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– que publicou 282 textos no ONE.

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Feb
28
2010

Rex Virtualis – Amorem ferens spemque ad orbis claustrum

Escritor: Gerson Machado de Avillez

rex-virtualis

Do alto do monte se podia ver toda a cidade em volta. Cercado por imensas antenas que praticamente perfuravam o céu, cortando nuvens que se aventuravam voar mais baixo o lugar parecia uma cidade deserta no meio destas nuvens como um conto da galinha dos ovos de ouro, e mesmo que plenamente funcional em tecnologia, pois mesmo de fora se podia escutar o ruído das máquinas e do ar-condicionado que operava para mante-las quase como um respiradouro, parecia que seus habitantes os abandonaram. Ao chegarem lá Jonathan imediatamente os levou até um canto cujo havia uma abertura no cercado de uma das antes das inúmeras empresas que lá se encontravam que pelo acesso apenas ser possível de carro com tração dificilmente iam vândalos se não alguns aventureiros que acampavam, além do pessoal da manutenção, ele já tinha sido funcionário terceirizado de uma das empresas de lá.

Ao entrar, Jonathan revelou que além do sinal de celular por lá ser melhor que qualquer outro, afinal lá se encontrava as transmissoras, qualquer sinal de todos os cantos passavam inevitavelmente por lá de modo, que seria considerado obvio de mais eles lá estarem. Mas claro que Jonathan tinha outra carta na manga: além dele conhecer um acesso a telefones, ele tinha um equipamento que consegui virtualmente pular para outras linhas que não estavam sendo utilizadas pelo equipamento gerenciador de sinais telefônicos e de rede, se misturando a diversos sinais tornando uma transmissão quase impossível para um cracker do governo os acharem em sua conexão continua ao menos rapidamente, afinal não se tratava de um mero e-mail, mas de uma invasão a um sistema da MIT ligado diretamente a DIA. Isso daria a eles cerca de 40 minutos de conexão após invadido o computador até alguém conseguir concluir que todas as linhas cruzadas convergem naquele local.

Ao ligar o aparelho passando por diversas freqüências eles escutam diversas ligações descodificadas, o que chamou a atenção e preocupação de Angelus, afinal ele sabia que aquilo era crime e era um péssimo exemplo. Mas Jonathan já estava quebrando o sistema sem perder tempo e disse que junto a um grupo de hackers naquele local entre escutar ligações comprometedoras de algumas personalidades especialmente da política conseguiram isolar um trecho do programa que assolava a TerrAlfa. Ele era grande fã de Roberts, que imediatamente após o incidente se pós a disposição dele para usar seus serviços meramente para se sentir parte de algo maior, que realmente fosse uma luta de justa causa.

Toda aquela tecnologia parecia destoar na vegetação e natureza que o cercavam, mas focados na meta eles pensavam em concluir mais rápido o possível aquilo e colhendo as provas de lá sair. Mas imediatamente ao conseguir entrar no sistema, eles encontram um guardião virtual, do qual Angelus lamentava profundamente por não ter ali Nakamoto especialista nestes sistemas, mas antes nem tiveram tempo de sentir o pesar de sua morte. Mas Jonathan era preciso e rapidamente conseguiu derruba-lo e acessando os arquivos perguntou a Angelus qual arquivo buscava ele disse para tentar cruzar os dados fonte de acesso à liberação da cabeça do compartimento com os códigos fonte de Ferguson buscando uma assinatura comum de modus operandi que somente era possível por este método clandestino. Porém ainda assim estes códigos se ligavam ao padrão de Angelus, irritado com a proeza ele mostrou para eles que apesar de parecido era uma simulação de assinatura para liga-lo, mas logo uma pequena falha abria uma janela de esperança ao levar a uma caixa postal física ao Brasil local que apenas John Roberts e Ferguson tinha contatos! Uma vez pegando o endereço, suspeitavam, no entanto, de que fosse uma cilada, mais uma pista deliberada deixada por ele para tentar de algum modo agora incriminar Roberts.

