O Nerd Escritor
Feed RSS do ONE

Feed RSS do ONE

Assine o feed e acompanhe o ONE.

Nerds Escritores

Nerds Escritores

Confira quem publica no ONE.

Quer publicar?

Quer publicar?

Você escreve e não sabe o que fazer? Publique aqui!

Fale com ONE

Fale com ONE

Quer falar algo? Dar dicas e tirar dúvidas, aqui é o lugar.

To Do - ONE

To Do - ONE

Espaço aberto para sugestão de melhorias no ONE.

Blog do Guns

Blog do Guns

Meus textos não totalmente literários, pra vocês. :)

Prompt de Escritor

Prompt de Escritor

Textos e idéias para sua criatividade.

Críticas e Resenhas

Críticas e Resenhas

Opinião sobre alguns livros.

Sem Assunto

Sem Assunto

Não sabemos muito bem o que fazer com estes artigos.

Fórum

Fórum

Ta bom, isso não é bem um fórum. :P

Projeto Conto em Conjunto

Projeto Conto em Conjunto

Contos em Conjunto em desenvolvimento!

Fan Page - O Nerd Escritor

Página do ONE no Facebook.

Confere e manda um Like!

@onerdescritor

@onerdescritor

Siga o Twitter do ONE!

Agenda

Agenda

Confira os contos e poemas à serem publicados.

Login

Login

Acesse a área de publicação através deste link.

(2) Moby [agenda]
(3) Prova [agenda]
(13) Burqa [poesia]
(11) Ursos [poesia]
(14) 100 [conto]

Publicado por ONEbot

– que publicou 282 textos no ONE.

Oi!

Sou o ONEbot. Se esse texto esta em meu nome, provavelmente ele foi publicado no ONE nos primórdios de sua existência.

O autor real do texto deve aparecer junto ao corpo dele, logo no incio.

>> Confira outros textos de ONEbot

>> Contate o autor

* Se você é o autor deste texto, mas não é você quem aparece aqui...
>> Fale com ONE <<

Jul
12
2010

Em Nome da Cruz – A Saga de um Assassino Capitulo I

Escritor: Tomás Kroth

em-nome-da-cruz-a-saga-de-um-assassino

A Anunciação e a Ira

As liras celestiais entoavam uma vez mais o canto da meia noite. A dádiva de Hipnos recaia por sobre as casas, e aqueles que resistiam a ela tornavam-se figuras apáticas desfilando pela noite. Os moribundos da madrugada assomavam às ruas, rumando aos bares e botecos, em busca do álcool, do sexo, da diversão proibida. Ridicularizavam com sua ganância, avareza e luxúria a obra do Criador, impregnando o mundo com seus odores fétidos e modorrentos, o fedor de morte que carregavam em suas almas dilaceradas.

Naquele mesmo momento, os monges do pequeno monastério beneditino rumavam silenciosos para seus quartos. Entre eles, a figura implacável de um monge corpulento, de roupas cor de terra e semblante sério e vago. Este era Augusto Cruz, que se unira aos monges ao receber de Deus a mensagem que mudara sua vida. Tivera na vida a perda dos pais e posteriormente da irmã. Recebera o salvador em sonhos, e descobrira que sua salvação só seria atingida se devotasse sua vida inteira à igreja.

Desde então, Augusto tornara-se um devoto dos ensinamentos de São Tomás de Aquino e do Salvador, unindo os princípios da crença sem limites com sua fé implacável. Era um cristão exemplar e seguia com fervor os ensinamentos e doutrinas do Senhor.

Naquela mesma noite, ao terminar suas orações, sentiu que não estava sozinho. Um calor inexplicável tomou conta de seu corpo, e pode notar a presença de alguém logo atrás de si. Um aroma doce emanava de suas costas e uma estranha paz tomou conta de seu coração. Não ousou olhar para trás, apenas entoou a oração confeccionada para o arcanjo que estava atrás de si, Gabriel da Anunciação.

