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May
10
2010

Nada como uma bela noite em casa

Escritora: Ericka Firmino

nada-como-uma-bela-noite-em-casa

Era uma noite como qualquer outra. A adorável esposa Lilly estava servindo o jantar para o marido e o filho quando inesperadamente três bandidos invadiram a casa deles. Duas mulheres e um homem. O garoto assustado correu e pulou para o colo pai. Uma das mulheres arrastou Lilly Jones até a sala. Eles amarraram o pai e a criança. A mãe foi à próxima.

– O que vocês querem? – perguntou o marido que aparentava nervosismo. A criança estava muito assustada com a cabeça baixa abraçando o pai. A mãe observava tudo com uma calma impressionante. – Vocês querem dinheiro? – disse o pai novamente. – O cofre está lá em cima. – Se abrir a boca mais uma vez, eu atiro na sua cabeça e na do garoto. – disse uma das mulheres. – Há muito tempo não nos divertíamos e agora teremos diversão em dose tripla. – disse o homem olhando para a família que parecia apavorada, com exceção da mãe. O menino olhou para a mãe como se tentasse dizer alguma coisa e não conseguisse. – Meu amor… – disse a mãe carinhosamente para o filho. -… Feche os olhos um pouco.

Não se sabe como, a mãe conseguiu se soltar e atirou na perna de cada um deles com uma mira e precisões incríveis. Ela rapidamente soltou o marido e em seguida o filho. – Henry pegue uma corda, rápido. – ela disse para o filho. Ela tirou do bolso várias algemas e jogou uma para o marido. O garoto ofegante entregou a corda para a mãe que amarrou as pernas deles. – Obrigado, querido. – ela disse beijando a cabeça do filho. – Eu quero que leve o Henry daqui. – ela disse para o marido. – E você? – ele perguntou. – Eu ficarei bem. Ela deu um olhar confiante e o marido aceitou. Em seguida ela deu um olhar bem forte no filho que parecia lacrimejar. – Ligue para o Steven. – ela disse segundos, antes que o marido e o filho saíssem. – O que vai fazer conosco? – perguntou uma das mulheres. – O mesmo que pretendia fazer com a minha família. – disse a mulher engatando uma arma. – Vocês ameaçaram a minha família e agora eu terei que matá-los. – Você não tem coragem vadia. – disse o homem com um olhar temeroso. A mãe lançou um sorriso tímido, pegou a arma e atirou na outra perna do homem. O interessante era que ela sabia exatamente onde atirar. Como uma profissional. – Qual o seu nome? – ela perguntou a ele. – Vá se ferrar. – ele disse tentando intimidá-la. A mãe pegou novamente a arma, apontou para a cabeça do rapaz e puxou o gatilho. Uma das mulheres deu um grito desesperado. – Sorte a sua está descarregada. – ela disse para ele que estava com os olhos fechados pasmos de medo. – Vai responder agora? – ela perguntou novamente. – Matt. Meu nome é Matt. – ele disse ainda nervoso com o disparo. – Porque entrou na minha casa? – ela perguntou sentada no sofá perto deles e engatando outra arma. – Diversão. Queríamos nos divertir. – ele respondeu seriamente. – Com a minha família? – ela repetiu como se não tivesse entendido a resposta. – Respondam-me o que a minha família fez para vocês? – ela perguntou levantando. – O que o meu querido filho de oito anos fez para vocês? – ela continuou. – Nós não precisamos de lição. – disse uma das mulheres. – É claro. Eu sei do que vocês precisam. – ela disse atendendo uma ligação. – Dois minutos, está bem. Até mais. – Vocês iam atirar no meu filho? – ela perguntou olhando atenciosa para cada um deles. – Não. – o homem respondeu olhando para o chão. Uma clássica mentira. – Você não machuca crianças? – Não. – ele respondeu. – E vocês meninas? Já mataram alguém? – Não é da sua conta. – respondeu uma delas. – Está bem, chega de interrogatório. Hora da diversão. Pessoal esse é o meu amigo Steven. – ele disse apontando para um homem que se aproximava. – Ele vai ensinar boas maneiras para cada um de vocês. Foi um prazer conhecê-los. – a mãe disse confiante de sua sabedoria. – Acha que o seu amigo pode conosco? – perguntou o homem. – Meus amigos… – disse a mulher mostrando a eles os cerca de vinte carros parados na porta dela cobrindo toda a rua. -… Como eu disse, foi um prazer conhecê-los. – a mãe disse fechando a porta.


Categorias: Contos | Tags: , ,

21 Comments»

  • Andrey Ximenez says:

    õ.ô

  • Jones says:

    WOW Wath a Hell!!!!! Caraca mermão!!!!

  • Andrey Ximenez says:

    Krak… nunca mais tiro onda com a minha mãe
    o.o
    Essa dai é mais loka que shoryuuken de fogo malandro!
    O.O

  • Samila says:

    parágrafos! cadê os parágrafos??
    Tudo corrido, corrido, corrido… não consigo ler! Parágrafos pelo amor de deus ç_ç

  • Ericka says:

    Sinto muito não ter respondido antes… mas da próxima vez eu colocarei os parágrafos…

  • Ericka says:

    Foi mal mesmo…

  • Ericka says:

    Gostei do que você disse Andrey… hehehehehehe…

  • Rubens (HIOTO) says:

    A estrutura do texto não agrada. O conto é bem corrido e as reviravoltas sem explicação no início abre uma gama imensa de possibilidades. É difícil ler isso.

    Destaque para o comentário do Guns. Aeahaueheauea.
    Imagino o que você passa toda semana.

    Paradoxalmente, a maneira como é descrita a sequência me agrada. O ar diabólico no final também é bem estiloso. Eu daria um 8.

    A dúvida que fica é: tem continuação? Se sim, você vai usar parágrafos?

  • Ericka says:

    Não vai ter continuação… tentarei usar parágrafos nos próximos contos…

  • Lord Jessé says:

    Uau! Super Mamãe!
    não entendi muito como foi que ela ficou fodastica de uma hora pra outra!
    E… Realmente, está muito corrido

  • Vitor Vitali says:

    Ah, nem tentei ler, fiquei todo confuso. Deixa para próxima :3

  • Asami says:

    Legal o texto… gostei da mãe, personagem bem forte, mas devo concordar em parte com Vitor, tá meio confuso. Seria bom se organizassem cada fala em um parágrafo diferente… ficaria mais fácil saber que personagem está falando o que… seria bom também se o autor escrevesse uma continuação dizendo como essa mãe se tornou tão durona… conto muito legal!

  • Ericka says:

    Obrigado por todos os comentários. É muito importante saber a opinião de vocês. Podemos concordar que está muito corrido, que possui alguns (se não muitos) erros, mas tentarei simplificar da próxima vez.

  • Franz Lima says:

    Muitas lacunas no texto, além da pontuação fraca e uma diagramação que dificulta muito a leitura.
    Pude perceber que a mulher era algo próximo de uma espiã. O que não ficou claro era de onde uma mãe servindo um jantar, após ser amarrada, consegue recursos para se soltar e algemas (várias) para prender os meliantes? É uma versão doméstica da SALT (Angelina Jolie)?
    Creio que deveria ampliar o trabalho (com as devidas pontuações e uma melhor estética) e preencher estas lacunas, dando uma melhor compreensão para o leitor.

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