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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Dec
07
2009

Uma noite com o Poeta

Escritor: Tomás Kroth

uma-noite-com-o-poeta

A mesa encontrava-se em um abatido silêncio, não mais se escutava os roncos da conversa de bêbados aos arredores, e a tristeza da madrugada começava a assolar a face dos quatro que ali estavam. Hugo brincava lentamente com seu copo de whiskey, como se o peso da presença do demônio ao seu lado lhe custasse mais que a própria alma para ser segurado.

Juarez continuava quieto, como estivera desde o início daquele encontro, o rosto inexpressivo, sereno, as marcas mais profundas da idade vasta que possuía. Ninguém naquela mesa sabia o quanto ele havia sofrido, e nem se algum dia ele lhes contaria, mas o fato é que a presença do mesmo era incomoda, como se uma aura de poder intransponível saltasse por entre as narinas largas do espanhol.

Os outros dois, estavam quietos tal quais os outros, o alemão encarava sorrindo o jovem almofadinhas, e sorria ao vê-lo se desesperar com tal ato. Pensava em todas as formas possíveis de dor que poderia lhe causar, e isso o enchia de prazer. Ainda neste clima que fora interrompido por Augustus. O poeta havia pigarreado, como sempre fazia antes de expor sua bela voz aos demais.

– Declamaria um poema agora sem qualquer problema – disse Guto, ainda que tal frase soasse sem nexo e sem qualquer fundamento – Mas julgo que estamos por demais atarefados em nosso silêncio mórbido e desgastante. Então para que entendam a essência de minha arte, vou-lhes contar a história de sua criação, a história de uma pequena paixão que tive. – Dito isso, se pôs a falar, como sempre, de forma estonteantemente bela e culta, enaltecendo cada detalhe de sua breve narrativa, como sempre, em uma estranha e infundada terceira pessoa.

O som abafado de música eletrônica e de pés colidindo contra o chão acordava lentamente o degenerado, que parecia imerso no sono mais profundo até minutos antes. Sentia o ar gélido da noite entrando por entre as frestas da sua bela porta em mogno, um exemplar que importara da Inglaterra.

Ergueu-se lentamente, mantendo os olhos ainda fechados, como que saboreando o despertar, gozando de cada momento em que recordava dos sonhos recém devaneados, e dos muitos sonhos que teria a realizar àquela noite. Sim, cada hora que passava naquela boate o enaltecia, o tornava mais confiante de si, e desta forma, o levava a realizar suas maiores insanidades, perdendo-se em cenas voluptuosas e pecaminosas.

Fazia arte atrás de arte a cada sopro, a cada suspiro de suas musas, a cada último suspiro de suas mórbidas modelos, inertes perante a figura imponente do poeta que as subjugava e trancafiava entre as emoções de servir ao bem amado. Ah! Pensou ele, que belo era o amor, o amor fajuto que aquela figura demoníaca e edênica, simultaneamente, instigava em cada ser vivente, como o veneno de uma serpente, que uma vez inoculado, não poderia ser combatido até que a cobra decidisse matar a presa definitivamente.

Trajou-se da melhor forma possível, uma camisa social branca, com golas em rufos, e extenso babado, lembrando muito uma camiseta de fraques antigos, originários dos primeiros burgueses franceses, visual que pretendia adquirir por aquela noite. Seguiu vestindo uma calça vincada, da tonalidade grafite muito escuro, que só poderia distinguir-se de preto à luz abundante. Nos pés um sapato social, bico fino, lustroso, e aparentemente de verniz, devido a seu aspecto rijo. Trajou o fraque por cima de tudo, um belo modelo da mesma cor da calça. Desta feita, julgou-se quase pronto, e dirigiu-se para o espelho próximo.

E que espelho! Uma formosura espanhola, o ouro mais puro extraído da América, com pequenos enlaces em fio de prata, grande suficiente para lhe englobar o corpo todo. O vidro era cristal puro e trazia em suas bordas desenhos esculpidos em baixo relevo, que ao chocar-se com a luz ambiente, causavam uma estranha sensação de furta-cor.

