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Mar
02
2010

É bom ter alguém

Escritor: Mortalhè

e-bom-ter-alguem

Tenho uma vida tranquila. Quantas pessoas não desejariam ter uma vida tranquila. Não tenho um emprego magnífico, não possuo tudo que quero, não sou tão interessante para ter várias pessoas a minha volta. Sou bem simples por assim dizer. Apenas inteligente. Sou uma pessoa dedicada que gosta de ir atrás de qualquer assunto. Isso sim. Eu sou.

Mas o que tenho pra contar aconteceu… Assim… Comece a imaginar cada cena, se você conseguir.

Onde moro tem um shopping próximo, e isso é uma dádiva para quem deseja só relaxar na praça de alimentação ou qualquer outro lugar com o MP3 ligado, olhando as vitrines, lendo, vendo as novidades ou nem tão novas assim.
Um local que particularmente não freqüentava há tempos era a lan house que existia no final do primeiro piso. O shopping não era lá essas coisas. Era pequeno e nem se comparava aos outros de bairros próximos. O importante era só ter um local com ar condicionado para, como disse, relaxar.

Saí do curso que dou aula e fui para o tal shopping. Final da tarde, pouco depois das cinco e meia, o ambiente já estava cheio. Caminhei como de praxe pelas lojas que me interessavam, não via nada de diferente e seguia meu caminho até a praça de alimentação.

Sentei-me. Não comprei nada, só abri o livro, aumentei o som nos fones e relaxei na leitura. Ficava por ali por longos minutos. Chegavam as horas e se a fome não aparecesse, continuaria ali.

Logo a barriga deu sinal e comer era preciso. Comi um salgado assado típico, com um refrigerante em lata. Sentei no mesmo lugar e me deparei com um casal na mesa da frente. Ele com os braços na mesa, ela deitada nos braços dele. A mão masculina fazendo carinho nos cabelos longos, enquanto a mão feminina acariciava os finos pelos do braço. Aquele quadro romântico me remeteu há meses atrás. Quando meu namoro terminou e senti como é ruim não ter alguém. Uma pessoa para compartilhar alegrias, para ter o ombro para chorar tristezas, para pedir e dar aquela força, para acordar e dar “bom dia”, uma coisa que já deixara de fazer com os próprios parentes, mas com aquela pessoa é tudo mais saudável, mais incrível. Sentir o carinho aconchegante, o presente inesperado, o “feliz aniversário de namoro”, mesmo que tenha sido só de seis meses.

Sempre que vejo algo assim, meu coração palpita intensamente, ele parece querer sair e buscar alguém por conta própria. O vazio consome, a respiração fica densa e vários pensamentos surgem de como tudo foi bom.

Ele a beijou no rosto. Eu queria estar naquele quadro.

Continuar ali só me faria mal. Olhar aqueles dois na situação que eu estava não me deixaria feliz, apenas com uma melancólica inveja.

Levantei-me. Peguei tudo e saí sem olhar para o casal. “Que vocês sejam felizes”, falei baixinho.

Andei sem rumo. Meio sem saber o que querer, com um vazio. Esse foi o momento que a lan house surgiu. Um ambiente escuro e impessoal. Onde pessoas ficam no meio de outras, mas o interesse limita-se ao virtual, principalmente no shopping que não possui uma clientela residente fixa.

Cadastro antigo e pagamente recente. Já estava tudo ok para o acesso. Acomodei minha mochila ao lado e sentei num dos computadores mais distantes. Não tinha ninguém ao meu lado direito, no esquerdo só a parede.

Login posto, senha confirmada e acesso liberado. Fantástica tecnologia. Acessei a Internet, rodei pelos sites que vou com freqüência… Uma movimentação onde fica o servidor chamou minha atenção. Era a mudança de turno. Cumprimentos, “boas tardes”, “até amanhã”, “Traz meu DVD”… Tudo normal na mudança de turno dos funcionários.

Entrei num site de contos que costumo freqüentar. Li o primeiro, o segundo, o terceiro do dia e inesperadamente aquela vontade de relaxar mais, meus olhos se fecharam e um piscar longo fez minha cabeça tombar pra frente.

