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– que publicou 282 textos no ONE.

Oi!

Sou o ONEbot. Se esse texto esta em meu nome, provavelmente ele foi publicado no ONE nos primórdios de sua existência.

O autor real do texto deve aparecer junto ao corpo dele, logo no incio.

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Feb
22
2010

Zona 13

Escritor: Israel Carvalho

zona-13

Ola! me chamo Jonas Daniel mais conhecido como JD, neste momento estou aqui no meu lugar de direito onde estou a escrever este relato de minha vida.

Vamos começar: A muito tempo no auge de meus 17 anos me encontrava numa faze não muito boa, as coisas andavam meio difíceis para meu lado com notas nada boas na escola e meus pais desempregados, o pagamento do seguro desemprego já não estava funcionando. Ate que de ruim as coisas ficaram muito piores que imaginava, o seguro desemprego havia acabado,a energia estava cortada e a agua estava sendo ameaçada de sofrer o mesmo que a energia: um corte!

Passaram-se 3 meses e as despesas estavam maiores sem chance de diminuir, minha família já estava a beira da ruína, já estávamos sem total opção de melhoras, estava uma miséria.

No momento eu estava fazendo 18 anos minha mãe fez um esforço meu pai deu uma torcidinha e como num passe de magica, eles fizeram uma festa surpresa para mim, eu fiquei totalmente emocionado com a surpresa louco para chorar mais respirei fundo engoli a vontade e me fiz forte na quele momento.

O dia de festa já estava passando rápido era quase 10 horas e eu estava tomando um porre de cerveja que meu pai trouxe para a comemoração pois estava me tornando um homem tinha que comemorar isto.

Já estava quase que dominado pelo álcool sentado nos fundos da minha casa olhando a paisagem noturna, sem pensar no amanha ou no ontem na quela noite por incrível que pareça, eu havia esquecido todos os meus problemas.

Bem longe vindo pela estrada vinha um senhor bem vestido, cabelos grisalhos com seu andar silencioso e ao mesmo tempo misterioso. Ele veio ate a minha direção deu uma olhada de cima a baixo e logo em seguida desviou seu olhar para minha casa.

-Boa noite?-Disse eu.-Procura por alguem?

Ele continuou me encarando em seu profundo silencio permaneceu a observar-me com seu olhar gelado que já estava me causando aflição e um pouco de intimidação, assim que percebi algo de errado fiz minha ultima tentativa de comunicação:-O que você quer?-Gritei.-Você quer me assaltar é isso.

Mais uma vez ele ficou olhando mais com um sorriso que se abria aos poucos bem lentamente, realmente aquilo me fez gelar a barriga, era um sorriso meio mórbido eu não sabia suas intenções, isso me fez querer entrar para minha casa no mesmo momento mas eu permaneci não tinha nada a perder já estava na miséria. Fiquei a esperar ate que ele cruzou suas mãos para trás:-Olá, me chamo André Magnos.-se apresentou ele em fim.

-E o que você quer de mim?-Perguntei aliviado de não ter sido assaltado.(Aliais não tinha nada mesmo.)

-Vejo que sua vida não tem andado nos trilhos, suas despesas estão altas e sua casa nem luz tem!-Disse ele com sua mansa voz e ao mesmo tempo ironizando.

Me levantei com ódio e disse:-Como sabe da minha vida? Meu pai te deve alguma coisa, você é algum tipo de matador?

-Acalme-se jovem. O que sou é realmente um mistério para sua cabeça, não tente entender.-Sorriu mais uma vez.-Neste momento estou aqui para lhe presentear com uma proposta tentadora mais arriscada.

-E que tipo de proposta e essa?-Perguntei.

-É a oportunidade de tirar sua família de um mar de dividas e desespero.-Disse ele com a voz baixa e com um acompanhada de mistério.

-Então diga o que tenho que fazer?-Perguntei na esperança e desconfiado.-Já vou logo avisando não sou criminoso isso, seria um desgosto muito grande para meus pais.

-Fique tranqüilo meu jovem, não vai precisar causar nenhum delito ou algo parecido, isso é apenas uma proposta de confinamento de um dia e uma noite num local muito especial.

-E onde fica esse lugar?-Perguntei com um pouco de nervosismo.

Ele colocou a mão do lado de dentro de seu terno puxou um envelope branco segurou em sua mão esquerda e me Disse:-Esse envelope tem um cheque de 10 milhões de dólares que resolvera todos os seus problemas só basta você tocar nele e dizer que sim e tudo estará feito.-Silenciou-se estendendo seu envelope em minha direção.-Depende de você.-Tentou-me mais uma vez.

Estiquei minha mão segurei no envelope e disse:-Sim eu aceito.-Assim que segurei o envelope o senhor André Magnos largou em minhas mãos, de repente senti uma leve picada em meu dedo que fez soltar uma pequena gota de sangue fazendo uma pequena marca, um pingo vermelho no envelope que foi se espalhando transformando todo o branco do envelope num vermelho intenso, estava vermelho agora, era um pouco impressionante o quanto aquele velho era habilidoso com truques visuais.

-Belo truque Sr. Magnos gostei! -Ironizei pois odiava magica.

Ele mais uma vez sorriu para mim dizendo:-Agora esta feito e até daqui a pouco.

De repente ouvi uma voz a me chamar:-Jonas.-Era minha mãe vindo com um amigo que havia acabado de chegar.-Com quem você esta falando?-Perguntou ela com um olhar debochado.

-Com este senhor aqui.-Enquanto eu falava eu estava me virando e apontando com o envelope na direção de Magnos.

-Você está bêbado? Não tem ninguém atrás de você.

Virei-me rapidamente, olhei e pensei que fosse uma das muitas brincadeiras da minha mãe, logo percebi que era sério.

Não havia ninguém ao meu lado e como? Como aquele senhor que vinha lentamente quase parando correu em frações de segundos a ponto de desaparecer de minhas vistas,no momento aquilo estava começando a me assustar.