Portador das boas novas, das mudanças,
da sabedoria e da inteligência.

Arcanjo da Anunciação, trazei todos os dias
mensagens boas e otimistas.

Fazei com que eu também seja um mensageiro,
proferindo somente palavras e atos de bondade e positivismo.
Concedei-me o alcance de meus objetivos.

Que assim seja.

Sem que Augusto tivesse notado, Gabriel sorria às suas costas, enchendo seu coração das belas palavras que somente um notório cristão carregaria consigo. As palavras que antecediam a anunciação. Disse assim Gabriel.

– Ora Augusto, que proeza ouvir de teus lábios as palavras que inundam este coração de alegria e paixão. Mostraste fé e aceitação à minha palavra, de maneira que nem a Virgem pôde demonstrar, e é por isso que recai sobre ti o desejo mais antigo de nosso Criador e Salvador. Uma vez, para purificar a terra, Ele enviou o dilúvio, e desta vez, envia você. Nosso senhor requer tua ajuda e tem uma missão para tua fé, meu caro monge. Responda-me, aceita ouvir as palavras do Senhor, acatá-las e cumpri-las?

Augusto irrompeu em lágrimas ao ser presenteado uma vez mais com a vontade divina, e entre espasmos de alegria, proferiu “Tua palavra é Lei bondoso anjo, tenha em mim o instrumento de tua vontade e que este instrumento sirva bem aos propósitos do criador.”. Uma vez mais Gabriel sorriu, olhando fixamente para a nuca do monge, disse por fim.

– Nosso pai está cansado da boemia e da corrupção que assola as almas que ele criou com tanto carinho. Ele não pode ficar vendo sua obra máxima ser destroçada pelo caminho que somente o Caído ousou trilhar. Peço-lhe, filho da supremacia divina, que mostre com exemplos, aquilo que o Pai tem tentado mostrar com palavras através dos profetas. Tu não serás glorioso entre os teus, e tua vida caíra em desgraça após o termino de tua jornada. Mas saiba que ao ascenderes aos céus, serás honrado como um de nós e ganhara a gratidão eterna. Precisas mostrar a todos a vontade de Deus. Uma vez o senhor disse que sete eram as desgraças que sua alma abominava, e para cada uma dessas desgraças você irá enviar um pecador ao inferno. Condene sete escravos do Caído ao seu reino, e terás a gratidão divina.

E antes que Augusto pudesse expressar reação, o calor se fora, e a paz fora trocada pela incerteza do mundo real. Deitou-se sem sono em sua pequena cama de lençóis ralos e livres de qualquer conforto. Adormeceu repetindo para si mesmo as palavras do arcanjo, e quando acordou tinha em mente apenas sete palavras, que tomariam conta de sua vida, até o fim de seus dias. Ira, Gula, Inveja, Orgulho, Avareza, Preguiça e Luxúria.

******

Dois meses haviam se passado desde o último encontro do ex-monge com Gabriel, o arcanjo da Anunciação. Desde aquele momento, Augusto abandonara o monastério e rumara para uma vida citadina, ainda sem luxos, porém mais próxima de seu objetivo maior. Esperava ansiosamente a visita do arcanjo que lhe daria sua vítima, ou ao menos assim esperava.

Se bem entendera os motivos e os meios com que Deus visava empregar seu expurgo, sabia que em breve teria de enviar aos confins do inverno algum pecador, e provavelmente correspondente ao primeiro dos grandes pecados, a Ira. Ansiava pelo momento de ter de efetivar sua missão, e tal qual Jesus, sentia-se feliz pela missão que lhe fora concedida, ainda que para tal tivesse de subir o seu próprio Calvário. As palavras do arcanjo ainda lhe ecoavam na mente, principalmente as que diziam que não seria compreendido. Tinha medo, porém sua fé era ainda maior.