Optou por colocar um lenço, como costume da época, no lugar da gravata. Não tinha certeza se saberia tecer o nó ainda, mas por via de qualquer indagação, preferiu tentar. Atou firmemente o lenço roxo ao pescoço, com uma maestria que ele próprio desconhecia possuir, e se olhou uma vez mais na peça espanhola. Sorriu para sua imagem bela e enigmática, os cabelos negros atados em um rabo-de-cavalo pouco extenso. Da barba recentemente escanhoada restava apenas o tradicional cavanhaque. Os olhos, e que olhos! Azuis, assemelhavam-se a bolitas lilases, tamanha a tonalidade daquelas duas esferas impressivas, os olhos mais belos da França, como já muito haviam lhe dito seus amigos e conterrâneos.

Abriu a porta do quarto, galgando os poucos passos até a escadaria que levava dos dormitórios, para o grande salão que compreendia a boate. Pôs a cartola na cabeça, e apoiou-se vez que outra na bengala de madeira, com a ponta em prata, com o simbólico desenho de uma flor. A Flor Toreadora, o símbolo dos belos, dos incríveis detentores da beleza e do culto a esta, os magnatas das artes, que ele obviamente, tinha o prazer de preencher as fileiras.

Entrou teatralmente no bar do local, girando a bengala entre os dedos finos, o que lhe gerou uma dúzia de olhares curiosos, e outros tantos cheios de malícia. A maioria já o conhecia, sabia de sua verdadeira identidade, e o amava, sim eles o amavam, e amavam sua capacidade de fazê-los sentir prazer, de seus calorosos beijos em seus lábios e demais partes do corpo, sempre quentes, sempre macios, sempre cheios de amor e de tesão. Cumprimentou um ou outro com um leve aceno de cabeça e sentou-se no bar, diante de sua barwoman preferida. Começou a falar sobre o movimento, enquanto ordenava um Martine em uma pequena taça, com aquelas azeitonas démodé que ele tanto odiava, mas que para o ambiente convinham.

A arte de seduzir era muito mais que aparência, era técnica, e desta, ele estava cheio. Cada vez mais descobria as informações pertinentes ao tipo de rebanho que ali habitava, e cada vez mais os amava. Eram todos dóceis chapados, pelo uso excessivo de alucinógenos, e sedentos por experiências novas e instigantes.
Foi logo acompanhado por uma jovem de aspecto atraente, provavelmente uma dissidente do movimento punk da década passada, ao julgar por sua aparência pseudo-rebelde e nostálgica. Os cabelos descolorados bagunçados, com uma acentuada franja encobrindo a face direita do rosto pálido e de lábios grandes e carnudos, decorados por um pequeno piercing em forma de argola no canto inferior esquerdo. As roupas eram fabulosas, e de uma aleatoriedade incrível, ainda que muito bem encaixadas. Uma calça preta, colada ao corpo, exibindo as cochas torneadas e vastas, e uma camiseta listrada horizontalmente de preto e branco, que lhe exibia um quantidade ínfima de seios, porém que se encaixavam perfeitamente naquele corpo esbelto e provocativo.

Augustus virou-se para a recém chegada. Não iria falar. Para aqueles cordeiros alucinados palavras seriam desperdício. Eles gostavam de ação, e pode perceber que muito em breve já estaria retornando ao seu quarto. Envolveu-a com uma das mãos, segurando firmes os cabelos da nuca, em uma pegada dominadora e impositiva, o poeta daria as ordens a partir de agora, e ela seria apenas uma presa acuada, estipulando como ponto limítrofe para as suas ações a vontade do abençoado.

