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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Feb
08
2010

Conquistando os prazeres que a vida oferece

Escritora: Laize Kasmirski

conquistando-os-prazeres-que-a-vida-oferece

Não recomendado para menores de 18 anos

Precisava de mais uma tragada para aliviar a mente, mais uma dose para espairecer meus pensamentos e mais uma picada para que me sentisse mais anestesiada. Ah, que sensação boa, pegar o cigarro com os dois dedos, colocá-lo entres os lábios e logo após de acesso, dar uma inspirada profunda. A bebida faz com que o gosto do cigarro desapareça um pouco da boca, gosto da sensação que a tragada gera, não do cheiro e nem do gosto.

Existe coisa melhor? Somos feitos para viver em busca do prazer, estou sempre buscando o meu particularmente. Em seguida, vou para o banheiro discretamente, pego a seringa já pronta dentro da bolsa e vou penetrando na pele de meu braço. Outra sensação maravilhosa, a agulha faz estremecer o corpo, o conteúdo relaxa a alma.

Saio do banheiro, me sentindo a dona do mundo, ninguém pode interferir meu caminho. Observo ao redor a procura de quem ira saciar o meu outro prazer… Encontro um rapaz bonito, alto, cabelos castanhos claros e olhos verdes. Esse mesmo! Ando em direção a ele, o qual estava apenas com a companhia da cerveja, e pergunto se poderia me sentar ao seu lado. Percebo em seguida que o moço ficou encantando com minha beleza e em seguida encarou os meus peitos. Na hora tive vontade de dar um tapaço, mas tive que aguentar, senão eu estragaria tudo. Ok, vamos iniciar o jogo.

Ele se aproximou de mim rapidamente e sussurrou alguma coisa no meu ouvido (alguma coisa quer dizer que não entendi nada), fiz uma carinha de sexy e dei um sorrisinho maroto, fazendo de conta que havia entendido. Esse foi um dos caras mais estúpidos que já peguei, tudo bem, depois consegui fazer render a noite.

Depois de muito tempo de amolação e papinhos chatos (o indivíduo era um idiota, era de dar nojo). Mas ta, continuei agüentando e quando deu uma brecha ele me lascou um beijo. Ah que horror, será que nem beijar ele sabe? Ok, não perdi o meu foco, precisava continuar… Então, depois de um tempo nesse lenga lenga, resolvi pedir se ele gostaria de ir para algum lugar mais reservado. Lógico que ele aceitou na hora, homens não pensam com a cabeça, eles pensam com o pênis.

Saímos discretamente e seguimos caminhando até ficarmos no meio de um matagal, ele me empurrou contra a árvore e já começou a tirar a cinta. Naquele momento, eu senti um medo me corroendo os ossos, até parecia que era eu a vítima. Não, isso não podia acontecer. Olhei para ele e disse mansamente: “Ow querido, não iremos ter as preliminares?” Vi uma careta sendo feita em sua face, aquilo já fez meu sangue ferver e eu disse novamente num tom mais suave ainda: “Por favor… você quer que seja bom para ambos, não quer?” Ele pareceu se contorcer por dentro, mas aceitou. Puxei minha bolsa e dentro tirei um frasquinho com líquido transparente. Caminhei lentamente e parei diante seu rosto. Puxei sua camisa para fora e abri os botões, ele estava ficando descontrolado. Quando tirei a camisa, comecei a contornar seu corpo com as minhas mãos. Ele se deitou junto as folhas caídas e nitidamente visível, a única parte de seu corpo em pé era seu “membro”. Abri sua calça, peguei o frasco novamente na mão e tirei a cueca. Ao ver aquele frasco na minha mão, perguntou: “O que é isso?” Instantaneamente eu disse: “Ah, isso é um super lubrificante, vai adorar”. Ele fez aquela cara de bobo e levantou a cabeça um pouco mais para ver melhor. Abri o frasco e despejei sobre o pênis. Aquele momento foi inesquecível, ele deu um grito ensurdecedor e agarrou meu braço esquerdo. Com a mão direita livre, peguei o canivete que havia em meu bolso e cortei os dedos que me seguravam. Ele retirou a mão rapidamente e começou a me insultar. Tentou me atacar, eu revidei no mesmo instante e acabei furando seu coração, cortando sua garganta, arranhando seu rosto e por fim, finquei o canivete em seu estomago.

Mais um prazer que tive naquela noite. Outra sensação formidável, fazer um ser inútil se tornar um ser sem vida. Cutuquei seu pênis para ver se o líquido havia funcionado. E funcionou, seu pênis, mesmo depois de morto, permaneceu intacto de pé. Ótimo, fui para a última etapa dos meus prazeres conquistados durante o dia. Sentir prazer depende somente de uma única pessoa, de mim mesma.


Categorias: Contos | Tags: ,

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