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Apr
21
2010

Rex Virtualis – Agora, Como Sempre

Escritor: Gerson Machado de Avillez

rex-virtualis

O Mundo parecia literalmente estar desabando, prédios desmoronavam e pessoas desesperadas corriam pelo meio das ruas clamando por socorro e um abrigo seguro. John Roberts jamais havia imaginado que iria se meter numa situação tão insólita como aquela. Agora Yates e Theodore Mitnick tinham que impedir a todo custo que Marshal Gale conseguisse fugir com Lory Ferguson para continuar com seu plano de dominar o planeta pelo uso nefasto da tecnologia, especialmente quando louco de ódio ele estava pronto para matar Roberts a todo custo caso os impedissem. Seu caminhão irrompia as ruas atravessando cada fresta que surgia durante o abalo, se desviando de pedaços de prédios e letreiros luminosos dos quais ainda muitos estavam acessos da noite anterior. Não via nada na frente a não se o objetivo e os obstáculo intransponíveis dos quais eram obrigados a desviar atropelando apenas mesmo cidadãos desesperados que atravessavam a rua atordoados.

Logo atrás, mesmo diante deste perigo Yates tomou uma pick-up e rumava o mais rápido possível para alcança-los a tempo seja lá pra onde estivessem indo enquanto Akihiro Sadao buscava uma maneira desesperada de por fim naquilo simplesmente minando a estrutura de todo armazém para que desmoronasse por completo sobre o porão. Mas não havia muito tempo, os técnicos não sabiam se protegiam-se ou fugiu, o mal estar que aquilo provocava era imenso.
Enquanto isso na perseguição Yates notou que numa curva o caminhão ficou preso num poste que caíram, aproveitando a oportunidade ele viu tinha chance de se aproximar, mas quando ele ia desacelerando o caminhão se soltou dando ré sobre eles e desviando-se para a direita dando seguimento na fuga. Foi quando vendo pelo GPS Mitnick notou que por destroços caídos do outro lado o caminhão seria obrigado a virar a direita em frente a um restaurante que ele havia jantado uns dias antes, o restaurante dava saída para esse quarteirão e assim eles resolveram atravessar o restaurante arrastando cadeiras e mesas mesmo que muito já estivesse destruído pelo tremo arrastando a tudo até do outro lado saindo na frente do caminhão que desesperado de desviou fazendo bater num enorme letreiro e capotar sobre outros destroços.
Yates sai do carro e saca sua arma e vai em direção ao caminhão pois mesmo que tivesse atordoado diante daquele tremor certamente haveriam surpresas. Era difícil de se firmar os passos o chão literalmente se movia sob seus pés e os bueiros pareciam prestes a explodir exalando enorme cheiro de gás, então Yates ficou receoso e chegou a olhar para trás vendo Mitnick sair do carro lentamente olhando para o alto para saber se algo mais não cairia. Foi quando uma explosão de dentro do carro irrompeu a caixa de sua carroceria revelando a máquina que eles haviam roubado indo em direção a Yates, de dentro ele podia ouvir a voz de Gale se exaltando num surto de empolgação megalomaníaca disse que a tecnologia é um poder imensurável que os tornavam em deuses e ninguém poderia julga-los!
Mas vendo isso Mitnick notou que era para disfarçar enquanto por outro lado Ferguson e Tatsuya fugiam com Roberts. Ao ver que Mitnick se aproximava distraindo Tatsuya, John Roberts deu um golpe certeiro no rim de Tatsuya o fazendo se soltar e vendo isso Ferguson correu sumindo em meio aos escombros. Mas já que um dos objetivos era levar Roberts a qualquer custo Tatsuya se virou sobre Robert lhe aplicando um chute certeiro em seu rosto o fazendo girar e cair no chão mas ao se aproximar Roberts pega um pedaço de madeira como um bastão e o atinge em cheio, não que isso o detivesse pois como se não tivesse tomado qualquer soco Tatsuya revida com uma sequência de golpes que deixa Roberts em definitivo no chão quando Tatsuya dizia com completo ódio que deveria tê-lo matado a muito tempo um estalo imenso diante do tremor fez com quem Mitnick novamente olhasse para o alto vendo um imenso pedaço de um prédio ruir sobre eles e imediatamente para trás e vê Yates do outro lado correndo para dentro do restaurante de onde saiu para se proteger da máquina. Mas era tarde, tudo que pensou foi em sacar sua arma atirar sobre Tatsuya do qual não havia notado ter arma o fazendo correr e arrastar Roberts até um local seguro quando de repente ele viu a máquina olhar para o alto, mas era tarde toneladas de destroços cai sobre ele simplesmente o fazendo desaparecer, Mitnick cai no chão e vê o chão se fender todo e um estrondo de baixo sucede uma explosão notando que aquele quarteirão todo iria ruir. Por sorte Roberts havia recobrado os sentidos e começou a caminhar mesmo ferido para dentro de um Antiquário.
Ao entrar, aquele lugar destoava por completo da tecnologia e clima da Tóquio repleta de letreiros luminosos e japoneses punks mesmo que agora até ali tudo desmoronaste. Enquanto se arrastava pelo Antiquário Roberts via relógios antigos caírem no chão com as explosões obrigando-os a se jogar no chão atrás de uma bancada enquanto pedaços de vidro e madeira voavam por todos os lados seguido por uma nuvem de poeira que rapidamente cobriu todo o lugar. Mitnick lembrou do fatídico atentado do 11 de setembro, mas aquilo de certo modo conseguia ser ainda pior. E então cessou o tremor e silêncio se fez por longos minutos…
Demorou muito tempo para todos conseguirem se centrar, aos habitantes sobre o que ocorria – poucas vezes um terremoto provocou tanto estrago especialmente com a tecnologia de construção atual no Japão – e para se assentar a poeira em infidaveis noticiários que determinavam a causa do terremoto como artificial!
Seguindo aquilo um turbilhão de notícias seguiam seus investigadores do qual John Roberts apesar de liberto tempos antes no Alasca seu caso fora abafado na mídia mesmo que agora tivesse pela primeira vez uma vida produtiva onde junto aos que os resgataram se tornaram mais que colaboradores, mas amigos. E por isso mesmo, agora depois de enfrentar todo o caos sua vida que ainda nem chegara a metade teria de lidar com jornalistas e entrevistas especialmente depois do trauma de ter sido sequestrado novamente. Ele estava ainda de cama e repleto de remendos como ele mesmo preferia dizer, gesso na perna, braço, a principio parecia apenas mais uma vítima do terremoto, mas era da truculência daquela máquina assassina chamada Tatsuya e sua constante obsessão sobre John Roberts.
Depois de algumas poucas palavras, ele decidiu que quando saísse de lá iria entrar para o treinamento de tiro e defesa como efetivo agente de campo. Mas eles tinha que lidar com outro problema do qual mal tiveram ainda tempo de lidar a morte de Nakamoto que naquele momento o ex-hacker estava sendo enterrado nos EUA.
Só depois de receberem as honras das autoridades locais por terem feito o possível mediante a situação é que a equipe no avião realmente sentiu o peso da ausência de Nakamoto. Ele era definitivamente muito mais para assuntos internos que como um agente de campo, mas mesmo assim seu suporte e seus talentos eram de grande valia a equipe.
Ao chegarem nos EUA, estava chovendo, eles sentiam um enorme peso nas costas após serem recebidos discretamente por autoridades e alguns jornalistas e combinaram de passar no cemitério para demonstrarem suas condolências. E que a armadura com o seu corpo esmagado de Marshal Gale ao ser encontrada depois das devidas perícias feita por equipes de ambos paises seria envida para estudos.
Nakamoto era um homem que obteve muito sucesso apesar de muitas vezes penetrando sistemas inclusive do próprio DIA, mas de tão bom em seus talentos que viram em sua captura não oportunidade de puni-lo, mas aproveitar seus dotes em troca de uma condicional, prática bastante comum em muitas agências de Inteligência do mundo. E mesmo sob chuva alguns carros chegaram a local onde grandes guarda-chuvas pretos após encontrarem Angelus Bishop rumaram para lá com ele Yates Winston, John Roberts (apelidado temporariamente de múmia), Akihiro Sadao, Theodore Mitnick, Julia Fill e Albert Tucson. Esta fora a primeira vez que o grupo todo se reunia por completo em muitos meses e talvez por isso trouxe alguma comoção, eles ao longo do período pela vivência e convivência direta mesmo com suas diferenças estabeleceram um ínfimo elo de ligação e de cumplicidade onde um protegia o próximo das adversidades que enfrentavam utilizando-se de seus talentos.
A chuva caindo sobre os guarda-chuvas fazendo um som oco que mediante o silêncio soava como uma trilha sonora se não uma perfeita expressão para o momento onde os céus meio que choravam por saber da eminente importância do sujeito que lá jazia mesmo que alguns no grupo, como John Roberts evidentemente fossem peças-chave naquilo, mas cujos demais em menor grau tinha importância única como engrenagem naquele mosaico conspiratório que se formava. O tempo chorava sobre tudo porque sabia que aquilo não havia acabado ainda, pois diante de tantos que sob o céu vira ao longo dos tempos as maiores guerras e conspirações certamente aquela – que seria a maior – havia apenas adiado seus planos enquanto seus arquitetos se re-agrupavam em algum lugar do mundo a espreita de um novo ataque.

