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Nov
09
2009

O candeeiro que rendera Xelins

Escritoras: Ana Maria Almeida Viana e Nathára Olegário de Oliveira e Renata Soares dos Santos

o-candeeiro-que-rendera-xelins

Em um inicio de tarde muito fria de 1898, com um inverno rigoroso, nos jornais daquela data marcavam -2.2ºF, eu Morgan Tudor, descendente dos membros da Casa de Tudor, por parte paterna, logo que meus antepassados perderam a coroação há séculos atrás junto foi-se seu castelo, agora que não há mais descendentes dos que tiraram o poder de minha família herdei o castelo de Cardiff situado exatamente no centro da cidade de Cardiff, capital do País de Gales.

O castelo, apesar de sua aparência rústica, possuía um ar misterioso e excêntrico. Ao caminhar por suas longas escadas, antes mesmo de poder abri-lo instiguei-me com um ruído que parecera vir de sua torre, que se encontrava ao leste deste. Ao avistá-la senti-me amedrontado e angustiado, porém atraído dirigi-me cautelosamente a entrada da torre.

Ao enfrentar meu medo e subir os imensos degraus encontrava-me no alto da torre, lugar este úmido e sombrio. Deparei-me com várias cortinas, caminhei em direção a elas no intuito de afastá-las para iluminar o ambiente. Porém ao abrir a última, surpreendi-me com uma magnífica pintura. Nesta havia uma formosa moça de cabelos longos e ondulados de tom louro escuro, olhos delicados e negros com um belo sorriso, aparentando ter vinte e cinco anos, seu rosto demonstrava uma expressão firme e decidida, sua vestimenta era de um pano que se simulava como um cetim aveludado, firmemente atado ao busto com um chapeu alto. Também ao seu lado, havia um menino de cabelos lisos e escuros, pele clara com bochechas rosadas e pequenos olhos verdes, com uma face risonha, alegre e encantadora, que aparentava possuir seis anos, sua vestimenta era um tipo de jaqueta grossa, com uma saia que ficava na região das pernas, até os joelhos, com sapatos cujas pontas ficavam para cima.

Por ser um homem só, a bela pintura que ali estava, causava-me certo sentimento ao qual não conseguia descrever, talvez angústia ou revolta por não possuir uma família. Naquele exato momento, deparei-me chorando em tal situação em que me encontrava.

De repente, o próprio ruído que me atraíra no principio só que mais agudo, revelara-se sobre minha cabeça, ocasionando-me forte dor e tontura, de modo súbito, passei a me sentir melhor e o ambiente mudara.

Uma senhora que me era muito familiar, amparou-me questionando o motivo ao qual eu me encontrava no chão. Ao tentar esclarecer-me, dei por conta da alteração que ocorrera, cá em um momento encontrava-me contemplando tal magnífica pintura em um lugar totalmente indigente ao habitar humano, e noutro, me encontro em local bem iluminado, provido de arranjo antigo, contudo, acolhedor e com ar asseado. Apesar de permanecer sentindo dor em minha cabeça, consegui coligar a mulher que me era familiar ao ver um garoto passando de uma ponta a outra do topo da torre, este me chamara de pai, o que me causara certo desconforto, pois nunca os vira em toda minha vida, ao mesmo tempo em que eu pensava o garoto interrompera-me, ao questionara inquietamente a mulher chamando-a de mãe, o menino estava ansioso em saber o que me ocorrera, a mulher, por sua vez respondeu ao menino dizendo-lhe que eu apenas havia caído, o menino no mesmo momento, pulou inquietamente na cama onde a mulher me colocara, seguidamente, recobrara meus sentidos, identificando-os com a pintura que apreciara momentos antes do forte impacto que me ocorrera com o objeto que aguçou minha curiosidade naquela torre.

Pobre do meu senhor, apesar de audacioso e melancólico, porque ele esta a surtar de maneira tão conturbada, já que estava em sua parte favorita do castelo, seu ateliê, irei ao quarto de Hamish, ver se necessita de algo, almejo que descanses, já que batestes à cabeça e sentes dores muito fortes.

O que ocorrera comigo, onde estava, e quem e como aquelas pessoas da pintura estavam ali reais em minha frente. Levantei-me imediatamente, e puis-me a perambular pelo quarto onde aquela mulher me colocara, tentando imaginar se estava insano, ao passar por um armário, resolvi abri-lo, o que poderia me acontecer de pior do que estar sobre os olhos de pessoas desconhecidas. Ao abri-lo, deparei-me com um espelho de meu tamanho, via-me de modo diferente, não fisicamente, pois continuava sendo o mesmo Morgan, alto, magro, com pouco cabelo e pequenas entradas, de olhos azuis grandes e penetrantes, ao qual se sobressaía devido minhas grossas e escuras sobrancelhas em minha pele clara. Logo minha idade também não mudara, pois, simulava ainda conter trinta e cinto anos, porém, minhas vestes não eram as mesmas, estas que me modelavam eram semelhantes as do menino da pintura ao qual chamavam de Hamish. Ao esquadrinhar mais a fundo os objetos que ali se encontravam, deparei-me com uma pintura a óleo, nesta havia um casal em frete uma igreja, naquele exato momento meus olhos e cérebro em conjunto fizeram-me abismar-se, com tais traços idênticos que possuía, entre aquele casal, e, eu e a mulher que me acudira. Após o momento de desatino ao ver aquele retrato encontrei outros, eu estava em vários, assim como a mulher e o menino, junto a um destes se encontrava um outro maior, que por sua vez não era uma simples retrato, mais sim uma árvore onde se incluía variados nomes, entre ele no final da obra havia os nomes, Morgan Tudor, sua consorte Sofia Tudor e seu herdeiro Hamish Tudor, no topo deste o título Dinastia Tudor.

Minha dor havia diminuído, entretanto, meu corpo estava completamente lavado, pela chuva que se esvaírava pelas janelas escancaradas, pela janela podia-se ver o por do sol mais esplendoroso que já vira em toda minha existência, e com ele veio à satisfação de saber que por mais que aquele desejo pudesse ser extraordinário, jamais seria completo, sendo apenas um disparate importuno, causado por um candeeiro, que fora o objeto prejudicial que causara um ruído fazendo-me chegar nisto.

Assim que recuperei minhas forças, me livrei do candeeiro e juntamente do castelo de Cardiff. Este experimento hediondo seguirá para sempre comigo, mais ao menos renderam-me muitos Xelins.


Categorias: Contos | Tags: ,

4 Comments»

  • hehe… é uma história meio estranha. Não sei bem se entendi ela. =) Ao menos renderam muitos xelins!

    Primeiro conto escrito por mais de uma pessoa enviado aqui para o ONE.

    Bom… acho que vou ter de ler a história novamente, para pegar a parte que esta me faltando no entendimento geral.

  • Vitor Vitali says:

    Bem… eu não gostei, achei chato. :[

  • Hehehe.. o Vitor vem e fala … mas ta certo, cada um tem uma opinião e tem o direito de expressa-la =)

  • NATHARA says:

    Ah ue pena que vcs não entenderam ou gostaram, tentarei fazer o proximo melhor, bjos

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