Andamento nº2 – O Imaginário
Escritor: E.U Atmard

“Valords said once that the greatest thing that had ever happened to him, was in fact His Imaginarium.”
Narrador
Sejamos honestos não há homem mais brilhantemente dotado do que o velho Doutor Valords. Um homem digno da sua posição. Um homem que não esquece que tem um trabalho a cumprir. Mas o velho e cansado doutor Valords, cansado de uma vida de trabalho, certo dia, começou a pensar. Pareceu-lhe algo diferente, curioso, muito original. Então pensou, e enquanto o embrião do que viria a ser a sua ideia nascia, ele também se perdia um pouco nos seus pensamentos, descuidava o seu trabalho de médico, até que um dia, com uma ideia totalmente desenvolvida, o Doutor Valords criou o seu Imaginário. Ele achava-o belo, sublime, uma obra pura de arte.
Admirou os trabalhos da sua mente, como era capaz de fazer o seu mundo imaginado ficar verdadeiro. Mexeu-o, cheirou-o, e como que desapareceu sob a influência do seu Imaginário. E foi assim que, um dia, com medo de que pudessem obrigá-lo a fazer mal, o doutor Valords fechou as portas do seu Imaginário, e perdeu-se dentro dele.
Escreveu sobre ele, pintou-o, e conhecia cada letra e cada cor pelo coração. De si para si, com toda a sua adoração. E claro que ele pensava que o seu mundo perfeito ia durar eternamente, e vivia todos os dias feliz com essa ideia. Foi até ao dia em que por acaso encontrou uma flor murcha, quando todas as flores duravam toda a vida de um homem frescas. E então enlouqueceu.
Os seus pensamentos viraram-se, e num momento o seu Imaginário era uma prisão de medo e desconhecimento, tal como os sonhos de Valords. Estava preso num mundo alternativo, algum sítio em que não queria estar. Algum sítio em que tudo podia acontecer, e com tanta ansiedade, tanta fobia, tanto medo, tanta loucura, tanta destruição, tanto desconhecido dentro dele, ele acordou, quebrando as portas fechadas do Imaginário, e deixando as suas loucas e tristes fantasias fugir. E foi assim que se formou o mundo imaginário do Dt. Valords.
Log. Lot. Logo. Lótus. Logo eu posso apenas ser um homem de grande valor, de grande valor. E a lótus que está no lago é algo muy, sim, muy digno.
Veni
Vidi
Vinci
Venitas
Come
Caracol
Conquest
Compell
Vorcan
And all I am
Corcan
All I’ll ever be
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Continuação da literatura bizarra do Atmard! =)
Este esta bem menos maluco que o outro!
Hehehe.. esse tem sentido. A sua maluquice, quando solta, é mais atraente! =D
Gostei mais do outro
Cara, vocês tem que reconhecer o Gênio que o nosso querido português Atmard é.
ele é o segundo portuguÊs inteligente que já encontrei na vida.
aserá que as piadas de português estavam erradas?/
emfim, o conto tá legal…mas á doidão,…mas tá legal…
=D
Pô! logico que estavam erradas Pedro!
Procura um texto do Arnaldo Jabor que ele te explica o por que do errado!
eu estava sendo sarcástico, eu n tenho preconceito com os portuguêses.
=)
Muito obrigado. O fim pode parecer despropositado, mas está lá por uma razão…
“Veni
Vidi
Vinci”
Vim, vi, venci
famosas palavras de Julio César.
=)
Está é boa e equivalente ao 1ºAndamento, IMO, mas mais coerente… Talvez a este seja a saida da fase ‘experimental’
.
.
@Pedro Torres: afinal este é um sitio de Nerds
@E. Atmard: quando li “Imaginarium” lembrei-me logo disto: http://imaginism.deviantart.com/art/Imaginism-140595085
Melhor q o outro e mais coerente
-
=D