E foi assim que em algum lugar do mundo, num outro enorme armazén surge Lory Ferguson e Hugh Sacha falando com um homem cuja silueta parecia não destoar das sombras compridas que se movimentavam lentamente naquele sombrio armazém que no entanto guardava não frutas, mas caixas em diversos tamanhos e formatos em longas fileiras e prateleiras, vestido um capuz pouco a pouco aquela sombra além de escutar e concordar com que era dito ia tomando forma humana para revelar sua verdadeira identidade, Tatsuya.

Depois da ressaca de dor Theodore Mitnick estava em casa vendo gotas de água escorrerem pelo vidro da janela enquanto esperava John Roberts entrar em sua câmera quando uma oscilação na luz fez o computador sair do sistema, mas que antes que os sistemas de emergência ligassem tudo voltou aparentemente ao normal, mas, no entanto, surgiu uma estranha tela no computador revelando uma face digital de Watchman como se surgisse do TerrAlfa. Assustando saiu do sistema, mas não sem antes perceber que a luz parecia piscar ritimadamente como em algum tipo de sincronia, no entanto, notou ele que não era código morse, assustando resolveu abrir a janela de seu apartamento depois de pegar seu celular na mão e mesmo diante da chuva olhar para fora e ver algo que o assustou muito: não era somente as luzes de seu apartamento que apagavam e acendiam, mas de todo o prédio, e todos os demais a sua vista que no entanto independentemente pareciam seguir ondas crescentes e decrescentes até formar letras ao longe e formar palavras onde ele entendeu, era um nome, era Watchman que como um maestro de horror tocava uma estranha sinfonia de luzes sincronizadamente como uma música com desenhos ritmados surgindo nas construções de concreto.


Categorias: Contos,Rex Virtualis |

1 Comment»

  • Favio Silva says:

    A história está legal. Tem um ritmo interessante, mas você deslizou um pouco na gramática, às vezes falta letras, às vezes vírgulas…

    Gostei da viagem.

    Mas diz aew, como este texto já tem imagem, estando ele ainda na agenda estando ele com zero coments?

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