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Mar
15
2010

O que me deixa mais triste – Parte 1

Escritor: Lucas Schutz

Tudo terminou em uma tarde de domingo, eu já não sabia mais o que fazer, até que resolvi.

Não sei se esse lixo vai ser útil pra alguém, não entendo por que alguém perderia seu tempo lendo algo sem sentido, algo sobre a vida de um verme, não um verme propriamente dito, você me entende, deve entender. Se não entende ligue sua televisão, vá assistir às novelas que reprisam a mesma história, veja sua mediocridade refletida numa merda de uma caixa com lâmpadas em seu interior. Se você não entender isso deveria ter vergonha.

Tudo começou sábado pela manha. Eu havia trabalhado sexta feira, o dia todo. Não agüentava mais a merda do meu chefe me dizendo o que fazer, me dizendo como fazer. Um velho gordo, um velho gordo que mais parecia uma bola de merda, pensando bem ele era parecido com aquelas bolas que os besouros faziam, como era o nome? Besouro rola-bosta. Um bom nome para um gordo careca que acha que sabe demais. Você sabe o que me deixa mais triste? Seu fim será igual ao dele. Um burocrático, alguém que cai na rotina e não tem forças para se levantar, eu teria vergonha, na verdade eu tenho vergonha, por isso não lhe direi meu nome. Você sabe o que me deixa ainda mais triste? A porcaria da minha presunção em tentar estabelecer uma conversa com um leitor. Já ouvi uma vez, em uma palestra ou qualquer merda parecida, uma vadia, com ar de superior, só por que acha valioso um pedaço de papel que fala que ela tem uma formação superior, um grande pedaço de merda. Enfim, o que eu ouvi? Na verdade não importa, e, de qualquer forma, eu já esqueci.

Tudo começou no sábado pela manha. Acordei tarde, minha esposa não volta para casa a três dias. Você acha que eu me importo? Fico feliz desde que ninguém devolva ela. O pior tipo de pessoa que se pode imaginar, gastando seu dinheiro em objetos de plástico que representam tudo pelo que você já lutou, pequenos objetos de plástico. Eles ditam o que a juventude pensa. Pequenos pedaços de plástico, quem diria que eles acabam sendo minha sina.

Decidi beber alguma coisa, minha cabeça doía e eu não sabia o que tinha acontecido. O telefone toca, toca e toca de novo. Ninguém gosta de atender ao telefone, pense nisso, tudo que pode ser desencadeado por uma ligação, existem filmes que tratam disso, além desses fatos, eles são feitos de plástico, pequenos pedaços de plástico.

A primeira ligação parecia ser engano, eu escutei alguém respirando do outro lado da merda do cabo de fibra ótica, ninguém respondeu. Na segunda ligação era meu chefe, não sabia que besouros usavam o telefone. Ele pediu que eu fosse trabalhar, na verdade, ele me avisou que um cliente precisava de ajuda, não sei quem é, nem ele sabe, mas parece ser importante.

A porcaria da minha cabeça dói, talvez seja por que faz tempo que não vejo uma vadia na minha cama, afinal, faz três dias, três dias que só eu passo na porta da minha casa. É um fato curioso que as portas mais caras são as que nos dão menos saudade. Antigamente eu morava em uma casa de madeira, morava em um bairro nada nobre, recebia visitas, e não estou contabilizando os ratos que passeavam pela cozinha, visitas femininas. É, caso não pareça, eu já fui solteiro. Isso é algo que parece tomar conta das cabeças outrora pervertidas dos homens, casar. Não que eu seja um machista que só pensa nas mulheres com finalidades carnais, finalidades das quais o diabo gosta, foda-se a Igreja a propósito. Mas os homens sempre procuram a parceira ideal, aquela que conversa com eles, que deixe os amigos dele com vontade de foder com ela, ah é disso que os homens gostam.

Ouvi certa vez um velho, um velho sábio de nome Joaquim, dizer “Mulher é pra ser posta na vitrine, se não fosse assim as casas não teriam janelas.” O mesmo Joaquim achava os islâmicos, e todo esse pessoal que domina demais a mulher a manda elas colocarem véus e essas merdas, uns viados, bichas. Sem ofensa. É o que Joaquim achava, Joaquim era um grande homem. Não que o velho Joaquim, um velho bêbado, vivia no bar, ele passava tanto tempo no bar que resolveu abrir um com o dinheiro que tinha na poupança. Acontece que o velho bebeu todo estoque após não ter se animado com uma puta de rua qualquer. A vida é triste. Pobre seu Joaquim, quero ser como ele, tirando o fato da falta de capacidade de ter uma porcaria de uma ereção.

6 Comments»

  • filonerd says:

    A historia é verídica? Porque muda bastante se for. Otimo conto, vibrei quando li “Se não entende ligue sua televisão, vá assistir às novelas que reprisam a mesma história, veja sua mediocridade refletida numa merda de uma caixa com lâmpadas em seu interior”

  • Gabriel says:

    Cara, eu gostei muito do texto. Perdi as contas de vezes que se lê “merda”, mas muito bom. Toda essa raiva e desprezo foi muito bem passada.

  • HIOTO says:

    Sem foco.
    >
    Essa foi a primeira impressão. Ainda vou ler as partes seguintes, mas já dá pra perceber porque poucos comentaram: o texto, apesar de escrito quase que totalmente correto, é feio, desagradável. Da a impressão que você está ouvindo um bêbado falador e pessoas sóbrias detestam bêbados faladores.
    >
    Pelo estilo da escrita, você deveria ter argumentado o tema com mais insistência (a mesma com que o personagem xinga).
    >
    Tem futuro, mas ainda soa chato.

  • Andrey Ximenez says:

    Sinceramente não tinha lido ainda pq o titulo é altamente broxante.

    A escrita, em forma de discussão, é boa. Mas o fato da repetição excessiva de palavrões tira o charme.

    Enfim. Vou ler o resto.

  • Vinicius Maboni says:

    O conto tem lá seus pecados, a repetição é abusiva, tem que se livrar dela. Os chingamentos também.

    Contudo, a estoria/historia chama atenção e dá sim vontade de ler. Porém nada aconteceu nesse capitulo, absolutamente nada. Emfim, vou ler o resto.
    De qualquer forma o Autor merece meus parabens.
    Simplesmente escrever já é uma atitude digna.
    Escrever bem é questão de tempo, voce tem futuro.

  • gostei. sou atraído por qq tipo de arte q deixe escancarada a loucura. musica, pintura, acho q combina c/ qq coisa. deixa td mais interessante. vou continuar…

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