O anjo veio e se foi, deixando apenas uma nota por sobre a cômoda velha, roída por traças. Do conteúdo daquela nota, Augusto retirara seu alvo e seus métodos. Não sabia como fazê-lo, e sabia que na hora poderia hesitar em cumprir sua missão, portanto apegou-se às rezas mais profundas e intimistas que conhecia. Se falhasse com Deus nos próximos momentos, queria estar livre de suas sinas e pronto para ser encaminhado para o purgatório por seus erros.

Pegou um táxi e rumou até o centro da cidade. Por trajes usava um pesado sobretudo de inverno, condizente com a fina névoa de inverno que tomava conta dos vãos entre os prédios. Embaixo desta uma faca grande, cuidadosamente amolada e pronta para cumprir os propósitos divinos. Nas mãos carregava a Bíblia e no coração a inspiração que o motivava a dar cada passo em direção ao seu objetivo.

O local a que fora enviado pela graça divina era um pequeno boteco, lotado de bêbados. E lá, como que ilustrando toda a benevolência e força do poder divino, um homem espancava uma mulher. A coitada urrava de dor ao ter os cabelos suspensos por um punho forte, ao que a outra mão ribombava com a força de um trovão por sobre as maçãs do rosto, já ensangüentadas da mulher. Os tapas lhe faziam inchar as bochechas e os olhos haviam se tornado pequenas fendas devido aos hematomas e o excesso de lágrimas, que brotavam de seus olhos como uma chuva épica de sangue.

Augusto esperou do lado de fora, viu o homem ser arrancado de perto da mulher e atirado aos seus pés, bar a fora. Ele levantou-se resmungando, e a única coisa que pode proferir foi – “Ainda mato essa vadia…”. Saiu andando, sem tomar conhecimento da corpulência do homem que o seguia. Caminharam muito, rumo aos subúrbios. Em uma pequena casa de madeira o homem parou cambaleante, devido à bebida, e entrou.

Augusto esperou alguns minutos, e só então entrou pela porta que o bêbado providencialmente deixara aberta. Caminhou lentamente pelos corredores baixos e se viu entrando em um quarto imundo, onde o homem estava atirado à cama, em sono profundo. Com os próprios lençóis, Augusto o amarrou as armações do leito, e tal qual um prisioneiro, o homem ficou imóvel.

As horas se passaram lentas, horas nas quais Augusto leu e releu inúmeras vezes diversos trechos da Bíblia. O homem roncava, e passara a maior parte do tempo sem esboçar nenhuma sensação de estranheza por sua posição, adormecido nas asas celestiais, num local onde até uma alma pecaminosa como a dele, poderia ter sua chance de felicidade. E logo Augusto, seria aquele a dar a salvação ao pobre homem.

Os olhos pesados pelo álcool aos poucos se abriram, e a sensação de espanto fora deveras aterrorizante. O homem gritara incessantemente, como se te tivesse visto o diabo em pessoa e, no entanto, via justamente o oposto. Augusto ergueu-se, a Bíblia em uma das mãos e a faca na outra.

– Pecador! Venho aqui em nome dos anjos e do meu Senhor para lhe purificar e assim despoluir a terra. Tens agora, assim como durante toda a tua vida, o direito de te arrependeres dos teus pecados, e se o fizer, serás perdoado e tua alma será poupada. Pergunto-te, pecador, te arrependes de tua Ira injustificada e da tua violência descomedida?

O homem ria de nervoso, e expelia a cada segundo uma quantidade absurda de palavrões e exclamações de baixo calão. Augusto, seguindo às ordens do grande Arcanjo que sussurrava em seus ouvidos, estendeu a faca em riste, e disse, enfiando a faca na coxa esquerda do homem deitado diante de si.

