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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Dec
15
2009

Kzak o senhor dos mortos – Depois da tempestade II

Escritor: Jones Viana Gonçalves

kzak-o-senhor-dos-mortos

Capitulo 2
Depois da tempestade

Foi perto do final daquele dia que os companheiros chegaram aos campos de Reeva. Lá a vegetação ao redor da trilha chegava à altura dos ombros de Degos, o mais alto entre eles. Ali o grupo era esperado, um homem vestido em um pesado manto de cor negra, ele estava sentado em um dos cantos da trilha.

Degos que ia a frente passou pelo homem sem parecer notá-lo já Evinwerr olhava o estranho sem nem mesmo pestanejar. Algo parecia estar estranho naquela situação e o elfo não seria pego de surpresa então quando a carroça passou pelo viajante ele fez com que sua voz fosse ouvida.

– É Hora de voltar. – Foram as palavras ouvidas pelo grupo.

Degos fez em uma manobra repentina com a qual seu cavalo ergueu as patas dianteiras e bateu cascos na frente do homem que sem mostrar qualquer reação continuou.

– Esta estrada não leva vocês de Boolai a lugar nenhum, a não ser a morte então lhes aconselho a voltar.

– E se não seguirmos o seu conselho? – a voz de Miriane parecia um tanto tremula quando ela falou.

– Filha de Taito, sabe para onde esta estrada leva? Eu mesmo irei responder a pergunta, esta estrada leva para a guerra, leva para as terras dominadas pelo deus único e para grupos de caça e infiltração dele. Você sacerdotisa esta preparada para enfrentá-lo, creio eu que não.

– Esta estrada leva aos assassinos de meu mentor e de meu primo, agora saia de nossa frente não podemos perder mais tempo. – o temperamento explosivo do cavaleiro poderia causar problemas era o que pensava Alef enquanto escutava.

– Ah sim, os meus aliados. É a eles que vocês dão caça, meu trabalho aqui é desencorajá-los seja da maneira que eu decidir ser a melhor, e lhes peço que me escutem e voltem por bem.

Alef nada falava. Conhecia os horrores da guerra santa imposta pelo deus único contra todos aqueles os quais não eram seus devotos. Dez dias ao sul até o rio Taeglin e mais três de barco pelo rio atravessando de margem a margem e lá poderia-se chegar às terras dominadas pela divindade perversa. O aventureiro nem mesmo escutou as palavras finais do estranho, tamanha era sua compenetração em seus pensamentos, memórias de um passado para o qual não desejava voltar. Balançou a cabeça e voltou a si vendo por entre a vegetação os olhos de outras pessoas, três pares de olhos conseguiu divisar e se postou do outro lado.

– Não podemos seguir seu conselho estranho, – Mirthand tinha certa confiança na voz. – meu pai foi levado por seus aliados e lhe digo que se não sair da minha frente agora terá de defender-se da minha espada.

– Qual o seu nome garoto? Não, não responda, deixe que eu me apresente, meu nome é Dimitri, – Aquele nome para Alef que cruzara muitas noites no submundo era conhecido, porém lembrava vagamente da razão pela qual Dimitri era conhecido, por sua habilidade? Talvez. – acredite seu pai não foi ferido, pelo menos não gravemente, e será entregue de volta a vocês em breve.

– Para mim já chega desta perda de tempo, vamos garoto, ele não irá nos deter. – com um toque de calcanhares o cavaleiro fez sua montaria andar.

– Eu avisei, só há morte para vocês através desta ação. – o homem girou nos calcanhares e entrou mata adentro, neste momento duas flechas voaram pelo ar, rápido o cavaleiro desviou o suficiente para que o projétil não lhe atingisse nenhum órgão vital, mas assim mesmo ela encontrou seu alvo. Entrou no braço do rapaz que ao senti-la gritou de dor. Alef atento a todo movimento de seus alvos foi mais rápido até mesmo que a flecha disparada, a adaga voou pelo ar indo proteger o jovem Mirthand que nada havia notado, apenas sentiu o vento da flecha desviada a qual passou-lhe ao lado do rosto inofensivamente a adaga perdeu-se na mata. Enquanto isso três homens saiam da vegetação, dois deles traziam arcos enquanto o terceiro tinha em suas mãos uma adaga e um sabre, Miriane saltou da carroça tendo Mirthand ao seu lado.