— Ei, calma aí. Cuidado pra não se machucar — disse uma voz ao meu lado.

Olhei com vergonha. Tinha cochilado na frente do computador. Vi a hora e nem acreditei que o piscar de olhos foi tão longo. O tempo já tinha ido acabado e poucas pessoas ainda estavam no ambiente escurecido.

— Desculpa — falei já pegando minhas coisas.

— Pode ficar. Não vamos fechar agora — falou o rapaz que limpava as mesas desocupadas com um olhar tão sóbrio, tão amigo. Um verdadeiro atendente que deixa a clientela bem em apenas fitar aqueles olhos.

— Tudo bem, tenho que ir mesmo — respondi com sinceridade.

Levantei, coloquei a cadeira pra baixo da bancada. O espaço nesses lugares parece que foi designado por japoneses. É sempre tudo bem apertado.

— Licença — pedi para o atendente.

— Claro.

Ele pegou a cadeira que limpava e colocou mais a frente, ainda num espaço mínimo ele se espremeu na parede e passei entre seu corpo e a bancada. Foi rápido, ele respiro talvez para diminuir a barriga, mas não tinha o que encolher, não existia um grama de gordura ali. Entretanto, nesse ato, senti a respiração dele no meu pescoço. Isso me arrepiou. A mão dele pendendo no ar tocou minha perna mais longamente que o normal para as leis da física.

Passei.

Parei na recepção onde um outro atendente recebia dinheiro de um casal. Esperei um minuto apenas para comprar uma água. O casal estava feliz, a menina com um pirulito na boca, os braços do possível namorado na cintura dela e um sorriso no rosto de ambos.

Respirei fundo e bati com os dedos na bancada nervosamente. A sensação do corpo do rapaz perto do meu corpo ainda não tinha passado. Que estranho. Foi rápido, sim. Talvez sem intenção nenhuma, mas por que eu estava assim então? Ele me deixou passar, passei, aconteceu um contato igual no metrô, numa fila de show apertada… Mas estou assim. Será que…

Sacudi a cabeça. Desesperar-se não faz parte de mim.

Mas a vontade era maior. Não estaria em plena satisfação se não tirasse a prova. Como aconteceu outras vezes, em outros locais, com outras pessoas. Não sossegaria se não tirasse isso a limpo, não era complicado. Tomei coragem e olhei para trás.

Aqueles olhos castanhos escuros encontraram os meus. O sorriso pequeno. Aquela barba jovial por fazer. Uma energia tão boa só naquele olhar. Lindo.

Você já sentiu quando o tempo pára quando você olha para uma pessoa? Muitas vezes você nem conhece. O mundo não importa. Isso aconteceu comigo naquele momento. Ele abriu um pouco mais o sorriso, depois abaixou a cabeça e continuou a limpar. Voltei para o atendente.

— Uma água — saí de lá.

Voltaria no dia seguinte, no mesmo horário. Não estava certo aquilo. Antes de dormir pensei nele. Nossa. Como é estranho. Mas confesso que pensei naquele olhar, vi de novo aquele sorriso. Senti um calor no peito quando imaginei a cena novamente. Por isso estava ali. Queria ter certeza que não foi coisa da minha cabeça.

Quase seis da tarde quando cheguei à lan house. Lotada. Solução: esperar na fila. Faltava pouco para minha vez, era melhor esperar que ter a vez pulada. Caminhei entre os computadores. Observei o que as outras pessoas faziam. Bisbilhotei o jogo de outros usuários enquanto esses estavam concentrados, até a porta abrir e minha atenção ser clamada. Ele entrava pela porta de vidro e não tinha me visto ainda.

Meu peito esquentou, a barriga apertou. Que isso? Ele passou direto para a última bancada ajudar uma senhora que levantou a mão pedindo auxilio. Voltei para a bancada do servidor e fiquei olhando. Aquele olhar de atenção, a fala suave, os movimentos seguros, mas não brutos e sim ágeis. Ele recebeu um “obrigado” da senhora e sorriu em devolução. O computador da bancada oposta havia vagado, era minha vez.