-Ei vai ficar parado ai ou vai me apresentar seu amigo imaginário.-Disse Alfredo o amigo da minha mãe abrindo um meio sorriso pois ele não era muito bom em piadas de ultima hora, ainda mais naquela bendita hora mais sinistra que presenciei.-Esse garoto já esta meio bêbado.

-Vamos entrar antes que você pegue uma gripe já esta até serenando.-Disse minha mãe colocando sua mão em meu ombro para entrar com ela.

Sem nenhum tipo de palavra que pudesse sair da minha boca no momento entrei completamente assustado. Mais alguns amigos de meus pais chegaram para incrementar a festa e ajudar com as bebidas, pelo menos para acabar com elas, fiquei por toda festa pensando no ocorrido, se aquilo mesmo havia acontecido, passou pela minha cabeça que tudo aquilo não tinha passado de uma mera alucinação. Mais como pode ter sido uma alucinação se o envelope estava em minhas mãos com meu dedo ainda furado por algo que nem sei que causou o ferimento que me incomodava, achei que fosse loucura minha pensar que o velho era mesmo um ilusionista na verdade era mais loucura ainda pensar que tudo foi fruto da minha imaginação.

Mais não ignorei olhei para o envelope o peguei sem cerimonia e o abri, no momento que dei aquele rasgo para rompe-lo toda a visão de minha casa estava se destorcendo, as paredes estavam se desfazendo o chão estava mudando o estilo de piso para um tipo de calçada as pessoas na festa estavam sumindo aos poucos, minha respiração estava ofegante, meu coração batia muito forte, o que estava acontecendo? Era confuso sera que era a casa que estava se destorcendo ou era minha mente que estava prestes a se desligar como uma TV, Eis a questão daquela confusa viajem de pensamentos que me ocorria no momento.

Fantasmagoricamente Tudo sumiu rápido num piscar de olhos, eu me encontrava num cenário vazio sem minha casa, meus pais, e os convidados da festa, não conseguia gritar ou ate mesmo correr alguma coisa não deixava eu me mexer ou ate mesmos respirar direito estava ficando frio talvez eu estivesse morrendo! Era assim que me diziam quando as pessoas morrem aos poucos. esses são os efeitos.

Agora a minha frente se passava milhões de grãos de areia colorida que se espalhava ao meu redor formando algumas coisas que ainda não conseguia intender mais logo em seguida começou a ganhar formas de homens ou algo parecido, pensei:”Estou morto fui direto para o inferno.” Pois era a única coisa que passava pela minha cabeça, não pude fazer nada a não ser soltar uma lagrima que saiu completamente sofrida, mais logo em seguida na velocidade da luz como uma pancada na cabeça as coisas voltaram ao normal, cai direto no chão pois meu corpo se encontrava em estado de dormência e a única coisa que funcionava era os meus olhos meio embaçados conseguia ver umas pessoas me olhando, tocando em mim pois meus ouvidos não conseguia captar os sons e muito menos as vozes das supostas pessoas.

Até que bem baixo e aumentando lentamente eu podia ouvir as vozes das pessoas e aos poucos meu corpo se livrava da dolorosa paralisia.

-Ei cara levanta ai.-Disse um cara negro meio calvo batendo de leve em meu rosto.-Vamos cara você já esta ai faz uma hora nesse chão.

-Onde estou?-Perguntei.

-Você esta na maior mansão do mundo, mais conhecida como zona 13.-Disse uma garota que aparentava ter a mesma idade que a minha ou ser ate mais nova.

Observando bem enquanto estava deitado, olhei de relance e percebi que tinha 12 pessoas ao meu redor alguns calados, outros aparentavam estar preocupados com algo, mais em minha mente nada passava ainda, eu estava confuso e desnorteado com o acontecimento. Mais lá em frente a entrada saindo do portão central vinha um senhor com vestes de empregado e meio corcunda com um olhar murcho e aparência pálida.

-Vejo que que todos já estão aqui.-Disse ele.-Todos sabem das regras? -Olhou para todos esperando uma resposta, mais ninguém sabia de nada e mantiveram-se calados.-Pois então! Vou ditar para todos vocês ouçam com atenção hum, hum…-Limpou sua garganta.-É dito deis de já com poucas palavras, regra numero um, não poderão abandonar a mansão, numero dois suas vidas e estados mentais não são de nossa responsabilidade e regra numero três e mais importante, nunca! Eu disse, nunca, abram o envelope dentro da casa, só poderão ser abertos depois que saírem da mansão. Boa sorte!-Disse ele abrindo o portão e se retirando.

Assim que o mordomo disse envelope, olhei logo para o meu e percebi que o rasgo que eu havia feito não estava mais ali, o envelope estava lacrado ainda novo em folha.

Todos começaram a entrar na casa e alguns comentavam sobre um suposto tesouro guardado pela Família a seculos, pois ai estava minha chance de não passar uma noite neste lugar bizarro simplesmente só o tesouro para mim estava de bom tamanho, agora o meu intuito era pegar o tesouro e nada alem.

-Qual seu nome?-Perguntou o cara calvo.

-Me chamo JD e vocês dois?

-Meu nome é Luiz mais pode me cham,ar de Calvin.-Disse apertando minha mão

-Eu sou estrela!-Sorriu ela.

-O que realmente tem de especial nesta mansão e como eu vim parar aqui?

-De verdade? Não sei o como você veio parar aqui, assim que chegamos você já estava lá caído e inconsciente não querendo acordar de jeito algum, até que de repente você reagiu e a gora esta ai, de pé em nossa frente.-Explicou Calvin.

”Então eles não presenciaram como vim parar aqui.”-Pensei.

-Agora já o caso da mansão! Eu sei muito pouco, dizem que nesta mansão morava cerca de 13 pessoas que trabalhavam abrigando idosos e moradores de rua, sem contar a parte onde era um orfanato que abrigava cerca de mil crianças carentes e um senatório de malucos que se encontra subterraneamente abaixo desta mansão.

