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Mar
04
2010

O Beijo da Cortesã

Escritor: Tomás Kroth

o-beijo-da-cortesa

Uma nova noite começava, os murmúrios da escuridão se assomavam a confusão no interior daquela taverna no subúrbio londrino. Cada sopro do gélido vento noturno fazia arrepiar os cabelos dos desavisados e o som abafado dos carros no gelo fino que cobria a pista enaltecia ainda mais o clima de total solidão que se encerrava por sobre a região. Os invernos eram sempre rigorosos, a neve não dava trégua e a réstia de iluminação que se tinha era de casas e bares que relutavam em manter-se aquecidos. Tudo parecia querer se juntar ao frio e nele perecer, e frios como a noite, é que cada um deles se pôs a chegar.

As criaturas mais frias daquela região aportavam por todos os lados, deslizando em seus véus negros para o interior do bar. Os quatro vampiros, unidos pelo tédio e pelo prazer incompreensível de contarem a trajetória de suas longas e insólitas vidas até o momento que desejassem seguir seus caminhos. Cada um rumando na direção que melhor lhe convir.

O primeiro a entrar fora Hugo, por coincidência, o anfitrião daquela noite. Trajava uma elegante jaqueta de couro, a pele pálida contrastando com o negro das vestes. Os cabelos louros encimados por um topete, os olhos azuis penetrantes fitando o além, a autoconfiança escapando por cada poro do seu corpo. A camisa branca, gola alta, estilo anos cinqüenta. As calças jeans, sapatos de couro, o visual perfeito de um playboy do século passado, tudo que era em sua mais íntima essência.

Logo após, a esta entrada tétrica do pequeno almofadinhas, entraram, cada um disputando mais a elegância dos trajes, o Sr. Augustus Dorbert, o poeta, e o Sr. Kirl Scork, o demônio. O primeiro trajava uma calça preta, medieval, com uma blusa solta, igualmente dos tempos antigos, de tecido grosso, largo no tórax e nas mangas. A barba levemente por fazer, os olhos quase lilases reluzindo sobre os cabelos soltos, lindamente alinhados, levemente ondulados. Kirl trajava um de seus ternos de risca de giz, sapatos de verniz, óculos quadrados por sobre os olhos azuis. A pele alva reluzindo ante a imponência dos cabelos à escovinha, dourados como somente eles poderiam ser.

Esgueirando-se, como se o peso dos anos o impossibilitasse de andar de maneira altiva, cruzou o portal o caro Sr. Juarez Mendez. Suas roupas surradas, aparência desleixada, cabelos negros desgrenhados, olhos melancólicos, arfando pesadamente como se carregasse o maior fardo do mundo. Juarez era o Atlas de seu tempo, o homem responsável por carregar não só o mundo, mas como também parte de suas eras nas costas. De forma que o tempo jamais o afetava, em sua jornada incansável em busca da explicação do porque ter sido amaldiçoado.

Hugo sentou-se nervoso, os outros rapidamente o acompanharam. Estava começando o circo das desilusões. Cada um perdido em seus próprios pensamentos, esperando, calmamente, que o “almofadinhas” começasse a falar. Pediram seus drinques, whiskey para todos, exceto para Juarez, que nada bebia além de Tequila e Cerveja, e fora na segunda opção que recaíra esta noite.

O mais jovem do grupo, em seu sotaque britânico carregado, começou a falar, nervosamente a princípio, mas logo se soltando. Era inerente a aqueles seres, e assim o era também para o jovem Hugo Desklok. A vontade de falar, e principalmente, de ser ouvido, era parte integrante do fato de terem de viver a vida inteira, atrelados as maldições que lhe foram rogadas nos túmulos. Cada um encarando a maldição a sua maneira, porém todos buscando o mesmo objetivo, escapar dela e aproveitar a eternidade que possuíam em sua frente.

E assim disse Hugo, com relação à noite em que fora concebido aos braços da escuridão eterna:
Era março, o ano era 1967. Londres estava tumultuada, os acontecimentos em Manchester, porto dos hippies de todos os cantos do planeta, feriam a moral ética e conservadora das famílias britânicas. A cidade mais bela da Inglaterra, a bela Londres, tentava esconder seus filhos da perdição que corroia as entranhas do povo. A liberdade instigava a volúpia, o desejo, enfim, aos crimes morais mais graves da história.

