Crítica: A Saga Crepúsculo: Eclipse
“Criar histórias já sabendo como elas vão acabar tem uma vantagem óbvia: saber o arco que os personagens terão de percorrer e assim planejar suas jornadas. O sucesso, porém, pode gerar anomalias. A pior delas é a enrolação, principalmente se for gerada pela ganância. É essa a impressão que passa A Saga Crepúsculo: Eclipse (The Twilight Saga: Eclipse). O filme começa a termina no mesmo lugar onde parou o segundo capítulo da série, Lua Nova. O resto parece ser enrolação para vender mais livros, ingressos de cinema e DVDs.
Quando o filme começa, Edward (Robert Pattinson) e Bella (Kristen Stewart) estão no meio de um campo florido. Ela está recitando uma poesia que reflete o momento de sua vida. Ele se limita a refletir apenas o sol, brilhando como porta-bandeiras de escola de samba. Depois de fazê-la sofrer quando sumiu de sua vida, ele agora aceitou que foram feitos um para o outro e está disposto a se casar com ela e até transformá-la também em uma chupadora de sangue. Está apaixonado. E faz cara de bobo (e faz bem, viu?).” [via Omelete]
Hehe… ótima Crítica do Omelete! Especialmente a chamada que diz “Série continua sendo uma puta falta de sacanagem”… hahaha
Vale a pena a leitura. Dêem uma olhada através do link ali em cima!
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Vendo que está perdendo o controle sobre sua filha, o pai da moça insiste para que ela vá se encontrar com Jacob (Taylor Lautner), velho amigo da família. E ela vai. E apesar de repetir inúmeras vezes que ama Edward mais do que tudo, não resiste à oportunidade de se jogar na garupa do descamisado amigo de infância, que tenta a todo custo dissuadi-la da ideia de se tornar uma vampira. Ele começa sutil, tenta um beijo à força e, por fim, apela para o “beicinho”. E aí ela cai.
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hauahauahaa
Ele se limita a refletir apenas o sol, brilhando como porta-bandeiras de escola de samba. husahusauash
sempre achei crepúsculo uma estória tão boba, bem narrada, mas boba ^^”
e eclipse deveria entrar no nerdcast profissão autor: como escrever um livro gigante que não movimenta a estória em (quase) nada sem que os fãs percebam isso.