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Publicado por JonesVG

– que publicou 60 textos no ONE.

Ocupação: Desenvolvedor de Jogos Digitais, Escritor.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Mura Studio.

Base de operações:Gravataí, RS – Brasil.

Interesses: Literatura, Games, Internet, IA, Mundos Evoltivos e Storytelling.

Autor(es) Influênte(s):Bernard Cornwell, R.A. Salvatore, Neil Gaiman, Leonel Caldella, Tolkien.

5 livros que recomendo: Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Deuses Americanos (Neil Gaiman), A trilogia do vale do Vento Gelido (R.A. Salvatore), O Caçador de Apostolos(Leonel Caldella) e As Crônicas de Gelo e Fogo (George R.R. Martin).

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Jun
10
2010

Irdan e as Montanhas Negras – Parte 2

Escritor: Jones Viana Gonçalves

irdan-e-as-montanhas-negras

Os preparativos para a saída da cidade

– Bom, é hora de começarmos – fala Irdan após a saída de Tuliph – devemos nos apressar, Rafael e Irwyn vocês dois venham comigo iremos comprar água, comida, cavalos e os equipamentos necessários para irmos até as montanhas, o restante do pessoal fica aqui até voltarmos.

– E quem nos garante de que irão voltar? – pergunta com ares de insatisfação Toranuth.

– Eu garanto isso, ou você quer vir junto para ter certeza, é claro você deve se lembrar de que é caçado nessa cidade desde a última vez que aqui veio, não é? – pergunta, agora com cara de indiferença Irdan.

– Tudo bem vão, mas se não voltarem, irei atrás de vocês. – após terminar de falar o ladrão retira-se para um canto da sala.

Ao saírem da casa Irdan começou a dar as tarefas a seus dois comandados:

– Rafael vá ao estábulo e compre oito cavalos, eu irei comprar a água e a comida de que precisamos, e você meu irmão deverá se encarregar de comprar os equipamentos, devemos nos encontrar na praça central da cidade após terminarmos as compras.

– E por que meu irmão não me deixa responsável pelos cavalos ou pela comida?

Antes de Irdan responder Rafael interrompe meio falando, meio rindo.

– Até mesmo eu tenho a resposta para sua pergunta meu amigo Irwyn, seu irmão não quer novamente comida podre ou animais mortos.

– Rafael esta certo irmão, é por este motivo que não lhe peço para que faça isso, sei que não gosta de mim e o sentimento é reciproqüo tenha certeza, de suas gracinhas já agüentei muito, e só não deixei os outros mata-lo ou não te matei por que dei minha palavra a nosso pai antes de ele morrer, e por que sei que seu talento com armas é quase maior que o meu e isso o torna útil.

Irwyn ao ouvir o que seu irmão disse deu as costas e começou a caminhar na direção da cidade, ao ver a reação do clérigo Irdan apenas falou:

– Não crie problemas meu irmão, desta vez não sei se irei intervir a seu favor.

– Sei que irá, pois prometeu a nosso pai, sei também que não queria me colocar para ajuda-lo, mas o tempo que urge te obrigou a fazer isso, até logo irmão.

O guerreiro ao ouvi-lo pensou em dete-lo, mas o clérigo tinha razão, o tempo era muito pouco, Irdan nas outras missões teve problemas com as atitudes do irmão, pois este achava que para obter sorte em suas aventuras deveria sempre no início das mesmas fazer um sacrifício em oferenda a Loki, no inicio eram pequenos animais, como roedores entre outros, mas a primeira vez em que Irdan pediu para que ele o ajudasse com a compra de alimentos ele aprontou uma oferenda a Loki com os mantimentos do grupo, os apodreceu, seu irmão teve que conter Min’Or que queria corta-lo ao meio com o machado, contudo o guerreiro não aprendeu, pediu ao irmão para comprar cavalos que os levariam a outra cidade, Irwyn preparou os cavalos e na frente do grupo cortou as gargantas de cada um dos animais em oferendas, ninguém pode detê-lo, pois estavam muito longe, mas desta vez não saiu ileso, pois Uruk conseguiu acerta-lo antes que seu irmão chegasse até eles, a terceira vez foi Drasluk, um druida a quem todos detestavam, ele o matou enquanto este dormia e ofertou a sua alma a Loki, e por este ser detestado, o clérigo não foi incomodado, alguns até o agradeceram, mas depois desta não ficou mais de guarda a noite.

