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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Jan
18
2010

Rex Virtualis – Rightful Heir

Escritor: Gerson Machado de Avillez

rex-virtualis

MIT, O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (Massachusetts Institute of Technology) em Cambridge é uma das maiores instituições de tecnologia do mundo responsável por formar grandes nomes e mentes nos mais diversos ramos. Ela se divide principalmente pelas Sloan School of Management, Lincoln Laboratory, Computer Science and Artificial Intelligence Laboratory, Media Lab e Whitehead Institute.

Mas o foco sem dúvidas nos últimos tempos era a Computer Science and Artificial Intelligence Laboratory no qual ao se caminhar por seus frios mas inspiradores corredores chegamos a uma sala guardada por dois soltados militares ligados a DIA – Defense Inteligence Agency. Era curioso observar este fato, pois mesmo que aquele lugar já desenvolvera algumas das principais tecnologias da informática, a DIA envolvida indicava algo maior.

Ao mostrar as credenciais que permitiam acesso aquele nível de segurança denominado “6”, os soldados abriam caminho, e a porta. O nome do homem que entrara era Yates Winston, um professor da MIT e cientista renomado no estudo da AI e mecânica aplicada. Yates apesar de ser baixo era troncudo e tinha uma aparência de enfezado que acabava intimidando a muitos daquela sala. Não por menos era um dos que lideravam as pesquisas de muito achados no derradeiro fim da casa de Watchman no Alasca. Mas o principal, somente ele tinha a chave e acesso a misteriosa pedra encontrada lá no incidente do Alasca.

Porém, naquele dia era diferente, ele estava de forma contagiosa e estranhamente empolgada com uma descoberta que provavelmente ligada a um artefato descrito num dos livros da biblioteca de Watcham. Era o artefato encontrado em “Les Carrières de Paris”. Yates então chamou nervosamente por John Roberts, e ele se levantou receoso como quem dissesse o que houve?

John Robert, era outra pessoa do encontrado no silo, agora estava tratado e muito animado, emplumado num bom terno mesmo que ainda ficasse evidente aquele seu mesmo jeito desajeitado de quando fora encontrado por Julia Fill e os agora amigos Shimomura Abner Nakamoto e Tucson que seguiu outro rumo após o incidente no Alasca, afinal mais do que nunca se tornou avesso a tecnologia depois deste incidente. Junto a ele observava um homem que lá também trabalhava, seu nome era Lory Ferguson e era um especialista em sistemas que trabalhava junto a equipe colaborando com a descodificação dos itens encontrados na casa do Alasca. Porém, ele tinha algo mais, algo suspeito, o que poucos sabiam é que Lory Ferguson era um Black hat seguidor de Watchman e estava ali para roubar o que havia de mais valioso a cabeça misteriosa e a pedra.

No fim do expediente muito interessado também no achado em Paris, no entanto, estava se focando no alvo principal de sua missão e havia esperado muito tempo por aquele momento. Num movimento traiçoeiro rumou até a sala que guardava a cabeça e a pedra e fora roubar. Nervoso por temer algum imprevisto percebeu que a chave para a pedra, no entanto, era restrita a identificação de Yates e assim apenas levou a cabeça num recipiente. Lory Ferguson sabia o que fazia e deixou tudo de modo que culpasse Angelus Bishop, um dos responsáveis pela segurança daquele lugar junto a Nakamoto. Não por menos Ferguson estava de saída da empresa sob o pretexto de uma doença e não estaria ali para poder questionar e ser questionado. Ferguson era um seguidor fanático de Watchman do qual este acredita que ele era mais que um craker, mas um mago que fazia e faz milagres virtuais. Porém na saída este encontra Nakamoto que ao perceber o que estava fazendo simplesmente o mata, mas não sem depois deixar algumas falsas pistas que culpassem Ângelus, com Nakamoto ainda agonizando e ao tentar pegar o telefone, no entanto, sua força se esvaire antes que pudesse algo dizer no telefone.

No dia seguinte, após verem a pista dando conta do roubo chegam diretamente a Angelus e para ele ligam, pois inclusive estava atrasado naquele dia. Angelus que era um Phreaker white hat, mas jamais imaginava que sua vida iria virar de cabeça para baixo, e ao saber do caso imediatamente ligou John Roberts para contar o que aconteceu. Mesmo na presença dos investigadores no local, John Roberts indicou entrar em contato com um colega hacker dele chamado Jonathan Haydan Strong, um gray hat que iria mais tarde encontra-lo na casa deste.