-Ta legal pula esta parte da hospitalidade e vamos ao que interessa.-Disse estrela

-Ok! Vamos lá, aconteceu algo muito sinistro por aqui. Os federais estavam investigando este local secretamente e descobriram que essa família estava fazendo experiências com os doidos do cenatório e este local iria ser fechado, até que um dos 13 resolveu fechar a mansão com um mecanismo de segurança máxima, que nem uma mosca passava, mais eles não contavam com uma coisa. A segurança do senatório dos malucos mais perigosos e o dos menos foram abertas misteriosamente dali ideante foi promovida uma matança em massa, todos que se encontravam ali mataram uns aos outros não restou absolutamente ninguém nenhum dos 13 sobreviveram.

-Isso foi assustador cara.-Disse estrela.

Assim do termino da historia de Calvin, mantive-me calado pois neste momento já estávamos dentro da mansão e o cenário era assustador com quadros antigos e uma lustre gigantesco que balançava sem vento algum, e, estava rangendo com seu barulho de ferrugem que chamou a atenção de todos no recinto.

-E, essas pessoas, algumas estão tremendo e não é de frio?-Perguntou estrela.

-Sim! Esqueci deste detalhe, depois da suposta matança misteriosa tentaram colocar moradores por aqui mais ninguém conseguia morar por aqui mais de um dia teve gente que nunca foi encontrada, meramente dizem que pessoas foram mutiladas por espíritos malignos e as outras que tentaram morar aqui ficaram totalmente perturbadas. Mais isto para mim não passa de uma bobagem vou ganhar este dinheiro no molhe.-Disse ele coçando a cabeça sem muito cabelo .

-Estou ficando cada vez mais interessada nesta casa apesar de nunca ter visto um espirito.-Disse ela exitada com a lenda.-E você acredita em espíritos?-Pergunto para mim.

-Não sei ainda, tem acontecido coisas que não quero comentar que me faz querer duvidar da existência do sobre-natural.

A noite esta cada vez mais obscura la fora com as nuvens negras cobrindo todo o céu em volta da mansão, estava trovejando e a uma ventania forte invadia as janelas e a porta, a cada momento a ventania ficava mais forte de chegar ao ponto de bater a imensa porta da mansão, esse foi o momento em que a maioria das pessoas decidiram arrumar um quarto para passar a noite, eu não quis ficar parado por ali também, subimos eu estrela e Calvin.

Umas quatro pessoas ficaram la embaixo com um radio bem alto conversando e tirando algumas bebidas e cigarros sem ligar para as lendas da mansão. Chegamos e paramos num quarto onde havia quatro camas, aparentava ser um quarto de hospedes nada importante, neste quarto fiquei com a cama do canto perto da janela e estrela e Calvin ficaram com as camas perto da porta, sem querer conversar muito dormiram tranqüilamente.

Fiquei um tempo olhando pela janela e de repente começou a chover, trovejava frequentemente e eu decidi por mim mesmo sair a procura do ouro da família dos 13, levantei e dei uma vasculhada no quarto para ver o que achava e acabei encontrando um lampião. Fui até a porta e no momento em que eu estava prestes a abrir ouço um enorme desesperado grito:-Ah… Socorro.-Este grito acordou estrela e Calvin que caiu da cama direto no chão, todos correram para onde estavam os caras ouvindo radio, ao chegar la não tinha absolutamente ninguém a não ser as garrafas caídas no chão com uma ainda derramando cerveja ao lado de copos quebrados.

-Cade eles? Onde foram?-Gritou alguem.

-Relaxa deve ser uma peça daqueles babacas.-Disse estrela.

Parei para observar e notei um rastro feito por um deles que havia pisado numa das bebidas, o rastro não mostrava marcas de sapatos mais dava a entender que o dono desta marca foi arrastado. O grupo de 9 pessoas mais eu ficaram discutindo o que fazer para inverter essa situação ou até briga, eles acusavam uns aos outros de tentativa de susto para tentar espantar o pessoal. Estrela meio que já fora da discussão olhou para cima e la no lustre ela via uma criança com a face demoníaca mastigando um braço e olhando para ela com a boca cheia de sangue que escorria pelo seu peito.

Estrela soutou um grito agudo e começou a pular feito louca dando um abraço em Calvin apertado.

-O que foi?-Perguntei?

-Não sei mais estou começando a gostar disso.-Disse Calvin com um sorrido.

Ela me olhou tremendo afirmando a gritos que havia um menino em cima do lustre e que estava mastigando um braço, todos olharam para o lustre e encima dela não havia absolutamente nada:-Eu vi, tava bem ali, eu não estou louca.-Insistiu ela.

A discussão continuava, até que Calvin resolveu acalmar os ânimos no local e propôs a todos a fazerem uma procura pela grande mansão dos 13:Vamos nos dividir em dois grupos e procurar, não devem esta muito longe eles podem ate esta querendo pregar uma peça na gente.-Disse ele.

Então os grupos se dividiram, eu, estrela, Calvin e mais dois caras fomos para os fundos a procura dos desaparecidos. Andamos pelos corredores mais horrendos que já vi, entramos numa porta que terminava num dormitório de roupas e camas antigas, com uma observação tudo estava em bom estado nada tinha cheiro de mofo ou algo parecido:”Deve ter sido o mordomo”.-Pensei com meus botões mais logo a minha frente entre as camas passou uma criança correndo:-Ei olhem aquilo, é uma criança.-Falei correndo para um interruptor mais próximo liguei e corri na direção das camas, procurei feito doido em baixo delas abri os armários, mais não havia absolutamente nada, todos estavam olhando para mim chegaram a me perguntar se estava louco mais estrela interviu e me apoiou, depois do ocorrido vi que estrela estava certa do que tinha visto era absolutamente verdade e sinistro pois eu também vi quase o mesmo.

A não encontrarmos mais nada dentro do dormitório “Pasquale” a quinta pessoa que estava com agente foi o primeiro a sair e esperar no corredor:-Vamos logo pessoal isso aqui ta ficando sinistro.-Disse ele chamando todos nós.

Pois não pensamos muito e fomos sair do quarto, mais de repente a porta deu uma pancada se trancando e deixando Pasquim do lado de fora:-Não tem graça seu babaca abre essa porta.-Gritou estrela tentando abrir a porta sem sucesso algum.