Beijou-lhe os lábios carnudos, sentindo o gosto forte de álcool, que se misturava com o sabor doce de uma pastilha de menta, provavelmente recém ingerida. Não sentiu prazer algum naquele ato profanatório e herege. Corromper o corpo dado pelo sagrado. Sentiu-se um monstro, e ao mesmo tempo sorriu, ao perceber que de fato era um. Ele se tratava de uma aberração da natureza, fruto da vontade do próprio Todo Poderoso. Afinal não fora ele que em sua ira, cedera a Caim a chance de criar a raça noturna? Os senhores das futuras noites, que hoje se espalhavam em tal intensidade pelas terras deste mundo, que em muitos lugares as presas se tornam raras, e o “canibalismo” vampírico se torna uma lei irrefutável e assustadora?

Aquele mundo era um cobertor de sombras, e Guto sabia aproveitar a réstia de luz que conseguira alcançar, sentia-se confiante sobre a sombra da Sword of Kain, e ali tinha certeza de que jamais sofreria dos males do mundo. Afinal, ele era o mundo ali dentro, e tudo nele convergia para o seu prazer inesgotável. Carregou a garota lentamente para o seu quarto, desferindo mordidas nos lábios dela, mordidas que lhe deixavam os beiços ainda mais rubros e charmosos. A pequena vagabunda não se abstinha de causar a Guto uma pitada do que julgava ser dor, arranhões intermitentes e puxões, clichês, de cabelo. Um estardalhaço sem fim, quando na verdade o que Augustus queria era bem simples, bem mais fácil, e realizaria agora.

Viu a pequena retirar a blusa e exibir os pequenos seios, pontiagudos e sedentos por serem beijados, por provocarem o prazer inestimável naquele corpo tão jovem e esbelto. Ele não a deixaria só com vontades, seria um bom anfitrião, e faria com que aquela garota jamais esquecesse aquela noite, talvez porque ela fosse a última que ela iria experimentar por um longo tempo. Muito mais do que poderia imaginar, isso se o Senhor tivesse piedade de sua alma pecadora e a deixasse retornar aos confins da Terra, para mais uma existência, pois aquela acabava de chegar ao fim.

Sorriu, agora ostentando caninos muito brancos e pontiagudos, dotados de uma beleza quase etérea e provocativa, e não foi com surpresa que ouviu o comentário da já desnuda garota – Então é verdade? – disse ela, em um tom provocativo – Você de fato é um demônio tal qual meus amigos me disseram – e lambendo os lábios obscenamente disse ainda – Me disseram que é capaz de causar mais prazer que qualquer coisa, veremos se é verdade. – Guto sorriu, e deitou-se sobre a moça, beijando-a ternamente. Se ela queria prazer, então o daria.

Percorreu com os lábios toda a extensão do corpo dela, lambendo e beijando cada parte daquele corpo infantil. Parou perto da região genital da garota, lambendo-lhe o clitóris, insinuando o início de um fatídico sexo oral. Ora, não era o que era por dar mesuras e por provocar sensações medíocres a seus eternos súditos, aquela mulher iria provar da mais intensa sensação de prazer e iria ser tomada pelos calafrios do orgasmo, junto aos que acompanham a inesperada morte. Mordeu os lábios de sua vagina, sentindo o sangue jorrar em sua boca, o beijo mais ávido de um imortal estava sendo desferido, e a vítima gemia em um orgasmo insano, era impressionante como tal ato gerasse um prazer tão intenso em quem estava fadado a morrer.

Sorriu, sugando sangue e os mais diversos líquidos expelidos pelo orgasmo fulminante da moça, sentiu as pernas dela tremerem, e a respiração tornar-se cada vez mais esparsa. Não, tais efeitos não eram decorrentes do orgasmo, mas sim pela vida que aos poucos deixava aquele belo corpo. Esperou que ela morresse antes de desgrudar os lábios de sua vagina, limpando-os obscenamente – Agora sentiu o prazer minha cara, é minha vez de desfrutar dos prazeres mais puros.

