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– que publicou 282 textos no ONE.

Oi!

Sou o ONEbot. Se esse texto esta em meu nome, provavelmente ele foi publicado no ONE nos primórdios de sua existência.

O autor real do texto deve aparecer junto ao corpo dele, logo no incio.

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Dec
03
2009

Kzak o senhor dos mortos – Depois da tempestade I

Escritor: Jones Viana Gonçalves

kzak-o-senhor-dos-mortos

Capitulo 2
Depois da tempestade

Oito quilômetros a oeste, neste ponto as forças se encontraram. Os dois meio demônios estavam sentados olhando para Malock, ele tinha general e capitão a sua frente, seres poderosos, mas a sua força de ataque havia se saído bem também não havia com o que se preocupar. Trouxeram o alvo como Malock esperava de seus soldados. O próprio garko foi à tenda onde estava o humano e confirmado que ele veio vivo com pouco mais que alguns arranhões, agora tinha um ar satisfeito e certamente seus superiores também o teriam.

– Sucesso meu general, vosso plano funcionou perfeitamente – Dizia ele enquanto entrava na barraca.

– Como esta o humano, precisamos partir logo. – Black Wings não deu muito papo para Malock.

– Ele está desacordado senhor Black Wings, mas como eu disse está intacto.

– Coloque-o em um dos cavalos com um soldado e inicie os preparativos para nossa partida. Não podemos ficar muito tempo, logo os humanos deverão se recuperar da surpresa e quero estar longe, quero estar já no nosso posto avançado do sul.

– Sim senhor. – Desapontado com o tratamento Malock já ia saindo quando o general falou novamente.

– Bom trabalho sargento, seus soldados provaram merecedores da confiança que neles depositei, assim que completar os preparativos quero que você volte até o covil de nosso povo e entregue ao rei Sharpen Horn os relatórios sobre o ataque.

– Sim senhor – conformado com o elogio ele saiu da tenda, mas logo voltou. – Senhor, quantos homens devo levar comigo.

– Malock não gaste meu tempo com suas dúvidas, leve seu esquadrão com você, não tiveram muitas baixas e são um número pequeno, por isso não farão muita falta.

Agora Malock tinha certeza de que novamente ele era uma peça dispensável nas estratégias do general meio demônio, é claro, contando com ele o grupo seria de oito, isso formava quase um terço do grupo ali presente. Dividir as forças assim faria com que seus homens fossem caçados pelos humanos caso rastreados. Com certeza o grupo maior iria atacar outra cidade enquanto o menor levaria o prisioneiro para o quartel general, uma lógica que qualquer um seguiria, porém Red Wings não sabia que Malock tinha reforços nos ermos, outro bando de seus melhores soldados o aguardava e não seria assim usado tão facilmente. Já traçava seus próprios planos na sua mente.

********

Muitos mortos, muitos feridos. Todos os moradores e viajantes estavam aterrorizados com aquele ataque. Alef em seu quarto examinava os ganhos, parcas peças de prata, não dariam para custear nenhum tipo de viagem. Nem mesmo pagar passagem em uma caravana, até se fosse para andar em mula não daria. Foi até a janela do quarto de pulgas no qual se hospedava e ficou olhando para a rua, alguma coisa talvez fosse feita, de algum modo ainda poderia ganhar com a situação formada pelo ataque.

Não eram poucas as pessoas empregadas em carregar os corpos, tanto dos aldeões, quanto dos inimigos caídos. Dentre os corpos estavam os de três cavaleiros de Narsel, dois deles já haviam sido carregados, mas um ainda jazia no lugar onde caíra. Degos se moveu, seu elmo amassado do lado da fronte direita, o golpe fora pesado e o rapaz ainda estava zonzo, seu primo já se encontrava no centro da praça estirado junto ao corpo de Sir Farric. Uma pequena aglomeração se iniciava naquele ponto, pessoas assustadas buscavam auxilio com o governador da aldeia, este, um velho de barbas ralas e aspecto endurecido olhava para os corpos dos inimigos abatidos e para os corpos de seus amigos e vizinhos. A triste comparação de que haviam mais aldeões abatidos que garkos o deixava triste, nada fora saqueado na cidade, apenas aquele ataque covarde sem nenhuma justificativa. Ramon olhava para seu povo sem saber o que falar, até um pequeno alvoroço se formar vindo de um dos cantos do grupo assustado. Um garoto vestido em armadura de cavaleiro passava por entre os aldeões até chegar à praça, ele olhou seus companheiros caídos e voltou-se novamente para o velho.

