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– que publicou 282 textos no ONE.

Oi!

Sou o ONEbot. Se esse texto esta em meu nome, provavelmente ele foi publicado no ONE nos primórdios de sua existência.

O autor real do texto deve aparecer junto ao corpo dele, logo no incio.

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Apr
19
2010

Revelações – Parte 5 a 8

Escritor: João Paulo da Rocha

revelacoes

QUINTA PARTE

Dera sorte. A porta está aberta. Ele precisa sair daqui. Há mais ou menos umas duas horas que não ouve mais nenhum barulho. Todos saíram. Ele sabe que tem pouco tempo. Não sabe onde está, nem que horas são. Ficara muito tempo sem dormir.

Não se lembra mais quantos dias está fora de casa. Olha ainda os corpos no chão. Sente o cheiro de sangue. Ele está em farrapos. Sua roupa está toda rasgada; leva a mão ao pescoço. Fica aliviado, pois a chave de sua casa inda está lá, pendurada em uma corrente. Ainda não acredita que teve coragem de fazer isto. Três corpos estão a sua frente. Ele pega o combustível que ele iam usar e coloca fogo np casebre.. Em breve o fogo consumirá tudo, mas também pode chamr atenção. Ele tem que sair daí. Corre. À medida que corre, vai se livrando das roupas, manchadas de sangue, e em pedaços. Acaba ficando nu. Está exausto, para descansar, mas logo ouve barulho. Pode ser eles. Não podem encontra-lo de novo. Ele tem que voltar a cidade. Os campos aberto começam a ficar para trás. Arvores aparecem aos poucos, até formarem um pequeno matagal. É quando ele avista um rio. É sua esperança. Atira-se desesperadamente no rio. Sabe que eles virão atrás dele. Eles nunca vão desistir.

SEXTA PARTE

O local é um salão úmido e frio. Com apenas uma saída, sem janelas. A luz vem de cima, de um duto. Mas mesmo assim é escuro. O frio do subterrâneo faz Pedro tremer. Pedro colocasse ao lado da porta, segura firmemente o machado. Ele espera pacientemente. Sabe que eles vão voltar. Ele precisa tentar. Espera. Ele olha para si mesmo. Está sujo. Sua roupa esta em pedaços. Ele tem poucas chances. Sua respiração está ofegante. Cansado. Empunha o machado com força. Não pode errar. Sente que eles estão voltando. Mas e se vierem outros com eles. E se não forem eles. Não pode errar. Os passos se aproximam. Estão mais perto. Ouve o barulho da chave entrando na fechadura. Uma volta da chave. A segunda volta. A maçaneta se move. Seu coração está disparado. A porta começa a se abrir. Pedro sua frio. Tem que ser agora. Ele não tem mais tempo.

Um grito ecoa, acompanhado de jatos de sangue. O desconhecido tem a mão direita amputada pelo golpe de Pedro. Cai no chão, contorcendo-se de dor. Pedro, com o machado, o golpeia mais algumas vezes nas costas, uma poça de sangue se forma. Os gritos cessam. Está morto. O corpo é arrastado, colocado na mesa onde Pedro estava. Pedro o cobre com o longo tecido vermelho que cobria uma das paredes. Fecha porta novamente. A tranca por dentro. Tapa o duto da iluminação, deixando a sala as escuras. Ele sabe que tem mais um.

O desconhecido trazia uma arma consigo. Com o golpe, e a dor do membro decepado, não tivera tempo de usa-la. Pedro esconde-se atrás de umas das cortinas sabe que mais alguém virá.

Mais um pouco de tempo se passa. Pedro espera paciente. Seus olhos já se acostumaram com a escuridão.
A porta se abre. O desconhecido estranha a escuridão de dentro da sala e sente algo úmido em as mão. Ascende uma lanterna, e percebe todo o sangue na porta, no chão e em sua mão. Vê que o local onde Pedro estava está coberto com uma das cortinas vermelho escuro. Com receio aproxima-se e descobre. Ao reconhecer o rosto do parceiro, não tem tempo para processar os fatos. Um tiro certeiro em sua cabeça o derruba.

