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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Nov
17
2009

Kzak o senhor dos mortos – O Circo Chegou

Escritor: Jones Viana Gonçalves

kzak-o-senhor-dos-mortos

O Guerreiro de Boolai
Capitulo 1
O Circo Chegou.

O dia estava ensolarado e os raios de sol entravam pela janela do quarto de hospedaria, um quarto pequeno, uma cama de palha e uma bacia d’água, tudo o que suas míseras moedas de cobre podiam pagar. Alef sentia o sol tocar seu rosto naquela manhã. Para ele aquela luz era um aviso de que deveria virar-se na cama e dormir por mais algumas horas. A noite anterior havia sido difícil, não arranjara trabalho pela guilda e os poucos bêbados que perambulavam pelas ruelas já haviam gasto boa parte de seu dinheiro nas tavernas por onde passaram. Uma noite sem lucros fora aquela, para um ex-Lorde da noite, cuja habilidade e fama corriam por muitas paragens tudo aquilo se resumia num grande insulto, ter de viver como um simples ladrão. Mesmo assim já teria tido muita sorte, mas não naquela cidade. Este tinha sido o pior local desde o inicio de seu exílio, porém nesta manhã não só a luz do sol o acordava, mas também um som, um som vindo do outro lado da cidade, o som de tambores, flautas, risos e aplausos, o som da oportunidade.

Ele pôs-se de pé em um salto, buscou pelo cinto que estava atirado ao lado da cama, um ótimo cinto pensou, com vários “bolsos” por assim dizer, aquele cinto carregava as ferramentas do experiente ladrão. Vestiu sua capa, as luvas negras, arrumou suas adagas nos bolsos escondidos da túnica. Quando parecia estar pronto foi até a janela e olhou para o local de onde vinham os sons, um grande tumulto de pessoas havia se formado na entrada norte da cidade. Sim ele via a oportunidade bater a sua porta novamente, poderia talvez conseguir dinheiro e então voltar a viajar, encontrar uma cidade maior, onde pudesse ter mais oportunidades. Imerso nestes pensamentos desceu as escadas da estalagem, a hora chegara.

********

Do outro lado da cidade três cavaleiros adentram pela rua central. O sol ainda brando da manhã a tocar-lhes a face, os pesados mantos sobre os ombros cobrindo-lhes as armaduras douradas surradas pelas batalhas do longo percurso de sua provação. Homens de valor, pode-se assim falar dos cavaleiros de Narsel, o reino mais ao leste, guiados por Sir Farric os jovens Degos e Nost estavam ainda em treinamento, mas um dia iriam brandir suas espadas como verdadeiros cavaleiros e quem sabe defender seu reino em alguma guerra que estivesse por vir. Sir Farric os havia trazido até ali, pois esta era a última cidade da rota comercial entre Tebas e Narsel antes de chegar ao reino dos cavaleiros e há algum tempo eles rondavam por estas rotas defendendo-as das criaturas que insistiam em atacar as caravanas. Outros cavaleiros haviam fixado um posto há alguns quilômetros dali e Farric vinha buscar provisões na cidade.

Ao longe podia-se ver a multidão aglomerar-se, parecia haver algum festival naquele lado, algo talvez útil para ensinar aos jovens, assim pensou o cavaleiro mais velho e fazendo sinal com a cabeça chamou os aspirantes para ver o que acontecia.

********

No templo de Taito, o deus sol, Miriane estava ajoelhada, rezava para seu deus esperando ser de alguma serventia a ele. Há poucos dias retornara a Boolai, depois de cumprir sua missão em Calinas a cidade portuária da Baia de Nenai. A sacerdotisa ajudara um grupo de aventureiros a destruir uma praga de mortos vivos nos esgotos da cidade, lá ela viu amigos morrerem naqueles dias de terror. Uma sensação de perda a qual nunca mais gostaria de experimentar, uma sensação de derrota mesmo durante a vitória por ter perdido pessoas importantes naquele dia. Foi assim que o som da multidão correndo a encontrou, imersa na culpa de não ter podido ajudar, mas o som a despertara e um novo sentimento, este de emergência a fez ficar desperta uma vez mais. Tateando ao seu lado no chão encontrou sua maça, uma arma que poucas vezes fora usada, colocou-a presa ao cinto e seguiu para a porta do templo. Uma vez mais seu deus a chamava e ela atenda a este chamado entrou na rua sendo recebida pelos sons de flautas e do povo.

