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May
05
2010

Escolhas na Escuridão

Escritor: Andrey Ximenez

escolhas-na-escuridao

– Tu és linda, Ster. – disse, enquanto afagava carinhosamente sua face.

Obviamente a garota enrubescera. Chegava a ser um charme essa atitude. Já namorávamos a aproximadamente quatro meses, mas ainda assim ela se encabulava ao receber elogios do tipo. Afinal, era uma garota do interior.

Nos conhecemos na faculdade, por sorte, numa roda de amigos. No dia nem poderia sonhar que namoraria aquela menina que mal falava. Hoje estou aqui, na cidade natal dela, para conhecer sua família. Todos se mostraram gentis, como esperado pelas maneiras da garota. A tarde decidimos tomar um sorvete na pequena praça do centro.

– Tu me deixas vermelha falando assim, André. – respondeu ela, tocando minha mão em sua face. Não respondi, apenas sorri como resposta.

Ficamos ali sentados durante algum tempo, aproveitado o calor do verão do sul. Conversamos sobre o campo e a lida de sua família com a lavoura. Na verdade, sendo bem sincero, nem prestava muita atenção sobre esses detalhes. Era como se ela me hipnotizasse. Acho que em minha vida nunca estive tão apaixonado por alguém. E acima disso, nunca estive tão feliz em estar com alguém. Realmente, como dissera um escritor num blog, como é bom ter alguém.

Foi pensando nisso que a reparei me chamando a atenção – Vamos voltar? Já está escurecendo. – Fingindo que havia prestado atenção a tudo, confirmei com a cabeça.

Levantei-me, indo pagar a conta no caixa. Depois demos as mãos, caminhando lentamente pela rua esculpida com paralelepípedos do centro. Conversávamos e ríamos com o sol se pondo as nossas costas.

As pessoas já começavam a se organizar e entrar em suas casas. – No interior é assim – explicara ela – As pessoas tem o hábito de dormir cedo, para acordar na primeira hora para trabalhar.

Confirmei com a cabeça e seguimos caminhando. Na rua algumas crianças ainda jogavam bola, aproveitando até o último segundo de sol. Mais a frente, ainda distante da casa de Ster um garoto estava sentado no meio-fio da calçada. Estava distraído brincando com a areia da rua. Não devia ter mais que dez anos.

Porém algo chamara a atenção naquela cena. Não pode nem fugir aos olhos de Ster. Um homem, de roupas esfarrapadas, avançava cambaleando em direção à criança. Instantaneamente ficamos preocupados, imaginando se seria um bêbado prestes a machucar o pequenino. Porém, não houve socos, tapas ou chutes. Não. Ele parou em frente ao garoto, que somente levantou a cabeça para encará-lo calmamente. Foi então que nos veio o choque.

Subitamente a boca da pessoa escancarou-se de uma maneira nada natural e, na mesma velocidade que se abriu, se fechou tomando entre os lábios sem cor a metade superior do crânio da criança. Ela sequer chorou.

Ficamos abismados presenciando aquela cena. Da casa do outro lado da rua saía uma mulher vestindo um avental manchado com algumas gotas de sangue. A mão direita apertava um ferimento próximo ao pescoço, enquanto que a esquerda pendia sem vida ao lado do corpo. Pela boca uma baba espessa escorria enquanto os olhos teimavam em direcionar-se pra cima.

Nos olhamos rapidamente. Sem pensar nos meus atos peguei na mão de Ster, puxando a pequena de cabelos negros de arrasto. Fugimos rapidamente na direção de onde viemos. No meio da corrida ela gritava – Meus pais, e meus pais? – no entanto, entre a respiração acelerada da corrida só respondi que eles saberiam se virar.

Ao retornarmos pra praça vimos uma verdadeira batalha campal. Homens com enxadas e facões faziam verter o sangue de esposas, filhos e pais. Aqueles que eram atacados pelas bestas em pontos vitais rapidamente se viam na mesma situação miserável.

Ster olhava aparvalhada aquela cena. A cidade de sua infância se desfazia perante seus olhos. A tarde que havia transcorrido como um sonho perdia-se num pesadelo sem sentido e absurdo, dos mais negros possíveis. Uma vez mais necessitei arrastar a garota, de vez em direção à uma rua paralela de chão batido.

Corríamos por um caminho solitário, as casas tinham as janelas fechadas e os postes acendiam-se automaticamente em resposta a noite que caia aceleradamente.

