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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Nov
02
2009

Bottiglia

Escritor: Victor Hugo Oliveira

bottiglia

Nossa, ainda bem que hoje é sábado. Posso durmir até mais tarde sem ninguém vier me encomodar. Ainda bem que estes dias achei uma chave que estava perdida aqui no meu apartamento e serviu pra trancar essa bendita porta. Penso o tanto de gente fazendo a mesma coisa que eu essa hora, pensando na vida, pensando no que vai fazer, no que deixou de fazer, ou naquilo que vai fazer.

Eu por exemplo, penso na festa de ontem, que não poderia ser melhor, quer dizer se a Juliana não fosse, a festa não seria nada, acho que sinto algo por ela, mais sei lá, não sei dizer a ninguem, sempre tento mudar de assunto. Na quinta-feira, ela entrou no msn, por milagre que foi, mais entrou, puxei um assunto mais tosco que pudesse pra conversar com ela, mais nem deu pra despedir direito dela, porque meu pai veio encher meu saco, brigando comigo pra eu desligar o computador e isso já era altas horas da madruga, mais ele tem que entender que agora quem tá tendo uma adolescencia é seu filho, mais por mais stressado que eu ficasse passou, deixa eu levantar porque hoje o dia promete.

Levantei, coloquei a roupa, e fui direto pra cozinha, onde minha mãe deixou uns pães, um resto de manteiga e café que já nem era o café, mais nem toquei nele. Já guardei tudo pensando em entrar na internet pra ver as novidades, mais antes passei no meu quarto pra ligar meu celular que bastou ligar pro Atalíbio me ligar, e chamar pra ir ao shooping, não pudia negar, afinal, quantas vezes já quebrei galho pra ele, e assim foi a pequena manhã, que eu tive. Até o momento, sozinho em casa, foi meus pais chegarem da feira, pra começar as discussões, a me rebaixar e tudo mais que pudia, mais como sempre, entra pelo ouvido e sai pelo outro. Fui logo pro melhor lugar que eu tenho em casa, meu quarto arrumar tudo para ir ao shopping, escolhi roupas, peguei um dinheiro guardado, coloquei no bolso e sai com o carro do meu pai, que custou a liberar, mais deixou. Só não deixa porque faz duas semanas que eu consegui tirar minha carteira.

Chegando no shopping, logo encontrei o Atalíbio, onde ele queria encontrar uma paquera dele de orkut, que ele é cheio de encontrar pessoas novas, por isso. Eu não via a hora de ir embora, sair dali rápido, e chegar em casa, ouvir música, tomar banho e entrar na internet, mas menos estar no shopping segurando vela. Consegui arrumar uma desculpa, mais ou menos e saí pelas ruas procurando algo pra fazer, de diferente, queria me arriscar mais, foi onde sai buscando algo de diferente, mais acabei apenas passeando pelas ruas mesmo, vendo as pessoas com seus jeitos, costumes, e tudo o que podia. Cheguei em casa, como sempre, sem falar muito mais com um monte de perguntas que eu devia responder, sem contar aqueles vizinhos de apartamento chato que a gente tem que comprimentar, que eu detesto, ainda mais aqueles papos ridiculos de elevador. Tranquei a porta do meu quarto onde fiquei acordado até as quatro da manhã, por onde eu me lembro, na internet, assistindo tv, e outras coisas, já que ali era minha vida, e tava pensando nas coisas que eu tinha que fazer pra segunda, afinal, o ano tava acabando, e dessa vez precisava passar de ano. É a segunda vez que eu faço terceiro ano, mais eu sei que levei o ano na barriga e agora criei um pouco de juízo, já que pretendo pelo menos fazer uma faculdade, nem que seja particular, mais quero fazer. Acordei, e o mesmo ritual, agora com todos em casa, já via que aquele domingo ia ser daqueles chatos, que a mesmisse ia bater, almoço, internet, papos com os pais, tarefas, tv e durmir, e até segunda, e não errei. Meu celular despertou, que preguiça.

