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Apr
21
2010

Solaris – Capítulo 1

Escritor: Sayu Tsukishiro

solaris

Chegada

Uma jovem olhava distraidamente pela janela por baixo do capuz que escondia sua face. Uma terra arrasada, seca, que também tinha sido cenário de tantas outras viagens que fizera no passado.

Seu destino era a aldeia de Sarajevo, no interior da região que já fora conhecida como Iugoslávia. Veículos de refugiados, que andavam em trilhos, eram quase as únicas coisas que ainda cruzavam um deserto isolado como aquele. As estradas estavam muito longe de serem seguras, povoadas pela escória de bandidos e arruaceiros.

– Ora, o que temos aqui?

Freya levantou os olhos lentamente, tirada de seus pensamentos por uma voz cheia de malícia. Ao fazê-lo, seus olhos revelaram sua identidade – a fluorescência amarela brilhou por baixo do capuz.

– Uma mutante! – O homem disse, quase deliciado, para os companheiros. Havia três indivíduos além dele, agora todos cercando Freya. O veículo estava vazio, exceto por eles. – Uma pequena fora-da-lei, homens…

O olhar da jovem baixou para as mãos do homem, que tinha uma crossgun engatilhada. Soltou um imperceptível suspiro de desapontamento – a sua laia não era bem recebida nas cidades maiores, mas ela estava no meio do nada.

– Acredito que seria um serviço para a humanidade tirá-la de circulação… – O chefe da pequena gangue riu, mostrando os dentes podres. – Talvez amarrá-la para brincar um pouco…

Um dos integrantes da gangue fez um movimento para agarrar o braço de Freya. Foi o suficiente.

No momento seguinte, um poderoso golpe quebrou o nariz do indivíduo, que bateu no banco ao cair. A jovem subiu no banco e chutou o segundo marginal, que voou na direção oposta.
Não haviam passado mais de dois segundos.

– O qu…?! – O líder apontou a crossgun, desnorteado. Freya segurou no compartimento de bagagem e meteu os dois pés no peito do homem, jogando-o em cima do outro com a força de um torpedo.

A jovem desceu com um rápido movimento, batendo a sujeira da roupa. Seu capuz havia caído, revelando seus longos cabelos prateados, que ela novamente tratou de esconder. Nesse momento, o veículo parou, e as portas se abriram, mostrando que haviam chegado no terminal de Sarajevo.

Freya pegou sua mala calmamente, pisando em um dos homens ao se dirigir à saída, que gemeu.

Mas Freya não saiu imediatamente. Notou um pedaço de coisa brilhante no chão, uma caixinha bem fina de plástico – coisa rara, já que petróleo era coisa dificílima de conseguir aqueles dias. A garota guardou no bolso e finalmente saiu para o sol de meio-dia no meio de Sarajevo.


Categorias: Contos,Solaris |

5 Comments»

  • Andrey Ximenez says:

    Cara (Sayu… masculino ou feminino?)… acho que os textos estão muito curtos para serem divididos em capitulos. A não ser que a idéia seja ser capitulos independentes para formar uma história unica no final.

    Enfim. Tudo muito breve e sem muito efeito.
    Abraço.

  • peregrina says:

    ficou bom,sayu-chan!
    continua? *_*

  • Asami says:

    Ficou legal… gostei da escrita mais direta, porém alguns detalhes ou descrições teriam enriquecido mais o seu primeiro capítulo. Enfim, espero a continuação.

  • Thainá Gomes says:

    Podia ser mior e com mais detalhes, quero ver a continuação.Ficou legal.

  • André Alves says:

    Como já disseram, uma descrição mais detalhada deixaria o texto melhor (e maior).

    No todo, ficou legal.

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