Angelus não gostava da idéia, mas após contactar Jonathan foi até a casa dele mesmo que já estivesse sendo procurado, por uma equipe liderada por Yates Winston. Na casa, nos porões dela para ser mais exato chegaram eles a conclusão de que o computador do MIT estava invadido no sistema provavelmente por Lory Ferguson, pois este conseguiu reconhecer alguns estilos de códigos deixados por ele num backup trazido por John Roberts. Imediatamente chegaram eles a conclusão de que o único modo de buscar provar este fato seria entrar no sistema, mas tendo investigadores, inclusive virtuais 24 horas no sistema. Eles teriam de invadir de um local seguro e teriam pouco tempo até serem localizados.

Claro, que nenhum deles gostavam da idéia, e logo Roberts disse que ficaria fora mesmo que desse apoio a Angelus provar sua inocência a não ser o próprio Jonathan que parecia se vislumbrar nessa aventura do qual imediatamente tratou de separar equipamentos portáteis adequados para irem até um local do qual seria de imensa dificuldade a localização, depois da saída de Roberts. As antenas da cidade que se encontrava, no alto de uma montanha.

HDCC – Hospital de Doenças Causadas Pelo Computador

Já era noite quando surge do estacionamento ninguém menos que Lory Ferguson. Acompanhado de outros dois homens com um olhar de pura maldade rumam em direção a portaria e lá dizem que querem ver Álvaro Watchman no setor de Doenças Virtuais. Vendo que o local estava vazio, a não ser com a atendente e um enfermeiro que passou rapidamente pelo final do corredor, o capanga tomou uma posição que geral preocupação nela que ao negar obviamente estar fora do horário de visitação, ela de repente sentiu uma estranha tonteira até simplesmente cair desmaiada. Ferguson abriu um leve sorriso sarcástico e olhou para o capanga que ao levantar a mão cuja esquerda estava tatuado um “7” segurava um pequeno aparelho de PEM que interferia na mesma freqüência de ondas cerebrais.

Mesmo que não fosse comprovada sua segurança, alguns acreditavam que poderia causar câncer e até alucinações levando a pessoa a loucura, na realidade era causa de algumas pessoas estarem ali naquele local internadas, era um protótipo em testes, mas eles tinham um exemplar misteriosamente.

Ao entrar no quarto, sabiam eles que após o incidente no Alasca, Watcham havia sido desligado da rede e seu estado de coma persistente não permitia qualquer resposta. Então eles se sentaram em volta de Watcman e Fergunson diz com a maior frieza que veio para “liberta-lo” de seu corpo demonstrando algum tipo de fanatismo religioso que se prontificou ao estenderem suas mãos fazendo um estranho coro, enquanto Ferguson liga o pequeno aparelho que seu capanga tinha em mãos e coloca-o no máximo acionando ele sobre a cabeça de Watchman fazendo-o se remexer até simplesmente suas ondas cerebrais cessarem por completo. Desligando o aparelho para que não soasse o alarme, rapidamente estes usam alguns equipamentos para extraírem mostras de seu tecido e saem discreta e rapidamente quando a atendente ainda se encontrava no chão desacordada.

Chega-se a um estranho lugar onde apesar de repleto de tecnologias parecia denotar um tom estressante e sufocante, que ao se sentar numa pequena bancada como num laboratório Ferguson retira suas amostras e coloca num recipiente, e virando-se ao lado seu fiel capanga o trás o reservatório onde está a cabeça roubada, e calmamente Ferguson retira uma amostra desta colocando-as num microscópio quando pode-se notar ao lado claramente uma pasta aberta onde mencionasse o seu objetivo: criar um clone híbrido com células de Watchman e do estranho cujo a cabeça é perseguida.

e a ciência se multiplicará…
Daniel 12.4


Categorias: Contos,Rex Virtualis | Tags:

3 Comments»

  • Danilo Luiz says:

    I don’t get it!

    Escreves bem, no entanto não saquei.

    Gostei da criatividade para nomes.

  • Gerson Avillez says:

    Leia o texto desde o primeiro capítulo, fica mais fácil de entender!

  • Rainier Morilla says:

    Gostei deste capitulo, entretanto achei-o muito complexo.

    Como já trabalhei com Web Design, telefonia (Asterisk) e atualmente com Banco de Dados, eu conheço um pouco dos termos utilizados como White, Black e Gray Hat, phreaker, cracker.
    Há outras siglas que alguns não conhecem como: AI, PEM.

    Quem não é ligado na area de Tecnologia fica perdidão. Você restringe muito o público.
    Poucos entenderão e continuarão a acompanhar a história.

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