– “Seis coisas há que o Senhor odeia e uma sétima que lhe é uma abominação: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, um coração que maquina projetos perversos, pés pressurosos em correr ao mal, um falso testemunho que profere mentiras e aquele que semeia discórdias entre irmãos” – Provérbios 6: 16-19. Por estas palavras, assim ditas no livro sagrado e estudadas pelo grande São Tomás de Aquino, com a inteligência e sabedoria a ele conferida pelo Salvador. Eu te qualifico como pecador capital por intermédio da Ira, e para tal a sentença é a morte como Deus assim requisitou. Aceitas a redenção e serás poupado. Pergunto-te, pecador, aceitas a morte e a vontade divina ou preferes te arrepender de tuas sinas?

O homem chorava; O temor tomando conta de sua alma e o ódio corroendo seu coração. Diante da facada urrou com todas as forças e só então percebeu porque não era acudido por seus vizinhos. Os berros em sua casa eram constantes e, portanto, nenhum dos vizinhos estranhava o estardalhaço que ali acontecia, pelo contrário, aprenderam a não mais se importar. Diante desta epifania, e da vontade louca de se livrar das garras do lunático que o esfaqueava, apenas disse.

– Eu me arrependo PORRA! Eu não vou mais ficar brabo com ninguém, eu juro que vou ser alguém melhor, só não me mata, cacete…

Augusto sorriu para o homem e extraindo a faca de sua perna disse: “Que assim seja”. Virou as costas e deu dois passos em direção a porta do quarto, ouviu a respiração ofegante do homem acalmar-se e sentiu o alívio que percorreu a alma do pobre coitado atrás de si. Virou-se uma vez mais, e sem anunciar, enfiou a faca na perna direita do homem, que entre berros e exclamações de surpresa urrou.

– SEU FILHO DE UMA PUTA, TU NÃO ME DISSE QUE EU TAVA LIVRE CARALHO? VAI TE FUDER, PORRA… – A dor o consumia, a raiva assomando a mente, e o descontrole tomando conta de todo o seu corpo. Por fim, parou de berrar ao ver o sorriso sádico nos olhos do ex-monge, que com voz de indiferença a gritaria e dor alheia disse.

– Se tu tivesses te arrependido, não mais teria dirigido a tua Ira a um ser que te ofende. Deus é bondoso e perdoa, oferece chances… E você, você desperdiçou a sua, portanto, irá para a companhia do caído. Que assim seja.

Antes que o homem pudesse expressar qualquer reação, sentiu a garganta ser cortada por um golpe rápido do monge. No desespero e na agonia de estar sendo sufocado, ainda houve tempo para olhar os últimos atos do monge, que escrevia nas paredes com o sangue que caia no chão: “Senhor, receba em teus braços a alma deste pecador, e que a Ira nunca mais consuma este mundo”.

Os olhos do bêbado se fecharam, e nunca mais foram abertos. Augusto retornou ao monastério, esperando o contato de Gabriel para a próxima missão, quando livraria o mundo da Gula.

46 Comments»

  • Tomás Kroth says:

    Obrigado pelo post Guns…Comentem pessoal…

  • Lembrou-me um pouco “Lasko, o punho de Deus”, no começo. A narrativa é fluida e interessante, como já é teu estilo e que eu aprecio bastante. Em alguns lugares, a pontuação carece de revisão, principalmente no final. A história é muito boa de ler.

    • Tomás Kroth says:

      É, quando publicamos é que a gente nota algumas falhas de pontuação e de fluxo. Por mais que eu leia antes, e revise, dias a fio, sempre tem alguma falhazinha.

      Obrigado pelo comentário, em breve eu finalizo a continuação.

  • Clarissa says:

    Muito bom o conto!

    Parabéns ^^

  • Andrey Ximenez says:

    Cara, a técnica é boa.

    Mas me soou mt cliche. Não sei… Algo como seven… e o monge do código da vinci… não sei…

    A história, como posso dizer, apesar de ser fluída e bem escrita, não prende, não cativa, não surpreende.

