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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Dec
11
2009

O Caçador – Um Problema dos grandes

Escritor: Jones Viana Gonçalves

o-cacador

Por quantas vezes passara por aqueles portões o gigante do protetorado não lembrava, foram muitas as vezes e destas apenas uma lhe importava e vinha-lhe a lembrança, apenas a primeira vez.

Não conheceu seu verdadeiro povo das tribos barbaras da cadeia de montanhas conhecidas como Uivantes, não, sua mãe teve de fugir as preças ainda grávida da derradeira aniquilação de seu povo imposta por algo que nunca lhe foi conhecido. Caída em meio ao frio e a fome morreu ao parir a criança deixando-a a própria sorte, porém não eram poucos os grupos de aventureiros que tentavam a sorte explorando as cavernas e esconderijos daquele lugar e um destes grupos teve a atenção chamada pelos gritos da mãe ao dar a luz, assim o filhote de gente fora encontrado.

Cresceu e muito o jovem filho adotivo de Elena. Do mesmo jeito que crescerá tornara-se forte e hábil no manejo das armas ensinado não por um pai, mas por sua mãe. A guerreira chamou-o Mikal e em algum ponto de Deheon parou para criar o menino. Dezoito anos depois um menino humano que mais parecia um gigante chegou aos portões de Valkaria buscando como tantos outros o Palácio Imperial e sede do Protetorado. Lugar aonde os mais valorosos aventureiros eram honrados como heróis do povo e fora em busca destas honras que Mikal passou ano após ano cumprindo dezenas de missões, ganhando dezenas de cicatrizes e perdendo centenas de amigos, até ver que honrarias em nada ajudavam contra o pesar de tantas mortes. A vida no Protetorado nunca fora fácil, apenas as mais difíceis missões são designadas para os membros deste grupo e aqueles que a elas sobrevivem não tem a certeza de sobreviver a uma próxima.

Vinte anos passarem-se desde aquela primeira vez, Mikal voltava de uma de suas jornadas naquele dia com Andreas o astuto, Ayala a maga e também sua amada, Aurin o mago de combate, Knolan servo de Khalmyr, Fingol o elfo e Praetor o anão.

– Meus bons amigos mais uma vez estamos em casa. – Mikal tinha a voz serena e calma – Agora nos separamos, sei que todos querem rever os seus.

– É o que queremos, mas também temos que auxilia-lo velho amigo. – Knolan que poderia se dizer mais velho depois de Mikal naquele grupo olhava para a carroça conduzida por Andreas e Praetor onde jaziam os corpos de três jovens companheiros.

– Não Knolan, esse fardo de levar os nossos mortos à Arkhan é meu. Vocês devem rever suas famílias agora.

– Mas. – Tentava protestar o clérigo que foi calado apenas pelo olhar funesto de seu amigo.

Ali todos despediram-se tomando cada um seu rumo, deixando Mikal e Ayala sozinhos na estrada a qual levava para a sede do protetorado. O povo abria caminho para os dois e sem muitas festividades para o mau-humorado graduado voltavam a seus afazeres, o guerreiro por sua preferia assim e todos já sabiam disso.

********

Parado em um canto observando o guerreiro um tamuraniano ria-se por dentro enquanto voltava para as ruas da capital buscando a morada improvisada a qual conseguira na noite anterior. No interior da casa tudo era escuro, Azgher não conseguia entrar por qualquer que fosse a fresta. Cinco corpos jaziam em um dos aposentos, para estes Tzuki não demonstrou interesse, tudo o que queria era chegar ao centro do outro comodo, uma sala iluminada por inúmeras velas.

O Shinob sentou-se a frente de uma caixa de material alienígena para este mundo, com cuidado removeu a tampa do recipiente e lá dentro pode ver uma pasta vermelha mover-se lentamente . Murmurou algo em uma língua desconhecida e a coisa parou seu movimento por alguns instantes até que por fim alongou-se na vertical ficando sobre sua embalagem e então Tzuki sentiu os pensamentos de seu mestre invadirem seu cérebro e absorver as informações de que necessitava deixando apenas suas ordens a serem seguidas.

Todo o processo levou poucos segundos e ao final o tamuraniano selou novamente a caixa.

********

Arkhan estava de pé observando um mapa sobre a mesa em uma das “salas de guerra” da sede do Protetorado, ao seu lado outros dois membros do circulo, estes Selena e Julian pareciam traçar estratégias de reconhecimento no mapa. Faziam apenas alguns minutos que Mikal adentrara o palácio imperial e foi logo chamado para falar com seu comandante deixando Ayala encarregar-se dos corpos de seus companheiros mortos.

– Graduado Mikal é bom vê-lo novamente.

– Comandante Arkhan digo o mesmo.

– Faz tempo meu amigo.

– Cinco meses na estrada comandante, mas a missão foi bem sucedida.

– Conseguiu pegar todos os Sszzaazitas?

– Não sem perder três bons companheiros.

– Sinto em saber Mikal.

– Vejo que não terei descanso.

– Desculpe velho amigo, mas seu grupo é o mais experiente que temos na cidade hoje.

– Melhor assim, prefiro a ação a ficar com trabalhos burocráticos por aqui.

– Eu também prefiro, mas não posso sair daqui agora, existem muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo.

– O que eu e meus homens devemos fazer?

– Não sairão de Deheon desta vez.

– Por favor comandante sem rodeios.

– Venha comigo até o mapa graduado e poderei explicar-lhe melhor.

********

Na manhã seguinte Mikal e seus homens deixaram Valkaria para uma nova aventura.


Categorias: Contos,O Caçador | Tags: ,

7 Comments»

  • a temática Tormenta me agradou, mas o conto, sinceramente, é ruim. Narrativa um pouco disconexa, diálogos pobres e personages “clichê”. Acho que deverias revisá-lo e mandá-lo para um beta, depois reposta-lo. Tem potencial, mas está muito ruim.

  • Jones says:

    Thank You Gabriel, vou tentar melhorar qualquer hora destas!

  • Caramba.. meio agressivo este comentário do Gabriel. Críticas construtivas são uma coisa, mas acho que pegou pesado. Lembrando que isso aqui é feito por escritores amadores, sempre sou a favor de pegar leve e encorajar.

  • Jones says:

    Ei Guns, sem problemas cara, o cara disse o que pensa sobre o conto, isso é o que vale, prefiro assim, e ele não faltou com o respeito.

  • Alinne says:

    Críticas construtivas: erros ortográficos.
    Foi um susto ler pressas escrito com Ç…

  • Hehehehe… 😀

  • Jones says:

    Sorry, ficou muito ruim né, he he he he he! Parece até meus primeiros contos antes de serem revisados huahauhauhauhauhauhauha.

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