-Não fui eu, essa porta bateu sozinha.-Gritou Pasquim tentando abrir a porta a pesadas .

-Abram essa porta logo.

-Estou tentando mais não esta dando.-Gritei tentando abrir, com estrela ao meu lado em estado de panico.

De repente em baixo da porta veio uma luz e Pasquim gritando feito louco:-Abram essa porta, por favor, abram essa porta pelo amor de Deus, ah…-Gritou pela ultima vez Pasquim com a luz sumindo, aos poucos.

-Ajuda ele, ajuda ele..-Gritou estrela dando pancadas na porta com as mãos e em seguida encostando com as costas na porta e descendo de vagar cheia de lagrimas em seus olhos abaixando a cabeça entre seus joelhos:-Não….-Gritou mais uma vez meio sem folego.-Eu quero sair daqui, o que ta acontecendo nesta casa?-Chorou ela de desespero recebendo um abraço de Calvin.

-Calma estrela isso pode ser brincadeira, podem estar tentando nos espantar desta casa com esses truques.-Disse Calvin tentando acalmar a situação e recebendo um empurrão em seguida.

-Cala essa boca, você é cego não vê que tem algo de errado nessa casa, eu vi o menino em cima do lustre como acabamos de presenciar esta porta que se fechou sozinha com os gritos de desespero de Pasquim.-Empurrou ele mais uma vez.-Acorda Calvin, pessoas estão desaparecendo e os próximos podem ser nós.-Finalizou ela sendo interrompida com o som da porta abrindo sozinha. Estrela se vira bem devagar com uma cara pálida de medo e olha para porta e ve a mesma criança e mais algumas comendo as tripas de Pasquim deitado, olhando para ela dizendo com a voz fraca e sofrida:-Socorro.-E perdendo a linguá para uma das crianças que a arrancou com os dentes enquanto outra arrancava seu figado e mastigava olhando para estrela com seus olhos negros e seu rosto deformado em decomposição.

Estrela virou os olhos e caiu desmaiada para traz, mais Calvin chegou a tempo para que ela não batesse com a cabeça no chão. Calvin parou e olhou para porta, arregalou seus olhos e sem nenhuma palavra relaxou seus braços deixando estrela cair no chão:-Não…Gritou ele correndo na direção da porta e a fechando a chave.

-O que foi?-Perguntei?

-Estrela tinha razão.-Disse ele com a mão no peito e se benzendo depois.-O menino do lustre existe de verdade, os espíritos existem e as historias são verdadeiras…-Gritou ele me segurando pelos ombros.-Não vou deixar que façam o mesmo comigo eu desisto deste premio, eu desisto de tudo…

Mesmo eu vendo o que eu vi, as pessoas ao meu redor me afirmando e o medo tomando todo o meu ser, assim mesmo eu só pensava em ganhar o dinheiro do premio e tirar minha Família da lama, isso que me bastava mais minha vida em questão valia muito pois então não me restou outra escolha, a não ser achar o tesouro e dar o fora da casa.

Passamos um tempo dentro do quarto e Calvin afrito tentando acordar estrela que havia sido nocauteada pelo forte susto que levou. Já havia se passado uma hora e os raios cortavam as nuvens do lado de fora até que veio um grande estrondo, e toda a luz da casa se apagou, ficamos em silencio e eu já estava começando a apavorar-me ate que Calvin puxou sua lanterna e apontou para mim, logo peguei o lampião em minha mochila e pedi fosforo para Calvin para acende-lo. Assim que consegui ascender, todo o quarto ficou iluminado, Calvin olhou para o alto e ficou pálido e tremulo:

-Não, não…-Gritou ele mais uma vez e correndo feito louco pela porta e sumindo na escuridão.-Não vão me pegar, não vão me pegar…

Tentei chama-lo mais ele não me escutava estava em estado de surto, fiquei confuso e olhei para o alto e assim que me dei por conta fiquei arrepiado com o que vi, realmente era horrível e atormentador. Varias crianças mortas em forcas acima de minha cabeça, algumas com a linguá para fora e outras com os olhos costurados, com seus globos oculares dentro da boca um pouco para fora. Meio desesperado peguei estrela a coloquei em meu ombro, corri na mesma direção que Calvin, dei uma olhada para traz e vi as mesmas crianças que estavam penduradas vindo bem devagar em minha direção, foi ai que corri mais rápido pelo corredor na direção da porta de entrada da casa, para sair, mais ela bateu fortemente e se trancou, em seguida todas as janelas fecharam ao mesmo tempo, agora eu não tinha mais saída. Já era hora de estrela acordar e ela não acordava dificultando muito mais a minha vida.

-O que!-Disse estrela acordando.-O que houve?

-Isso não e hora para esquecimentos.-Disse eu.–Temos que encontrar o Calvin só ele sabe a historia desta casa e só ele vai poder nos tirar daqui com vida.

-Mais ele só sabe a historia desta casa não como sair dela.-Disse ela se levantando.-Vamos sai daqui.-Tentou abrir a porta.-Esta trancada.

-Existe algum jeito de invertermos isso, deve ser alguma coisa, alguma maldição que ficou nesta casa.-Em quanto eu falava percebi barulhos, alguma coisa arrastando-se, fiquei em silencio e olhei para estrela que mais uma vez estava com seus olhos esbugalhados de medo me encarando. Tive a idéia de pegar meu celular e ligar para a policia, estava totalmente fora de área, estrela tremendo faz o mesmo que eu mais sem sucesso ela taca o seu telefone contra a parede e solta um palavrão. O som de coisas sendo arrastadas passou e minha aflição foi diminuindo aos poucos, mais voltou rapidamente com um berro de sofrimento bem alto que circulou por todos cômodos e logo depois do berro, vindo de uma porta atrás de nós Calvin e mais três pessoas do outro grupo.

-Ei cade o resto de vocês esta faltando dois.-Perguntou estrela.

-Foram mortos…-Berrou um deles.-Por um cara que usava capuz não tinha mãos e segurava três cães deformados com seus rostos meio no esqueleto e olhos vermelhos, tentamos correr mais ficamos encurralados num corredor, Toni e Dudar foram devorados em nossa frente foi terrível.-Chorou ele.-Mais por um milagre de Deus, a porta se abriu e esbarramos com Calvin, que nos troce aqui.