    Desde o inicio ocorre o esperado. A grande perspectiva é somente “Como ele vai escrever?”

    Bem… vamos ver os próximos caps.

    • Tomás Kroth says:

      O segundo capítulo ta saindo do forno.

      O fato de eu ter decidido fazer uma série de contos, e não eles auto-suficientes, acaba por dar essa idéia de clichê ou mal aprofundado. eu garanto que os personagens são mais profundos que isso e que eles serão aprofundados conforme o desenrolar da história. Ficou, e eu admito, muito superficial, os personagens ainda não foram todos apresentados, esse é quase um prólogo da história.

      Prometo não desapontar, ou ao menos, tentar não desapontar com o restante da história.

      Valeu pelo comentário.

      • Andrey Ximenez says:

        Entendo.

        Mas como vc deve saber, o inicio de qualquer história é o que, acima de tudo, deve ser interessante.

        Mas acompanharei o desenrolar, lhe garanto.

        • Tomás Kroth says:

          Pois é, mas olha o tamanho que já ficou esse conto, se eu colocasse mais detalhes sobre a história, ia ficar intragável ao gosto da maioria aqui…

          • Andrey Ximenez says:

            O problema não é o tamanho ou a questão de detalhes, Tomás. O problema é q vc não apresenta conflito, ou algo q prenda o leitor no inicio. Td ja é previsível. Não há nenhuma tirada de efeito.

            Técnicas que ajudam nisso variam desde começar com um trecho de diálogo, como com algum ponto de ação interessante.

          • Clarissa says:

            Obrigado pelas críticas e dicas. xD

            O próximo será melhor, prometo.

          • Tomás Kroth says:

            Ops, to no note da minha namorada esqueci de trocar o nome…

            A última msg da Clarissa, foi eu que escrevi.

  • Vitor Vitali says:

    Gostei do conto, principalmente da idéia, embora eu ache que a narração tenha sido soado muito épica assim como o título; acho que preferia ler algo mais sujo, mas enfim, gostei. 🙂

    • Tomás Kroth says:

      Valeu Vítor, me agrada muito ouvir tuas críticas. Segundo capítulo assim que sair do forno vem pro ONE.

  • HIOTO says:

    Não vou falar aqui da ortografia e da gramática porque ninguém tá livre delas. Só do fatídico erro – a vírgula antes do “e” que está ali justamente para suprimí-la e ligar as duas partes do período.
    .
    Quanto à história, gostei bastante. Me inspira tristeza. A realidade do pobre monge cuja mente foi deteriorada pelos incensos do monastério, fazendo-o acreditar que falava com anjos. Dá mais pena dele que do bêbado condenado a morte desde a aparição.
    .
    Se todas as partes forem como essa, com certeza eu vou ler. Tá muito bom Thomás, continue assim. xD

    PS – cuidado com os acentos, falta muitos deles.

  • E.U Atmard says:

    Eu ainda não tinha vindo ler, apesar de fazer mal, porque o título, não sei, não apelou muito. Fez-me logo lembrar um pouco do “Assassin’s Creed”, e jogos que tais, e esses temas estão um pouco batidos. Mas depois de ler posso dizer que gostei bastante, e que espero a continuação!

    • Tomás Kroth says:

      Pois é…Eu tava até pensando em descontinuar a série, não deu ibope…

      xD

      Ta certo que nenhum dos meus contos fez sucesso, são extensos, muito adjetivados e poucos sequer tem coragem de ler. Isso eu já notei. Metade abre, rola, vê o tamanho e cai fora.

  • Phelipe Sousa says:

    O grande problema de dividir o que seria um conto em capítulos é que, quem os lê sempre espera algo melhor, gostei, muito bom !

    • Tomás Kroth says:

      Nunca tinha feito isso antes, mas simplesmente seria impossível colocar os 7 ou 8 contos em um só, ia ser um conto do tamanho do Alienista…Se é que ainda consideram o Alienista um conto…

      • Andrey Ximenez says:

        Micro novela.