********

Há muitos anos Evinwerr o elfo senta-se no galho daquela arvore para observar os humanos e sua vida agitada. Hoje no entanto ele observava outra coisa, o elfo olhava para o norte da pequena cidade com curiosidade redobrada. Tinha sua atenção tragada pelos cinco carroções que chegavam por aquele lado. Homens corriam a frente fazendo malabarismos, outros dançavam ou tocavam seus instrumentos em carroções destampados, mas o último trazia uma gaiola imensa, uma espécie de prisão a qual mesmo os seus olhos elficos não conseguiam ver o conteúdo. Atraído pela curiosidade ele desceu de sua arvore, com o arco preso as costas passou a aproximar-se da cidade que nunca antes vira um membro de seu povo, ninguém em Boolai nunca havia visto um elfo dos olhos vermelhos.

O primeiro carroção era puxado por dois poderosos cavalos de guerra e a frente dos animais vinham três homens mascarados os quais saltavam de um lado ao outro, indo e vindo, girando mortais e outras acrobacias. Suas mascaras de cerâmica branca ostentavam pequenos chifres, o povo ao ver tal demonstração de habilidade aplaudiam e sorriam enquanto uma a uma as carroças passavam pelo portão da cidade. Sobre a segunda e a terceira carroça músicos tocavam seus instrumentos de sopro e de cordas enquanto outros dançavam com grande equilíbrio sobre o veículo em movimento. Todos vestiam o mesmo tipo de mascara, mas um que estava sobre o quinto carroção era o único sem nada em seu rosto. Ele fez com que a musica parasse com um sinal, o mesmo gesto fez o publico voltar toda a sua atenção a ele e ao que estava atrás dele, um pano cobria algo existente ali, o homem olhou para a platéia e então falou:

– Senhoras e senhores, considerem-se com sorte, pois trago a vocês um grande espetáculo. Musica, dança, magia e grandes atores malabaristas, tudo para a sua diversão, mas também, bem aqui, atrás de mim, trago o terror para seus olhos, trago uma cria dos planos demoníacos, para seu deslumbre e alvoroço presenciem Dark FallenStar. – Neste momento de um puxão forte o pano caí e um grito espantado do povo em uníssono ecoa pela cidade. Lá estava ele, um meio-demônio, sua pele cinzenta, corpo forte vestido em farrapos, chifres recurvos e grandes asas coreaceas, seu olhar tenebroso havia pairado sobre o público espantado, o desdém de seu olhar gelava a alma dos espectadores, mas nada mais ele fez se não ficar ali parado.

– Não se assustem – continuou o porta voz – Ele nada pode fazer se não apenas olhar para vocês. Estas barras estão enfeitiçadas com as mais poderosas magias de proteção que possam existir em todos os reinos.

Alef estava no meio do publico, ia de um lado ao outro, procurando pelos cintos, observando a espreita por bolsas de ouro ou outros objetos de valor, mas o ladrão sabia que dificilmente o povo daquela vila teria algo que valesse a pena, porém do outro lado da rua um cavaleiro havia lhe chamado à atenção. Trazia preso ao cinto um saco de couro, provavelmente bem recheado pelo volume que parecia portar. Dois passos ele deu para o outro lado da rua antes que outra coisa lhe chamasse a atenção, o brilho do aço, não o aço da espada do cavaleiro, mas o brilho de lâminas polidas, punhais aguçados, o brilho da morte, um brilho que há muito não via. Um brilho que lhe trazia muitas recordações e foram estas recordações que o fizeram retroceder. Olhou novamente ao redor, agora com mais atenção aos detalhes e percebeu coisas ainda mais aterradoras, as mascaras dos acrobatas, não de todos, mas de alguns, os chifres não faziam parte delas, eles se projetavam de pequenos furos feitos na cerâmica. Seus instintos o levavam de volta ao quarto, mas por outro lado a curiosidade lhe instigava a ficar.

Sir Farric terrificado com a presença de tal criatura olhava diretamente para ela. Sua presença e a de seus pupilos já havia sido notada, mas FallenStar teria que seguir o plano de seu general. Não podia atacar ainda e o pior tinha Malock a sua frente, o meio demônio temia aquele Garko em especial e por isso o servia, mas a presença do cavaleiro o deixava receoso sabia que qualquer coisa a qual fizesse poderia ser um motivo para o ataque do homem e de seus aliados jovens demais para serem graduados e pretensos a perder a calma com mais facilidade que seu experiente líder, mas Degos e Nost nem estavam interessados no meio demônio, seus olhos pairavam sobre as bailarinas que agora voltavam a dançar. Degos de longe o mais inquieto havia percebido algo que aparentemente seus colegas ainda não tinham percebido, a pele de alguns dos performers tinha um tom acinzentado, talvez fosse algum tipo de pintura quem sabe, mas era algo diferente.

