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Nov
26
2009

A Escolha

Escritor: Diego Guzzi Felix da Silva

a-escolha

Ele estava num hotel alienígena e longe de seu mundo, para uma missão muito importante. Desejada e invejada por muitos da Terra, pois colocava uma grande responsabilidade sobre os seus ombros, que era pesada demais, além de fama e reconhecimento posterior que este serviço podia trazer. Ficava num quarto com uma cama diagonal e uma cozinha minúscula, com as comidas mais exóticas e bizarras possíveis, além de serem difíceis de encarar-las. Estava cansado, encostando-se na parede, descendo até ficar no chão.

E a saudade lhe doía o peito. Tinha saudade de sua família: mulher, filhos, pais, irmãos, primos, tios e avós. Nem todos estavam vivos, ate sentia saudade dos mortos.

Já estava a três meses terrestres em Audin e não se acostumou com esse planeta e seus barulhos ensurdecedores que afetavam a audição humana. Mas agora ele tinha um trabalho para resolver. Levantou-se, foi-se para a mesa para ver as suas anotações sobre as tecnologias de locomoção espacial. E dependendo de qual tecnologia que a Terra passara a adotá-la para poder singrar o espaço.

Quando os terrestres travaram contato com outras raças que não fossem os Xerlis, perceberam que o universo era muito vasto do que podiam admitir. E muitas barreiras foram se sobrepondo sobre eles, principalmente a linguagem, que demorou 20 anos para ser concluída na tradução do Tradutor Estelar em que as raças conhecidas usavam para fazer comercio. E o comercio com os aliens foram feito, mas não era interessante para as outras raças. Alem de não estarem nas rotas conhecidas, não existe Transporte de Locomoção Espacial para a Terra.

E os lideres mundiais, decidiram criar um concurso para escolher o representante que ficaria em Audin no maximo de 5 anos para escolher a Tecnologia de Transporte de Locomoção Espacial oficial, e não ter atritos entre os especialistas e países.

-E agora estou aqui- disse ele cansado olhando para as anotações na mesa.

Se recordando um pouco da historia mundial recente da Terra e perceber aonde que tudo mudou para os terráqueos.

Tudo começou a uns 250 anos, em que se foi realizado o primeiro contato com uma raça alienígena que encantou os seres humanos de todo a Terra, dizendo que erraram o caminho de casa e pararam ali por engano. E os deixamos nas redondezas, até percebemos que eles controlavam tudo no planeta. E quem era contra desaparecia misteriosamente. E se formou uma resistência que durante uns 80 anos conseguiu expulsa-los da Terra. E durante muito tempo reconstruíram o planeta utilizando a tecnologia que os Xerlis deixaram para trás.

Depois da independência da Terra com o Império Xerli, o planeta ficou isolado do resto do universo alien, sem possibilidade de comercio ou colonização. Com certeza não havia muitos planetas habitáveis e provavelmente teriam que fazer guerra com outros mundos, estando em desvantagem estratégica e militar.
Quando a Terra estava sob o jugo do Império Xerli, eles falavam de outras raças, algumas aliadas e outras inimigas. Alguns humanos foram com eles no espaço e nunca voltaram. Os xerlis deixaram para trás uma tecnologia considerável, alterando o status quo terrestre para sempre. Alem de deixaram uma tecnologia de salto para trás, que era usado somente para assuntos governamentais e de exploração espacial oficial. Numa dessas explorações oficiais, descobriu-se a existência de Audin, um planeta comercial e neutro, que detém as tecnologias de locomoção espacial.

E demorou-se três anos para achar a localização desse planeta, além de traçar uma rota segura e atualizar os mapas estelares terrestres. E viram vários tipos de tecnologias que possam ser úteis, por um preço. Além de ver qual a tecnologia de locomoção espacial que possa ser útil. Como sabia não se desvendou totalmente os segredos dos portais dimensionais. “E aqui estou suportando-os e tentando entende-los.”, disse para si mesmo num delírio sufocante.

E assim foi falando através de um gravador:

– Pelo que entendi, os audianos são um povo estritamente comercial, e que não provocam guerras, desde que foi estabelecido que eles guardassem os segredos das tecnologias de locomoção espacial, além de seus próprios criadores e que podiam comercializar essas tecnologias para qualquer raça, sobre algumas restrições que falarei a seguir de algumas que achei interessantes.

Mexeu nos papeis e continuou:

– Existe outras tecnologias de locomoção espacial como o Hiperpropulsor e o star drive que pertencem a grandes empresas aliens e que estão fora das condições da Terra adquiri-los. A medida de velocidade de uma distancia a outra é medida em warp em decorrência do tempo que se utiliza para chegar a um determinado lugar. Mas essas medidas são necessárias para o deslocamento do espaço para se adaptar ao momento atual.