Mais uma vez não tive palavras de conforto no momento, mais percebi que os moveis do local onde estávamos havia desaparecido:-Onde estão todos os moveis?-Perguntei?

-E verdade, Onde estão os moveis?-Disse Calvin olhando para todos os lados junto com os outros que deram uma olhada de relance para cima.-Não, meu Deus.-Gritou e correu ele.

Olhei para o alto e vi todos os moveis levitando junto com cadeiras e mesas incluindo o balcão:-Corram todos.-Gritei correndo na direção de um das portas, de repente os moves começaram a cair feito chuva todos corriam feito loucos e eu quase fui esmagado por um gaveteiro mais estrela puxou-me pela camisa, não digo muito de um dos caras que estavam com Calvin que foi atingido por uma cadeira, o fazendo cair de cara no tapete que se enrolou nele não o deixando se mover.

-Ei pessoal por aqui.-Sinalizou Calvin perto de uma porta meio aberta.

-Não vamos ajuda-lo?-Perguntou um dos caras que tentou ir mais foi segurado por seu amigo pois no teto os moveis estavam girando e formando um grande redemoinho tão forte que quebrou todos os moveis, os deixando em pedaços com muitas farpas, que logo parou em pleno ar e como uma metralhadora perfurou todo o corpo do cara que estava enrolado no tapete.

-Me ajuda…-Deu o seu ultimo grito com seus olhos e garganta sendo perfurados pelos pedaços de moveis afiados feito facas, que vinha passando de seu corpo, e, vindo em nossa direção mais todos já estavam dentro da sala e Calvin foi ultimo a entrar e fechar a porta ouvindo o som das madeiras cravando na porta. Calvin sentou encostado na porta e respirou fundo e olhou para todos nós com aquela cara de que “estamos mortos”.

-Você sabe muito da historia desta casa diga mais, diga alguma coisa que pode ajudar neste momento.-Interroguei.

-Na verdade eu achava isso tudo uma farsa, mais agora que tudo é verdadeiro sobre os espíritos desta casa, tenho uma coisa a confessar. Eu não contei todo a historia para vocês.

-Agora você vai contar?-Disse estrela dando um chute em Calvin.-Nossas vidas em perigo e você não dizendo nada, diga agora.

-Dá para se acalmar? Na verdade eu sou um colecionador e era um ateu ate agora, sempre colecionei coisas de casas mau assombradas gente que já morreu por não acreditar nisto, quando em um leilão pela internet achei um diário que tinha uma historia sinistramente valiosa para mim. Pois li este diário e nele dizia sobre a historia da Zona treze e a família dos treze. Dizia no diário escrito por um dos treze que eles encontraram escritas antigas em um tesouro e nesse tesouro avia um ancião que era o guardião e tratante de pactos, pois o ancião lhes ofereceu um trato, daria tudo que eles quisessem em troca de almas e sangue de inocentes. Os treze concordaram com o pacto, mais uma coisa não podia acontecer.

-O que? Diga?-Perguntou estrela.

-Eles não podiam quebrar a corrente que formaram durante o pacto, caso isso acontecesse eles seriam condenados a sofrerem por cada derramamento de sangue que fizeram e a casa seria condenada a ser o inferno dos espíritos que morreram brutalmente aqui dentro.

-E como se desfaz essa maldição?-Perguntei

-Isso que é o pior., não tem esta pagina no diário.

-Como?-Perguntou estrela com o tom de voz alto.-Estamos mortos e nossas almas vão ficar condenadas nesta casa.

-Calma!-Disse eu com uma idéia.-Algumas coisas estão se encaixando em minha cabeça, se esta casa esta condenada a ser o inferno dos espíritos e eles tem sede da nossa vida e querem derramar o nosso sangue, quer dizer que a corrente não foi quebrada .

-Tá e onde você esta querendo chegar?-Perguntou um dos caras que estava com agente.

-Eu estou querendo dizer que a corrente não foi quebrada, mesmo a Família dos treze não estando viva para manter esta corrente talvez esta casa esteja fazendo este trabalho.

-Como assim?-Perguntou Calvin.

-Estou dizendo que este tesouro e o cérebro disso tudo e a casa é o corpo e os espíritos são seus membros, e um corpo sem cérebro?

-Não funciona.-Disse todos ao mesmo tempo olhando um para cara do outro.

-Cara você é um gênio.-Disse estrela me dando um abraço.-Você acabou de desvendar a nossa salvação.

-Agora como vamos achar este tesouro?-Perguntei.

-Isso não é problema.-Disse Calvin abrindo o diário com um mapa da casa.-Desculpem mais eu vim com intenção de pegar o tesouro e não dividir com ninguém por isso não mostrei o mapa.

Peguei o mapa e olhei nele mostrava o tesouro no subterrâneo numa sala secreta abaixo do cenatório de malucos isso para mim era uma missão quase impossível, ate conseguirmos chegar la já estaríamos todos mortos, teríamos que pensar em algo melhor então sem outra alternativa em grupo resolvemos arriscar nossas vidas e ir atrás da nossa liberdade:-Pessoal vamos tentar sair correndo pela recepção ate o outro lado e nosso único caminho não tem outro.-Disse eu

-Tudo bem cara vamos no três.-Disse Calvin.-Um, dois, três…-Berrou ele abrindo a porta e correndo, o resto de nós logo atrás, mais Calvin foi surpreendido por um ser fantasmagórico de rosto demoníaco que não tinha nada da cintura para baixo, estava decepado só havia seu tronco. O espirito agarrou Calvin pelo pescoço com as duas mãos e passou voando por cima de nós e parando dentro da sala de onde sairmos.-Ah…-Berrou ele meio sufocado.-Me ajuda….

O espirito tacou Calvin para todos os lados o batendo varias vezes contra parede, Calvin se debatia tentando se soltar. Os caras e eu corremos para dentro da sala e tentar ajudar Calvin que estava em pleno ar, cada um pulou e agarrou em uma perna para ver se conseguíamos colocar Calvin no chão mais o ser era muito forte e suspendeu nos três por dois metros de altura, até que nos soutou no chão, fazendo-nos cair um em cima do outro e depois desaparecendo.

