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– que publicou 282 textos no ONE.

Oi!

Sou o ONEbot. Se esse texto esta em meu nome, provavelmente ele foi publicado no ONE nos primórdios de sua existência.

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Apr
21
2010

Prova

Escritor: Diego Guzzi Felix da Silva

Três garotos estavam nas portas de um cemitério, em sua pequena cidade. Era afastado e metia medo em todos, principalmente à noite. Há muito tempo as pessoas nem queriam enterrar os seus mortos no cemitério, pois os necromagos os escravizavam e aterrorizavam os seus familiares, até que um jovem mago colocou uma vela que não derretia no centro do cemitério. E ninguém nunca mais perturbou os mortos, mas colocou uma maldição em quem ia tirar a vela.

E se passaram muitos séculos e hoje em dia ninguém mais acredita em vela que não derrete e maldição. Ninguém sabia o que era a maldição, nem mesmo os velhos. A noite se aproximava cada vez mais e os raios ameaçavam chuva, que não aparecia.

Um deles estava tremendo de medo, em quanto que os outros dois o caçoavam chamando-o de covarde, mariquinhas, fresco entre outras coisas. E ele fazia força para não chorar dizendo: “Não sou covarde. Não sou covarde.” A sua mãe contava as historias do que eles aprontavam, mas não ligava desde que fique num grupo e se sinta respeitado. E para isso ele tinha que provar algo, e que era tirar a vela do meio do cemitério.

Era quase noite e os três olhavam atentamente o cemitério, com sua arvores e flores alem dos túmulos mais sinistros que podiam sentir. O vento o tornava mais sinistro ainda, como se fosse à voz dos mortos dizendo: “não entre aqui”.

Os dois garotos olharam para o novato e um deles disse:
– Esta pronto?

Engoliu em seco e disse:
– To!

– Não vai amarelar e nem ir para a mamãezinha, senão não terá outra chance entendeu?

-Sim, não vou falhar.

– Ótimo!

Abriram o portão que rangeu assustadoramente e ele entrou com medo e não demonstrou para eles. E dentro o vento se tornou assustador e as arvores balançavam como se estivesse viva, fazendo as suas pernas tremerem. Andou a passos vacilantes e o vento o assustava cada vez mais. Isto irritou os seus companheiros que disseram:
– O que foi ta amarelando? Vái-la, não tenha medo, os necromagos não existem mais.

– E, por favor, não seja um bebezinho. Agora prove se pode entrar na nossa turma. Vai – disse o outro balançando as mãos para frente.

Mesmo com essa ameaça as pernas demoraram a andar, enquanto que passavam pelos túmulos, sentia que os mortos se contorciam e as flores murchavam-no. Tudo no cemitério exalava a medo e terror, que mofava o lugar inteiro. Caminhou lentamente e virou a esquerda sem ver o olhar deles.

Caminhou mais um pouco e chorou, por se sentir tão rebaixado pelas pessoas e principalmente por aqueles que considera como amigos. Sempre foi vitimas de brincadeiras sem graça, por ser diferente de todos. E tentou se turmar, mais não conseguia se encaixar direito em um grupo especifico, ate que surgiu a turma de Jonas e Jeremias. Eram os que se davam melhor com as garotas e que não temiam autoridades, alem de serem temidos pela maioria. E de alguma forma queria ser como eles. Enquanto que eles passavam, sentia que poderiam ser seus amigos, mas demorou um bom tempo para falar com eles, ate que conseguiu e disse:
– Como é que entro para a Turma?

Eles se entre olharam e deram risadas e ele saiu um pouco capisbaixo, ate ser interpelado por outro e disse:
– Espere no cemitério as 9:00 da noite – e isto o assustou.

Agora estava no cemitério e fugiu de casa, sem que seus pais percebessem. ”Ninguém nunca me entende”, pensava ele sobre a sua situação. Mas agora voltou a realidade e os ventos balançavam e trovões clareavam um pouco o céu escuro.

E caminhou entre as lajes e os mausoléus tentando procurar a vela por todos os lados. Durantes os séculos o cemitério mudou muito e o que era centro antigamente não o é mais. A noite chegou e o som do vento aumentava de velocidade e um barulho estranho assoava-lhe nos ouvidos. E sentiu que esses sons vinham-lhe dos túmulos.

– O que esta acontecendo – dizia ele aos sussurros quase perdendo a razão.

Ainda pensava: ”É minha imaginação. É minha imaginação…” E seguia em frente, mesmo com medo. Agora estava se concentrando na vela e isto lhe tava impulso, mesmo com a chuva vindo.

Havia varias historias sobre essa vela que diziam que tava num cofre e sempre queimava, noutras diziam que estava debaixo da terra e outras em que só os coveiros conheciam a vela, e que acendiam as outras para ninguém perceber. Não importando a historia, ele a queria para hoje. E a chuva veio com os raios que iluminavam por um instante a terra, assustando-o. E o som do trovão era capaz de tremer a terra inteira, deixando todos apavorados.

Mas ele seguiu em frente. Ele se perdia às vezes no cemitério, às vezes pensavam que tava num lugar, mas tava no outro e cavou a terra com suas próprias mãos fincando-a com os dedos. E até agora não achou.

Estava cansado e a chuva se tornou a suas lagrimas e disse olhando para o céu chuvoso:
– E agora o que faço? – e abaixou a cabeça no chão pensando o que ia fazer.

O que tivesse que pensar ele sabia que poderia não entrar pro grupo se ele não trouxesse, mas continuou em frente até conseguir achá-lo. Na verdade achou tropeçando nele, quando já estava encharcado, sujo e cansado.

Estava num canto escondido do cemitério, cavou e viu uma caixa de ferro e com uma vela que iluminava uma parte e sem derreter. Abriu a portinhola e a tirou, mas viu um estralar de ossos junto com o vento e o trovão que arrancou os túmulos e os mausoléus. Ele se assustou ao ver os mortos caminhando lentamente aos trambolhões, arrebentando os túmulos e mausoléus e o cheiro era insuportável, vindo de toda parte. Segurou a vela para si e correu, mas foi agarrado por eles que o devoraram por inteiro.

No portão, os dois garotos que se molhavam na chuva estavam um pouco impacientes e conversando um pouco:
– Pô, o que aquele idiota esta fazendo?

– Ainda deve dar procurando a vela

– Que babaca.

– Pode ser, mas ta determinado a entrar.

– Ele será um grande estorvo… – e perdeu a voz, pois os viu por um breve instante.

E o trovão iluminou por algum segundo, até vê-los caminhando lentamente em direção ao portão. Eles chegaram lentos em seu caminhar e vestiam roupas rasgadas e se alastravam como pragas. Os mortos estavam saindo dos túmulos e eles com medo, gritaram e correram em direção à cidade.


Categorias: Agenda |

3 Comments»

  • Diego…. Cara…não entendi nada! falto coisa ai em… O texto parece que ta sendo contado por alguém que quer chegar logo no final e esquece detalhe. Muito corrido cara. tem muita coisa que acontece do nada, sem muita descrição. O texto me pareceu mais um esboço do que o final…Parece que é a primeira versão.

  • Samila says:

    realmente, ffaltou algo aí, mais espcificamente no final…
    Vle o que o vinicius disse… mas temática está muito boa… bem juvenil, bem típico dos menos…
    sugiro ainda vc tranformar aquele inicio, contá-lo como se fosse uma lenda urbana, embora que real…

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