Desta vez não seria diferente, Irwyn entrou em várias lojas até encontrar uma cuja qual a atendente era uma bela jovem com seus dezoito anos, tinha uma beleza rara tal qual chegava a ser quase elfica, isso poderia ser impossível naquela região, uma garota de cabelos loiros e olhos verdes, e pensando que Loki gostaria daquela beleza ao seu lado para poder destruí-la com atos de tortura, com paciência o sacerdote esperou pelo momento certo enquanto ia escolhendo o que deveria levar consigo, no momento em que a garota virou-se de costas, puxou seu punhal e sorrateiramente saltou sobre ela cortando seu belo pescoço de orelha a orelha, após mata-la ofertou sua alma a Loki e só então juntou os itens escolhidos para sair da loja e caminhar em direção ao ponto de encontro.

Ao chegarem Irdan e Rafael ficaram um bom tempo esperando por Irwyn, que apareceu apenas duas horas após a chegada de seus companheiros, e vindo atrás dele uma grande quantidade de pessoas correndo com espadas, lanças e porretes querendo pega-lo. Rafael trouxe consigo seis cavalos e uma carroça, quatro dos animais estavam celados e dois puxavam o veiculo. O clérigo correndo despejou os equipamentos na carroça que já estava cheia de alimentos e água, e pulando no lombo de um dos cavalos, com Rafael no comando da carroça e Irdan montado em outro animal vislumbrou a multidão que vinha em seu encalço.

– O que você fez desta vez Irwyn? – gritou Irdan.

– Apenas uma oferenda para Loki, mas acho que não é o momento para explicações.

– Não é mesmo irmão, eu deveria deixa-lo para eles e vê-lo ser linchado, mas ainda preciso das suas habilidades, vamos depressa, vocês dois devem sair da cidade, enquanto busco os outros.

– Certo – responde Rafael que guiava a carroça e Irwyn ia a frente abrindo caminho em direção ao portão para fora da cidade, sua sorte era a de os soldados estarem dentro do quartel.

Em poucos instantes Irdan havia chegado a casa onde estavam os outros componentes do grupo, correu até a porta e para dentro gritou:

– Rápido, peguem suas coisas e vamos embora.

– E qual a pressa? – perguntou Sor Ottin.

– Irwyn aprontou novamente elfa, agora vamos embora, rápido.

– Você deveria ter deixado eu acabar com ele da primeira vez. – Resmungou Min’Or.

– Sim, agora sei disso, mas mesmo com seus deslizes ainda é útil, discutiremos depois, agora vocês devem se apressar.

Poucos minutos após estavam prontos, saindo da casa, o perigo era iminente, pois os cidadãos ao verem Uruk, Min’Or e Sor Ottin começaram a correr e gritar por socorro, pois meios-krell e elfos cinzentos nunca foram bem vistos na capital e nem entre os povos de Menegroth.

Em meio a pedras tentaram fugir da cidade, mas a fuga de Rafael e Irwyn deixou os guardas de prontidão em todos os portões de saída. Quando Irdan chegou diante do portão morte estes ainda estavam abertos, viu um grupo de oito soldados em no local, olhando para traz via a confusão que seu grupo fazia ao passar correndo pelo interior da cidade, deveria pensar rápido, a bagunça logo alertaria aos guardas.