        😉

        • Tomás Kroth says:

          Pois é, quando eu tava no 3º ano(2007), ainda era conto uhauhauhauhauha

          Enfim, não ia dar certo por tudo isso numa só. E eu não sou capaz de não ser prolixo, então ia ficar um treco tudo isso junto.

          Ai que ninguém iria ler…

          • Andrey Ximenez says:

            Para de reclamar e segue essa porra adiante Tomás. Seu conto em breve vai sair da agenda. COlocar uma parte I e não seguir é uma #putafaltadesacanagem

          • Tomás Kroth says:

            se eu for, por um acaso desistir, vou pedir pro guns tirar esse daqui…Pra não ser uma #putafaltadesacanagem xD

            Mas ta, essa onda de novos comentários rendeu uma melhora no ego do tio aqui, voltemos ao projeto Em Nome da Cruz…

          • Esse é o espírito! 🙂

          • Tomás Kroth says:

            Espírito incorporado chefia xD

  • Samila says:

    PQP! Eu já tava ficando revoltada com isso, Tomás! XD
    eu tava há quase um mes tentando ler esse teu conto, mas sempre que eu abria o link, acontecia alguma coisa: de faltar luz, me chamarem, minha v[o ter uma queda brusca de pressão arterial, e por aí vai!
    aí eu fiquei p da vida, e imprimi, e essa tarde eu li XD
    bem, deixe-me eu te dizer umas coisas:
    1- esse teu conto é amaldiçoado XD
    2- ADORO essa temática *0* Os pecados capitais sempre me atrairam, sabe? e bem…
    3-ADOREI o método do Augustos, mas…
    4-Acho que ele está cometendo um grande erro…
    5-O que é Mara, afinal, a Samila adora ver desgraça se espalhando pela Terra XD
    6-Gabriel é o meu Arcanjo favorito ^^
    7-Eu gostei do teu esilo… não te achei deveras prolixo não, e nem o capítulo muito grande… um bom tamanho. Descreves bem, na medida certa, e mantens a fluidez.
    8-Só que eu concordo com o Vitor: soa muito épico… acho que algo mais ‘sujo’ combinaria melhor!
    9-Continuarei lendo, por certo
    10-e eu me sinto mais distante da esquixofrenia quando leio coisas assim XD

    • Tomás Kroth says:

      Que bom que gostou Samila… Uma das poucas do ONE cuja opinião eu realmente fico ansioso por ouvir ^^

      Pois é, o tom épico é uma coisa que eu não consigo abandonar, é estilo, não sai. Consigo abandonar em falas de personagem, mas quando estou na mente deles, ou no ambiente, é sempre essa coisa super ultra formal, dificilmente consigo fazer diferente.

      Que bom que gostou, continuação a caminho, já to na metade…

      • Samila says:

        Não acho que o problema desse tom epico estaja nas falas, afinal, é muito legal ver o Augustos se posrtando como um cavaleiro das cruzadas! *-* E a sua descrição combinou muito, muito com o texto, a meu ver =D (até porqeu eu adoro toda essa formalidade)
        O impacto negativo disso se deu mais mesmo no título, a meu ver…
        ~~
        Ah, uma coisa que eu esqueci de comentar:
        apenas uma coisa me incomou no seu texto, que foi aquele “Provérbios 6: 16-19” no meio do texo… uma opção seria colocar como nota de rodapé, ou então fazer o personagem falar “Provérbios sexto, versículo 16…” (o que eu acho mais legal)
        pq só aquilo fica perdido e sem sentido no mesmo do texto. ^^

        • Tomás Kroth says:

          Pois é, a referência da passagem me tomou muito tempo, não sabia de que forma colocar, e me sentiria crimonoso de não colocar, era fundamental esclarecer que era uma situação bíblica.