Retirou o pouco de roupa que ainda tinha e debruçou-se sobre o corpo morto da jovem. Fez sexo em todos os meios possíveis, satisfazendo seus desejos mais internos. Ainda que não tivesse vida, ainda sentia necessidade de tais atos. Gozava vez por vez, aproveitando o máximo o momento de sua eterna noiva, a beleza, que não necessariamente, precisava estar viva. Ela era muito mais bela quando imóvel. A morbidez lhe provocava a ânsia de escrever, e o instigava a beleza. Ainda nu recorreu de um lápis e um pedaço de papel, e começou a escrever.

Assim que terminou, olhou para a sua amada, ainda na posição que a deixara, e como poderia estar diferente? Declamou o poema, a sua recente obra, esculpida apenas para o mármore daquela pele branca e perene, que em breve seria entregue aos maldizeres dos vermes:

Se tiver de me perder na profundeza dos teus olhos,
Que também morra serpenteado por teus braços,
Quero em beijos, cada verso de meu epitáfio
E em suspiros de saudade, que nosso amor se perpetue

Tomou fôlego ao fim da primeira estrofe, e seguiu para a segunda:

E se tiver de viver ladeado por teus sonhos,
Quero encontrar em cada passo o teu rosto,
Ao fim de cada traço, o sabor ameno de teu lábio,
Ao fim de cada estrofe, a liberdade de te amar.

Olhou para o defunto a sua frente, como que esperasse um sorriso de sua parte, como não vira nada, assim prosseguiu:

Gozar da vida que me espera junto ao teu colo,
Apaziguando minhas lamúrias em teu semblante
Curtindo em silêncio cada gesto de teus dedos,
Ouvindo com amor, o som profano de tua boca.

E rumando para o desfecho ímpar de sua obra, saudou os ouvidos de sua amada com mais quatro e belos versos:

Viver ainda preso ao teu seio fátuo e morno,
Lamentando não o ter por casa desde cedo,
Sorrindo morno a cada passo que daremos,
Uivando triste, quando por fim acabaremos.

Terminou o poema com um sorriso morno nos lábios, olhou para o corpo da amada desfalecida, e assimilou a verdade dolorida. Ela morrera em seus braços, e não a teria mais, e com esse abatimento injustificado ele se deitou, agarrado ao corpo do defunto e ainda nu, dormiu, tendo os mais magníficos sonhos com sua amada.

Não se sabia por quais motivos, mas o espanhol ria como se acabasse de ouvir a melhor das histórias de sua vida. Não poderia ser mais gritante a diferença de tal expressão para a dos demais componentes do grupo. Kirl apenas sorria, imaginando com pureza aquela cena única, e imaginou-se no lugar do poeta. Não a teria matado, ele a teria tornado bela, e depois a teria torturado, e então a conduziria para a horripilante feiúra. Aquilo sim seria um agradável jogo.

Já o jovem britânico parecia pasmo, sua recente chegada àquele circo de horrores ainda o impedia de assimilar certos atos, certas condutas, e a cada história que ouvia daqueles três homens a sua frente, mais queria sair dali. Não possuía muito que contar, e tudo que contara até agora, fora levado com desprezo, talvez exceto pelo poeta francês, que lhe parecia a mais agradável companhia, dentre todos os ali presentes.

O circo continuava, as idéias se degladiavam entre si, e a sinfonia dos horrores se perpetuava pelo ouvido dos bêbados próximos. Guto olhou esperançoso aos demais colegas, de quem seria a próxima história?


Categorias: Contos | Tags: ,

20 Comments»

  • Gostei bastante da história, uma narrativa bem rebuscada, mas gostei “do poeta” um personagem legal.

    Não tem um episódio dos Simpsons que tem um pessoal assim sentados em uma mesa, bebendo e falando suas histórias =)

    Primeiro conto do Tomás aqui no ONE, seja bem vindo! 🙂

  • Tomás Kroth says:

    Muito obrigado Guns, value pela chance. Espero que gostem do Conto. Quanto ao capítulo do Simpsons, sei lá, mas a idéia veio mais de Noite na Taverna, só que voltada ao vampirismo e não a sandices adolescentes psicóticas.