Com determinação bateu os garrões nas costelas do cavalo fazendo-o partir em direção ao portão, com isso os guereiros voltaram suas atenções a ele, que ao se aproximar o suficiente virou na direção oposta aos seus aliados tendo os guerreiros da cidade em seu encalço deixando a saída livre, assim os cinco passaram pelo portão correndo e foram mais quinze minutos de corrida que deixaram Miranda e Toranuth exaustos. Irdan agora estava preso dentro da cidade, cavalgava de um lado para o outro tentando fugir da guarda muito mais alerta, eles haviam fechado o portão e o guerreiro não sabia o que fazer.

As flechas voavam em sua direção, como se fossem palhas jogadas ao vento, as pessoas, que agora não mais estavam nas ruas, abrigavam-se como podiam em suas casas. O animal de Irdan já havia sido ferido, três flechas o atingiram, o aventureiro ainda estava com sorte, fazendo o cavalo voltar aos muros saltou para uma das escadas, o bote preciso, ficou pendurado por uma das mãos e quando pode subiu para o alto do muro, lá existia espaço suficiente para uma pessoa caminhar, e ainda havia um pequeno filete de pedras da altura de um anão para os guardas se protegerem, do outro lado do muro apenas a planície, o problema é que estava a dez metros de altura, finalmente encurralado, os soldados vinham dos dois lados, como faria para escapar, ainda não sabia, poderia morrer ali, mas levaria alguns deles consigo, sacou sua espada, mas viu que seria inútil, pois lá embaixo os arqueiros se postavam preparados para alveja-lo.

Rapidamente atirou-se contra o primeiro combatente que vinha pelo vão, este ao vê-lo correr em sua direção parou, segurou firmemente sua espada e golpeou quando Irdan chegou no alcance de sua arma, mas o aventureiro era esperto, já preparava o bloqueio do golpe que ao ser desferido foi imediatamente refletido, e ao desconsertar a guarda do oponente deixou sua própria espada cair ao chão, saltando para agarrar-se ao soldado, com o impulso os dois caíram do muro, Irdan sentiu o impacto amortecido pelo corpo do soldado, os arqueiros, que até agora não haviam se manifestado com medo de acertar os outros homens da cidade, correram para os muros enquanto o guerreiro erguia-se com dores no corpo, estava vivo, mas seu oponente havia morrido, deu alguns passos, agarrou do chão a espada que caíra das mãos do oponente e após começou a correr, no muro os arqueiros em vão disparavam flechas, e estas nem se quer chegaram perto do antigo cavaleiro.

32 Comments»

  • Lord Jessé says:

    Cara tá muito boa essa história.
    mas só uma dúvida quanto a essa parte:

    Quando Irdan chegou diante do ” portão morte” estes ainda estavam abertos.
    Não seria portão norte???

  • Jones says:

    Sorry, seria sim, portão Norte, pequeno erro de digitação.

  • Rubens (HIOTO) says:

    Arqueiros ruins de mira. Aff. O cara caiu, correu machucado (n deve ter caído tão longe do muro assim) e eles não acertaram ainda???

    Kkkkkkkkkkkkkk.

    Tá indo bem Jones.
    Parabéns!

  • Jones says:

    Valeu carinha, é que o maluco é Epic Level he he he he tem CA alta. Bom, a parte 3 já foi postada há algum tempo, acho que hoje posto mais uma ou duas partes dele.

  • Andrey Ximenez says:

    “Em meio a pedras tentaram fugir da cidade, mas a fuga de Rafael e Irwyn deixou os guardas de prontidão em todos os portões de saída. Quando Irdan chegou diante do portão morte estes ainda estavam abertos, viu um grupo de oito soldados em no local, olhando para traz via a confusão que seu grupo fazia ao passar correndo pelo interior da cidade, deveria pensar rápido, a bagunça logo alertaria aos guardas.”

    “Ele é util” muito repetida essa frase.

    Vale uma revisãozinha!