Pedro corre pelo corredor escuro até a escada. Agora tem duas armas. Está a uns cinco metros abaixo do solo. Um alçapão o leva a uma pequena sala de uma casa de madeira. Olha lentamente. Não tem ninguém. Toma coragem e sai. Está uma espécie de igreja abandonada. Por uma fenda pode ver a nave central. Não é muito grande, de madeira, sem bancos. Dez pessoas conversam em um idioma que ele não conhece. Vê alguns galões de gasolina, estão falando alguma coisa sobre isto, percebe pelos gestos. Seis dos desconhecidos saem. Três homens e um jovem ficam no local. Pedro ouve o barulho de dois automóveis saindo. Os qautro continuam conversando. Os automóveis se distanciam. O som se perde. Passa algum tempo. Eles continuam conversando. Estão tensos. Pedro inda mais.

– Estão demorando muito. Vá chamá-los!
– Tem certeza? Ele falou para não ir mais ninguém lá!
– Eu estou mandando. Ele não está aqui! Vai logo.

O jovem sai contrariado. Pedro se esconde em um atrás de um móvel. E espera não ser visto. O jovem entra na sala onde Pedro se encontra. Ele bastante nervoso, com um pouco de medo. Receoso ele abre o alçapão. Começa a descer. Pedro percebe que ele não tem armas. –“ Melhor assim”. Ele vai caminhando pelo corredor. Está escuro. Sente que está sendo seguido.

O som do tiro é abafado pelo silenciador.

Pedro vê aquele jovem morto aos seus pés. É mais jovem que Pedro.ele volta para a sala onde estava. Toma coragem, e prepara as duas armas. Com as armas em punho e o coração disparado. Espia pela fenda da parede. Os três ainda estão lá. Não ouviram o tiro. Sai no salão e começa a atirar. Os homens não têm tempo de reagir. Pedro descarrega as armas sobre eles. Em poucos minutos os três estão tombados. Há sangue por toda à parte. Estão todos mortos.

SÉTIMA PARTE

A respiração é difícil. Está escuro, abafado, apertado. Não tem consciência de quanto tempo estão andando. Porém, pelos solavancos do carro, percebe que entraram em uma estrada de terra, muitos buracos e muitas pedras, dificultam a estabilidade do carro, que trepida muito.

Suas mãos e pés doem. Sente a corda que o prende rasgando a pele. A dor é insuportável. Na boca sente o gosto de sangue. Seu próprio sangue? Mas ele não sente dor na boca. Mesmo estando amordaçado com silver tape, não sente que tem ferimentos na boca. Têm certeza que seus dentes estão todos ali. E não sente dor de nenhum ferimento. Só sente gosto de sangue na boca. E, mais angustiante para ele, não sente nojo ou repugnância. Gosta! Aquele sangue parece lhe saciar a fome de dias. Deseja mais.

Por que estou agindo assim? Porque desejo sangue?

Não sabe. Não se lembra.

O carro avança mais por aquela estrada. Esta a uma boa velocidade. A cada buraco, pedra ou irregularidade na estrada, seu corpo é jogado para os lados, causando-lhe mais desconforto. Sente câimbras pelo tempo imóvel e amarrado. O carro para por uns instantes. Ouve a porta se abrir, passos, algo (uma portão ou portão) ranger. Ouve a porta bater novamente e o carro começa a deslocar-se de novo.

Ele está descendo. A sensação de firo aumenta. O gosto de sangue não sai de sua boca.

Onde estou agora?

O carro para. Sente o ar puro invadir o pequeno espaço do porta-malas que se encontra quando a porta é aberta. Esta escuro, muito escuro. Eles chegam, encapuzados, cobertos, mãos frias e ásperas o pegam pelos braços e pernas.

Porque? O que querem? Porque?

