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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Nov
09
2009

Ultima Glória – Parte 2

Escritor: Adilson Pinheiro

ultima-gloria

– Tire as mãos de cima de mim, maldito, acha mesmo que vou fugir? – O capataz esta tremendo mais do que eu… Mesmo estando nesse estado lamentável todos ainda me temem… A escada de madeira, podre, por pouco não se quebra enquanto eu a atravesso em direção a plataforma. Tem muita gente aqui. A praça esta lotada, todos estão me olhando sem entender nada… Será que você esta ai Elioth? Esperando pra pegar minha alma? Dessa vez você conseguiu… Lá estão os outros dois que foram enforcados antes de mim… Pobres coitados. Ao menos um deles eu sei que morreu injustamente, vitima dos jogos de intriga da corte Ardariana.

Eu me lembro bem daquele dia em que desmaiei, parecia que meu corpo estava coberto por formigas que não paravam de correr, morder. Eu via o rosto da princesa a todo instante, o mesmo rosto que me olha agora sem entender o porquê disso tudo. Ela realmente possui a beleza das estrelas, encantadora… Não complique as coisas princesa.

XXX

As sombras na caverna, provocadas pelas fortes chamas das fogueiras, desenhavam as paredes. Eu estava novamente separado da espada que tomará como minha.

– Finalmente acordou… – Grunhiu um dos homens, enquanto mastigava um pedaço de carne seca. Não consegui responder… Só observava. Acho que eram mais de vinte. Todos usando farrapos, do que um dia foram cotas e gibões. Um ou outro carregavam peças de valor, fosse um mero bracelete a peças de uma armadura. Um deles me chamou a atenção, possuía um elmo em forma de dragão que brilhava com a luz das fogueiras… Eu estava atônito, olhando para todos os lados sem parar… Foi quando recebi o primeiro golpe, um soco na nuca…

– Vamos diga alguma coisa, seu verme filho de uma porca vadia!- Eu tombei com o golpe, antes de ouvir o restante dos insultos, e pude sentir o meu corpo novamente. Pela forma que minhas costas ardiam, acho que cheguei ali arrastado por cavalos…

– Quem são vocês?- Tentei tomar fôlego para continuar a falar, mas minha garganta estava muito seca. Estava em frangalhos.

Recebi mais um soco, do mesmo homem. Agora todos estavam deixando, seja lá o que estivessem fazendo para acompanhar a cena…

– Isso é pergunta que se faça?- Ele era grande. E dono de uma voz poderosa, que estremecia a caverna. O único que usava corselete, ao menos um inteiro, o que demonstrava que era com certeza o líder daqueles homens.

– Eu é que pergunto. Entendeu?!- Todos me olhavam… Comiam e bebiam. Havia alguns tesouros espalhados, fruto de alguma pilhagem.

– O que um verme como você estava fazendo caído no meio da estrada?- Eu simplesmente o encarei. E ganhei uma nova cicatriz um pouco acima da sobrancelha.

-Vai maldito que mesmo morrer? Temos muitos cães para alimentar, não vai custar nada tira essa bosta que você chama de vida.

Cães, não tinha visto, nem escutado nenhum. Então, se fosse mesmo verdade isso significava que não estávamos em sua base. Eu não estava muito longe da estrada que seguia. Tentei me levantar, mas as minhas pernas estavam amarradas, tive de ficar de joelhos, apoiado na parede ao meu lado para não cair. Todos riram daquilo.

– Eu sou… –A voz teimava em não sair, e teria sido melhor se não tivesse saído.

– Meu nome é Leiden, general de Vorlat e mentor de suas tropas pessoais.

Todos ali sem qualquer exceção ficaram em silencio ao ouvir as minhas palavras. Podia ouvir o vento frio circulando entre nós. Será que a tormenta continuava?