    Espero publicar em breve o Baile das Ilusões, meu outro conto desta mesa aturbulada. Este possui parte I e II, e provável III

  • Nossa! Que estréia! Gostei muito. Parabéns, Mr. Kroth!

  • Vitor Vitali says:

    Geez, isso sim é um conto. Adorei e quero mais. Quando haverá outro?

  • Tomás Kroth says:

    Em breve, estou terminando de escrever “O Beijo da Cortesã” e vou enviar ao Guns. Ai cabe a ele determinar quando vai publicar outro.

    Obrigado por lerem, espero que divulguem meu trabalho, está aqui para ser lido e comentado xD

  • omg
    gostei muito

    ISSO sim é um vampiro de verdade. Esse seu conto é a definição do Toreador.

  • Muito bom o conto, muito bom o poema tambem. Escreve formidavelmente bem =)

  • Jones says:

    Me lembrou as narrativas de vampiro a mascara, tipo alguns dos livros de clãs.

  • Ótimo conto, um dos melhores que já li até agora ^^

  • Estranho pensar… se uma mulher tentasse fazer igual a esses papeis que matam e depois transam com o cadaver acho que nao daria muito certo… porem… depois que morre, tudo fica dura né… talvez até daria…

  • Tomás Kroth says:

    Quebra a coluna do cara antes de matar…Última ereção é bem longa xD

  • Gostei do ponto de vista da Laize… hehehe. Se o portagonista, fosse A protagonista, ficaria estranho hehehe.. interessante. Vale uma história 😀

  • Tomás Kroth says:

    Enviei “O Beijo da Cortesã” para o Guns publicar, agora é só esperar para ler a próxima história desta insana mesa de conversas.

  • Luiz Gustavo says:

    De fato, é um ótimo conto. A introdução do Toreador ali me deixou maravilhado. Sim, sou um grande fã de Vampiro: A Máscara e do Mundo das Trevas. No entanto, devo dizer que a cena de sexo foi, no mínimo, nauseante. E, além disto, a escrita está muito polida, o que não torna o conto nem pior, nem melhor, apenas mostra como o autor escreve bem, hehehe. O único problema que achei foi o fato da introdução e encerramento estarem unidos com a história contada pelo poeta.. Poderia haver algum tipo de divisória, mas, de todo modo, o conto está incrivelmente bem escrito. Estarei aguardando pelo próximo 😀

  • Tomás Kroth says:

    Obrigado Luiz, grato pelos elogios e críticas.

  • Lord Jessé says:

    Isso sim é um vampiro de verdade!!!

    Enfim meu tipo de vapiro. Os classicos sugadores de sangue, que vivem a noite. E o melhor de tudo… Um Toreador. Hedonista, degenerado, e poeta, um amante da arte.

    Parabéns! Muito bom mesmo. Devo dizer excepcional.

    • HIOTO says:

      Por favor, não citem você-sabe-o-quê aqui. Lá no conto do Guns nem dá pra ler ou comentar mais (buga a página). Ainda não li esse, mas se tiver a qualidade do outro do Thomás, com certeza vai valera pena.
      .
      Venho ler e comentar oficialmente em breve. Desde já, parabéns pela iniciativa Thomás!

  • Thainá Gomes says:

    Estréia?A ficou mesmo bom e eu adorei a poesia foi vc q escreveu?Ficou linda foi o q eu masi gostei, a estória ficou muito boa e os detalhes-eu gosto de detalhes-ficaram muito bons e o ambiente muito bem feito.

  • Gostei muito! considere digno do meu blog!

  • Muito bom! Achei, no entanto, detalhista demais. Não sei se chega a ser um defeito, mas é algo que me incomodou um pouco. Mas você escreve muito bem! Já tentou enviar seus contos pra White Wolf?

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