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– que publicou 282 textos no ONE.

Oi!

Sou o ONEbot. Se esse texto esta em meu nome, provavelmente ele foi publicado no ONE nos primórdios de sua existência.

O autor real do texto deve aparecer junto ao corpo dele, logo no incio.

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Apr
21
2010

O Tratado

Escritor: Israel Carvalho

Antoni olhou pela janela a espera de seu irmão que saiu para cumprir uma missão com seu grupo de mercenários, deixando apenas a promessa que sempre faz antes de partir. Voltar vivo e com muitas historias para contar, só que já passaram apenas três anos e Antoni seu irmão continuava a esperar, mais dentro destes tempo ele nunca voltou.

Mas um ano se passou e o jovem Antoni completou dezessete curtos anos em sua vida tendo muito que viver ainda. Num solitário pedaço de bolo havia uma velhinha curta e dourada esperando para ser apagada. Com um curto assopro as chamas da vela se apagaram e junto com ela nascia um pedido. Um pedido silencioso, secreto e bem visível para sua mãe que sempre teve este desejo em comum. A noite havia chegado e em lagrimas Antoni lembrava mais uma vez de seu irmão caindo num sono profundo.

No meio da noite uma luz invadia sua janela numa alta intensidade, com um forte vento suas janelas abriram-se com violenta, acordando o jovem Antoni num susto e bem no meio do clarão uma sombra com a voz grave o chamava:

-Antoni…

Antoni assustado peguntou:

-Quem está ai? Quem é você?

-Sou aquele que surge de uma lagrima, se alimenta da saudade e se fortalece do desejo afrito. Eu sou Diaborion!

-Desejo?-Perguntou curioso.-Qualquer desejo?

A sombra de Diaborion moveu-se chegando um pouco próximo e disse:

-Posso trazer de volta quem você tanto ama.-Esfregou as mãos.-Mas terá que fazer algo em troca.

-O que precisa? Faria qualquer coisa para trazer meu irmão de onde ele estiver.

-Quero que me traga a cabeça do Orc, que mora no pântano de sangue.

-É muito perigoso, ninguém nunca tentou matar esta criatura.-Disse meio pasmo.

-Tenho total confiança em você jovem Antoni, e acredito que vai realizar seu pedido.

Antoni aceitou o trato, e Diaborion prometeu voltar assim que o jovem completasse seu objetivo, na mesma hora e no mesmo lugar.

Antoni pegou a antiga espada de seu irmão forjada pelo seu falecido pai que era um grande ferreiro, depois Caminhou por longas horas até encontrar o pântano. Caminhando lentamente pela entrada do pântano percebia-se o local escuro com um tom sombrio, ao entrar as arvores fecharam a entrada não deixando passar nenhum traço de luz solar. O lugar estava mais sombrio que nunca e Antoni encontrava-se em estado de medo pois nunca enfrentou criatura alguma em sua vida.

Indo com sua espada e a coragem ele gritou:

-Apareça criatura do pântano…-Olhou para os lados.-Vim para derrota-lo.

Bem do meio das aguas escuras do pântano surgia um brilho vermelho borbulhando uma grande quantidade de sangue que tomou toda a escuridão das aguas. Lentamente da quela sujeira levantava-se o Orc de grande porte, olhos vermelhos com pelos ao redor de sua cara medonha e quadrada, em sua mão direita um tacape feito de pedra, na esquerda garras longas e afiadas com um bracelete feito de ossos parado bem a frente de Antoni tremulo de tanto susto.

-Onde estar quem me desafiou?-Perguntou o Orc

Mas a sua frente escondendo seu medo Antoni berrou:

-Eu o desafiei…

O Orc olhou para o jovem de estatura media e soltou uma grande gargalhada perguntando:

-Você!-Debochou.-É você?

Antoni balançou a cabeça positivamente, recebendo como resposta mais uma longa gargalhada do Orc.

-Por favor menino franzino, chame um guerreiro de verdade que você não passa de um aperitivo para mim.

Antoni já sem medo, com um pouco de raiva saca sua espada e prepara seu escudo dizendo:

-Prepare-se para batalha criatura.

-Claro já que insiste darei o que tanto pede.

E com um rápido movimento o Orc investiu seu grande tacape para cima do jovem guerreiro que rolou para o lado não sendo atingido por pouco. A criatura furiosa por não ter conseguido sucesso no golpe, atacou mais uma vez lateralmente levando tudo ao redor, Antoni sem chance de esquiva tenta correr, mais é levado junto e arremessado para longe aterrissando em cima de varias pedras que acabou causando-lhe alguns ferimentos. O jovem guerreiro levantou-se meio bambo e se recuperou rapidamente, em seguida ele subiu no grande tacape da criatura e numa rápida corrida chegou até sua mão cortando um de seus longos dedos.

O Orc largou a sua arma soltando um grito de dor:

-Miserável o esmagarei sem piedade.