    Mas ta de parabéns, ritmo bom e empolgante;

    =D

  • Leonardo says:

    Tá muito boa a história, parabéns 🙂

  • Emerson says:

    Vey Fico massa….Parabéns

  • Emerson says:

    Sou fã de historias Medievais..essa fico top msm….vai ter proxima?flws

    • Jones says:

      Bom rapaz, esta história tem no total 9 partes, 7 já estão na agenda, a 8ª já esta postada aguardando ir pra agenda e a nona ta esperando a minha preguiça passar he he he! Mas logo logo devo colocá-la para esperar ir pra agenda, enquanto isso podes ir lendo Kzak o senhor dos mortos que tem uma parte postada aqui no ONE e o restante sendo postado no Paragons semanalmente! e esta sim é enorme! Depois podes ir em Wulfgar Biorne (Acho que é assim que se escreve, que também é uma puta história entre outras aqui do ONE de outros autores, e minhas também! Valeu rapaz abraços!

  • Betinho says:

    legal pra caralho.. prende agente na leitura 🙂

  • Betinho says:

    muito bom mesmo

  • Vinicius says:

    Segue muito bem…
    Queria ter mais tempo pra ler tudo de uma vez…

    • JonesVG says:

      He he he, pior que tempo é algo muito, muito precioso e que ainda por cima se esvai rápidamente, mas vai com calma, não dá nada.

  • HIOTO says:

    De onde vem os nomes? Eles são bem incomuns até pra época medieval.

    Alguma fonte ou idéia em especial?

    • JonesVG says:

      Os nomes, bom, na época que escrevi esta história eu não ligava pros nomes, nem sequer pesquisava pra ver se iria ficar legal, apenas chegava, olhava pro papel, e escrevia o nome que viesse na cabeça na hora, agora a coisa mudou é claro, tem todo um trabalho de pesquisa em tudo quanto é coisa, a história que estou escrevendo por exemplo, antes de cada parte eu tenho de correr pra rede e ver se a forma que estou narrando se enquadra com a época.

  • Marcos says:

    bom bom… continue assim… gostei!
    😉

  • Artur says:

    Não gostei muito dessa parte não, ficou estranho

    • JonesVG says:

      Ah, sem problema brother, continua lendo, se na proxima você não gostar, ai sei lá, comenta, da sua opinião e me diz mais ou menos o que você que deveria mudar pra ficar mais legal, sei lá, mas assim vamos em frente que não dá nada!

  • Daniel says:

    Ótimo texto
    achei mto bom , continue assim.

  • Victor says:

    Muito, bom ae,da hora

  • James says:

    no muro os arqueiros em vão disparavam flechas, e estas nem se quer chegaram perto do antigo cavaleiro. o kara corer d++ ahueHU

    • JonesVG says:

      Ah, o cara é Hi-Level he he eh he he eh he, pior que ficou meio fora da casinha, mas deixa assim, fica divertido he he he he

  • JonesVG says:

    E seguindo os agradecimentos, obrigado ao Victor, Daniel e Marcos, valeu galerinha e continuem lendo, e comentando!! He he he

  • Renan MacSan says:

    Bem legal Jones, tô curtindo.
    Só valia uma revisãozinha maior, mas mesmo assim tá fluindo bem. E putz, mata logo esse Irwyn! hehe, espero que ele realmente valha o trabalho.

    • Franz Lima says:

      Não há como negar: o Irwyn dá ódio. Conto os segundos pro carinha morrer rsrsrs.
      Os trechos longos perdem um pouco do brilho por conta da má aplicação ou falta de pontuação, o que também gera a impressão de ritmo acelerado demais.
      Creio que a história irá melhorar a partir deste ponto, pois os conflitos internos no grupo são interessantes e, acredito, irão trazer grandes transtornos.
      Este trabalho já foi publicado em outra área?

  • Leo Debacco says:

    Não gostei nem um pouco desse burro do Irwyn. Até o nome já me da raiva. Muito boa a história, boa mesmo. Agora par a terceira parte!

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