Sentei à frente do micro e digitei o login e senha, mas dessa vez não acessou. Digitei outra vez e nada. Estranhei. Uso a mesma senha em tudo o que faço, utilizei os mesmos dados no dia anterior. Apagaram meu cadastro? Forcei outra vez até confirmar que estava digitando certo, mas não permitia que eu acessasse minha conta.

— A barra de espaço está com problemas nesse teclado.

Quando me dei conta ele estava ao meu lado. Com o rosto acima do meu ombro. O perfume que usava era divino. Ele pousou a mão sobre o teclado para acertar a tecla, mas antes deixou alguns dedos acima dos meus. Olhei e ele retribuiu o olhar. Um segundo. Menos, talvez menos. Nos olhamos.

Fiquei ali por um bom tempo e sempre que dava ele passava ao meu lado. De longe, eu olhava e sempre ele correspondia. Todas as vezes, meu peito esquentava.

— Uau… — falei pra mim, baixinho.

Por muitas vezes ele sorriu pra mim. Sentia vergonha sim. Como no colegial. Que situação, mas não podia negar que aqueles olhares me deixavam… Você sabe… Deve imaginar.

Ficava pensando, é tão raro encontrar alguém assim, embora nem soubesse seu nome. Mas que tivesse essa calma, delicadeza. Era fato que me interessei por ele, mas nem por isso ele me abordou com uma cantada vergonhosa ou uma proposta indevida. Ele apenas sorriu.

Meu tempo acabou. E um último olhar foi trocado antes de eu cruzar a porta de vidro.

— Ei, espera.

Nem olhei para trás e meu coração já palpitava até a garganta. Ele estava ali, saiu da lan house e foi até mim.

— Acabou o tempo né? — ele perguntou.

— Infelizmente.

— Fica um pouco mais, vamos conversar — propôs — Se você puder.

Parecia mentira. Fiquei. Parece uma mentira maior ainda. Um rapaz jovem e tão educado. Tão gentil.

A noite chegou tão rápido.

— Qual seu nome? — tive que perguntar.

— Me chamo — para não comprometer, utilizarei só duas letras — Ag, me chamo Ag.

Ri.

Ele sorriu também e me olhou carinhosamente.

Os dias seguiram-se durante toda a semana. Só não pude ir vê-lo no domingo.

Uma coisa estranha que aconteceu para os tempos atuais: não trocamos telefone, nem e-mails ou qualquer outra forma de comunicação direta. Mesmo assim, não sentia falta. Estava conhecendo-o e cada dia que se passava, conversávamos mais um pouco sobre mais alguma coisa nova. Contei do que gostava, ele me disse o que ele mais adorava fazer. Os dias eram mais felizes sempre que estava perto dele. Saía do trabalho com vontade de ir logo para a lan house. Esperava a mudança de turno e quando acontecia, meu coração batia forte, meu corpo se enchia de uma alegria que não sentia fazia muito tempo.

Um dia a surpresa veio em dose dupla. Ao chegar à lan house ele já estava lá. Substituindo o atendente do turno anterior.

— Que surpresa — falei sorridente.

— Ele foi ao hospital e tive que substituí-lo — disse com aqueles olhos brilhantes — Hoje então eu saio sete horas, quer comer algo?

— Por que não?

E fomos depois das sete.

Foi tão bom. Paramos na praça de alimentação. Jantamos, por assim dizer. Ele me contou sobre o patrão dele que estava com raiva do atendente que faltava demais. Eu contei dos meus alunos que fizeram uma festa surpresa pra mim.

— Então, tenho que te entregar uma coisa — falou Ag, puxando um pacote — Presente.

Fiquei sem ação com o embrulho amarelo e branco. Olhei com um sorriso meio sem entender.

— Vai, abre.

Abri. Era um DVD de um show que comentei que ia comprar. Ele lembrou. Lembrou do meu aniversário.

— Se eu não viesse hoje, onde ia deixar isso? — perguntei. Até hoje não entendo o porquê dessa pergunta, mas a resposta foi prazerosa.

