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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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May
24
2010

Lhes apresento, Eddy

Escritor: J.G. Valério

lhes-apresento-eddy

Ouça o farfalhar das folhas das árvores, sinta o vento fresco e calmo tocar sua face.

A água do riacho flui em seu ritmo contínuo, peixes nadam, o sol é refletido no cristalino do rio.

O orvalho pinga da relva alta, a natureza vive seu ciclo eterno e perfeito.

Ela, a natureza, não para, não reclama da sua rotina, ela simplesmente faz. E por mais incrível que pareça, vive. Vive como nenhum outro ser planeja viver.

Porém no meio da calmaria deste ciclo, um ponto brilhante e não natural aparece.

Rapidamente ele se expande, um barulho ensurdecedor é ouvido, seguido de uma onda de impacto que destrói tudo ao seu redor.

As árvores não mais existem, o capim se queima até virar pó. Naquela paisagem calma se vê apenas um cogumelo monstruoso de fumaça.

Caos.

Vamos para um local diferente agora. Para o alto e avante. Estamos no espaço, rodeado de estrelas, planetas, cometas, radiação, partículas de matéria dos mais diversos tamanhos.

De onde estamos, vemos um planeta azul. Vemos a silhueta dos continentes, a grande massa de água que são os oceanos, as formações não lineares das nuvens. Um ecossistema completo.

Porém um ponto de luz crescente, seguido de um ponto de fumaça crescente, aparece naquela paisagem. Um ponto.

Aqui do misterioso negrume do espaço, sentimos o frio e percebemos o vazio inaudível do vácuo. Olhamos em volta e nos damos conta da inimaginável e grandiosa criação que nos cerca.

E o que aquele ponto crescente de fumaça, do planeta azul, representa para nós desta posição?

Nada.

Esta é a história de Eddy, um ser humano que não estava contente com seu ciclo normal de vida e decidiu radicalizar. Decidiu se rebelar com sua sociedade.

Sociedade esta que foi criada pelos próprios seres humanos, seus compadres, baseada no seu incrível “dom” do livre arbítrio.

Foi por causa deste livre arbítrio e dos seus direitos de ir e vir, que Eddy fez o que achou que deveria fazer. Ele estava decidido que seria um marco para seu povo, sua existência não passaria em vão.

Todos lembrariam dele e ele com certeza iria mudar seu modo de ver a vida. Ao menos é o que Eddy pensava.

Os pormenores desta história não importam. Como tudo começou e o que aconteceu para chegar ao final que chegou, realmente não interessa.

Ou talvez interesse, depende muito do ponto de vista.


Categorias: Contos,Eddy | Tags: , ,

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