Se saber, porém a DIA já havia chegado ao mesmo endereço e sem exitar acionou os órgãos relativos para enviar um pessoal até lá. O local era um Banco localizado próximo a um centro cultural. Porém mal sabia eles de quem era a Caixa postal que funcionava como uma conta, de ninguém menos que Watchman. Angelus sabendo que seria virtualmente impossível sair do pais informou Roberts sobre a descoberta. Mas antes que tivessem uma resposta, um alarme tocou e rapidamente Jonathan fechou o notebook saltando e quase gritando que haviam descoberto eles. Imediatamente entraram no carro, mas percebendo que no mínimo a guarda do local fora acionada, pois subia um carro, eles entraram no meio do mato encobrindo o carro até este passar.

Mal sabia Angelus que a equipe de Yates junto com Roberts havia encontrado a mesma pista, mesmo que sem os claros indícios que ligassem a Ferguson, afinal até onde sabia, ao ser procurado em casa demonstrava claramente estar doente!

Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro

O Imenso salão na entrada do banco chama a atenção. Não por menos ali já foram realizados, assim como são freqüentemente, diversas exposições e mostras relacionadas pinturas, animações e etc. No entanto, o que se vê assustaria qualquer um dos que investigavam o incidente do Alasca, Watchman adentrando o lugar e se dirigindo ao caixa para pedir permissão para acessar sua “postal” no cofre. Rapidamente este ao deixar as digitais e falar a senha entra no local sem maiores problemas, pegando alguns objetos cuja semelhança com o artefato achado nos subterrâneos de Paris eram imensas. Este sai, e como de praxe alguns diriam que aquele lugar só costumava autrora ser hospitaleiro a criminosos, mas conhecido por matar seus heróis.

Na verdade, para variar a policia chegou lá tarde, soaria perfeitamente como um clichê, mas só até lá chegaram graças a eles. Mesmo estando lá, Roberts não tinha muito tempo de visitar os locais onde cresceu lembrava de sua irmã Zemina que havia ido para outro estado enquanto iam atrás de vestígios deixado pela estranha pessoa similar a Wachtman que lá estiveram.

Uma das pessoas que estavam citadas na ficha da conta no Banco era Monique Burnier, uma senhora muito influente entre seitas que havia sobrevivido a um incidente e se exilara no Brasil. Ao irem busca-la encontraram uma mulher que sofria de Transtorno Obsessivo Compulsivo perdida numa série de supertições rituais para “protege-la” das forças ocultas conforme ela dizia, onde até mesmo para entrar em sua casa deveriam cumprir determinados rituais. Ao entrarem e interroga-la contemplaram um lugar repleto de incensos, amuletos, imagens e símbolos esotéricos de proteção. Apesar de demonstrar profundo desconforto pela situação em que se encontrava, o que sugeria não receber visita de pessoas a um longo tempo somente convivendo com gatos ela demonstrou muito educação em responder as perguntas da equipe de Yates falando um inglês fluente com forte sotaque da Inglaterra. Como ela mesmo se referia, era uma mulher de idéias, e como tal ela dizia que nada poderia destruir suas idéias mesmo que isso fugisse do tema tocado por eles sobre a misteriosa visita de Wacthman quando já havia morrido a algumas semanas.

Ela então demonstrou mal estar e se referindo as pessoas que procuravam como uma força estranha que destruiria o mundo e disse que Wacthman era indestrutível e sempre voltaria quando começou a passar mal e de repente sangrou pelo nariz. Ao ver o sangue arregalou os olhos e logo sucedeu que sangue começou a sair também de outros orifícios como ouvidos e olhos. Então ao ser tocada ela os empurrou nervosamente e olhando para as mãos disse: “não é agora, não é isso que diz a quiromancia, não usem meu livro contra mim!”

Quando ela caiu no chão desacordada Yates e Roberts escutaram o ruído de pneus tocando na rua e foram correndo até a janela e viram um furgão que saiu de debaixo da janela.

Yates ao se abaixar até ela para verificar seu pulso, viu que ainda estava viva, mas apenas o suficiente para responder a ele o que teria feito isso com ela: uma poderosa arma sônica direcionada a ela e que planejavam usa-la para provocar um terremoto no Japão, mas somente na hora certa poderiam entrar pela janela. Seja lá o que ela tenha dito com isto, eles sabiam que estava para acontecer algo grande se eles não impedissem.

