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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Nov
02
2009

Samantha

Escritor: Felipe Lopez

samantha

Dedico a Giovana Faria, pois ela me serviu de inspiração para escrever, e também pelo apoio que ela me deu em todos os momentos em que precisava.

Samantha levantou-se, era tarde da noite, procurou por um relógio, sua visão estava turva e embaçada, além de estar tudo escuro. Aos poucos foi se acostumando à falta de luz, achou seu relógio de pulso jogado na mesa do computador, eram 02h00 da manhã.

Esfregou as mãos no rosto, para espantar o restante do sono, o monitor do computador estava desligado, embora a máquina em si continuasse funcionando.

– Pelo menos – Ela disse, para o nada – Devo ter terminado o artigo.

Ligou o monitor, e quase soltou um palavrão alto. Não tinha terminado artigo algum.

Praguejou, levantou-se da cadeira e ligou a luz de seu pequeno quarto, fazia frio naquela madrugada.

Vestiu a primeira blusa que encontrou, calçou dois chinelos felpudos, se curvou sobre a tela do computador para ver até onde tinha escrito, não era muita coisa, sabia que não era o suficiente para agradar seu chefe, ele havia dito, bem claro; “Algo interessante, não muito curto, e nem muito longo, algo que seja direto, mas que explique bem o problema”, Sam odiava aquele velho sádico, com todas aquelas frescuras e floreios, mas tinha que terminar aquilo, ou diria adeus ao estagio no jornal.

Sam não trabalhava disso por escolha, não era o trabalho que ela sempre sonhara, mas era o único trabalho que ela se encaixava. Sam adorava escrever, e todos diziam que tinha talento para isso, todos, exceto seu pai. O pai de Sam, um médico bem conhecido na sua cidade, queria que sua filha entrasse na medicina, assim como fez toda a sua família, quando Sam lhe disse que não faria isso, seu pai entrou em depressão, e logo em seguida adoecera. Para tentar agradar seu moribundo pai, fez faculdade de medicina na USP, conseguiu seu diploma em três anos, só que isso não foi o bastante para que seu pai melhorasse, pelo menos psicologicamente. Na última vez que os dois se viram, algumas semanas depois de Sam conseguir o diploma, ele disse que não queria mais vê-la, não queria mais ver ninguém. Dois dias depois ele morreu, sozinho, numa fazenda que lhe pertencia no interior de São Paulo.

O único apoio que Sam teve depois disso foi sua mãe, ela era a única que continuava apoiando-a em continuar a escrever, mesmo quando o resto da família evitava falar sobre ela, pensando que ela fora a culpada da morte do pai.

Para evitar ver seus parentes persegui-la, Sam se mudou para o centro de São Paulo, e logo em seguida para um bairro na Zona Norte, encontrou trabalho em um jornal da cidade de Mairiporã, não era um jornal conhecido, limitava-se a poucas páginas distribuídas em faróis, ou informes lançados em lojas da região.
Havia uma quantidade relativa de estagiários no jornal, e lutavam por apenas três vagas concretas, e os ânimos dos jovens havia melhorado, depois que um homem da Folha de São Paulo tinha passado por lá, a procura de novos empregados.

Sam tinha chances de conseguir uma das vagas, e talvez até ir para a Folha, mas para isso tinha que terminar logo o seu artigo, andou a passos largos até a cozinha do sobrado, preparou um café e voltou ao quarto, Sam gostava de escrever para o público jovem, matérias qualquer coisa que estivesse na cabeça dos adolescentes que liam o jornal.

Terminou de escrever, o dia já estava amanhecendo, Samantha releu o seu artigo, falava sobre atrações culturais que aconteceriam recentemente, sabia que não era algo que prenderia a atenção dos jovens, mas era o suficiente para agradar seu chefe, e fazer algo bem melhor depois.