— Eu sabia.

— Como?

— Eu só sabia que você viria.

Minha mão que segurava a capa do DVD foi tocada pela dele. Respirei e sorri. Ele fez o mesmo. Novamente sentia aquilo. Era bom. Novamente, depois de um bom tempo, sentia ter alguém perto.

Na tarde seguinte apressei-me em ir até a lan house e tomei uma decisão. Não sou daquelas pessoas que toma iniciativa, mas nesse caso era necessário. Eu queria muito tê-lo perto de mim. Vê-lo, sentir aqueles sorriso e contemplar aqueles olhos já não era o bastante. Entrei na lan house e vi outro atendente. O tal do hospital deve ter sido mandado embora. O clima não estava tão legal ali.

Sentei num computador do fundo e ensaiava o que ia dizer. Pensava na reação dele, mas queria ter aquele sorriso rindo pra mim não só em algumas horas do dia, mas todo o dia. Decidi também pedir seu telefone. Queria falar com ele. Queria dar boa noite. Queria combinar para sair.

O tempo corria, mas eu estava só pensando. Levei até o DVD. Tocava a capa azulada como se fosse a mão dele. Era bom estar do lado dele. Ele me fazia feliz.

Seis horas. A porta da lan house abriu e só mais gente entrou. Mais alguns minutos e aquela camisa com o logotipo do shopping apareceu para cobrir o atendente do turno da tarde, mas não era Ag. Não entendi. Guardei tudo na mochila e nem desloguei.

— Boa noite — cumprimentei ambos — Ag não vem hoje.

Eles se entreolharam.

— Acho que não — me respondeu um deles.

Fiquei com aquela cara de interrogação até o outro entender que queria explicações.

— Ele saiu. Não sei se pediu demissão ou foi mandado embora. Não trabalha mais aqui.

Agradeci a informação e sai dali.

Coloquei a mochila nas costas.

Caminhei.

No fundo da mochila sentia o DVD.

No dia seguinte voltei, mas nada. Nem no outro e nem no outro. Ele só tinha um celular cadastrado que com muito esforço consegui, mas sempre desligado. Foi uma semana de tentativas de contato e visitas à lan house. Depois se seguiram três vezes por semana. Duas vezes. Uma vez.

Hoje só passo pela frente da lan house, guardo o número do celular na agenda do meu. Foi tão bom. Contento-me com as boas lembranças. A única coisa que posso fazer. Contento-me em lembrar daqueles olhos, daquele sorriso, daquela vontade de estar perto.

— Espero que esteja bem — falei baixinho.


Categorias: Contos | Tags: , ,

47 Comments»

  • Um conto bonito e que realmente pode acontecer com qualquer pessoa, achei muito interessante. Gostei muito ! Espero os próximos !=)

  • Alex Tzimisce says:

    Nossa… Sem palavras… ^^

  • Ane says:

    Um dos contos mais lindos que já li, apesar de sentir um enorme vazio ao ler as ultimas linhas.
    Fantástico!
    Não tenho palavras mesmo para descrever o que senti depois de tê-lo lido.
    Só sei que o conto é muito bonito.

  • Mortalhè says:

    Obrigado Guns, obrigada mesmo.
    Estou ansiosa pra saber o que esperar dos comentários. Visto que esse conto difere muito dos que estou acostumado a escrever.
    Pelo menos meus amigos e amigas que leram antes gostaram da abordagem.
    Valeu mesmo.
    Até a próxima.
    Obrigada.

  • Luiza says:

    Muuuuuuuito bom amigo, adorei!
    Você está escrevendo cada vez melhor, a cada ano que
    passa. Me enche de orgulho! rs =D

    beeeijos da Branca!

  • Mortalhè says:

    Nossa, que graça Luiza.
    Obrigada por ler.
    Fico contente que dou orgulho a alguém…
    ^-.-^

  • Marlon Coelho says:

    Muito bom o conto!
    O mai legal é que por se passar em um ambiente atual, pode acontecer exatamente o descrito com qualquer pessoa.
    E com certeza alguém já passou por isso pelo menos uma vez na vida.
    Parabéns!! Continue escrevendo e evoluindo!!