-Ei esta tudo bem com vocês?-Perguntou estrela.

-Sim. Só acho que quebrei uma costela.-Torceu ele cuspindo um pouco de sangue.-Vamos sair daqui antes que ele volte.

Todos se levantaram, estávamos prestes a sair quando mais uma vez surgiu o ser maligno mais desta vez vindo em minha direção me agarrando pelo pescoço e jogando-me contra uns moveis e cada vez mais, apertava meu pescoço, com mais força era horrível, eu estava agonizando e se debatendo como uma preza de um animal que morde seu pescoço ate morrer pois já estava perdendo a consciência não tinha mais nada que eu pudesse fazer, mais quando eu já estava aceitando minha morte algo aconteceu, em cima do móvel um saco aberto se virou, e, despejando tudo em cima da aparição. A aparição da um berro rasgado e começa a se desfazer em minha frente ate que desaparecendo, eu meio assustado coloquei a mão em meu pescoço tentando recuperar o folego.

-Cara como você conseguiu acabar com aquele espirito.-Perguntou Calvin

-Não sei muito bem, parece que foi esse saco que despejou em cima dele.

-Isso é sal grosso.-Disse estrela acabando de explementar.

Depois do acontecimento descobrimos um jeito de nos defender e tentar invadir o cérebro da casa arrumamos uma das armas mais simples que já mais imaginaríamos que fosse nos ajudar.

O plano estava feito iriamos pegar o tesouro e sair pelo terraço e o arremessar de la e escaparmos com vida deste inferno em forma de casa. Colhemos o sal para dentro do saco de novo e dividimos entre nós, corremos pela sala na direção da outra porta, em quanto corríamos das paredes saiam vários rostos dando gritos de horror e gemidos de socorro, estrela ficou meio abalada mais a segurei pala mão e a puxei para que não ficasse pelo caminho sozinha.

-O que deu em você?-Perguntei?

-No meio daqueles rostos na parede eu vi o rosto de meu irmão.-Disse ela.-Agora descobri por que ele sumiu esse era o verdadeiro motivo de eu estar aqui, descobrir o que houve com meu irmão agora eu sei que ele é um dos condenados desta casa.-Disse ela enxugando as lagrimas.-Vamos acabar com essa corrente maldita e viver.-Falou ela com expressão de ódio no olhar melancólico.

Começamos a descer as escadas ate chagarmos onde queríamos, no cenatório que era imenso dava ate para se perder mais graças ao mapa isso não aconteceu, seguimos com o meu lampião aceso pois não havia luz no local. No meio daquele breu só dava para ouvir nossos passos ecoando por todos os lados e algumas gotas caindo de algum lugar que eu nem sabia onde era, alguns ratos passavam pelo canto entrando em suas tocas na parede, era incrível ver ratos ainda vivos num lugar como aquele.

Continuamos andando e passando por algumas portas e corredores e não tinha nenhuma presença de aparição ou algo parecido e em fim chegamos, na sala onde tem o caminho para pegamos o tesouro.

-Ei JD.-Chamou Calvin com a mão na costela.

-Diga.-Respondi.

-Isso esta fácil de mais você não acha?

-Tem razão lá em cima esta mais perigoso do que aqui em baixo, aqui embaixo não tem nada a não ser ratos e baratas.

-Mesmo assim fiquei preparados.-Nos precaveu Calvin enchendo a sua mão de sal grosso.

Um dos caras que estava com agente chegou perto do alçapão cuidadosamente e o abriu bem devagar pegou a lanterna e apontou la para dentro:-Achei! Lá esta o baú, vamos descer pegar aquilo e sair daqui logo.

Todos nós descemos juntos um atrás do outro iluminado o caminho pisando no chão inundado com a agua que vinha ate as canelas com alguns ratos passando nadando por perto, estávamos chegando perto do baú e em fim o pegamos. Minha sisma estava cada vez mais forte a respeito de não haver nada que não nos impedisse de levar o baú para fora do seu local, quando sinistramente começou a surgir corpos da agua, estrela deu um pulo e me abraçou agoniada, Calvin começou a ficar nervoso e os outros ficaram meio em choque.

-Cara vamos sair daqui e rápido.-Falou um Calvin.

Todos correram na direção de onde entramos, estrela foi a primeira a sair joguei o baú para ela e ajudei Calvin ferido a subir, logo atrás eu e os outros. Sairmos de dentro daquilo que era um verdadeiro portal de corpos que surgiram misteriosamente, notei algo que não queria ter percebido tao cedo, estava faltando um dos caras eram três e só havia dois.

-Socorro…-Berrou ele de dentro da sala

-Vamos ajudar ele.-Disse eu correndo e olhando dentro daquela sala e presenciando os corpos daquela sala voltarem a vida feito zumbis e agarrarem o cara que eu nem sabia o nome ainda ele gritava a cada mordida que levava, já estavam arrancando seu braço tentei tacar sal nele mais não adiantou muito o sal não os destruía em pouco quantidade mais mesmo assim continuei tentando dispersadamente pois já estava cansado de ver tantas mortes ao meu redor, a tampa se fechou sozinha com uma forte pancada abafando os gritos de dor daquele cara, tentei abrir mais parecia que estava chumbada.

-Me ajudei a abrir, me ajudei.-Falei forçando minhas unhas ate sangrarem, mais sendo puxado por estrela.

-Não adianta mais, não tem mais salvação para ele, vamos embora antes que aconteça o mesmo com nosco.

Corremos na tentativa conturbada de sairmos do cenatório, todas as portas onde ficavam os pacientes com problemas mentas sacudiam a porta base de pancadas, com gritos e braços para fora com diversos tipos de berros e sofrimentos:-Me ajuda, deixa eu sair daqui, por favor não faz isso comigo, ah…-Era assustador, aquilo era o verdadeiro inferno onde eu não merecia estar e nem aquelas pessoas que morreram esta noite por causa do maldito dinheiro, eu já estava pensando bem, que eu não fui mandado ali pelo dinheiro mais fui pelo destino, para cumprir uma missão. O dinheiro não me importava mais, minha cabeça mudou em relação a isso agora eu só pensava mais ainda na minha vida, que eu achava tão ruim que na frente destas horas frias de agonia, minha vida era prospera, saudável e rica do amor de meus pais, agora para mim isso era tudo.