Degos largou a rédea de seu cavalo e guiando-o com os joelhos segurou firme a lança com o braço que não estava ferido, seu golpe teria de ser preciso, pois os arqueiros preparavam novo ataque. O cavaleiro com um golpe de calcanhar fez o cavalo galopar, rápido feito um raio ele deixou presa à lança no peito do arqueiro enquanto o outro não esperava por Evinwerr e suas flechas, no momento em que o homem tentava fazer um disparo o elfo já o tinha alvejado pelo menos três vezes tão hábeis seriam suas mãos, e tão veloz seu braço.

Miriane Jogou o corpo para o lado ao ver o sabre vindo em sua direção, o golpe seria fatal, mas para a sorte da menina Mirthand estava ao seu lado para aparar o ataque, porém o agressor era ainda mais habilidoso que o garoto e em um furacão de estocadas riscou cinco vezes os braços do guerreiro. Miriane olhava para as feridas abertas, o sangue rubro descia até os punhos que seguravam a pesada espada, mesmo tentando contra atacar com a arma mais leve o oponente sorria ao ver as tentativas do menino, muito lentas. A sacerdotisa em um ato de desespero se atirou contra o homem, sua maça atingiu apenas o ar e passou longe de seu alvo, uma fração de segundo depois ela sentiu a lâmina fria tocar-lhe o rosto de prancha como que em um tapa deixando apenas um vergão fino onde tocou.

– Depois de eu acabar com seu namorado terei o prazer de cuidar de voc……. – ele não pode completar, o ar lhe faltava. Sentiu uma pontada no peito e as forças lhe abandonarem, Mirthand só entendeu o olhar morto de seu oponente ao ver Alef aparecer atrás dele. Uma das adagas de seu companheiro se encontrava presa ao tórax do homem, colocada perfeitamente por entre as costelas.

A batalha havia terminado, com seus inimigos mortos Degos caiu do cavalo, a dor era grande. Mirthand estava bem, mesmo tendo perdido algum sangue ele falava serem apenas alguns arranhões.

– Você precisa de algo mais leve rapaz. – disse Alef enquanto entregava ao jovem o sabre do homem morto.

– É uma arma de família meu amigo, eu tenho de usá-la. – respondeu Mirthand.

– Seja realista, você não tem força para usar uma arma destas. Vamos pegue esta e guarde a outra, será mais efetivo com ela e ganhara força para usar à outra.

– Esta certo, farei isso.

– Mirthand, Alef, eu preciso de ajuda aqui. – Miriane estava ao lado de Evinwerr que tentava levantar Degos.

A sacerdotisa já tinha trabalhado com muitos feridos no templo, com fazendeiros ou crianças que se acidentavam, mas desta vez a coisa era grave. Com calma ela quebrou a haste da flecha e usando de sua pouca força pressionou a ponta da flecha. O cavaleiro gritou por causa da dor ao sentir a lâmina rasgar-lhe o ombro para sair por trás. Alef, Evinwerr e Mirthand tentavam segurar o cavaleiro, mas ele era de longe mais forte que os três e a menina quase não conseguiu.

– Agora tenho de fazer com que o sangramento pare. -dizia ela.

Degos estava pálido, havia perdido bastante sangue, ela colocou a mão sobre a ferida e começou a murmurar algo inaudível para os demais, de repente sua mão se iluminou, Degos contraiu-se novamente e então o alivio estampou-se em seu rosto.

1 Comment»

  • Matt says:

    o jones cara d+ vc tem uma capacidade de escrever que me impressiona muito!!!! voçe deveria se tornar um escriyor profissoional,se ja nao é um.olha isso que vc escreveu ai é um livro certo?voçe deveria penssar em publicar,eu compraria um.

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