FallenStar não olhou mais para os cavaleiros e voltou seu olhar para a multidão, não demorou muito para que ficasse novamente surpreso. Uma jovem havia chamado a sua atenção, seu rosto angelical, cabelos longos e negros que lhe caiam por trás dos ombros, uma beleza anormal, mas em volta de seu pescoço estava o que teria chamado à atenção, o símbolo de Taito. Uma sacerdotisa, ele a encarou com um olhar sarcástico e um sorriso escarnecido se esboçou em seu rosto, Miriane nada fez alem de olhar o carroção se afastar dirigindo-se ao centro da cidade onde havia a praça circular. Com o carroção prisão no centro e os outros quatro ao redor deste, eles pararam e a música se intensificou, então o povo se reuniu na volta deles.

********

Black Wings vinha dentro de uma das carroças. Seu plano era simples, chamar a atenção do povo para as carroças enquanto a outra equipe entrava na cidade e pegava o que eles vieram buscar. O jeito mais fácil de criar esta distração era atrair as pessoas e atacar de forma a abrir caminho pelo lado contrário ao qual a outra equipe havia entrado e é claro matando o maior número de humanos o possível. Seu comando da morte estava preparado e o meio demônio parecia mais que pronto para dar a ordem.

Doze era o número de malabaristas que se apresentavam ali dançando e saltitando por entre as carroças no ritmo ditado pela musica quando enfim um urro ressoou pela praça. O grito de guerra, o sinal da morte, quase que instantaneamente pequenas lâminas surgiram nas mãos dos malabaristas que em uma dança de carnificina abriam caminho pela multidão enquanto esferas flamejantes vindas dos dedos de magos os quais antes tocavam seus instrumentos explodiam no meio do povo criando mais danos e confusão. Dos carroções cobertos outros assassinos saltavam e corriam para atacar aqueles desafortunados que estavam a sua frente, um deles não tão desafortunado era Sir Farric que ainda montado fez seu fiel garanhão investir contra os atacantes. A lança havia trespassado o peito de um dos garkos o qual logo foi ao chão enquanto o cavaleiro desembainhava sua espada, em meio aos gritos de guerra o cavaleiro olhava seu alvo, o agora livre da prisão FallenStar levantava uma moça pelo pescoço. Ela se debatia tentando atingir seu adversário com a maça, mas nada encontrava.

O jovem cavaleiro Nost tinha perdido o controle sobre seu cavalo e caiu ao chão, ele trazia a lança em sua mão e a usava para auxiliá-lo a se levantar, porém antes que conseguisse um dos garkos estava sobre ele. Nada mais enxergou, apenas sentiu a lâmina fria cortar-lhe a garganta e o sangue quente escorrer pelo peito. Degos atrasara-se, seu primo estava morto, mas ainda assim teve a chance de se vingá-lo. O garko ali distraído pelo agonizar de sua vitima não percebeu a chegada do rapaz, a lança atravessou-lhe a paleta e o trespassou. Com a fúria da investida por pouco o cavaleiro não deixou seu oponente pendurado em uma parede, rapidamente ele desmontou e sacou a espada indo para perto do corpo de Nost. Iria protegê-lo, porém mais rápida como os ventos das colinas gélidas uma maça o atingiu na cabeça e ele então caiu. Sir Farric desferiu seu primeiro golpe contra FallenStar, o meio demônio sentiu a espada do cavaleiro, o sangue negro sujou a lâmina, mas a criatura apenas largou a garota que caiu no chão inconsciente e FallenStar virou-se para seu oponente.

Seu olhar malicioso, puro veneno e maldade eram destilados naqueles olhos, movimentos rápidos com as mãos para atrair a atenção do cavaleiro, mas Sir Farric era experiente em combates e sabia que o movimento era uma espécie de ilusão o que ele não havia notado era o que acontecia atrás dele, um dos assassinos veio andando rápida e silenciosamente para eliminar o cavaleiro o qual apenas escutou o zunido de uma flecha passando perto de sua cabeça e depois o ganido surpreso do assassino. Espantado Farric olhou para cima a sua frente e lá estava uma figura desconhecida, disparando uma chuva de flechas na direção das carroças e dos garkos, uma chuva mortal, mas este olhar foi o que lhe custou à vida, pois FallenStar aproveitando o momento investiu contra o homem. De braços abertos ele o agarrou e apertou, sua força era titânica, os músculos tensos pelo esforço de esmagar o oponente, uma mão agarrada à outra tendo a espada de sua vitima entre os dois e as mãos dele pressionadas contra seu peito impulsionou suas pernas e moveu as asas. Farric sentiu seus pés deixarem o chão, olhou os prédios da cidade ficarem cada vez menores enquanto cada vez mais perdia o ar de seus pulmões, os dois voavam cada vez mais alto, mas em um ponto ele sentiu-se desprender. O ar entrou em seu peito violentamente, a sensação terrível de cair o petrificou e um grito prendeu-se em sua garganta, no fim escuridão. Evinwerr viu um cavaleiro cair, da posição em que estava nada pode fazer, o sangue se empoçara ao redor do corpo do homem, provavelmente estava morto.