Acho que foi sorte o Atalíbio também repetir o ano e ter pelo menos ele na minha sala, porque sempre ignorava a sala que estou hoje. Chegando na escola, encontro Vanessa, que teve um filho comigo, já ficou com o Atalíbio e tem uns ataques lésbicos de vez em quando, mais já teve um filho, ou melhor, quase, porque ela perdeu o filho. Essa história é longa. Foi no aniversário da Catarine, de quinze anos, eu já tinha ficado com a Vanessa, mais nem tava muito afim dela, foi por ficar, e depois da festa ela chamou só os mais intimos pra ir pra casa dela, porque o pai dela tinha viajado e a mãe dela era mais liberal, e todo mundo aceitou de boa, e eu também acabei indo, resultado, o que num era pra acontecer, acabou acontecendo, nem deu tempo pra pensar, se eu ia me proteger, pensar nela, quando vi, já tava acabando, e pra primeira vez de um homem, foi muito sem graça, nenhum dos dois tinha conhecimento no assunto, mais não ficou só nessa vez. Todos foram embora da casa, e ficou eu, ela, mais o Ricardo, e a Juliana, que hoje está afim de Atalíbio. Não preciso detalhar o que aconteceu entre a gente em um pedaço de madrugada, mais foi bom por a gente ter passado por isso. Aconteceu e não tinha jeito de voltar mais atras. Passou um mês e a pior notícia podia chegar, ia ser papai, mais na hora não sabia o que fazer, e a Vanessa, já tinha contado pra mãe, que conto pro pai, que fez pressão em mim pra conta pros meus pais, só que eu nem sei como começar a contar, afinal, era a ovelha negra da família e podia adivinhar o que ia acontecer comigo. Mais pela minha idade que eu estava, nunca podia ter acontecido isso, e ainda bem que nem cheguei perto de ser, ela veio com a história, de que teve aborto espontâneo, mais acho que num teve nada de espontaneo nisso, bom, eu acho, não posso dizer nada, e depois de tudo, é muito raro a gente conversar, mais tá bom, não vejo a hora de terminar o ano, de pegar o boletim, e sair pra fazer uma faculdade, morar fora, conhecer gente nova e esquecer da vida.

Primeiro horário, eu simplismente durmi, e nem sei o que foi a matéria dada, e também não me importa, já passei mesmo, e agora é hora de curtir o que a escola tem de melhor, então fui começar a planejar alguns planos pra atromentar a vida do pior professor que alguem pode ter, e o da pior matéria também. Eu saindo da escola, tinha que passar na farmácia, pra comprar os comprimidos de lacto-purga, onde iria colocar no seu humilde copo de água, que ele sempre pede pra alguem ir buscar, e dessa vez tinha que ser eu pra ir buscar essa bendita água. Contei todo o meu plano pro Atalíbio no recreio e ele aceitou participar, então saindo da escola, a gente já tinha a tarde traçada.

Saindo da escola, pegamos um ônibus, fomos para o centro da cidade, onde a gente ia comprar uma roupas novas pra viagem de formatura, que ia ser na praia, e rápido, na farmácia, onde compramos o tal do remédio e também outro que ia dar um efeito mais lerdo do que ele já era. O Atalíbio morava perto do centro, então fui pra casa dele, onde acabei passando a noite, e no outro dia, o plano tinha que dar certo, e já deixei tudo arrumado na mochila. O Atalíbio tinha acabado de completar dezoito anos, e a gente já tinha uma certa liberdade, pra fazer umas coisas, que todo adolescente de quinze, dezesseis anos tem vontade. Eu gostava muito da família dele, eram todos legais comigo, era minha segunda família, mais lá eu me sentia bem, era diferente. Durmimos, e a terça chegou.

O começo do plano deu certo, eu fui buscar a água, mais foi só o início. A cordenadora do colégio me pegou no flagra, bem na hora que eu tava misturando os remédios para dar o efeito, e nem voltei pra sala, fui direto pra sala dela, onde levei um rala, e eu implorei pra ela não chamar meus pais. Ela então mandou uma ocorrência onde meus pais teriam que assinar. Atalíbio já tinha desconfiado a tempos do que tava acontecendo, e agora tinha que andar na linha se não nem participava de viagem de formatura. Cheguei em casa, levei rala, e tudo que pode imaginar, na quarta não fui na escola, fiquei trancado no meu quarto o dia inteiro, mais o Atalíbio apareceu, e com uma novidade, ele tinha aprendido a fumar, e começou a colocar elogios, e eu pedi pra ele parar, mais tive que experimentar, mais nem podia ficar viciado, então coloquei nos meus lábios, suguei e engasguei, e o Fernando ria da minha cara, e eu fui tentar mostrar que conseguia, acabei fumando uma caixa com ele, e depois de um tempo já me sentia dependente daquela droga, mais depois passou.

SEMANAS DEPOIS…

Aleluia, enfim chegou o último dia de aula, o último horário,não via a hora de tudo aquilo acabar, passar em casa correndo, pegar a mala, e ir para a praia, com coleguinhas de clase?!, não, estava indo por tudo o que eu podia encontrar lá, incluse o cigarro, que já estava me deixando louco, pra voltar a dar umas fumadas, e também fazia uns tempos que eu estava na seca, então, bateu o sinal, e eu estava de carro, e Atalíbio e o Carlos da sala também que era de boa, foi junto, passando na casa de um, pegando as malas, e depois um restaurante pra almoçar e embarcar para a felicidade.