Hugo não era diferente, família conservadora, tivera de esconder suas ânsias, suas vontades, por baixo de livros, estudos e farras noturnas camufladas. O jovem Desklok era conhecido no submundo londrino, freqüentador assíduo dos puteiros mais caros da cidade, gastando de maneira inconseqüente o dinheiro que seu pai conquistara na fábrica de tecidos. Ele e seus amigos, assim como em todas as noites mornas de primavera, rumavam sorrateiros para seu antro preferido, Le Cabaret, no coração da cidade.

Muito mais que um prostíbulo, o local acalentava os corações dos jovens com suas belas mulheres, em especial, a dona. Mademoiseille Dominique Ferrón, como gostava de ser chamada. Uma ruiva de cabelos curtos, Chanel, com vastos seios, cintura finamente traçada, e quadris estonteantemente curvilíneos. Era o ideal de beleza, o sonho de cada um de seus mais loucos clientes, e uma dádiva para poucos. Ao contrário das demais cortesãs, Dominique escolhia seu cliente, e quando o fazia, a noite era inesquecível e de custo zero. Sendo dona do estabelecimento, escolhia apenas aqueles que desejava, e diziam as lendas, que lhes dava mais prazer que qualquer outra mulher naquele local.

Muitos tentaram ganhá-la com presentes, mimos, e declarações amorosas eloqüentes e bem estruturadas. O fato era que as pernas de Mademouseille Ferrón abriam-se apenas para alguns poucos. E estes, jamais se esqueciam dela, nem que quisessem.

Hugo jamais tentara se aproximar. Não que fosse tímido, apenas seu egocentrismo e narcisismo não o permitia fazê-lo. Tinha fama de conseguir a mulher que quisesse, e tentar a sorte com Dominique seria por em cheque sua reputação. Quando indagado, preferia dizer que ela não era digna de seus encantos, e que se quisesse tê-lo, teria de vir falar com ele, pessoalmente. O discurso era pomposo, e falso em toda a sua complexidade. Desklok temia Ferrón, temia mulheres as quais não era capaz de dominar com o olhar ou com a carteira.

Le Cabaret estava glorioso. O veludo vermelho sangue que encobria cada uma das paredes era sufocante. As mulheres desfilando a mercê de olhares pecaminosos deixavam todos em um torpor momentâneo, estupefatos pelas beldades que cruzavam seu caminho. Hugo e seu grupo de amigos rumaram para a mesa de sempre, os drinques de sempre, e provavelmente, as mulheres de sempre. No entanto, o estabelecimento havia preparado algo especial para aquela noite. Dominique, pouco depois da meia-noite, desceu de seus belos aposentos, como fazia vez que outra, para ouvir cantadas e sussurros, alguns assovios e ganhar presentes caros de seus tão fiéis adoradores.

O almofadinhas divertia-se a vendo desfilar, analisando com desejo cada curva daquele corpo rosáceo, enfeitado por uma lingerie vermelha translúcida, acompanhada de cinta-liga e meias sete oitavos de cetim. Não notou a aproximação de dois seguranças da casa as suas costas, nem se lembrou de gritar ao sentir a pancada em sua cabeça, e por breves momentos, esqueceu-se de quem era, atirado aos braços de Hipno, o deus grego dos sonhos mais profundos.

Acordou em um ambiente estranho, uma abóboda belíssima irrompia diante dos seus olhos, ornamentada por pinturas graciosas de um homem desnudo, coberto em sangue. Soubera mais tarde que aquele era o pai eterno, o senhor de todas as noites, o lendário Amaldiçoado, Caim. Pouco depois percebeu que não estava só, o que antes pensara ser o mais morno coberto ao qual já tivera contato, rapidamente transmutou-se na figura da estonteante ruiva, desferindo-lhe beijos no pescoço, descobrindo-lhe o peito e galgando o caminho rumo o descontrole total de Desklok.

Entre balbucios e gemidos conseguiu produzir algum som compreensível, ainda que ignorado. Sentia as mordidinhas na orelha, no pescoço e no ombro, cada vez mais intensas, cada vez mais doloridas, mas ainda assim, enlouquecedoras. Não teve coragem de tocá-la, deixou-se levar quase como um “voyer”, apenas assistindo sua própria e derradeira caminhada para o paraíso. Não acreditava no que via, e muito menos em cada uma das sensações que descobria a cada toque daquela pele pecaminosa na sua.