Ao avançarmos alguns metros nos deparamos com um muro. Não havia saída. Apavorados nos olhamos. Do inicio da rua começaram a chegar mais e mais deles. Saiam também de algumas casas.

– André, o que a gente vai fazer – falara de maneira desesperada minha namorada.

Analisando a situação encostei-me no muro, oferecendo as mãos como calço para ela subir. Rapidamente ela alcançara o topo. Com um pouco de esforço pulei o muro em seguida. Do outro lado estávamos num campo verde. No horizonte destacavam-se duas casas. Com o ultimo fôlego que tínhamos corremos pelo campo. A escuridão era densa e por pouco não conseguimos saltar sobre um boi caído na pequena trilha. Ele estortava seus últimos momentos, espumando pela boca de maneira macabra. Uma das casas já estava próxima quando inúmeros cadáveres se projetavam através da plantação até nós.

Nesse momento entreguei a minha única vontade às pernas. Minha vida inteira estava nelas. Alucinadamente adentrei a casa, fechando a porta em seguida. Após alguns segundos ouvi murros contra a porta.

– André, abre! Eles estão chegando! – gritava, de maneira chorosa, Ster.

Instantaneamente minha mão dirigiu-se para a maçaneta. Foi então que ela congelara. Se abrisse a porta e as malditas criaturas entrassem seriamos dois mortos. Fiquei pensando na situação com os prantos de Ster como trilha sonora de minha indecisão. Mais alguns murros e minha atenção retornara.

– Querido, por favor… Por favor…

Mas minha mão não se movia, simplesmente não se movia. Ajoelhei-me com a cabeça encostada na porta, chorando silenciosamente na escuridão. Do outro lado da porta um grito de susto e dor. Grunhidos macabros chegavam aos meus ouvidos. Nesse momento a escuridão tornou-se mais densa. Acabei perdendo meus sentidos.

***

Em volta da fogueira o jovem garoto de cabelos cor de palha observava silenciosamente as chamas. Ouvira a história inteira, sem falar nada, sentindo um grande pesar.

– Agora entendo a sua raiva contra essas criaturas. Por causa delas tua vida foste desgraçada.

Sua companhia então sentou-se ao lado, ajustando o tapa-olho.

– Sim, de fato desgraçou a minha vida. – disse, enquanto polia a faca de caça e recarregava as pistolas. – Por isso te disse. Odeio essas criaturas. Meu desejo é acabar com todas elas. Mas se possível, desejo acertar minhas contas com outra pessoa primeiro. – falou, calmamente, enquanto prendia os fios tão negros como a noite que pendiam de sua cabeça.

104 Comments»

  • Andrey Ximenez says:

    Demorou mas tá ai!

    =]

  • Vania says:

    Uau! Que conto! Começa calmo, bucólico, até. Depois fica macabro e nos provoca sensações de medo, ansiedade e desejo de que seja tudo um pesadelo.
    Parabéns, Andrey! Gostei muitíssimo!
    Vai ter continuação? 🙂
    Beijos.

  • Lord Jessé says:

    Uou!!!
    Da hora.
    Muito bom Andrey, parabéns mesmo.
    E então? vai continuar a história?
    Estou na espectativa

    • Andrey Ximenez says:

      Valeu pelo elogio jessé…

      Não sei ainda se posto a continuação aqui. O planejamento é que vire um livro (28 pag de word já…)

      Tem que ver ainda.

      Mas eu aviso

      =]

  • Andrey Ximenez says:

    Guns… Tem alguns trechos do texto onde deveriam constar ” – ” e sabe-se deus pq consta ” ? ” … tem como dar um jeito?

  • Lord Jessé says:

    Hum…
    entendo.

  • Asami says:

    Parabéns pelo excelente conto… acho que a expectativa pela continuação é geral, assim como os outros eu também espero por uma sequência 🙂 seu conto passa bastante emoção ao leitor, praticamente o inclui na estória (pelo menos foi assim comigo), também me identifiquei bastante com o lugar onde ele ocorre… parece a cidade onde eu moro 😀 O final foi sensacional… parabéns Andrey…

  • Samila says:

    Amey
    sem noção, vibrei aqui quando a Ster morreu XD
    *sadist?*
    Muito bem escrito, descrito, contado… está muito bom, Andrey!
    Vemos aqui, diante de nós, um dos grandes nomes da literatura brasileira nos próximos anos! Estou pondo ninha fé em você, rapaz.
    Só digo uma coisa:
    mude a ultima frase, está mal colocada. Ficou comprida demais, e por isso confusa.
    “calmamente, enquanto prendia os fios tão negros como a noite que pendiam de sua cabeça.”
    ficou estranho….