Conseguimos sair do senatório com sucesso e horror, no andar de cima não tinha mais luz e o chão parecia estranho mirei a lanterna e dei um pulo para traz com um belo palavrão. No chão havia varias pessoas que pareciam estarem enterradas com a cabeça para fora com o susto acabei escorregando e caindo no meio da quelas pessoas condenadas pela casa gritando por ajuda, meu psicológico já estava ficando fraco mais me mantive forte e no controle para não surtar ali mesmo, Calvin me levantou no meio daquelas cabeçadas no chão.

Estrela estava paralisada de medo e muito nervosa só conseguia chorar, peguei o baú de suas mãos e joguei para Calvin segurar, peguei-a a coloquei em meu ombro e começamos a subir as escadas , fomos surpreendidos por um piano que descia a toda pela escadas, rapidamente agarrei na parte de fora do corrimão e Calvin fez o mesmo junto com o outro cara.

Continuamos a subir, ouvi um grito horrendo e olhei para o lado e vi o lustre e em cima dele havia um garoto com um braço de outra pessoa nas mãos e com sangue em volta de sua boca o show de terror não acabava por ali, era uma aparição pior que a outra eu já não estava conseguindo mais forças para suportar tais aprovações. Em fim chegamos a mais um corredor onde havia uma saída sem porta ou algum tipo de bloqueio para o terraço

-Vamos.-Gritei

Corremos estávamos quase chegando quando um rosnado bem forte nos fez parar de correr olhamos para trás e vimos o cara de capuz levitando sem suas mãos segurando dois cães deformados de forte vigor, rosnando que chegava a babar com seus olhos em chamas e suas faces em decomposição. Coloquei estrela bem devagar no chão e tremendo de medo me preparei.

-Caso eu não viver, te vejo nos atormentados cômodos desta casa.-Disse Calvin

-Cala essa boca vamos viver, eu posso esta borrado de medo mais eu vou lutar para sair vivo daqui.-Ditei.

Discretamente comecei a espalhar o sal em volta dos meu pés formando um pequeno tapete branco, Calvin viu e fez o mesmo deixando o tapete maior ainda. Abaixei peguei estrela coloquei-a mais uma vez, em meu ombro.

-Corre…-Berrei correndo junto com os outros

O espirito de capuz soutou seus cães que vieram a tona em nossa direção mais no momento em que foram passar por cima do sal começaram a se queimar e se afastaram do sal, nesse contra tempo que os cães tiveram deu tempo de chegarmos no terraço.

-joga agora.-Disse eu para Calvin.-Vai joga.

Calvin meio parado olha para minha cara e diz:-Não vai dar, veja a sua frente. Disse ele apontando para o espirito encapuzado.

Um gelo percorreu pela minha espinha e logo atrás de mim rosnando vinha os cães endemoniados. Estrela me abraçou bem forte, Calvin caiu de joelhos e o outro cara ficou tao afrito que acabou desmaiando indo de cara no chão.

Os lobos ficam a minha frente e um deles se aproximo:-Ha, há, há, há…-Gargalhou o lobo de voz familiar.-A corrente nunca para.-Disse o lobo se transformando em uma pessoa.

-Você? mais não é possível?-Disse eu pois estava surpreso com o que via o cão era o tempo todo aquele velho que apareceu na minha festa de aniversario e me fez aquela proposta, fiquei mais assustado que nunca e faltava muito pouco para mim surtar.-Seu, seu, desgraçado…-

Calvin pegou o baú e tentou arremessar ele para fora da casa mais o cão o atacou e de trás de mim sendo arremessando um moucado de sal grosso em cima do velho e da aparição encapuzado

-Maldita…Gritou o velho.-Isso pode me deter mais não me matar…

– Ha…-Gritou a aparição se debatendo no ar em de um lado para o outro.

-Agora JD e sua chance jogue o baú. Gritou estrela.

Peguei o baú corri para a ponta do terraço e estava prestes a jogar quando o velho mais uma vez falou:

-Não faça isso.-Disse ele com a face de desespero.-A corrente nunca para e você faz parte dela.-Sorriu ele correndo em minha direção.

Eu já estava prestes a jogar o baú do terraços mais a minha frente surge a aparição naquele momento minhas esperanças acabaram, eu estava cercado.

-Ah…-Gritou a parição se contorcendo com fumaça saindo por todo lado pois o sol estava nascendo e isso estava destruindo a criatura que começou a pegar fogo, desfazendo-se em cinzas.

-A corrente nunca para, isso ainda não acabou.

-Acabou! Nós vencemos e você perdeu.-Terminei minha fala arremessando o baú no mar.

-Não…-Deu seu ultimo grito se desfazendo em cinzas junto com o cão que estava atacando Calvin.

Depois de estamos são e salvos ninguém comemorou nada pois havia sido uma experiencia terrível, eu não pensava em mais nada a não ser chegar em casa e ver minha família, cada um tomou seu rumo e eu tomei o meu, depois que sai da mansão dos horrores abri aquele envelope com toda precaução pois lembrei-me do que aconteceu da ultima vez. Dentro do envelope havia um cheque de dez milhões de dólares , pulei de alegria tirei minha Família da lama e agora estou rico e feliz.

Finalizo este relato sentado em frente a lareira em meu 19º aniversario as onze e meia da noite

Fim

Atualmente minutos depois do diário

-Luiza você esta acordada?-Perguntou JD

-Sim .-Respondeu

-Pode me trazer o bolo do meu aniversario que sobrou?

-Como quiser senhor.

JD estava distraído mexendo na lareira em quanto vem a empregada com uma grande bandeja tampada em cima de um carrinho.

-Pode deixar ai não precisa me servir.-disse ele continuando a mexer na fogueira.