A viagem ocupou a tarde inteira e a madrugada também, e para não acontecer nada, os meninos foram em um ônibus e as meninas em outro. Só que Juliana nem estava na viagem, ela era da turma, do segundo, mais a viagem serviu mais pra gente relaxar a cabeça, já que no final do ano tem o temido vestibular e ai era a hora de todos escolherem seus caminhos.

Acordamos com a freada, tinhamos chegado, era um acampamento bem legal, com uma sede de quatro andares, e quartos de abusarem, e vários serviços a disposição. Um quarto pra três pessoas então ficou eu, Atalíbio e Carlos e a recomendação era cada um ir pro seus quartos e depois conhecer o lugar melhor. Mais nada disso, Atalíbio trouxe umas dez caixas de cigarro, que eu consegui contar, e de primeira fumamos até o almoço só conversando bobeiras até o almoço, e que almoço foi aquele, fez o Atalíbio conhecer a Michele, que quando eu olhei eu via a Juliana, o que me fez ter ali pelo menos um beijo com ela, mais pelo contrário, Atalíbio saiu ganhando e eu esqueci, só pensava na Juliana, não tinha outra cabeça. No final de tudo a viagem não foi lá muito boa, só trouxe dependencia pra mim.

Fim de noite de domingo, chegamos a nossa cidade, e dali cada um partiu apenas desejando um bom vestibular, e eu só pensando em chegar em casa, e ligar aquele computador e conversar com a Ju, afinal, foi um final de semana longe dela, mais ela ainda não saca do meu sentimento, ela é afim mesmo é do Carlos, mais a minha pessoa é de ir até o final, então foi isso que começei a fazer. Quando cheguei em casa, ela estava lá, e já fui mandando tudo o que eu sentia pra ela, e ela dizendo que no momento não podia ter nada, porque estava muito a fim de Carlos. Carlos?! Para mim um mané, tinha que dar um sumiço nesse otário, ele sabia que a séculos sou louco por ela, e o pior, ainda coloca recadinhos mais apaixonados. Começei a bolar um plano sem ter conciência, queria tirar ele de vez da minha vida. Foi então que contratei o famoso Farley, que contei tudo pra ele, e que estava fazendo aqui por amor.

Na segunda, esperando só a resposta da morte, e ele chegou no inicio da tarde, o cara tá morto mesmo, e isso serviu pra todos da escola se unirem. Fiquei em casa, inventei uma desculpa. Liguei pra Juliana, que estava arrasada, mais nem tinha pensando que poderia magoar tanto, e era a hora de eu entrar e conquistar de vez.

Depois de uma semana da morte, eu percebia que Ju estava mais próximo de mim, e eu sempre estava dando força pra ela. Levei ela em casa, onde tentei roubar um beijo, mais não deu certo, ela me deu um tapa na cara e começou a desconfiar de mim, e eu sempre negando e falando tudo, e ela me disse:

– Some da minha vida, não quero te ver até eu ter as provas que você não tem nada a ver com isso.

Sai calado, e entrei em depressão. Passei no Farley pra comprar droga, esquecer um pouco de tudo, e me disse que queria mais grana, pra ficar calado e não contar nada a ninguem, mais eu nem tinha onde tirar mais dinheiro e tinha um vestibular no outro dia, e me deu o recado, se eu não arrumasse o valor até dois dias, ela ia me entregar ou me matar.

Cheguei em casa, sem falar com ninguem e me tranquei no quarto, e aquela droga me deu tanta raiva, que fui capaz de invadir a casa da Ju, roubei dinheiro e alguns objetos de valores e tive coragem de estrupa-lá, e nisso, acabei matando o meu amor, aquela que eu sentia algo, parece que Carlos chamava ela, e assim foi seu fim, e dessa eu não pude escapar, foi assim então que conheci o mundo da prisão, onde assumi todos os crimes e que ali ficaria por vinte e cinco anos, e eu sabia que quando saisse tudo na minha vida iria mudar, estava longe de tudo, e ninguem da minnha familia foi me visitar, eu não tinha advogado, e paguei meus vinte e cinco anos certo. Minha família? Estavam nem aí pra mim, foi só a confirmação de que eu era realmente a ovelha negra da família. só, sozinho na cadeia…

