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Nov
19
2009

A serpente da ilha

Escritor: Israel Carvalho

a-serpente-da-ilha

Nas grandes e pequenas vilas de Maraia um reino distante de muitos lugares conhecidos é condenado a uma grande e abundante maldição que vem acontecendo com freqüência durante séculos.

O reino é condenado por uma gigantesca serpente mistica que rodeia todo o reino que é estável numa ilha distante de tudo ou qualquer tipo de ajuda, pois é impossível escapar com vida da ilha tomada pela grande serpente que acada noite de lua cheia é sacrificado dez pessoas que são devoradas sem piedade pela própria criatura. O rei já não sabia mais o que fazer, onde pedir ajuda? Não bastava mais sacrificar tantas vidas pelo bem de todo o povo, a visão de pessoas sendo devoradas a todo momento deprimia o rei que não tinha mais outra opção a não ser arrancar idosos e pais de família de suas casas a força.

Num dia chuvoso de tempestade e trovoadas no meio do oceano surge um navio perdido meio as ondas, o vigia da beira da ilha toca seu sino de alerta que chama a atenção da vila mais próxima, um mutirão de guardas se prepara a espera do navio que se aproxima cada vez mais da encosta da ilha. O navio quase afundando consegue chegar a terra firme por algum milagre, de dentro do navio surge uma pessoa desesperada aparentando ser o comandante do navio pedindo por ajuda afirmando estar com tripulantes feridos, seu estado era deplorável abatido, ferido e com aparência de não comer nada a dias ou meses.

Os guardas e o povo caridosamente ajudam a tripulação de mais ou menos cinqüenta pessoas abatidas e vinte adoecidas pelo tempo em alto mar, imediatamente todos foram carregados alimentados e presos pelos soldados do rei de Maraia, a tripulação fica a se desesperar com tal atitude do reino mais isso era o de menos para o Comandante que quase morrera em alto mar meio a tempestade e a fome que eram suas inimigas mais comum no mar, que não dava peixe algo que era muito esquisito e inexplicável para um navio produtivo como o dele.

A noite surge e o reino se encontra em mais uma noite de lua cheia, as grandes muralhas vibram com um pequeno tremor que levanta a uma questão na sela onde abriga a tripulação do navio, uns perguntam aos outros o que significa tanto tremor é algo inexplicável, de repente surge muitos guardas na frente da prisão escolhendo a dedo dez pessoas mais anêmicas e adoecidas da tripulação que são algemadas e levadas para fora da masmorra do castelo, a noite se passa com o silencio sendo interrompido por gritos de socorro das pessoas que havia sido retiradas das celas.

semanas se passam e a tripulação já estava reduzida a trinta pessoas, quando o comandante do navio exigi a presença do rei, sem questionamento dos guardas a presença do rei foi concedida, o comandante que se apresenta como Rogger Kinal pirata líder da mancha negra do mar morto, pergunta por que sua tripulação desaparecera a cada lua cheia. O rei meio sem alternativa responde contando a historia que vem se repetindo a décadas neste reino e que é impossível escapar com vida da ilha.

Rogger então oferece sua presença e demais nove de seus melhores guerreiros para matar a serpente, o rei recusa soutando uma grande gargalhada afirmando ser impossível matar uma serpente que vive a gerações, pois muitos tentaram e jamais voltaram com vida. Rogger se ajoelha e implora pela vida de sua tripulação ou pelo que restou dela, horas se passaram e o rei entra num consenso aceitando a proposta do comandante que daqui a algumas horas se encontrara com a grande serpente. O rei desacreditado oferece suas demais armas e outros objetos mais Rogger recusa pois tivera armas em seu navio suficiente para a batalha.

A noite surge e a lua levanta-se meio as nuvens clareando o caminho para a zona de sacrifício onde a serpente passará varias vezes a espera de seu sacrifício, dez pessoas são colocadas na imensa pedra de frente a um grande buraco sem fundo a terra treme um som perturbara os ouvidos dos presentes, do buraco dois olhos vermelhos surgem da profunda escuridão e as pessoas acima da pedra começam a gritar de desespero a enorme serpente coloca um pouco de seu corpo para fora do buraco abrindo sua boca preparando-se para acabar com a vida de todos na pedra do sacrifício quando de repente do meio das arvores um tiro de arpão acerta na nuca da serpente e logo em seguida mais oito tiros são disparados acertando a criatura em vaias partes a fazendo soltar um grito estrondoso espirrando sangue para todos lados molhando arvores e palmeiras.