-Eu faço questão de servi-lo.-Disse ela levando a bandeja até ele.

-Tudo bem.-Respondeu ele levantando a tampa da bandeja de metal e tendo uma bela surpresa.

Dentro da bandeja estava la a cabeça de seus dois amigos estrela e Calvin transbordando de sangue , JD arregalou os olhos suou frio e olhou para a empregada, mais não era ela que estava ali, sim Magnos o velho sorrindo para ele com com dois cães endemoniados de companhia com seu olhar insano.

-A corrente nunca para.-Disse ele mudando de forma para cão.-E você faz parte dela.-Disse ele com uma voz medonha.

-Não, não…-Gritou JD com o seu berro desesperado ecoando por toda sua casa por quase trinta segundos ate que parou e o único som que se ouvia era dos cães mastigando sua carne no meio da noite.

Fim


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17 Comments»

  • israel carvalho says:

    fala pessoa obrigado por postar meu conto um abraço e bom proveito

  • Felipe Lopez says:

    Ah, não consegui ler toda a história. Muitos erros, as coisas foram acontecendo sem mais nem menos, tem hora que você não sabe quem está falando ou o que está fazendo e há vários clichês (Mansão velha, mordomo corcunda, quartos se trancando, móveis flutuando, etc)
    _
    Gostei de imaginar as crianças demôniacas 😀
    Um dos personagens fala sobre um leilão, isso me fez lembrar de “A Estrada da Noite” de Joe Hill!

  • E.U Atmard says:

    às vezes convém mantê-lo simples. Meia dúzia de palavras bem colocadas, e a história de muitas páginas fica reduzida a uma coisa minúscula…

  • israel carvalho says:

    Desculpe pelos erros pois não tenho como justifica los, é um conto que estava guardado faz tempo.
    Eu só posso prometer que vou melhorar.

  • A história é boa, rápida, mas cheia de clichês. Precisa de uma boa revisão, mas o guri tem talento. Com o tempo e a prática, vem a perfeição. Continue…

  • Olha.. eu gostei da história. Tem uns erros ai, mas a história é boa. Precisa melhorar também a estrutura que o conto é criado… tipo, o ritmo dele.. mas eu gostei. =)

  • Vitor Vitali says:

    Concordo com tudo que foi dito, infelizmente. Mas espero os próximos ^^

  • israel carvalho says:

    Pessoas muito obrigado pelas dicas e criticas construtivas e especialmente pela paciencia de lerem meus contos, podem aguardar vou mandar mais, e como dito no post acima:-Vou melhorar. Um abraço a todos.

  • Atreus says:

    Primeira coisa que eu pensei foi JD e Turk do Scrubs! =D
    Adoro Chocolate e Vanilla Bear!

    Voltando ao assunto.
    Meu velho, tem ideias ai, tem mesmo. Tenho impressao que voce quis colocar tudo que passava pela sua cabeça nesse conto e nao soube organizar isso tudo na hora.

    Primeiro: acho que tu deveria jogar em um corretor automatico.Teu texto tem erros bestas que podem ser corrigidos na hora. Errinhos de desatencao e etc. Acontece com todos nos. Eu por exemplo invento palavras.Tipo para apontar,eu coloco mocionar sem querer.É coisa boba mas destroi a confianca que o leitor coloca no autor.

    Segundo: Edite. É foda,eu sei,cortar coisas do seu proprio texto,mas vai ficar melhor. Tente colocar pontos,encurtar frases. Se vc cortar 10% do texto,ficara muito melhor.Todos os autores falam isso do Stephen King que escreve textos com temas semelhantes ao seu até o Cornwell que nao tem nada a ver.

    Terceiro: Escreva mais. Nao ta otimo,mas escrevendo melhora.

    Entao, boa sorte ai rapa e o importante é sentar e escrever. Nao importa se for bom ou ruim,só escrever.Seja la pros outros,pra vc ou pro seu papagaio! =P

  • Augusto de Santa Cruz says:

    A estória até que é boa. Contudo os erros graves de português, tornam a leitura uma agressão aos olhos. Recomendo que pare de usar o MSN e que não escreva do modo que fala, ou então, procurar falar corretamente. Atente às vírgulas e conjunções!

    Outra coisa, se não tem certeza de como se escreve uma palavra, pegue um dicionário, não escreva uma mesma palavra escrita de duas formas diferentes.

    No mais a estória é interessante!

    • Atreus says:

      Ta ai, eu nao concordo. Acho que se deve escrever como se é mas confortavel! =D

      A discordia que promove as corridas de cavalo! 😉

  • Báthory says:

    Legal. É só ignorar os erros que a leitura flui! cuidado com os erros, eles podem te derrubar!

  • Danilo Luiz says:

    Apesar do final ter faltado coisa e não fazer muito sentido, a estorinha é bacaninha, tem enredo.

    Sugiro todas as sugestões do Atreus. Em especial, a mais fácil e básica de todas: joga no Word e dá uma rodada no corretor gramatical.

    Concordo também com o que Augusto disse, os erros prejudicam imensamente a leitura. Como se não bastasse a extensão do texto, que se escrito de maneira adequada fluiria bem.

    Pelo jeito que escreves deve ser jovem. Cuidado com pronuncia e escrita. Cuidado com as conjunções, MAS e MAIS são coisas muito diferentes. Na dúvida tente trocar por um sinônimo, logo, use o porém, todavia, entretanto, contudo e etc.

    Te desejo melhoras rsrs. Mesmo assim o conto te prende, tem um enredo legal. Só é difícil de engolir que tudo isso se passou durante a noite toda, que a meu ver, não deve ter durado mais de 4h. Rsrsrsrs 🙂

  • israel carvalho says:

    Legal pessoas pensei que ninguém fosse gostar do conto, agradeço muito a todos estou estudando português e lendo muito.
    Parei de usar msn pois isso não da futuro, deixa você com um vicio danado de escrever abreviado estou terminando mais um conto, espero que seja legal e que eu erre menos desta vez.

    Obrigado pelas dicas e pela força um abraço amigos e, até o próximo conto.:D

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