Ela escreveu o seu e-mail no rodapé da página, como era de costume seu, imprimiu a folha, pegou o papel com um cuidado especial, estava esperançosa, já imaginava entrando na redação da Folha, sua palavra nas páginas do jornal mais importante do estado, guardou a folha dentro de um fichário que levava consigo.
Ouviu um barulho atrás de si, se virou e viu sua cadela, Anne, entrando no quarto.

– Oi garota! – Sam se agachou e afagou o animal. – Com fome? Vamos, vou colocar sua ração.

Anne latiu alegre, Samantha foi até a cozinha, pegou a ração de Anne e despejou num pratinho. A cadela comeu eufórica.

– Agora se comporte. – Disse Sam – Mamãe vai trabalhar agora. – Ela pegou o prato e o colocou no quintal dos fundos da casa, Anne a seguiu e voltou a comer, Sam fechou a porta que dava para a cozinha, se arrumou correndo, pegou seu fichário no quarto e saiu de casa.

Ela não demorava a chegar a Mairiporã, morava perto de um terminal intermunicipal de ônibus, pegava sempre o mesmo ônibus, e sempre vazio naquela hora da manhã, o trajeto não demorava mais do que 30 minutos.

Sam descia numa praça no centro de Mairiporã, o prédio onde funcionava o jornal fica a uma quadra dali, mas era cedo para o começo do trabalho, decidiu por tomar seu café da manhã em uma padaria na esquina da rua do jornal, um rapaz tocava violão em um banco da praça. Enquanto tomava seu café, leu mais uma vez o artigo, sorria pra si mesma.

Finalmente, deu o horário de entrada no jornal, Sam pagou o café e se apressou para entrar no prédio, deu “Bom Dia” ao porteiro e pegou o primeiro elevador que estava disponível. Enquanto subia, o brilho de esperança em seus olhos não apagava, de forma nenhuma.

Chegou no andar onde funcionava a redação do jornal, bem humorada, falou com todos que cruzaram por ela, se sentou na sua mesa, alguém comentou:
– Está diferente hoje Sam!

Samantha sorria em resposta, olhou excitada para a sala do seu chefe. “È hoje Sam” Ela Pensou. “É hoje!”.
Sr. Adamastor, o redator-chefe, chamou-a. Sam se levantou com calma, agarrada ao fichário, seus colegas de trabalho lhe sussurravam palavras de apoio, ela se sentia mais confiante do que nunca.

O Sr.Adamastor lhe pediu para que se sentasse, ele foi para a cadeira dele e entrelaçou os dedos.
– Muito bem – Ele disse – O que você tem para mim?

Sam colocou a mão no fichário, e em um instante depois, o brilho de alegria em seus olhos deu lugar a o pálido brilho de lagrimas.

Não estava lá, em lugar nenhum do fichário, Sr.Adamastor pediu-lhe gentilmente que liberasse sua mesa. Sam aceitou sem reclamar, estava chocada, pensava que era tudo um sonho ruim. Mas não era, mal ouviu o que seus colegas lhe falaram, mal ouviu a pergunta do porteiro ao vê-la com os poucos matérias no braço, saindo do prédio, mal percebeu que seu ônibus estava passando, e nem que estava para sair dele. Sam queria chegar logo em casa, e não fazer mais nada, “Como isso aconteceu?” Ela se perguntava, não podia ter perdido aquela folha, não aquela.

Sam passou o dia todo no computador e comendo chocolate. Não sabia o que iria fazer, talvez ligasse para sua mãe e dissesse o que aconteceu, mas não queria que ela soubesse que falhara. Só contou seu problema para Anne, a cadela, era uma boa ouvinte, afinal de contas.

– Isso vai acabar comigo – Falou Sam – Ficar sentada aqui, o dia inteiro, só comendo e comendo.. Vou virar uma mini-baleia em um dia! – Anne levantou a cabeça e balançou a cauda.

Depois de umas horas, ficar no computador já estava se tornando monótono, ia desligar quando uma caixa de mensagem surgiu no canto da tela.