    Abraços!

  • Atreus says:

    Achei muita agua com açucar…mas é que sou um cara que gosta mais de coisas mais sofridas.

    No mais, ta bem escrito.

    • Mortalhè says:

      Atreu, é realmente bem simples, entretanto baseado num fato real, numa história que aconteceu mesmo. Claro que os detalhes mais vívidos foram postos para deixar o conto mais interessante.
      Mesmo assim, valeu por ler e comentar.

  • Darlan Pearl Call says:

    Um conto como eu poderia dizer …
    Triste!!!
    (cabeça meia curvada com olhos quase fechados olhando para a direita)

    Um belo conto, com o final nem um pouco esperado por nenhum leitor. É o que eu acho e isso trás mais interesse em seus contos pois começamos a ler e não sabemos o fim. Da gosto parar e ler algo diferente assim como todos os seus contos.

    Não vou pedir para continuar sempre assim, na verdade seja sempre melhor em cada conto.

    Um abraço (Se vira, e andado levanta uma mão …)

  • Diego (La sombra) says:

    uouuuuu!!!
    que coisa em … é …
    uhuuuuuuu
    Muito boa a história, se é que consegue me entender.
    =D
    Tendo em Vista aquele cara chamado … ops, esqueci o nome
    :p
    maldito problema de memória.

    Adorei. Que venha o próximo.
    o/

  • Eiji (Ravnos) says:

    Eiiiii!!!
    Meu bom homem, nessa longo vida já vi de tudo desde hístória de pescador até conversa pra boi durmir, mas isso realmente é diferente.
    Sei que alguém já deve ter passado por isso mas a pergunta que não quer calar é …
    Isso aconteceu com vocÊ ?
    Se aconteceu, meu camaada, deve ter cido bem desagradável, ainda mas depois lembrar de momentos felizes que aconteceram …
    (Retira o chapéu da cabeça)
    Tenha sempre ótimas ideias, é o que desejo
    (reverencia e coloca o chapéu novamente)
    Até Breve!!!

  • Jones says:

    Caramba chamaram o pessoal de Vampire aqui, que coisa!!

  • Mortalhè says:

    Conheço essas pessoas.
    A divulgação que o Skype faz é divina.
    Obrigada gente…
    Obrigado mesmo por ler.

    PS.: Esse pessoal é criativo demais.

  • Rainier says:

    Parabéns pelo conto.
    Sinceramente, ficou ótimo.

  • Vitor Vitali says:

    Um conto muito meloso na minha opinião. No entanto, o que mais me estranha é que eu gostei bastante. Parabéns ^^

  • Danilo Luiz says:

    Muito belo este conto. Inicialmente pensei que a narração era feita por um homem. Infelizmente essas coisas acontecem.

    Gostei da parte de ir para o shopping para ler e ouvir Mp3 player rsrsrs. Faz tempo que planejo isso. Talvez o faça nesse fim de semana que vou ficar sem internet rsrs.

    Li no meu horário de almoço. Hehehe. Tão belo este conto que até esqueci dos problemas. Parabéns.

    PS: Por que o casal Tux? rsrsrs

    • Mortalhè says:

      Olá Vítor! Olá Danilo!
      Realmente, meloso é, como qualquer romance ou história triste, mas perceba que o que deixa o conto diferente é que não se sabe se é um rapaz ou moça. Isso não é dito. Tente ler sendo um rapaz e tente sendo uma menina. Cabe perfeitamente.
      Essa história é real. Aconteceu…
      A única coisa que fiz foi transcrever adicionando tais detalhes. ^^

  • Mortalhè says:

    É… Realmente aconteceu com um rapaz. Mas agora toda o segredo foi jogado fora, entretanto… Deixa pra lá…
    Ele viu, esteve aqui e gostou muito do que leu.
    ^^

  • Vinicius Machado says:

    Putz! Nada a ver com o conto, mas tudo com vampire xD:
    Uma vez fiz um malkaviano que pensava ser um nosferatu. Ele ficava escondido no esgoto dando informação errada xD!