As lâminas das adagas dançavam em golpes velozes na frente de Alef, sua sorte era ser mais rápido ainda para se esquivar de seu agressor, mas mesmo rápido ele sentiu a lâmina afiada riscar-lhe o rosto. Sentiu o sangue molhando a bochecha, mas mesmo assim estava calmo, um ladrão tinha de saber a hora de estar concentrado, muito mais ele, que há muito passara do nível de um simples ladrão, ele que já fora um lorde. Lorde das sombras, senhor da escuridão, nenhum destes assassinos se assemelhava em habilidade nem com o menos qualificado de sua antiga guilda, antiga família, em um movimento circular esquivou-se do ultimo ataque de seu agressor enquanto deixava sua própria arma no pescoço dele. Uma visão sinistra, ver o cabo do punhal encostar no pescoço enquanto a lâmina sumia na carne para enfim aparecer novamente apenas sua ponta do outro lado. Alef olhou para os lados a procura de outros, mas parecia não haver mais nenhum garko e nem mesmo o meio demônio, um ataque que terminou tão rápido quanto começou, mas é claro que não ficaria ali para se certificar de que tudo havia realmente terminado.

13 Comments»

  • Jones says:

    Aqui começa a aventura, espero que gostem de épicos, pois após a apresentação dos personagens a coisa começa a pegar fogo.
    Agora relendo esta parte vejo que faltaram algumas(muitas) virgulas he he he he

  • Bom… ainda não comentei porque… vocês verão.. to meio ocupado com uma coisinha que vai sair no ONE daqui a pouco. =)

  • Vitor Vitali says:

    Lerei à noite, quando me sobra mais tempo. É um conto grandinho^^

  • Não é um conto grandinho… é um livro!!!

    Isso ai não é nem o começo hehehehe….

  • Vitor Vitali says:

    Uh, conto legal que meu deu uma puta vontade de jogar RPG.

  • Jones says:

    Bom pessoal, vou usar o tópico do meu conto para um merchan he he eh eh eh.

    Amanhã tem inicio a GDS(Games Development School), evento do curso de Jogos Digitais da Unisinos. Durante esta sexta feira teremos diversas oficinas, tutoriais e palestras nas salas do centro 6 da universidade, contando com profissionais graduados de diversas partes do País. Dois são os eventos para mim de maior importância na GDS, primeiramente na sexta a noite, uma mesa redonda que tratara sobre os aspectos conflitantes entre MMORPGs e RPGs de mesa, contando com a presença de Leonel Caldella em um dos lados deste debate. ( Pra quem não conhece o cara, ele é o autor da trilogia de Tormenta e um dos tradutores da Jambo Editora, uma das maiores editoras de RPG do Brasil).
    Já no sábado a coisa muda de foco, saímos da jornada estudantil para a jornada gamer, teremos campeonatos de Guitar Hero, Rock Band e Half Life 2, campeonato de card games(Magic the gatering) Oficial patrocinado pela Jambo Editora e mesas de RPG, aqui entra o segundo evento que destaco, Uma mesa de A Batalha do Apocalipse RPG mestrada por mim. Então convido aos Nerds escritores do Sul do país que gostem de Games, RPGs e Card Games a comparecerem no campus da Unisinos rapaziada.

  • Jones says:

    Putz, parece que o pessoal ficou meio receoso em ler um texto grande, só o Guns e o Vitor comentaram, que coisa, é claro agradeço a eles por terem comentado, mas quero mais, vamos lá galera, comentem ai.

  • Muito boa sua história Jones. Me pareceu ter sido bem trabalhada e elaborada. Os nomes, cidades, localização, o cruzamento entre as histórias de cada personagem. Foi um ótimo começo, bem interessante e de despertar o interesse para ler o resto. Minha unica crítica, e entenda como construtiva, é que em alguns momentos seu texto ficou meio cansativo e perdeu um pouco do nexo algumas vezes, mas nada que desse pra captar relendo outras vezes os trechos. Bom, ainda assim, meus parabéns, e espero ler o restante em breve, a história deixou uma ótima impressão. =]

  • Jones says:

    Opa, brigadão ai Lucas, pode criticar a vontade desde que seja de maneira educada huahuahauhauhauhauha Abraços.

  • ErykCruz says:

    Demorei para ler, fui lendo dia a dia. Mas na hora da ação, começei a “devorar” o texto. Muito bom!
    Alias, a maioria dos personagens apresentados morreram. 🙁

  • ErykCruz says:

    aguardo a continuação

  • Jones says:

    Bah Erik, não digo que a maioria, apenas dois eu disse que realmente estavam mortos he he he! Obrigado, e sim os outros capitulos também são grandinhos.

  • Vinicius Machado says:

    Jones desculpa não ter comentado antes!
    Po! adorei estou ansioso esperando a continuação!!!
    como sempre, no seus textos, esta muito bem escrito!

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