– “Você Recebeu uma nova mensagem..” – Sam tentou ver de quem era, mas a caixa havia desaparecido. – Deve ser propaganda.. – Mas estava curiosa, e como não tinha mais o que fazer, optou por abrir o e-mail.

Cara Srta.Novais.

Você não me conhece, claro, mas hoje de manhã, no centro da cidade de Mairiporã, vi a Srta. Estava apenas tocando um pouco do meu violão, não pense que estava seguindo-a. Pois bem, vi quando se levantou, e vi quando uma folha caiu de seu fichário e veio voando até onde eu estava sentado, notei que era um tipo de matéria de jornal, ou algo assim, tentei ir atrás da Srta, a fim de lhe devolver a folha, mas não me deixaram subir no prédio. Então eu li seu e-mail no rodapé da página, e por meio desse estou lhe enviando a folha, como anexo, pode confiar em mim.

Ah sim, gostei de ler a folha, se foi você quem a escreveu, tem minha admiração.

Eduardo Colto.”

Sam abriu o anexo, era mesmo a matéria que tinha feito, olhou-a com desgosto, e fechou a janela dela.
Leu o e-mail daquele desconhecido, lembrava de ter visto alguém tocando na praça, achou bem prudente mandar uma mensagem em resposta.

Caro Sr.Colto.

Agradeço por me enviar o meu artigo, mas sinto que agora não posso mais fazer nada proveitoso com ele. Precisava dele para hoje de manhã, e como o tinha perdido, acabei sendo demitida do jornal onde trabalhava. E nem se preocupe pelo fato de não ter conseguido me alcançar, o Sr. Não teve nada haver com isso.
Obrigada pelo ‘elogio’, digo também que gostei bastante de ouvi-lo tocar.

Ah sim, não precisava ter me chamado de Srta. Novais, Samantha já é mais doq eu o bastante.

Terminou escrevendo uma “risada de internet”, mal tinha clicado no botão de enviar mensagem, quando chega outra, do mesmo homem.

“Nossa, sinto muito por isso, eu devia ter sido um pouquinho mais rápido em lhe devolve-la, mas agora é bem tarde mesmo.

Enfim, pode conseguir emprego em outro jornal né? Vi que escreve muito bem..”.

Sam e o rapaz, Eduardo, continuaram conversando até às 22h, quando ela decidiu se deitar, na cama, ela pensou no que os dois tinham falado, e ficou espantada ao perceber que tinha feito um amigo pela internet.

Os dias passaram, Sam e Ed, como ela o havia apelidado, pareciam que eram amigos há anos, ele já sabia muita coisa dela, e ela sabia coisas dele, como por exemplo; Ele tinha abandonado a escola na 8ª série e começado a viajar pelo estado tocando com uma trupe de amigos desgarrados, depois que um deles se casou, o grupo se desfez, e cada um foi para um lado, ele nunca mais vira nenhum. Andava por todos os cantos da capital e de cidades próximas, como Guarulhos e São Caetano, ele dava dicas de lugares aonde ir, onde evitar, Sam tinha tempo de sobra para passear pela Capital durante os fins de semana, tinha conseguido um emprego em outro jornal, desta vez da capital, que dava suporte para a Folha e o Diário, não era a mesma coisa do que o jornal em Mairiporã, mas era onde ele queria estar.

Claro que ela sabia que confiar nas palavras de um estranho que conhecera na internet era perigoso, mas Ed sempre falava a verdade, ele sempre a orientava sem parecer ter segundas intenções ou alguma maldade.

Às vezes, era ele quem pedia coisas para ela. Sam, depois da morte do pai, tinha feito uma faculdade de Letras, e Ed estava tentando fazer o Ensino Médio agora, com 22 anos, e a aula que ele tinha mais dificuldade era Português.

– Eu leio bem sabe – Ele disse, certa vez – Mas tenho muita dificuldade de interpretar, e tem muitas palavras que não conheço. Os meu colegas de classe me zoam, não é para menos, um adulto com mais de 20 anos não saber ler e escrever direito é um absurdo!