Rogger o comandante solta um grito e seus guerrilheiros queimam as cordas com tochas que estavam inundadas por um liquido inflamável que queimara rápido chegando ate a frecha dos arpões que contem explosíveis fazendo grandes explosões mutilando a serpente que se debate de um lado a outro ate que cai para trás se chocando contra o chão fazendo ecoar um grande estrondo.

A serpente se levanta meio bamba e desnorteada com as explosões tentando recuperar-se, mais o comandante Rogger e seus guerrilheiros não lhe dera chance para recuperação, surgindo mais de trás com canhões e tochas preparados para atirar, os atiradores aguardam a ordem de fogo quando logo em seguida Rogger dispara seu canhão o sinal é dado e a artilharia começa a disparar causando grandes rombos na serpente fazendo uma enorme chuva de sangue no local, a serpente solta um pavoroso grito e mais uma vez cai no chão só que em cima das arvores abrindo um gigantesco caminho.

Alguns dos soldados do rei aproxima-se da serpente mutilada soltando rios de sangue de seus grandes ferimentos que ainda esfumaça com cheiro de pólvora, a face da serpente era feita de seu olhar arregalado e sem vida, um dos soldados levanta sua arma e solta um grito:-A serpente esta morta conseguimos…

Uma reação em cadeia e causada com comemoração e gritos de alegrias, o comandante Rogger estava calado e pensativo sem nenhum tipo de comemoração ou alegria em seu rosto, Rogger fizera uma cara de desconfiado pois em seus pensamentos a morte da serpente foi fácil demais, sim o comandante estará certo de sua desconfiança pois sem que ninguém percebesse as feridas da serpente se curam quase que imediato, Rogger grita feito louco para que todos se afastassem mais ninguém ouvira seu grito de alerta e a serpente lentamente levanta-se a frente da luz da lua fazendo uma gigantesca sombra em cima dos demais presentes que percebem e silenciam-se aos poucos :-Corram…Gritou alguem fazendo todos correrem numa tentativa conturbada e inútil pois a cobra cercara todo o caminho com seu gigante corpo formando um circulo em volta de todos a serpente da seu olhar vermelho e furioso para todos:-Niquem pode matar-me, porque a ilha é meu mundo e eu, sou, Deus… Soutou seu grito de injuria e com sua boca aberta da um bote devorando todas as pessoas ate mesmo o comandante Rogger que puxou suas garruchas dando seus últimos tiros e berros junto com sua tripulação antes do fim. A serpente levanta sua cabeça deixando um uma enorme cratera no chão com marca de sangue dos corajosos combatentes e entra de volta para o obscuro buraco de onde viera não deixando uma só alma viva a não ser que manteve-se escondido numa moita testemunhando todo o confronto de final totalmente infeliz e inevitável.


Categorias: Contos | Tags: ,

7 Comments»

  • Vitor Vitali says:

    Cara… Eu fiquei bem confuso. A concordância está meio estranha em muitas partes e sei lá, no geral não me agradou. Fiquei confuso com serpentes que comem gente e castelos… Não sei bem o que dizer.

  • Eu achei legal, bem fantasioso… tem piratas. E assim como Rogger, também achei que havia sido muito fácil.. e eis que ela aparece de novo. =)

    Gostei, foi bem ambientado e diferente. Agora é só praticar que devem sair mais histórias por ia.

    Esse foi o primeiro conto do Israel aqui no ONE. =) welcome

  • Andrey XImenez says:

    A idéia é boa. A descrições da sombra da Serpente contra a lua, esse tipo de coisa ficou legal…

    MAS… A escrita está bem ruinzinha. Qntei até o final pq não sou de desistir. MAs pelo idéias boas vc tem, o resto com prática vem
    o/

  • israel carvalho says:

    oi pessoasl tudo bem
    e vi os comentarios
    gostei dos elogios e das criticas
    que são bem vindas
    e por favor quem estiver entereçado em ajudar?
    dizer onde errei nos textos e como posso melhorar minha escrita
    ficarei muito grato pois
    esse conto e de um projeto que eu e um amigo estamos
    trabalhando e gostaria de fazer bem feito
    flw pessoal
    brigadão

  • CARMILLA says:

    O conto é bom , com bastante fantasia,mas os erros de porteguês atrapalham..

  • israel carvalho says:

    “Carmilla” desculpe-me por ter lido hoje seu comentario, a respeito dos erros. Isso é certo!
    Já estou ajeitando isso com o tempo, tenho mais um conto disponivel mais ele é antigo tentei dar um acerto rapido, só o mal é que não acertei direito pois era tarde da noite e eu tinha que ir para o curso no dia seguinte, e estava cheio de sono.
    Mais estou feliz por você ter gostado muito obrigado.

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