“Essa tecnologias de locomoção são experimentais demais e possuem patentes que são difíceis de serem quebradas. E para se criar esse tipo de tecnologia necessita de materiais fortes e resistentes que não existem na Terra, alem de serem complicados de criá-los. A utilização dos portais dimensionais demorou cerca de 30 anos para se entender o básico.

“E muitas tecnologias de locomoção espacial simplesmente foram descobertas, intrigando os aliens e discutindo quem os teria construído. Existem muitos debates e especulações sobre esse assunto, sem conclusão satisfatória. E até agora não apareceu indícios de que essas raças possam ter existido a bilhões de anos atrás, a não ser as construções de raças que desapareceram recentemente e com suas construções intactas. E esse mistério é intrigante.“

Respirou novamente, bebeu a água que mais parecia suco de laranja e disse:

– Vou ter que suportar bastante esse isolamento imposto pelo governo por mais tempo do que imaginei.
Levantou-se e olhou para a janela e viu os veículos mais estranhos passarem numa velocidade incrível, apesar de ser normal ali. E já era noite e viu as três luas surgir, criando um espetáculo sem igual. Mas a luz que brilhava era diferente de uma lua morta e isto o intrigava desde o primeiro dia aqui. E voltou para a mesa.

Verificou os papéis sobre a mesa inclinada, para se lembrar do que servia cada equipamento do transporte espacial. Tinha escritos, formulas e anotações do que servia cada equipamento. Agora não entendia muita coisa do que escreveu, mas entendia sobre como que cada equipamento pode ter algo que possa ser útil para a Terra, além de suas possibilidades.

-Essa vai ser difícil – falou consigo mesmo, sobre as folhas na mesa.

Organizou o cd portátil e os papeis que tinham anotações suas, colocou-as num envelope pardo e as colocou num tubo fino na parede que ia à recepção e que entregavam para o espaço-porto, na espaçonave Magalhães que iam para a Terra entregara suas gravações e anotações pros especialistas na Terra. Que sempre vinha para comercializar algo para a Terra.

Depois de anos em Audin, com sua audição sumindo ele se sentia mais confiante. Agora falta pouco para escolher o Transporte de Locomoção Espacial, que a Terra ira utilizar e voltou para a mesa. Que tinha mais folhas sobre a mesa.

-Essa pressão esta me matando- disse ele para si mesmo.

Organizou-as novamente, jogando fora as que não podiam entender. E as que podia entender organizou em ordem de importância sobre a sua utilidade tecnológica para a Terra. Jogou um monte fora, ate restar as que tinham mais importância para a terra naquele momento.

Agora a sua frente tinha as anotações de cinco sistemas de locomoção espacial que podem ser muito úteis pela Terra e estavam relacionados com a sua antiga ficção cientifica.

– A realidade é bem diferente da ficção cientifica de séculos atrás – falou ele para si mesmo.

Quando a Terra foi descoberta pelos alienígenas, nem sequer pensaram que eles criariam um meio de se viajar próximo da velocidade da luz. Descobriram estupefatos que existiam sete meios de locomoção espacial oficiais, alem das patenteadas e dos piratas. E um foi descartado por ser avançado demais para os padrões da Terra e o outro por ser a tecnologia utilizada pelos Xerlis, que tem que pertencer ao seu império para utiliza-lo..

Pegou os papeis que falavam das cinco tecnologias que estava em duvidas, para qual utilidade teria para a Terra. E pelo que dizia os papéis, do que entendeu dos aliens. E leu o que estava escrito:

  • Velocidade da Luz: foi criado pelo Quirles para percorrer grandes distancias em poucos segundos. Percorre cerca de 1.565.000 Km de distancia de um ponto ao outro em potencia máxima. Necessita-se de um ponto fixo de entrada e saída, alem de que os cálculos sejam precisos e exatos. Jamais a use dentro de uma atmosfera ou próximo de um planeta ou satélite com atmosfera, senão pode ser despedaçado, além de ser incinerado numa estrela ou não sair da orbita de um buraco negro. Precisa ser recarregado sempre que o necessário. E seu uso pode servir a qualquer raça sem se meter na soberania do planeta;
  • Hiperespaço: não se sabe quem o criou, mas que foi descoberto pelos Millers a 70 anos-luz do seu planeta de origem. Após a descoberta de seus segredos, começaram a viajar pelo universo, encontrando varias outras raças. O que se sabe do hiperespaço é que ele é como uma dimensão paralela feita de oceano com seus ventos fortes e fracos. Uma nave pode se perder ali por toda a vida e não encontrá-lo jamais. É uma grande estrutura que interliga mais de trinta galáxias, respeitando sua autonomia e soberania. É necessário instalar portais de salto para poder se deslocar próximo ao planeta escolhido;
  • Terceiro Espaço: foi descoberto pelos Eskelers em algum ponto distante de sua galáxia. É um dos transportes espaciais mais rápido que existe, pois leva-se segundos de um ponto ao outro, mas necessita-se de portais alinhados de uma posição a outra. Para se utilizar essa tecnologia de transporte espacial, respeitava-se a soberania do seu planeta desde que se pague uma taxa para a manutenção desses portais;
  • Redes Slooptream: é semelhante a um trilho de trem e esta por toda parte do universo conhecido. Não se tem a necessidade de portais, já que estão acoplados as naves que não gastam muita energia como o hiperespaço. Mas para usá-lo precisa-se integrar a Comunidade dos Planetas;
  • Subverso: semelhante ao hiperespaço, mas muito traiçoeiro. Possui ventos mais fortes e se pode facilmente se perder ali. Necessita-se de portais específicos e pertencer ao Império Manger, além de não se saber muita coisa fora do Império sobre esse Transporte de locomoção.

E ficou matutando na cabeça qual escolher, mesmo cansado, verificando os pros e contras de cada tecnologia, pensando: “Não será nada fácil”. A responsabilidade era imensa, mesmo antes da inscrição da escolha do representante que podia ser um herói interplanetário. Tinha que ficar no máximo 5 anos para decidir, pois queriam instalar a tecnologia o mais rápido possível, e o tempo estava se esgotando.

Inspirou e expirou, e foi ver o que podia ler ou lembrar-se do que viu em cada tecnologia.

– Vamos nessa!- falou ele entusiasmado.

Viu o que a velocidade da luz podia trazer de vantagem para a Terra como ir de um sistema a outro numa velocidade maior, alem de acelerar o processo de colonização de planetas habitáveis e acelerar o comercio com os aliens. Péssimo para os militares, já que demorarão a carregar as armas se forem perto demais das linhas inimigas. Apesar ser necessário recarregar, pode ser útil para viagens em necessitam ter presa constante.

O hiperespaço podia dar uma grande vantagem, já que esta ligado a uma rede de planetas em que se pode se transitar e estabelecer relações comerciais com outra raças desconhecidas para alguns. Mas não podia criar novas colônias a não ser em espaços desconhecidos e é difícil arranjar portais portáteis.

O terceiro espaço pode ser uma grande vantagem com sua rapidez, mas as taxas são muito altas para a Terra e a situação lá pode piorar cada vez mais. A rede sloptream pode ser uma grande vantagem, mas a Terra tem que permanecer independente da Comunidade, o que a torna impossivel.

E o subverso, pelo que dizem, é novo e misterioso, em que só o Império Manger conhece. A única coisa que liberaram sobre o subverso foi o seguinte: é semelhante ao hiperespaço, foi o que disseram. E outra coisa que se sabe é que muitas naves podem correr sérios riscos de danos que podem ser irreversíveis, pode ser ótimo para se comercializar com eles, pois somente poucos podem comercializar para fora desse império. Mas se tem a vantagem de pertencer a uma grande massa de planetas que podem trazer vantagens para a Terra.

Soltou os papeis sobre a mesa, se espreguiçou na cadeira levantando-se um pouco, bufou e falou em tom de preocupação:

– E agora o que farei?

Agora uma duvida o assolava: “Qual escolher?” Tinha em suas mãos a chave do destino da humanidade pelo espaço , e o que devir vai afeta-la irremediavelmente.

Nos dias seguintes, o prazo estava se esvaindo cada vez mais rápido e isto o atormentava mais a cada dia que passa. “Qual escolher”, pensou ele atormentado olhando para o teto.

Foi em direção a janela e olhou para as luas que faziam com que o por do sol demorasse a sair a noite. Ele sorriu para elas e pensou: “Esse é um espetáculos que os românticos não perderiam por nada neste universo” E sorriu, não se importando com os barulhos ensurdecedores ate chegar a uma conclusão e escolher o Transporte de Locomoção Espacial para a Terra.


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2 Comments»

  • Pessoal, me atrasei hoje. Mas esta ai um mega conto espacial do Diego. Novo escritor aqui no ONE.

    to meio estressado com uns negocios … eu volto aqui outra hora o.o

  • abraaorfonseca@gmail.com says:

    Há erros de português. Mas a ideia é boa. Muito interessante a problemática do transporte, mas não aponta a idade do protagonista, as feições, o hotel em que ele está, o que quer dizer “lua morta”. Mas fico curioso quanto ao desenrolar, se houver.

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