    • Andrey Ximenez says:

      Obrigado pelos elogios Asami e Samila.

      =]

      Realmente ficou longa a frase neh?
      mas Samila…
      “sem noção, vibrei aqui quando a Ster morreu XD”
      Acho melhor vc reler o texto…
      xD

      Mais uma vez, obrigado por quem leu e gostou
      o/

  • peregrina says:

    muito bom!
    espero que voce não demore a postar uma continuação!

  • O garoto deixou a namorada morrer… covarde.

  • Zé Saika says:

    Muito bom mesmo Andrey.

    Adorei o toque de terror no final. =]

  • Rainier says:

    Show Andrey.
    Consegui me sentir dentro da história. Vendo cada reação e expressão dos personagens.
    Espero que tudo dê certo nesta empreitada de escrever teu livro e aguardamos ansiosamente a publicação dele. (E claro, mais algumas partes dele aqui…)

  • Atreus says:

    Covarde!
    _

    e bem escrito. Me senti num Romero!

  • Samila says:

    só eu que achei o rapaz sensato? XD
    será que é pq não gostei da Ster? XD

  • Andrey Ximenez says:

    Obrigado pelos elogios até aqui. É mt bom saber q consegui passar esses tipos de sensações pra vcs.

    Tive a idéia pra esse conto qnd li um do Jones, que comece como a maioria das histórias que eu conheço de zumbis. Essa eu tentei dar um ar mais bucólico no inicio. Nos próximos caps a coisa começa a pretiar mais.

    Tb me lembro que esse texto ai deu margem para um discussão com o Vinicius Machado, amigo de longa data. Conversávamos sobre como se escrever um texto soft, leve e simples. O tipo de coisa que é importante se entender para escever uma história mais longa.

    O resultado dessa conversa já está aqui no ONE, ali na agenda, sob o titulo “A viajem”. Quando puderem deem uma olhada no trabalho do Vinicius, para verem um Ster mais feliz

    ^^v

  • Jones says:

    Só uma palavra: COVARDE!

    Cara iniciar um livro tendo (pelo que me parece) como personagem principal um COVARDE, fica interessante, mas lembre-se de mostrar como ele se desenvolveu de COVARDE para matador de Zumbis, isso não deve ter sido do nada, um COVARDE não decide deixar de ser COVARDE após ter deixado a namorada morrer. Ele terá de ser desenvolvido e com cuidado para ficar verossímil. Acho que já me meti demais he he he he.

    Gostei do texto, ficou muito bom mesmo. Mas que o cara é um COVARDE, isso ele é.

    • Andrey Ximenez says:

      É isso sim meu amigo… mas o personagem principal não é ele!

      Releia o ultimo trecho que vai entender o que eu digo.

      =D

  • Covarde… ou sensato, como disse a Samila?

    Todos sabem que quando ocorrer a invasão Zumbi… será uma brincadeira de quem vive mais tempo. Ela atrasou o rapaz e ele, ja sacando que agora era uma corrida contra o extermínio de toda raça humana, de cara deixou ela pra trás.

    • Samila says:

      pois é u_u
      de que ia adianter ele morrer junto?
      o Andrey ficaria sem enredo u_u
      XD
      e bem, como ele falou….
      “mas o personagem principal não é ele!”
      Enfim
      MORRA STER! @_@

  • Atreus says:

    Ta,cheio de nhem nhem nhem vc é linda meu amor pra depois deixar ela do lado de fora!
    _

    Quando morrer nao vai ao Valhalla – COVARDE!

    • Andrey Ximenez says:

      Dei muita risada aki Atreus.

      Mas é bem isso mesmo.

      É o tipo de cara que merece dois socos na cara: um por ter nascido e outro por ter feito isso (depois uma facada no bucho, pra ficar esperto).

      xD

  • Rubens (HIOTO) says:

    Considerando que ela pediu pra entrar duas vezes antes de morrer dava tempo dele ter deixado ela entrar e trancar a porta. Me parece que o autor queria matar a garota pra ter uma marca na vida do personagem que provavelmente é o mesmo descrito no último trecho.

    Taí um bom texto.