– Mas, quando conversamos – Sam argumentou – Você escreve perfeitamente!

– Ah – Ele disse – Aqui é diferente, sei lá, aqui não tem ninguém para me julgar, aqui me sinto livre..

– Então, tenha esse pensamento na escola também!

Ed riu.

– Nunca pensei nisso – Escreveu – Só mesmo você para me ajudar numa hora dessas..
Samantha ficou corada.

– E seus pais? Sua família? – Ela perguntou.

– Bom.. – A resposta demorou a chegar, como se ele medisse as palavras bem, ou evitasse o assunto. – Eu não tenho muito apoio deles, ninguém aprova meus atos.. Só meu pai poderia fazer isso..

– Então, porque não fala com ele?

– Por que… – Mais uma vez, a resposta custou a chegar – Ele morreu duas semanas atrás..
Sam sentiu pena e ternura ao mesmo tempo.

– Eu sinto muito por isso, eu entendo bem o que acontece com você, minha família também é assim, desde que meu pai morreu.

– Somos mais parecidos do que eu pensava.

Depois de ler essas palavras, Sam se despediu, sentia algo pelo rapaz, algo que nunca sentira na vida…

Dias viraram semanas, e semanas viraram meses, Sam agora estava trabalhando dobrado, desde que outros dois colegas foram demitidos.

– Ah, me desculpe – Foi a primeira coisa que ela disse, ao ver que o rapaz estava on-line – Estou trabalhando muito essa semana, meu tempo está muito dividido.

– Que bom que esta aqui – Ele respondeu – Pensei que tinha me esquecido!

– Não te esqueceria nunca Ed.

Ela respirou fundo antes de escrever essas palavras, sabia que estava indo para um outro patamar de relação.

– É bom ler isso – Foi o que ele disse, Sam ficou indignada, esperava uma resposta mais profunda do que isso. Estava para escrever mais alguma coisa quando o telefone tocou, ao atender, seu coração quase parou. Sua mãe sofrera um enfarto, havia morrido.

Não contara o tempo, devia fazer dias, ou semanas, Sam estava pior do que nunca ficara, pedira licença do trabalho por um tempo, não ligara mais o computador, passava horas a fio, deitada com uma foto da mãe apertada ao peito, a cadela Anne com a cabeça deitava sobre suas pernas, ela não tinha condições de fazer nada, estava vazia por dentro.

Quase esquecera seu amigo virtual, quase, mas sentia algo por ele muito forte, acha estranho sentir isso por uma pessoa que nunca tinha visto na vida. “Mas,” Pensou “Já passou tanto tempo, será que ele ainda falaria comigo?” Ela sabia não haver motivos para isso, mas tinha passado um bom tempo, e a última vez que se falaram, ela escreveu um confuso “Tchau”, o que muitos pensariam que seria um “fora”.

Ela tentou esquecer esse assunto, mas parecia que tudo conspirava para que ela lembrasse dele, filmes, assuntos nos jornais, Sam estava confusa, muito confusa,

– Vou falar com ele Anne – Ela disse, certa manhã, para sua fiel cadela – Vou dizer o que eu sinto por ele, não importa. – Estava corajosa, esperançosa, só que isso o fez lembrar o dia em que fora demitida do jornal, e como tinha ficado triste depois…

A campainha tocou, Sam correu para atender a porta, um homem que ela conhecia de vista estava parado na porta, o mesmo homem da Folha de São Paulo.

– Srta. Novais? – Indagou.

– Sou eu, o que deseja?

– Bom – Ele abriu uma prancheta, tirou algumas folhas – Recebi o telefonema de uma pessoa, e logo em seguida um fax, era uma matéria muito interessante, gostaria de ler? – Ele ofereceu uma das folhas.

Sam as pegou, correu os olhos pela página, seu coração deu um salto.

– Meu artigo.. – Ela sussurrou.

O homem sorriu, ofereceu outras folhas.