No dia que ganhei minha liberdade, estava com quarenta e três anos, perdi ali o melhor lado da minha vida, perdi um grande amor, um grande amigo e nem pensei em encontrar Atalíbio, pois sabia que nem iria olhar na minha cara. Mais pelo menos estava limpo de drogas, cigarro, e paguei por aquilo que fiz. Nem sabia por onde começar a minha vida, tive que dar um jeito de fazer grana, pra tentar ser alguém. Quando estava preso, passei muito tempo estudando, lendo livros, trabalhando, o que me fez ganhar experiência e isso fez com que eu arrumasse um pequeno emprego, mais já era bom de vendedor de sapatos, de rua, casa a casa vendendo sapatos, tinha um bom lado de vendendor, o que me fez fazer uma faculdade, administração, em particular. A faculdade tinha um programa a qual me inscrevi e me dei super bem, ganhando um bom desconto. Quando sai da cadeia, tentei ver alguem da minha família, mais a minha antiga casa, já tinha outros donos, nem eu sei se meus pais estão vivos, e a senhora Dodó, que era uma antiga vizinha, me deu um quartinho de fundo, onde vivi por um periodo. Paguei suado, e sempre era assim, vendendo sapatos e estudando, e quando estava no meio do curso, meu patrão me vendo como bom vendedor, esforçado, começou a pagar a faculdade, e assim ficou mais fácil pra alugar um apartamento, que era meu sonho de jovem, que estava vivendo só naquele momento. Um dia, vendendo sapatos na minha antiga região, onde passei minha adolescencia, acabei lembrando da casa de Atalíbio, dos seus pais na verdade, onde fui, mais nem me reconheceram, mais me apresentei, e quanta diferença comigo. Os pais deles, achavam que eu tinha culpa de levar ele pro mundo das drogas, e fiquei sabendo que ele estava em uma dessas clinicas que cuida de viciados, e ai foi meu corte com todos. Nessas vendas, sempre tinha aquela cliente que sempre estava comprando, se chamava, Joana, que um dia me assustou, ela se declarou pra mim, dizendo que me amava, e eu fiquei sem reação mais ali, via o jeito da Juliana, o que me fez ficar apaixonado, e logo começamos a namorar, não queria juntar as coisas, queria aproveitar o tempo que perdi, e aproveitar meu apartamento, os colegas jovens da faculdade, as festas, estava sempre, e curtindo muito, parecia que na prisão parei nos 18 e sai com 18 anos, mais estou sabendo aproveitar.

Fim de ano, fim de curso, ali concluia minha faculdade, e logo recebi a notícia que tinha sido promovido para gerente de vendas, ganhava muito mais do que vender sapatos, e assim pude ir realizando sonhos e Joana também trabalhava, ela trabalhava também e já estava pensando no futuro, cada dia que passava a gente ia se gostando mais, se apaixonando mais. Com seis meses no meu novo emprego, já tinha um apartamento imobiliado, e estava faltando pouco para o meu primeiro carro, que acabei realizando depois de mais seis meses. Um ano ali se passou e estava tudo pronto, a gente estava muito feliz, mais tinha muito medo de casar, sei lá, era um medo, sendo que gostava muito dela, e para que não desse em nada, apenas tivemos uma pequena cerimônia sem papeis só pra termos uma idéia do que seria casar, se não gostarmos, separavamos, uma idéia dela. E acabei não gostando muito do casamento, sei lá, é chato, não por ser individualista, mais era melhor ter meu aparmento e meu trabalho. Ela me entendeu e então cada um seguiu sua vida, mais continuamos a ser amigos, e não podia esquecer dela, já que foi uma grande amiga no momento mais difcil da minha vida. Um pequeno tempo depois Joana vem me contar que estava grávida. Fiquei muito surpreso na hora, mais num falei nada. Assumi o filho, ou melhor, os filhos, eram gemeos, e pra minha surpresa, um menino e uma menina. A notícia me fez ir ao cemiterio e visitar os tumulos de Juliana e Carlos, e por destino, os do meus pais estavam próximos. Conversei com Joana e ela aceitou dar os nomes das crianças de Juliana e Carlos, e fiz planos pra que eu desse o meu melhor, para que tivessem futuros prosperos. Fiz um concurso público passei, meus filhos nasceram, e isso fez com que eu e Joana, ficassemos proximos, mais nao levou a um novo namoro, e seguimos nossas vidas.


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4 Comments»

  • Primeiro conto do Victor aqui no ONE.

    E este conto vai ser um marco. Pois agora eu não vou mais fatiar os contos. A menos que o autor me envie eles em partes e queira que seja assim, senão vai inteiro. Isso vai diminuir a quantidade de contos a serem publicados. Dificulta a leitura, mas isso vou tentar arrumar em breve.

    E se quiserem contos em partes é só enviar em partes. =)

  • Larissa says:

    Este conto me lembrou os do Machado de Assis, muito bom!

  • Muitos blocos grandes. Isso torna os paragrafos dificeis de ler. É um ponto a melhorar. =)

  • nielperugini says:

    Sim, concordo com o Guns, mas me lembrou Eduardo e Mônica! Bacana, abrçs!

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