– Ora, ora… – O grandalhão que me interrogava, tirou a maça pesada da cintura enquanto olhava para seus companheiros com um sorriso cínico nos lábios. A arma era assim como sua cara horrível, mal feita, bordas largas demais, cabo torto… Estava podre com sangue seco e restos de algum massacre… Eu sabia que tinha cometido um grande erro, ao me apresentar daquela forma, mas, o meu orgulho de guerreiro não permitia que me apresenta-se de outra forma. Ainda estava de joelhos. Como um escravo, sujo, e inofensivo, podia ouvir as risadinhas cortando o ar.

– Um verme da realeza! E de alta patente… – Ele passeava a maça pelo meu rosto, sentia cada fez mais que Elioth estava ali em algum lugar louco para pescar a minha alma. Ainda não era minha hora. Virei o rosto empurrando o metal gélido e encarando-o.

– E ainda vai continuar me insultando? – Os homens ali foram ao delírio, enquanto eu sentia o meu peito afundando com o golpe, ele podia ser feio e ter cara de retardado, mas, seu golpe tinha a força de um gigante das cavernas. E com certeza não era um bárbaro qualquer como eu havia imaginado, seu golpe foi preciso, forte… Mas não mortal. Se quisesse teria afundado minhas costelas nas minhas costas. Mas, não o fez.

Seus homens gritavam, riam. Estavam eufóricos…

– Irghot! Irghot! Irghot! – Maldito…

Não demorou muito, quando se deram conta que eu não havia gritado, começaram a olhar para Irghot que apenas observava. Balançou a cabeça em minha direção como uma saudação por ainda esta tentando levantar.

– Deixem-no. Não o mate, agora… Ele pode ser útil. E os cães têm comida suficiente ate amanhã.

Eu não consegui distinguir quem falava, estava muito escuro, eu tive que morder os beiços para não enlouquecer com a dor, não conseguia concentração para nada alem disso. Não estava vivo nem morto. Conseguia ouvir uma infinidade vozes, todas misturadas. Martelando meus ouvidos, como um anão a lapidar suas grandiosas obras. Não conseguia enxerga nada tudo era um imenso borrão sem sentido. Estava à mercê de Avishinu, a rainha dos condenados.

Foi um dos dias mais longos da minha vida, eu não sabia se iria morrer ou viver, aliais, eu não tinha sequer certeza do que queria. Não sabia onde estava, fui jogado em uma sala escura e úmida que fedia a carniça, o cheiro de morte me perseguia… Só conseguia enxerga pequenos feixes de luz que escapavam pelas frestas da porta. Escutei por horas o canto dos homens, a zombaria…

Aquilo era agonizante…

Ate que pouco a pouco o silencio começou a irromper…

7 Comments»

  • “As sombras na caverna, provocadas pelas fortes chamas das fogueiras, desenhavam as paredes. Eu estava novamente separado da espada que tomará como minha.”

    “Foi ai que apareceu um velho homem. Um senhor de barba longa, expressões faciais fortes, ele segurava um saquinho na mão direita. Vi seu braço que segurava o saquinho se aproximar de mim. O saquinho estava aberto. Então o velho falou. – Vem cá! Vem cá! Te da uma balinha… vem cá!”

    =D

  • sola says:

    |0/

    rsrsrs…
    espero que estejam gostano em breve tem mais, assim que a facul permiti q eu respire…

    Sim Guns, estou enviando meus dados…

    Vlw

  • Vinicius Machado says:

    hahahahahahhahahahhaahhaah xD!
    e eu lendo o comentario do guns tri sério! xD

  • @sola estou gostando sim!

    @vinicius =D hehehe…

  • te dá uma balinha… huauhauhuhahua

  • sola says:

    Essa semana manda mais duas partes…

    /

  • Atreus says:

    Muito mais interessante que o primeiro capitulo. Mais rapido,mais dinamico. Os dialogos sao crédulos. Uns errinhos gramaticais bestas. Ao todo, excelente! Continue mesmo meu velho, tou aqui esperando!

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