Pedro se debate, agita o corpo na tentativa vã de soltar-se das amarrados e de seus raptores. É inútil.

Sentem a dor aguda de uma agulha entrando em seu braço, algo sendo injetado em seu corpo.

Antes de perder a consciência apenas tem tempo de ouvir um dos seus carrascos dizer, ao retirar o capuz:

QUE DEUS NOS AJUDE!

OITAVA PARTE

O sangue encharcava o chão, como se uma chuva vermelha tivesse caído sobre o local. Quatro corpos jaziam quase sem vida no chão. Estavam mutilados. Pedro os estraçalhara com uma fúria jamais imaginada por ele. Sentira prazer em varar-lhes o abdômen, amputar membros, quebrar ossos.

Mas prazer mesmo sentiu quando, não sabe o porque, rasgou com os próprios dentes o pescoço do último que restava vivo, imobilizado pela dor dos ferimentos da perna quebrada. Sentia o sangue quente escorrer do pescoço de sua vitima como um lobo atacando sua presa, o corpo se debater, a vida abandonando-o.

Não sabia onde estava. Era uma espécie de galpão abandonado, com janelas quebradas, com muitas teias de aranha, um lugar muito sujo. Contemplava agora a cena de morte e desolação, e sabia que fora o responsável por aquilo, embora não se lembra-se mais porque.

A foice a o facão estão no chão, como se tivessem sidos pintados de vermelho. Seu corpo esta cansado da luta, tem alguns cortes no corpo, sente uma dor aguda de soco no olho.

Não se lembrava muito do passado, estava cansado, mas sabia que não fora a primeira vez que matou. Nem seria a última.

Seus pensamentos forma interrompidos por uma pancada forte na cabeça. Fora atingido em emboscada pelo único que não matara.

Ainda sente o baque de seu corpo no chão frio e ensangüentado. Não vê mais nada. Inconsciente é amarrado pelo agressor, que tem no rosto uma expressão de medo e alivio por vê-lo desacordado. Arrastando Pedro pelo chão, leva-o até o carro parado ao lado de fora do barracão. Coloca-o dentro do porta-malas. O agressor sabe que ter permanecido vivo foi um golpe de sorte e covardia, pois se manteve escondido enquanto seus companheiros de infortúnio eram destroçados. Mas valeu a pena. Tinha conseguido completar sua missão. Antes de entrar no carro, liga para alguém pelo celular. Eles já o esperavam. Ao entrar no carro persigna-se com o sinal da cruz. Mas o faz da direita para a esquerda, como é tradição das igrejas ortodoxas. E tem no peito os ícones que o abençoam. Murmura umas palavras, um arremedo de prece. Ainda esta com muito medo. Tem um mostro junto com ele. Que atende pelo nome de Pedro.

9 Comments»

  • Junior says:

    To gostando do rumo da historia. ta ficando mais sombria do que eu imaginava. Se entendi bem ele é uma espécie de vampiro é?

  • Angellus Domini says:

    Não, ele nao é um vampiro cara, é algo pior, mas vamos descobrir aos poucos. ehehe. Valeu por curtir.

  • Gislaine says:

    Interessante o conto.meio confuso no começo. uma narrativa quebrada, fora de ordem. quando li as primeiras partes que entendi melhor a logica do autor. mas a história parece ser interessante

  • Que bom que gostou; tem o restante ainda que ta vindo por ai.

  • Gislaine says:

    Nao vai sair o final nao? ehehe

  • Angellus Domini says:

    Bom, depende do Editor srsrrs. e divulgue pra eu ter mais mais comentarios e ser publicado

  • Bruno says:

    Que comfuso veio. demorei pra etender.

  • Angellus Domini says:

    Tem que ler a primeira parte. É so o recurso narrativo que ta inverso.

  • STW says:

    Gostei da narração inversa, mas acho que elas só funcionam bem se você organizá-las em blocos com momentos “chaves”. O que eu quero dizer é que quanto menos quebrado for, desnecessariamente, melhor fica para acompanhar.

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