Com um grande pisão, todo solo estremeceu derrubando Antoni que caiu de costas no chão olhando para cima. Aproveitando-se do ocorrido, o Orc saltou para cima do jovem guerreiro prestes a esmaga-lo, e com rapidez ele rolou para o lado deixando seu braço esquerdo com a espada de ponta para cima, o imenso pé do Orc foi furado por sua lamina e o braço de Antoni é esmagado, os dois gritam de dor especialmente o Orc que ao ferir-se caiu para trais em cima das arvores que foram quebradas em formas pontudas atravessando todo seu couro.

Sangrando por sua boca um tipo de sangue grosso o Orc disse:

-Duvidei de você minusculo humano, creio que essa foi minha ruína há….-Agonizou pela ultima vez, morrendo com seus olhos vermelhos e abertos escurecendo-se em seguida.

Com apenas um braço, Antoni carregou a pesada cabeça da criatura por dias até chegar a sua casa onde recebeu tratamento em seu braço (Pelo menos o que sobrou dele) e aguardou ansioso por horas até que de sua janela a mesma luz de antes surgiu abrindo suas janelas, desta vez com mais sutileza.

Diaborion apareceu em sua forma sombria e disse:

-Vejo que cumpriu sua parte jovem Antoni.

-Sim agora cumpra a sua.

-Sim Meu caro guerreiro, mais para isso precisarei da cabeça da criatura do pântano.

Meio desconfiado e muito esperançoso Antoni lhe entregou a cabeça.

-Como prometido seu pedido é uma ordem.

Com um estalar de dedos Diaborion fez surgir seu irmão deitado em cima da cama de olhos fechados. Com um sorriso e alegre Antoni correu na direção de seu irmão o abraçando com bastante força. Feliz por encontra-lo, o jovem guerreiro tenta acorda-lo de todas as maneiras sem nenhuma resposta.

-Por que meu irmão não acorda?-Perguntou fechando seu sorriso.-O trato foi trazer meu irmão de volta.

-Sim e não o descumpri acredite!

-Quero meu irmão acordado, arranque-o deste sono profundo!

-Não posso! Isso não fez parte de nosso trato.

-Eu matei aquela criatura, perdi um braço em troca do meu irmão, e eu o quero de volta!-Exigiu.

-Há, há, há…-Sorriu Diaborion.-Jovem Antoni, ainda terá muito que aprender sobre acordos…

-Maldito o sangrarei com minha espada…

-Não seja tolo jovem guerreiro não tenho coração, nem um corpo humano, sugiro que não tente fazer nenhum esforço físico em vão.

-Volte a consciência do meu irmão.-Pediu ele em lagrimas.-Por favor eu imploro.

-Foi um prazer fazer negocio com você.-Finalizou Diaborion desaparecendo deixando uma pequena risada.

Com bastante lagrimas nos olhos e soluçando tremulamente Antoni alisando o rosto de seu irmão falou:

-Meu irmão eu prometo, eu prometo por minha vida que o acordarei deste sono profundo, eu prometo, eu prometo.-Terminou ele deitando sua cabeça no ombro de seu irmão desacordado finalizando uma triste historia.

Tratos são feitos de varias maneira só basta como faze-los.


Categorias: Agenda |

5 Comments»

  • israel carvalho says:

    Ufa! Enfim meu conto, muito obrigado.

  • israel carvalho says:

    Po cai no conceito do pessoal mesmo ei.

  • israel says:

    Creio que escrever errado derruba o escritor mas quando melhoramos um pouco creio que não adianta mais por que você já caiu no conceito dos outros perdendo os creditos e assim ninguém le seus contos por esse fato.

    Agradeço a oportunidade postarei meus contos em outro lugar pois quem sabe faço direito, meus ultimos dois contos foram ruins em escrita mas ate agora nenhuma pessoa passou aqui nem para dizer que esta ruim.

  • Samila says:

    Calma, Israel… comentários demoram mesmo, especialmente quando você ainda não é conhecido pelo site.
    Eu li e darei uma sincera opinião:
    Notei imaturidade na sua escrita, diria que você ainda é jovem, e por isso ainda tem dificuldades com a formação de sentenças, e com a pontuação.
    A ideia do enredo eu gostei bastante. Gosto desse clima de RPG medieval, lembra-me de quando eu jogava. O motivo do personagem para aventurar-se foi muito nobre, gostei disso. Mas pela mesma imaturidade que citei acima, as descrições ficaram bem pobres, sobretudo as da batalha contra o Orc.
    O fim também ficou um pouco seco, não acrescentou muita coisa, embora tenha ficado uma lição bem importante.
    Para mim falta realmente só maturidade, o que se resolve com tempo, leitura e prática. Continue escrevendo, rapaz, e continue postando aqui pelo One, pois eu me interessei em acompanhar o seu progresso.

  • israel carvalho says:

    Me desculpe!
    Eu estava com alguns problemas nesse dia e você sabe como é cabeça quente não escuta a mente…
    Então a voz da razão falou mais alto estou dando umas melhoradas estou com uns amigos falando com professores de português e recebendo algumas dicas eu aprendi que antes de colocar algo na net precisamos averiguar bem para evitar os erros e partes pobres na historia e finais secos.
    Obrigado pela sua opinião já estou quase pronto pra postar outro conto um abraço.

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