez poder suficiente para novamente confrontar seu velho conhecido, embriagado nestes pensamentos viu o mago ordenar aos seus comandados que lhe roubassem a vida, e neste instante os dois inquisidores atacaram sem nem mesmo pensar.

Este foi seu erro, bastou um gesto e algumas palavras na língua dos magos para Holdrim tornar-se tão forte quanto o mais habilidoso dos guerreiros, puxou as espadas rapidamente, uma longa e outra curta, espadas há muito encontradas em suas viagens, eram chamadas de devoradoras pois devoravam a alma daqueles que matavam, e por não serem usadas há muito tempo estavam com fome. O primeiro inquisidor recebeu a lamina da espada longa de peito aberto, o corte feito por ela foi suficiente para levar a vida do homem. O outro dos inquisidores tentou golpear Holdrim, porem seu golpe nem mesmo chegou perto, parou na espada curta e aproveitando este pequeno tempo de vacilo do oponente o mago murmurou algumas palavras e algo inimaginável aconteceu uma mão enorme feita de pedra surgiu do chão agarrando o homem e o esmagando, isso rompeu o seu tórax fazendo as costelas saltarem para frente, era menos um entre os inimigos do mago.

Restavam os dois templários e o mago, os templários logo vislumbraram o grande poder do homem que estava a sua frente, mas mesmo assim atacaram, só que nenhum dos dois chegou perto de Holdrim, pois este criou uma esfera na palma de sua mão. Esta esfera composta de fogo, eletricidade, gelo, energia negativa e energia positiva, ao ver a magia formada os templários pararam á alguns metros do mago que olhava fixamente para eles, não demorou muito o mago falou.

– Esta é a esfera infernal, eu nunca havia utilizado esta magia antes, conheço teoricamente o que ela pode fazer e por vocês terem feito isso com minha amada eu irei destruí-los e nem mesmo a suas almas serão poupadas da destruição de seus corpos. – Holdrim estava serio e foi desta maneira que ele arremessou a esfera. Os olhos dos templários arregalaram-se e eles tentaram fugir porem não conseguiram, uma enorme explosão se formou entre Holdrim e o líder dos inquisidores, uma explosão formada por todos os elementos que compunham a magia, e quando a fumaça se desfez não havia sobrado nada dos Templários.

Holdrim estava agora frente a frente com o seu inimigo e sabia que este não tinha poder suficiente para se por contra ele, porem mesmo assim o mago instintivamente havia acionado todas as suas magias de proteção contra as forças mágicas que seu oponente pudesse tentar utilizar. O inquisidor bem que tentou lançando uma bola de fogo que explodiu em cima de Holdrim e flechas feitas de acido, mas nenhuma teve efeito sobre ele. Holdrim apenas gesticulou e antes de falar as palavras que dariam origem a sua magia olhou nos olhos de seu oponente dizendo.

– Para você eu darei a mesma sentença que deu a minha amada, uma morte dolorosa e purificadora como vocês dizem – neste momento a pele de Holdrim tornou-se escamada, escamas de tom avermelhado surgiram em seu corpo e este começou a crescer e a mudar até adquirir a forma desejada. Havia se transformado em um dragão vermelho adulto, o mago estava embaixo de sua cabeça paralisado pelo medo de ver uma criatura lendária a sua frente. Holdrim inspirou e soprou forte uma enorme e cauterizante baforada de fogo, os gritos de agonia foram ouvidos á quilômetros de distancia, e agora o mago voltava ao normal. Com a noite escura apagou o fogo sobre Seline e a enterrou com as glorias de sua deusa para que pudesse repousar e então retornar ao mundo dos vivos, dali ele voltou a viajar pelo mundo, mas não mais como um mago pacifico e sim eliminando a todos os servos de seu inimigo que encontrasse pela frente.


Categorias: Contos | Tags: ,

14 Comments»

  • Pedro Torres says:

    Demorou mas saiu heim?
    valeu, eu vou ler daqui a pouco aqui.

  • É demorou mesmo. =)

    Essa coisa de feriadão que da uma preguiça. =P

    Tenho que resolver mais umas coisas aqui, ainda hoje.. depois eu volto aqui. 😉

  • Pedro Torres says:

    Ei guns, coloca meu blog de volta na blogoteca.
    eu atualizei hoje.
    =D

  • Pandion says:

    Jones, um conto épico, essencialmente sobre magos, poder e corrupção. Eu não sou fan de estórias com magos, mas admito que para um conto tem um ótimo desenrolar, é bem focado e conseguiu desenvolver bem o personagem, está ótima, daria perfeitamente para criar-se um livro com base no conto.

  • Jonesvg says:

    Opa brigadão ai Pandion, cara sobre livro a respeito deste conto,acho que não rola, tipo eu gosto do personagem e já trabalhei ele em outras histórias sobre este mesmo mundo com a ameaça religiosa entre outras coisas, como no caso do conto que foi publicado aqui no Nerd Escritor chamado Exterminio, aonde um dos povos elficos fora inteiro massacrado pelos soldados desta divindade e ainda do mesmo mundo é o outro conto publicado aqui no ONE tambem que é “As ultimas batalhas de Noa” se não me engano, ou aventuras sei lá, minha memória é fraca, só que passa em [epocas diferentes, são todas histórias interligadas ao livro que escrevi e a diversos outros contos.

  • Pedro Torres says:

    Demais o seu conto!
    eu adorei.
    é uma tragedia.
    você bem que poderia continuar as aventuras de Holdrim não?
    =D

  • JonesVG says:

    Caraca mermão, ja to devendo a segunda parte do outro do Vampiro Maurus, mas tipo tenho novas aventuras de Holdrim engavetadas logo ali, mas tipo sei lá da uma preguiça de digitar, tanto que estou escrevendo direto no PC agora, nada mais de fazer manuscrito e passar pro docs, desta forma não sei nem se o romance sai do papel he he he he.

  • Preguiça é o maior mal da humanidade… e eu carrego esse mal comigo. =/

  • JonesVG says:

    Cara é foda, adoro escrever, mas detesto digitar.
    =/ E revisar então é pior ainda.

  • Pedro Torres says:

    eu adoro digitar mas odeio escrever no papel, é cansativo, só sei digitar.
    xD

  • JonesVG says:

    Huhauhauahuahuah Pedro qual teu endereço mesmo huhuahuahuahauhauhauha vou enviar uma pá de manuscritos huahauhauhauhauhauhauhauh Cara desculpa, não pude perder a oportunidade he he he he he

  • Pedro Torres says:

    hahahahahahahaha
    e eu vou facilitar o se trabalho?
    quantas vezes eu n tive uma ideia na rua e tive de parar so pra escrever no meu caderno? já me chamaram de louco e maluco…
    lol

  • A chuva era uma constante naqueles dias de outono, no entanto a chaminé da velha casa de madeira exalava o aroma suave de ervas queimando para ferver o caldo do cozido o qual era preparado na panela de ferro negro sobre o fogão de pedras.

    Foi a parte que mais gostei, eu até consegui me imaginar na cena. A parte do personagem se transformando em dragão também chamou muito atenção.

    Muito bom o conto, adoro histórias em que a mocinha morre no final, é mais emocionante hehehe.

  • Jones says:

    Neste caso a mocinha morre no inicio da história he he hehe

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