– Peço ao senhor que enterre os meus juntos aos seus. – o jovem curvava-se a frente do velho com a cabeça baixa.

– Será uma honra jovem cavaleiro, mas diga-me o que você fará?

– Darei caça aos agressores e vingarei meus companheiros, mesmo que para isso tenha de ir até as terras do deus único.

– Mas sozinho guerreiro, assim conseguirá apenas a sua morte.

– Se for esta a vontade de Karin o senhor da guerra que guia minha espada então que seja. – neste momento outro alvoroço se iniciou no meio do povo e desta vez um garoto conhecido por todos apareceu no meio da praça.

– Ramon, meu pai Ramon, eles o levaram, meu pai foi levado.

– Mirthand acalme-se, vamos rapaz, diga o que aconteceu. – o velho começava a se impacientar.

– Enquanto os guerreiros do carroção atacavam a cidade outro grupo invadiu nossa casa, eles levaram meu pai.

– Guerreiros intrépidos eles devem ser, pois para levarem Kevin a força deste jeito.

– Não meu senhor, eles eram muitos, meu pai não pode com todos eles.

– Mais um motivo. – o jovem cavaleiro olhava para Ramon enquanto pensava nas palavras. – mais um motivo para eu buscar vingança.

– Daremos caça a eles e buscaremos meu pai, mas vamos precisar de mais pessoas.

– Quem lhe disse que você virá comigo garoto. – mesmo que Degos não fosse muito mais velho que Mirthand sua aparência física avantajada lhe dava talvez alguns anos a mais em relação ao menino que tentava seguir viagem junto dele.

– Garoto olha quem me fala, meu pai ensinou a arte do combate cavaleiro, e sou quase tão bom quanto ele.

– Então porque não o auxiliou no combate contra os invasores? Acho que alguém andou mentindo para você. – Degos tentava proteger aquele inexperiente garoto tentando desencorajá-lo, mas Mirthand estava determinado.

– Qual o seu problema cavaleiro, não vê, eu fiquei protegendo minha mãe e minhas irmãs. Quando desci as escadas haviam quatro corpos destas criaturas na sala e mais dois na rua, mas meu pai havia sumido.

– Desculpas, desculpas e desculpas, não cuidarei de nenhum garoto, mas se quiser vir junto, problema seu.

– Esta acertado, mas ainda precisamos de auxilio, apenas nós dois não daremos conta. – Mirthand olhava para o povo ao redor e mesmo para Ramon, mas nada aconteceu, olhou para baixo pensativo e novamente falou. – pagarei cem peças de ouro para todo aquele que me acompanhar. – a proposta era tentadora já que para se conseguir uma peça de ouro uma pessoa deveria trabalhar pelo menos uns dois meses, Degos logo viu que a família do jovem era rica.

– Guarde seu ouro – uma voz feminina veio da multidão – eu com o auxilio de Taito irei com vocês. – o rosto de Miriane já podia ser visto quando ela finalmente terminou de falar.

– Um garoto e uma mulher, estou bem arranjado, mas não farei oposição, só digo que não perderei meu tempo protegendo qualquer um de vocês. – ele bem sabia que isso não era verdade, mas certo de que não precisava deles atrapalhando-lhe em sua missão, seria muito ruim ter de protegê-los, porém já não tinha outro jeito.

