Coletânea paga é tudo lixo? parte 1
“Quando trabalhava em drogaria, a chefona da área vivia dizendo: “qualquer hora teremos advogado de porta de farmácia”, isso porque pequenos erros podem gerar grandes processos no caso de medicamentos, e o responsável por qualquer burrice dentro da farmácia é o… farmacêutico. É um raciocínio simples que se aplica também à literatura: onde há animais moribundos há hienas sorridentes, onde há carniça há urubus disfarçados de homens sábios.
Até pouco tempo, uma ou duas editoras eram odiadas por publicar livros pagos. Elas estão na lista negra de qualquer pessoa antenada que saiba acessar a comunidade certa do Orkut. Nenhum segredo. Mas, a natureza humana não falha e o capitalismo também não, por isso o “uma ou duas” se proliferou. Mesmos alguns escritores que diziam ser um absurdo pagar para publicar começaram a encher os bolsos colocando a idéia em prática.” [via blog do Eric Novello]
Galera, ótimo texto/crítica do Eric ali no blog dele. Falando de escritores e livros ele escreveu algumas boas palavras que acredito serem bem úteis para todos que almejam ser escritores, uma boa pro pessoal aqui no ONE ler. =)
Acessem o site do Eric através do link ali em cima! =)
Posts Relacionados:
6 Comments»
RSS feed for comments on this post.

Quadrinhos na Cia. anuncia Asterios Polyp, Trois Ombres e outros lançamentos
Sandman de Neil Gaiman vai virar série de TV
4º Concurso Literatura para Todos - Ministério da Educação
Loucura Vermelha


Mt bom o texto do Eric. Ja até comentei no blog minha posição sobre isso, que se estende também à Multifoco.
Qual é a sua posição, cara?
Eu já participei de duas antologias da Multifoco.
A posição do Andrey eu não sei. Mas a minha é bem simples. Todos tem de pensar bem antes de publicar algo. Auto-crítica é muito importante.
Claro. Colocar algo no papel para que outros leiam requer isso.
Cara, de minha experiência, foi legal. Para autores iniciantes geralmente o é – até porque o foco dessas antologias não é o lucro (pelo menos não para o autor). Costuma ser uma experiência divertida. Mas, quanto à auto-crítica, concordo com o Guns.
É só isso mesmo. Eu não tenho nada contra coletâneas. Achei o texto do Eric valido, basicamente por dar um toque pro pessoal.
Também achei válido.