    • Andrey Ximenez says:

      Kkk…

      Nã… o personagem descrito no ultimo trecho não é o André

      =D

    • Andrey Ximenez says:

      PS Atrasado: Realmente… ele poderia ter aberto a porta, analisando de fora.

      Porém ele não fazia idéia da distância em que os zumbis estavam dela. E msm os dois chamados ocorreram num espaço curtissímo de tempo.

      Enfim, ele ficou em estado de choque.

  • Rainier says:

    Isso que dá não ativar o protocolo bluehand!
    Ambos poderiam ter vivido se ele soubesse onde bluehand estava, e se tivesse um pé de cabra!
    kkkk…

    Falando sério agora, apresentar um personagem que não será o principal não fica meio estranho.
    Acho que preferiria ver o covarde se tornando herói, que outra coisa…
    Mas quem sou eu, senão um pobre mortal que faria o mesmo com STER!
    X_x

    • Gabriel says:

      Mas pra eles estaria dificil de chegar até o Bluehand. Os personagens da história estão no Sul (foi isso que o texto deu a entender,pelo menos), já o Bluehand tá a alguns (quilometros de distância.)

      Andrey, eu só estava esperando pra ver o momento em que o cara ia deixar a Ster pra trás. Você conseguiu passar bem uma verdadeira infestação de zumbis. Espero continuação.
      Gostei do final, me lembrou Kill Bill, quando fala que falta um em especial. Vingança!

      • Samila says:

        AEWW!
        Mais gente que deixaria a ster para trás! XD

        • Atreus says:

          Essa sua aversao a pobre da Ster é quase Freudiana viu? Haha!

          Eu ainda digo que a Ster vai virar a rainha dos mortos vivos só pra se vingar daquele cagao covarde.

          Para medir seus atos, pergunte-se isso: What Would Leonidas Do? =D

          • Rainier says:

            Cara se ela virar a Sarah Kerrigan (Starcraft Feelings) vai ser muito louco!

            Se eu fosse a STER caçaria ele com todas as minhas forças, já que o desgraçado deixou ela para trás!

          • Samila says:

            eu tb caçaria o desgraçado, e não só ele, mas todos os homens! XD
            mas minha aversão a ele foi pq ela tava toda cheia de nhennhennhen no início…

          • Atreus says:

            Dor de cotevelo ai é?Vamos conte pro titio Freud aqui! ha! =P

          • Samila says:

            é aversão natural a personagens femininas, apenas

          • Jones says:

            Ei Atreus, até mesmo o Freud enlouquecerias ao tentar entender as motivações da Samila, cara entender uma mulher já é foda, agora entender uma mulher fanatica por Yaoi, que escreve, e ainda sobre vampiro a mascara, ai mermão é pior ainda!!!!

          • Rainier says:

            Se a STER fosse a SAMILA eu não deixaria do lado de fora! Sua vingança seria insana! Melhor morrer por mãos de zombies que pelas tuas.

          • Samila says:

            @Rainer
            Sim! Você está certo! Ò_ó
            Samila é vingativa! essa é uma das poucas características femininas que restarem em mim! (as outras foram o romantismo e sentimentalismo XD)

          • Atreus says:

            @Jones – meu velho voce esta certissimo! haha! Na verdade, nao consigo entender ninguem que goste de Yaoi!

            @Rainier – Ouxe poderia deixar pow, ela mora no Amapa, até chegar a voce o apocalypse ja acabou!haha! 😉

        • Samila says:

          hahahahaa, pior, né?
          Acho q seria divertido uma consulta com ele… Que trauma de infância será que ele me atribuiria?

          enfim, de todos os contos que escrevi, em apenas um uma mulher era protagonista (lembrança)XD
          no geral são homens, sempre homens XD

          • Jones says:

            Naquele de Toreadres não eram bem homens huahuahauhauhauahuahauh

          • Samila says:

            MALDADE ò_ó
            Eles já foram homens, um dia…

          • Andrey Ximenez says:

            Bem lembrado… um dia.
            u.u

          • Samila says:

            não são mais homens por terem se transformado em vampiros, apenas u_u

          • Atreus says:

            Toreador de Vampiro é Cabeleleiro!
            _

            E o Titio Ziggy acharia que voce fez uma transferencia masculina devido as suas pulsoes homoeroticas.Tudo se explica!Voce gosta de picolé? ;o

  • Andrey Ximenez says:

    Do jeito que anda o debate acho que vou mudar o nome da Ster.

    xD

  • Andrey Ximenez says:

    Kkkkk

    Acabei de procurar Samila no twitter.
    Resultado? Um homem barbudo chamado ricardo?
    Estou vendo padrões surgirem
    xD

    • Atreus says:

      Pere…barbudo Ricardo e fan de Yaoi?
      _

      Morri de rir aqui. Andrey estara encarregado de identificar a Enigma Samila. Seria uma sigla?