Dominique sentou-se sobre ele, descobrindo os seios, erguendo-o de forma a deixar que lhe beijasse os bicos rosados, pontiagudos, que decoravam com maestria os seios fartos da prostituta. Enquanto sentia a boca encher-se daquela fonte de prazeres, Hugo ouviu as palavras mais aterrorizantes de sua vida, porém devidamente ignoradas devido aos calores do momento. Disse ela:

– Aproveite minha criança, seus dias nesse mundo estão contados. Sentirás o prazer para em seguida provares da desgraça, sentiras a fome e a dor da morte e levantarás como um daqueles que dominam esta noite. Serás amado, serás louvado e serás temido. Ainda que teu coração não mais bata e tua pele torne-se fria, terás aos teus pés muitos homens e mulheres, e acima de ti só a mim e minhas regras. Deverás seguir os preceitos de minha ordem, ou perecerás diante do fogo da fúria. Deita-te filho de Deus, que eu despertarei em ti o filho do Demônio e o renegado divino.

Hugo não entendera nada do que lhe fora dito, apenas sentiu-se empurrado de volta para a cama. Quando sentiu o beijo de Dominique em seu pescoço, não mais eram os lábios mornos e graúdos a tocarem-lhe a pele, e sim os pontiagudos caninos que há segundos não existiam. Gozou, e sentiu-se levado ao paraíso enquanto a dor espalhava-se por seu corpo, o ar tornava-se raro, e o sangue saia loucamente por seu pescoço, sendo obscenamente ingerido pela prostituta.

Acordara dois dias depois, enfurecido. Sentiu dentro de si o seu mais novo hóspede urrar. O demônio que recebera de Dominique gritava por sangue, e Hugo, mesmo sem entender aquela insana e compulsória vontade de matar, o fez. Dominique armara seu circo com maestria, deixara uma criada no quarto, e esta sofrera ao ter a carne dilacerada pelas volúpias da primeira noite de um amaldiçoado.

Hugo deixou-se levar, sorveu cada gota de sangue, cada doce gota da essência da vida que se projetava do pescoço daquela mulher, que aos poucos sentia o coração parar de bater e o ar lhe faltar aos pulmões. Hugo acalmou-se, estarrecido com o que fizera. Os lábios gotejavam um sangue que não era seu, mas que o satisfazia por inteiro, ajoelhou-se no chão e ficou tentando entender o que acabara de fazer.

Dominique aproximou-se dele, acariciou-lhe os cabelos e limpou-lhe os lábios sujos. Abraçou-o e disse-lhe ao pé do ouvido, “Serás eternamente meu, e para todo o sempre, me obedecerás”. Hugo deixou-se envolver pelo abraço morno e carinhoso, naquele momento, o jovem ventrue não percebera a intensidade de tais palavras, o que mais tarde, concebeu como as algemas que o atavam àquela mulher, algemas inquebráveis.

Era o fim de mais um conto ilustre daquelas criaturas demoníacas. Ao contrário do conto do poeta, este não causara rebuliços, talvez pelo fato de que todos os presentes abominavam a Camarilla – órgão ao qual a Mademoiseille Ferrón se referira, responsável por ditar as regras na sociedade dos imortais -, e por isso o abraço de uma criança aos moldes da mesma, ainda mais por uma bem conhecida anciã como era Dominique, não atraia, bem pelo contrário, lhes enojava. Mas isto, e apenas isto, os tornava únicos e os impulsionava a falar. Teriam a vida inteira pela frente, que fazer além de contar aquilo que lhe era mais caro e também mais odiado? Buscavam no outro o complemento de seus próprios vazios interiores, e a cada nova noite saiam satisfeitos, findando sua louca e insana vontade do saber.

O ambiente esvaziava, mais uma noite acabava, sob vômitos, escatologias e dissabores dos demais habitantes daquele bar de beira de estrada. O grupo se desfazia, silenciosamente, tal qual chegara, todos esperavam a próxima noite, a próxima história, só restava saber, quem seria o orador da vez.


Categorias: Contos | Tags: , ,

26 Comments»

  • Tomás Kroth says:

    Valeu pela publicação Guns, esperar agora o que o pessoal acha, comentem e me digam!

  • John Macedo says:

    Sendo sincero, não suporto mais nada relacionado a temática vampiresca, mas gostei muito de seu estilo toda a atmosfera que você criou.


    Espero por mais contos seus, sem vampiros talvez. xD

    Ótimo trabalho.

  • Hummm, vampiros. Tenho de ler com calma. Volto outra hora aqui! 😉

  • Tomás Kroth says:

    Eu sei que vampiros já ta manjado, que metade não güenta mais essa temática. Mas é justo por isso que eu tento dar uma temática um pouco menos conservadora, aprimorando mais o plano de fundo.

