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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Jan
22
2010

Kzak o senhor dos mortos – Fogo e Cruz I

Escritor: Jones Viana Gonçalves

kzak-o-senhor-dos-mortos

Capitulo 3
Fogo e Cruz

A gruta de Navel, uma caverna que atravessava as montanhas de Navel. Muito conhecida por ter sido construída pelos anões há muito, muito tempo, naqueles anos serviu como rota comercial entre as cidades do sul e do norte das montanhas, mas isso foi antes das guerras de Menegroth. Os anões já haviam sido expulsos daqueles túneis por gorgos e durante a guerra os corpos sem vida, mas reanimados pelo rei necromante tinham tomado aquela via. Depois da guerra os exércitos elficos e humanos tentaram limpar a passagem, porém não conseguiram, as forças de mortos-vivos eram muito numerosas. Hoje as grutas estavam iluminadas e nem os seres que as habitavam pareciam dispostos a conhecer seus visitantes e por isso se escondiam em suas tocas.

Kevin tinha o sangue a manchar-lhe o rosto, o sangue seco do combate de três dias atrás. Não o deixaram se limpar, todos os três dias se passaram sem repouso. Desde o ataque a vila e do acampamento próximo à cidade esta era a primeira parada, todos descansavam, mas ele já havia ouvido alguns dizerem que o general iria aproveitar a parada para então iniciar o interrogatório e o velho guerreiro deveria concentrar-se para resistir a sua próxima provação.

Não muito demorou e Black Wings o General dos garkos chegou à sala onde seu prisioneiro estava. O pequeno grupo havia organizado o lugar antes mesmo do ataque, provisões e guerreiros ali os esperavam. A gruta apresentava-se quase que totalmente como uma escavação anã, a arquitetura impecável não deixava dúvidas quanto a isso, porém aqui e ali existiam algumas salas naturais, as quais não teriam sido tocadas pelas ferramentas do povo pequeno, esta era uma delas. O prisioneiro estava acorrentado a uma pilastra, fora jogado em um dos cantos do aposento, mas pouco antes do interrogatório seus soldados o prepararam. Tendo suas mãos presas as correntes suspensas no alto da pilastra, o velho ficara de pé já a mais de quarenta minutos sem poder baixar os braços.

– Como esta se sentindo Kevin de Boolai? – A voz grave do general ecoou pela câmara enquanto fazia a pergunta na linguagem comum.

– Cansado é o que posso dizer. – as cãibras já afligiam seus braços e a expressão cansada o denunciava.

– Bom, isso é bom, mostra que a hospitalidade de meus soldados ainda é a mesma. – um rude sorriso se esboçava no rosto cinzento do general. – Mas saiba que seu desconforto é algo que pode ser aliviado guerreiro.

– Pare de enrolar Garko e chegue logo aonde quer chegar.

– Hum, esta apressado humano, comete alguns erros com isso. Sabes bem que não sou um Garko, não sou um ser tão inferior. Eu Black Wings sou filho de um lorde demônio, metade humano e metade demônio não apenas um descendente como eles, posso sim dizer que um dia meus descendentes serão como eles, mas não eu.

– Para mim todos são iguais, todos vocês tem o sangue demoníaco, agora pare de enrolar.

– Cansado humano? Ainda não é a hora de parar, vamos diga-me mais sobre o que você acha de meu povo e de seus descendentes.

– Que tipo de tortura é essa general, por acaso é algum tipo de piada?

– Não velho, não é uma piada e nem uma tortura. Quero apenas conversar, já sabe para onde vamos e sabe o que procuramos, sua vida e saúde para mim agora são inestimáveis posso assim dizer e além disso não preciso de torturas para descobrir o que eu desejar saber. Meus feiticeiros deveram se encarregar de extrair tudo o que precisarmos quando estivermos próximos da floresta Etilia, incluindo a localização do templo onde esta escondida a mascara de Kzak.

Kevin nada disse, apenas olhou para baixo, haviam muitos anos desde que ele e seus aliados entraram nas florestas Etilias e encontraram o templo onde fora escondida a máscara de Kzak o demônio que há muito possuíra o corpo de Irdan. Apenas ele e seu amigo mago Dambran voltaram do interior do templo, voltar aquele lugar não era o que Kevin gostaria de fazer.

********

Alef ainda pensava nas palavras do estranho que os abordara dois dias antes. O Deus único, terras de onde ainda jovem ele teria vindo, há muito tempo. Esteve fora por muito tempo e não tinha percebido a proximidade de Boolai com as terras do sul, seu passado voltava a tona, um passado de atrocidades em um reino motivado pela guerra entre os senhores feudais o que trazia muito lucro para a mais famosa guilda de assassinos do reino, os Lordes das Sombras. Habilidosos e mortais, mas então surgiu o Deus único, aquele que destruía a todos que se opunham a ele ou que não o louvassem. Não demorou muito para que a morte do sumo sacerdote fosse encomendada pelos senhores e Alef fora enviado, seu sucesso destruiu sua guilda, pois com a morte daquele cujas palavras eram proferidas pelo próprio deus trouxe a ira da divindade contra os assassinos e assim sendo ele os esmagou.

O Deus único enviou seus exércitos contra seus inimigos. Apenas Alef sobreviveu e fugiu, deixando para trás a visão de seus irmãos, todos pendurados, crucificados vivos e depois de algumas horas de tormento queimados. Sorte daqueles que morreram em combate ou durante a crucificação, pois estes não sofreram as dores da fogueira.

Fogo e cruz era tudo o que um prisioneiro dos exércitos do Deus único poderia esperar caso não se convertesse de coração ao culto.

Alef sentado próximo a fogueira fazia o turno de vigia, estava imerso em seus pensamentos. O dia veio e ele acordou aos outros, Evinwerr, que acordara de seu estado de contemplação ao qual seu povo dizia ser o mesmo que dormir achou estranho o jeito como Alef estava transtornado, mesmo sem muito conhecê-lo diria não ser este o jeito do humano. Mirthand nem ao menos notara, estava mais preocupado como Degos em encher o estômago do que em reparar nas coisas ao seu redor. O desjejum foi breve e eles logo se puseram na trilha dos seus inimigos, pois segundo o elfo eles já estavam abrindo grande vantagem sobre eles e isso era algo preocupante para todos.

5 Comments»

  • Vitor Vitali says:

    Quando acabar vou ler tudo. Lembro que gostei do primeiro.

  • faltam muitas partes ainda.
    Mas tudo deve ser resolvido em breve 😉

  • Jones says:

    Mais um capitulo retalhado pelo Guns, huahuahuahuahauhauha eu disse que seriam capitulos enormes he he he he!

  • Pandion says:

    E ai ‘The Gunslinger’, podes publicar meu conto? 😛

  • Shado Mador says:

    A serie de Kzak é otima estou seguindo desde as historias anteriores , as que deram origem a estas , se não me engano a serie de Irdan não e?Muito boa historia parece aqueles rpg’s’ gigantescamente elaborados e uma história rica.

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