– Um contrato, com a Folha de São Paulo, gostamos muito do que escreveu!

Ligou o computador, conectou a internet, lá estava ele.

– Você fez isso! – Ela escreveu

Ele respondeu com uma “Risada de Internet”;

– Verifiquei no lugar onde você trabalhava, vi seu endereço, e mandei-o junto com a sua matéria perdida para um conhecido meu da Folha, acho que fiz o certo né?

Sam só pode rir.

– Se você tem meu endereço, poderia me visitar de vez em quando!

– Para falar a verdade.. – Foi o que ele respondeu, e logo em seguida a campainha voltou a tocar. Sam foi atender.

Um homem, que devia ter na faixa de 20 – 25 anos, segurava um notebook no braço, ele sorriu para Sam.

– Eu não deixaria de aproveitar essa oportunidade! – Sam sorriu, mais do que isso, abraçou Eduardo.

– Obrigada! Isso significa muito pra mim!

– Eu sei que sim, por isso que fiz..

Se entreolharam, não restava dúvida do que viria a seguir.

Fim


Categorias: Contos | Tags: ,

10 Comments»

  • Outro conto huge! Novo escritor no ONE.

    O gênero do conto não me agrada, mas esta bem escrito, os diálogos estão bem montados.

    Keep Writing, Nerd Writer! =)

  • E.U Atmard says:

    Eu não gosto do género, muito touchy feely para mim, mas não há dúvida que está bem escrito, como o Guns disse, os diálogos parecem muito natural, que é algo que eu tenho sempre dificuldade em fazer. Mas bom, é bom também ter este tipo de conto no ONE, mostra que há muita variedade de géneros e certamente atrairá pessoal que gosta de contos românticos!

    Muitos parabéns Felipe, continue a escrever e venha visitar-nos!

  • Vitor Vitali says:

    “Keep Writing, Nerd Writer” haha, muito bom. Por algum motivo que eu juro não saber, essa frase me lembra ressaca.Hehe.

    Mas bem, sobre o conto: Muito bem escrito, simples de ler, história legal, mas no entanto eu achei cansativo em certas partes. Eu iria vir aqui dizer que não gostei, mas depois de um tempo o conto me conquistou e eu comecei a apreciar. Muito bom para quem tentar seguir em frente na leitura.

  • Vitor Vitali says:

    E eu adoro o nome Samantha, isso me atraiu no conto.

  • @Atmard É isso mesmo a diversidade de gênero é muito bem vinda! =)
    E eu recebi seu conto.. só não respondi os e-mails ainda… sorry!

    @Vitor gostou da analogia?! =D

  • Felipe Lopez says:

    Aah, já sabia que esse tipo de história não iria agradar , mandei pro Guns por pura eufôria, foi o único lugar onde os contos publicados tinham um destaque [Ao menos que eu saiba], e como não tinha nada mais cool concluído, acabou sendo essa mesa ^^’

  • Eu amei o conto desde a primeira vez que li. Realmente me surpreendi com o resultado ;D
    De início, não imaginei que você pudesse expressar tão bem os chamados “sentimentos” por meio de palavras. Você sabe o quanto essa história é importante para mim, agradeço muito a dedicatória que você fez *-*. Nunca pare de escrever, talvez esse seja o melhor conselho que eu possa lhe dar (:

  • Um pouco antiquado meu comentário não?! ahsuhaushaushauhsau’
    Não tenho jeito com as palavras =/, foi a melhor maneira que encontrei de me expressar por palavras *-*

  • Ae Felipe, não é bem assim.. ja sabia que esse tipo de história não iria agradar … sempre tem alguém que gosta!! =)

    Não é meu estilo de leitura, mas gosto de ver a maneira que as pessoas escrevem certas ações ou emoções.. é assim que se aprende e se partilha… e se aprende! =)

  • Sempre tem alguém que gosta, eu gostei =)
    Parabéns Felipe, bem vindo ao blog ^^

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