  • Clarissa says:

    Muito bom!

    Adorei o ambiente que tu criou, parabéns.

  • Emília says:

    Parabéns!!! *.*

    Muito legal o conto! Adoro esses teus vampiros, super sensuais ^^

  • Bem descritivo… muito bem escrito! =)

    O Tomás ta mostrando que tem um estilo de escrita bem formado ja!

    Gostei! 🙂

  • Vitor Vitali says:

    Bem, acho que se teus contos continuarem escrito com essa beleza, vai ser meu escritor favorito de numero dois aqui do ONE. Muito bom o conto; bem escrito, bem bolada. Adorei :3

    • Tomás Kroth says:

      Me sinto lisonjeado Vítor xD

      Eu só tenho que consertar um problema meu, gravíssimo, a demora…

      Até eu escrever outro, leva muito tempo, ai caio no esquecimento xD

      • Vitor Vitali says:

        Espero que apressar as coisas não tire a qualidade dos contos futuros.

        • Tomás Kroth says:

          Somos dois xD

          Eu demoro porque reviso e reescrevo trechos várias e várias vezes. as vezes depois de mais de uma semana revisando e alterando, simplesmente deleto porque não gostei…

          Sou muito auto-crítico, tenho que publicar logo, se ficar tempo demais na minha mão, enjôo e deleto xD

          • Vitor Vitali says:

            Faço isso com meu livro. Já apaguei ele inteiro mais de duas vezes depois de passar de 200 páginas. Nunca fica como quero 🙁

  • Tomás Kroth says:

    É, a perfeição é um caminho cruel xD

    Na minha opinião, impossível de alcançar. Sempre que tu chega lá, tu quer mais e busca mais coisas, o ser humano é uma criaturinha muito estranha mesmo.

  • A busca da perfeição pode nos tornar críticos ou até mesmo chatos, mas pelo menos os leitores ganham com isso. Eu levei cerca de oito meses para escrever meu livro e dois anos a revisar, reescrever, criticar-me…

  • Andrey Ximenez says:

    Curti o conto tche. Me faz lembrar dos meus tempos de jogo. Um poko dakele clima de “Entrevista com o Vampiro” e coisa e tal. Como critica aponto a redundância em dois paragrafos referentes a Dominique. Vc repete vezes demais q ela poderia ter qualquer e q dava o melhor do prazer a qualquer um. Verifique isso. É só um conselho. Mas ainda assim mt boa a idéia, que até onde entendi se refere um pouco a uma reunião de antitribus.
    =D

    • Tomás Kroth says:

      Não é uma reunião só de antitribus, o Hugo, personagem desta história é da Camarilla. Só acabou por se metendo com os outros três. Essa é justo a proposta do conto e da série de contos, incluindo ai “Uma Noite com o Poeta” também publicado aqui no ONE.

      Quanto a crítica, a redundância foi proposital, no sentindo realmente de dar ênfase a essa qualidade que é necessária demais a personagem. Num primeiro momento todos a apontariam como uma Toreadora, mas esse poder que ela tem sobre os outros, ainda que seja através da beleza dela, é qualidade de outro clã.

      Obrigado pelo comentário

  • Kk says:

    Mais vampiro nããão !

    • Tomás Kroth says:

      População aumentado xD

      • Alex Tzimisce says:

        Gostei muito do conto Tomás, é bem ao estilo de um que hesitei a publicar aqui, por ter descrições íntimas demais, mas se senhor Guns permitir… ^^

        Realmente as descrições são muito boas. Me surpreendi em ler o termo Camarilla ali. Vi, inicialmente, uma bela Toreador, mas os comentários dizem que ela não faz parte do Clã da Rosa.

        Enfim, se desejar posso te mandar o conto que escrevi seguindo parecida premissa, ou…

        GUNS! POSSO PUBLICAR MEU CONTO AQUI?! VOU TE MANDAR…
        hahahahahahhahahahahahah

  • Julia says:

    Adorei a narrativa.
    Descreveu e cativou de forma completa, parabéns!
    Gostei muito de te ler.
    Continue escrevendo!

    A temática de vampiros, concordo, já está sendo enjoativamente usada… Porém acho que quando algo é bem escrito dessa forma pode ter qualquer tema. Compensa.

    Beijo!

  • Excelente conto! Mas acho que você devia se desprender da White Wolf.

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