As armas sônicas são experimentais, em desenvolvimento quase como projeto secreto Russo tem um funcionamento similar as armas micro-ondas como a super-secreta HAARP de controle climático, mas que ao contrario de induzir a concentração da água, as armas sônicas trabalham com alta-frequências sonoras inauditiveis de forma consciente pelo ouvido humano de modo que, no entanto, pode entrar em frequência similar ao do funcionamento cerebral e até mesmo por meio de frequências mais altas provocar hemorragias exatamente como ocorreu com Burnier, simplesmente podendo desmanchar os órgãos internos sem provocar danos aparentes no exteriror.

Na realidade a possibilidade destas armas além de grandes são destrutivas, podem provocar de alucinações pela mudança da frequência do pensar como alterar a chamada Tellurica provocando literalmente terremotos de acordo com a potência e localização de foco da arma.

Ao Irem para um laboratório para analisaremos amostras genéticas deixadas pelo falso Watchman, ainda atordoados pelo ocorrido com Burnier, enquanto esperavam entraram em contato com as autoridades japonesas para deixa-las de sobre aviso e de que estariam enviando uma equipe até lá liderada por John Roberts. Roberts preocupado com o caso de Angelus Bishop, por acreditarem que ele estava envolvido erroneamente, acabou por revelar sobre os detalhes feitos por ele. Agora, mesmo que ainda não se comprovasse sua inocência, sabia-se que seu envolvimento provavelmente era falso. Roberts o queria de volta e em sua equipe para o Japão.

Então entrou na sala um cadeirante pedido perdão pela demora. Um homem elegante, usando óculos e calvo que se apresentou educadamente como Herbie Pool o cientista por de trás do Projeto SDA (Simulacro de DNA Ativo), que era uma versão mais avançada Projeto Memória Genética. Esse Projeto tinha por função estudar as origens e funções não somente da memória genética, mas da questão da ancestraliedade por meio de uma recriação virtual do ser por meio do DNA, como uma espécie de clone virtual. Contando com uma rede dos mais poderosos computadores do mundo processava aqueles dados com uma velocidade inacreditável a fim de abreviar o período de espera, afinal eles definitivamente não tinham todo o tempo do mundo, mas não demorou aparecer um alerta: A Recriação visual física carece de dados.

Pool então disse que era necessário ter dados relativos da criação como tipo de alimentação, atividades comuns e etc, pois estas faziam grande diferença da criação de dados. Então Herbie Pool mostrou um gráfico de simulação pela reprodução de personalidade primária que revelava incríveis semelhanças a recriação do padrão de personalidade psicopática ao de um neandertal ou nefelin. Ficou-se comprovado que os neandertais cruzaram com os humanos e boa parte de seus genes curiosamente demonstram um padrão comum ao da sociopatia ativa identificada também recentemente, talvez pelo fato destes ao terem seu DNA decifrado descobrimos um padrão similar ao da ausência de super-ego, que sua predominância está justamente nas práticas agressivas e instintivas sem pesar, e que por não serem capazes de construir e criar por apresentar um deficit de inteligência criativa necessitam roubar para si elementos, essa padrão revela curiosamente estes mesmas tendências conforme recriadas pelo SDA, que justamente se apóia em elementos pré-determinados previamente por terem essa capacidade criativa limitada.

Porém havia um outro detalhe, mediante a comparação das células originais de Watchman, aquelas apresentavam um outro padrão de cruzamento genético, que colocando no banco de dados deles bateu com as amostras de DNA da cabeça roubada!

Intrigados com o fato estes se perguntaram como teriam conseguido re-criar uma espécie de clone (que ainda naquele tempo acreditava-se ser impossível) pouco tempo depois de terem roubado a “cabeça”.


Categorias: Contos,Rex Virtualis | Tags:

1 Comment»

  • Atreus says:

    Meu velho,

    A primeira frase tem seis linhas.Quis dar uma lidinha rapida no conto mas fiquei estancado.Voltarei com ctz,pq o começo me intrigou.

    Pense em encurtar. Nem que seja o começo. Mais pontos,ou algo assim, para enganchar o leitor!

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