– Não se preocupe em protegê-los cavaleiro, cem peças de ouro caem bem em minha bolsa jovem Mirthand. Irei com vocês, pelo dinheiro é claro. – Degos olhou espantado para trás de onde vinha a voz, não havia notado ninguém daquele lado, por isso observou com certo interesse a aproximação de Alef.

– Acho que agora já podemos ir. Devemos arranjar provisões e seguir nosso caminho ou iremos perder a trilha feita por eles. – O jovem cavaleiro começava a transparecer sua impaciência.

– Cavaleiro não se preocupe com o rastro, mas você esta certo, temos de ir. – Alef olhava para Mirthand enquanto falava. – temos muito a fazer.

– Providenciarei cavalos e uma carroça com provisões, é o máximo que posso fazer por vocês.

– E já é o bastante Ramon, meu pai agradeceria se estivesse aqui.
Não demorou muito para a carroça estar pronta e o povo da cidade reunido para ver Alef, Mirthand, Miriane e Degos se distanciarem. Nenhum deles trocou uma só palavra sequer até um assovio faze-los parar, estavam fora da cidade e Degos procurava pela pessoa que havia gerado tal som. Demorou um pouco para ver no alto de uma arvore o elfo, uma imagem inesperada, nunca antes em sua vida tinha ele visto alguma pessoa daquela raça. Elfos não eram comuns e muito menos elfos de olhos vermelhos como Evinwerr.

– Não sabem para onde ir não é? – perguntou o elfo.

– Quem é você? – respondeu Degos com uma nova pergunta.

– Humanos, você não sabe que não é sábio responder a uma pergunta com outra, mas mesmo tendo eu perguntado primeiro irei responder sou Evinwerr da casa de Velshar dos elfos de olhos vermelhos. Agora por favor responda minha pergunta senhor cavaleiro.

– Nós sabemos que eles foram para o sul e para lá iremos.

– Esta errado humano. Eles desceram dois quilômetros seguindo para o sul, mas depois seguiram para o sudoeste por um tempo.

– Elfo, – Alef que vinha deitado na carroça olhando para o céu apenas levantou a cabeça para olhar Evinwerr. – por que se importa? Me diga, não tem nada melhor para fazer, já o vi antes aí sentado, observando esta vila medíocre. Que tal parar de observar e interagir, como você fez hoje mais cedo.

– Você me impressiona humano, não são todos da sua raça que são assim interessados em observar. Você esta certo, fico aqui parado observando os humanos e acho que isso já me entediou.
O jovem Mirthand olhou interessado para o elfo que parecia apenas esperar um convite e o garoto não se faria de rogado de jeito algum.

– Venha conosco então elfo e faça parte desta caçada.

– Será uma honra jovem Mirthand, irei com vocês em busca de aventura.

– Como conseguem se entender no meio de tanta perda de tempo. Eu não compreendo vocês nortistas. – o cavaleiro balançou a cabeça e fez seu cavalo galopar buscando a frente enquanto o elfo descia até a carroça.

– Vamos é hora de dar caça , como diria o jovem cavaleiro, aos tais assassinos. – Alef se divertia em caçoar do jovem Degos.

6 Comments»

  • Vitor Vitali says:

    Ai… Me dá até vertigem ver um texto desse tamanho no computador. Publica isso em um livro que eu compro 8D

  • Ledark says:

    Gostei do texto. Os diálogos ajudam a deixar a leitura mais leve. Se você apenas narrativo concordo que poderia ser cansativo, mas com os dialogos tudo fluiu mais rápido e eu não achei longo em momento algum.
    Parabéns.

  • Jones says:

    Opa valeu pessoal, que bom que estão gostando. Ledark já leu as outras partes???
    Vitor, sabe do melhor, se não me engano ai não esta todo o segundo capitulo!

  • matt says:

    gostei dessa historia jones, bem legal
    eu adoraria ver +

  • Dark says:

    karamba d+,uma historia legal,gostosa de ler, nao cansa a vista,vc jones e o pessoal desse site tem muita criatividade

  • Matt says:

    é verdade dark

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