      • Andrey Ximenez says:

        Bah kra… ali diz que o tal Ricardo “Samila” é de Curitiba… Sinceramente… não quero nem mais pensar no assunto. Me arrependi da busca no twitter.
        xD

      • Samila says:

        GAHUHAUAHAUAHAUAHAUHAUA
        Strange….
        Bem, posso dizer que eu não existo em qualquer rede social, então, não sou o Ricardo…
        pelo menos, nunca twitei com esse esse nome… nunca twitei, na verdade…
        Ainda….
        O psiquiatra ainda não autorizou a operação….
        hauahauahauahaua
        Zuera XD
        Enfim, se quiserem me achar na net, eu sou a Ryoko-Chan
        mas não tenho orkut, nem twitter, nem facebock, nem barba XD

  • Samila says:

    estou no nyah fanfiction =D
    *otaku’s force*

    • Andrey Ximenez says:

      Kkkkk

      ja dei uma passada pelo Nyah.
      Não me agradou.
      Ainda prefiro o sistema do AS… bem melhor.

      • Samila says:

        Gosto mais do Nyah, tenho aversão ao AS… acho as coisas lá muito paradas… sem falar a falta de força yaoi lá dentro.
        Nyah é o maior recanto yaoi do brasil *-*

  • Jones says:

    Sorry, sorry, estava pensando numa coisa e digitei outra!! Isso é que dá entrar rapidinho por causa da chefia huahauhauhauahuahuahau!!

  • Jacque says:

    Sempre leio os contos aqui da ONE, mas nunca comentei, mas esse ta de parabéns, muito bom mesmo. Tbm tenho que falar que adoro os contos da Samila!

  • Asami says:

    Será que eu fui uma das poucas pessoas que gostaram de Ster? Coitadinha! Ok… não sou fã de lengalenga, mas todo o amor no início só serviu pra me deixar com mais raiva de André… afinal, Ster é quem foi abandonada pelo cafajeste… ela também vai se tornar uma caça-zumbis e vai se vingar… deem mais crédito pobrezinha!!! ó_Ò

    • Andrey Ximenez says:

      com certeza!

      Ela vai aparecer bem diferente daki pra frente

      =D

      • Rainier says:

        Com certeza ela vai ficar diferente…
        Até porque ela vai virar zombie… (Ou não!?!?!?)
        Bem se ela escapar dessa pé de cabra no homi!

    • Samila says:

      Num ataque zumbi tudo é questão de sobrevivência, Asami. ele fez o correto! E sobreviveu! você não leu o guia de sobrevivência a zumbis???
      cuidado, menina! temos que estar preparadas! nunca se sabe quando os portões do inferno vão se fechar…. Ò_ó

  • Como eu já tinha dito pro Andrey pelo msn: Muito bom! \o

    Putz, mas os comentários são uma comédia XD! morri de rir aqui!

  • Luis Oselieri says:

    Um dos melhores contos de zumbi que eu jah li (tambem gostei muito do dia 1, do Jones). Estah de parabens ! Mudando de assunto, a parte 2 do meu conto Ladrão de Harpas já estah na agenda !! Leiam e comentem !! Valeu !!

  • Cough says:

    Parabéns… Amo uma boa história, principalmente quando é bem escrita.

  • Junior Batista | Itu-SP | 15 anos | estudante de web design says:

    Hoje resolvi ler, seu conto é maravilhoso. Vou procurar ler mais.

    • Rainier says:

      Olha, só faltou o CV…
      rsrsrs….

    • Andrey Ximenez says:

      (100 commntz!jamais esquecerei ç.ç )

      Só faltou o cv msm.

      xD

      Brinks

      Tche… tenho mais uns textos por aqui. Pra facilitar tua vida indico “Realidade Insensível e Diálogo com o Inferno, que foram sem duvida meus melhores textos até hj

      =]

  • Thainá says:

    Tô assustada!Que horror,a hitória tá muito legal.

  • Thainá says:

    E pobre Ster!foi deixada pelo seu amor,se fosse comigo eu arrombava a porta,mais já que a personagem não sou eu nem era pra hitória tomar esse ritmo..

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