    O conto ta muito bem escrito Parabéns! Não é meu estilo, mas ficou legal.

    • Mortalhè says:

      Obrigado Vinicius.

      Você me deu uma boa ideia de um Malkavian para minha Crônica atual. ;D

    • Jones says:

      Essa brincadeira de trocar de clãs você vê bem em Vampire:BloodLines, tem uma Malkavian com dupla personalidade que finge ser duas Toreador dirigindo a primeira danceteria do game.

  • Pessoal curtiu mesmo o conto. Legal! =)

    E curti o pessoal dos clãs ai.. não conheço nada disso, mas achei legal ver que muita gente sabe do assunto e se reconhecem e se respeitam. 😀

  • Bianca says:

    Adorei e achei perfeito ser dúbio e caber tanto um homem quanto uma mulher ali.

    • Mortalhè says:

      Obrigado Bianca.
      Que bom que foi aprovado pelo pessoal do ONE.

      Guns, o pessoal está interado quanto ao RPG do Vampiro, interessante mesmo. E estão dando-me ideias fabulosas para uma boa aventura do jogo.

      Vampire: The Bloodlines é um bom jogo, mas nunca cheguei ao seu final…

      Malkavian Augusto César é engraçado…^^

  • Nossa. Os olhos se encheram de lágrimas no final. =D Muito bom o texto. =}}}}

    • Mortalhè says:

      Isaque, muito obrigado…
      Ester, obrigado também, e se aconteceu isso a você é porque consegui passar o que a personagem sofreu, nem que seja superficialmente.
      Muito obrigado por lerem.

  • Andrey Ximenez says:

    Sensacional uma técnica e tanto.

    No inicio achei q se tratasse de um homem. Qnd ocorreu a encoxada fiquei um tempo olhando pro vazio, pensando se não tinha entendido errado. Nesse momento comecei a imaginar a personagem como uma menina. Embora no decorrer do texto a sensação de que era um rapaz não tenha ido embora. Dubio e perfeito. Mt bem escrito sem duvida.
    =D

    • Mortalhè says:

      Nossa Andrey, gostei de saber o que você imaginou.
      Obrigado pelo apoio e pelos elogios.
      Fico extremamente grato.

  • Verdade , eu achei impossível de saber se é homem ou mulher o personagem principal , incrivel MESMO !
    Espero por outros assim 😉

  • Samila says:

    *espírito de yaoi-fan-girl gritando aqui*
    Nossa!
    Adorei! Até imprimi! Muito fofinho! Uma graça, realmente!
    e desde o iníciio eu pensei que fosse mesmo um rapaz XD

    • Mortalhè says:

      Que bom que gostou Samila. E me surpreendo em ver que você imprimiu.
      Muito obrigado.

  • Tem uma letra de uma música popular que diz assim “É tão bom ter alguém por perto, pra você se sentir completo”, mas como poderiamos definir perto?
    A leitura nos proporciona o passaporte que a gente precisa para um mundo só nosso onde encontramos aquilo que a gente mais quer encontrar, eu já me senti um pouco de tudo, me senti um pouco bem perto, me senti ali naquela lan house por vontade própria, brava, brava porque como em um sonho eu não pudia escolher o fim que romanticamente eu sempre busco pra tudo.
    Volto a perguntar defina o perto?
    Perto é quando alguém te faz existir de alguma forma a seu lado.
    Continue assim amigo.
    Nos iluminando com sua presença.
    Beijos Carolina

  • Andrey Ximenez says:

    Esse daqui foi um dos melhores textos que li no ONE. Ficou me perguntando por onde anda o autor dele.

    • Franz Lima says:

      Brother, ainda bem que vi seu nome no comentário deste texto. Pelo que pude apurar (ainda não o li) ele é excepcional. Começo agora essa jornada…
      Valeu

  • Danny says:

    Ola td bem? amei seu conto!!! confesso q é o primeiro q li por completo.. simplesmente perfeito e real!!!

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