          Na dúvida, acabei socando no conto e ficou, de fato, um pouco bruta a forma como foi posta…

          Realmente essa ai me deixou em terríveis dúvidas de como proceder, não costumo usar obras existentes em meus contos, até mesmo citações e poemas tendem a ser meus.

  • Enfim o conto do Tomás saiu da agenda! 🙂

    • HIOTO says:

      Bem na hora que eu ia comentar. Achei que era bug no site.
      .
      Tomás, sobre meu coment lá em cima, você preferiu ignorar a dedução sobre os incesos? É idiota demais pra você responder a ele?
      .
      Não liga por causa de quem não lê porque tá grande cara – se não leu porque achou grande,é porque tem preguiça de ler e se tem preguiça, pelo menos eu, não considero como leitor e desconsidero o comentário.
      .
      Você vai fazer a continuação né? Demora pra sair aqui?

      • Tomás Kroth says:

        Não comentei sobre a tua interpretação dos fatos, pois eu estaria dando a minha, o que seria um baita SPOILER das sequências do conto. Mas não se preocupe, leio todos os comentários e respeito todos igualmente, não sinta-se menos querido…xD

        Continuação ta atualmente sendo revisada, mas já está pronta.

    • Tomás Kroth says:

      Pois é, que demora….uhuahuahuahuahuha

      Estava me sentindo pouco querido, agora eu quero ser um Nerd Escritor também, 3º conto publicado, tenho esse direito ^^

      • HIOTO says:

        Esse mês eu vou “spamear” o ONE. Estou com tempo de sobra e vou ler todos os textos que conseguir. Acho maneiro demais a possibilidade de publicação oferecida pelo site.
        Tem muita coisa ruim postada, mas o seu é de longe um dos melhores. Eu entendi a questão do spoiler. He he. Gostou do que eu “deduzi”?
        .
        Abraço e continue a bela obra.

        • Tomás Kroth says:

          Novamente se eu der alguma opinião, estrago o conto, mas quem sabe. Pode ser que numa raiva incondicional por tu ter descoberto, eu mude o final, pode ser que nem eu saiba o final…Ou pode ser que tu tenha acertado e eu deixe como está, ou tu pode ter errado miseravelmente… Mas não, o incenso só serve pra deixar o ar mais agradável no isolado monastério.

  • John Macedo says:

    Essa abordagem “cristão-vingador” pode não ser novidade, mas como eu admiro quem a desenvolve. Me peguei imaginando a cena onde o fervoroso monge discursa para o pecador… sensacional.
    Aguardo pela continuação dessa obra.

    • Tomás Kroth says:

      Já ta pronta, falta só o Guns por na agenda…

      Obrigado pelo comentário ^^

      • Samila says:

        tb gosto muito disso. Lembra de dois personagens que eu adoro:
        Monge Silas, do filme do códico da vinci
        Padre Anderson, do anime Hellsing

        • Tomás Kroth says:

          Só conheço o Silas ^^

          E não foi inspirado nele esse conto, apesar de ter gente que acha isso.

          Que bom que gostaram, sequência a caminho

          • Samila says:

            eu não achei que fosse baseado no Silas… São muito diferentes
            O Silas era do tipo mais bobo e inocente xD

          • Tomás Kroth says:

            E será que o Augusto não é?

          • Samila says:

            Nãaaaooo…
            o Silas é MUITO bobo… o sila foi manipulado, foi criado para tal desde o início… e ele tinha alguns problemas mentais, provavelmente algum grau de retardo…
            Augusto é mais do tipo alucinado, pelo menos ao meu ver XD

          • Tomás Kroth says:

            Augusto pode ser qualquer coisa, a medida que eu ainda não escolhi o final entre as duas possibilidades que criei xD

  • Rainier says:

    Gostei muito do conto. Realmente senti falta deu um problema, de algo que chamasse a atenção. Talvez uma situação de perigo ou um problema sério para o personagem resolver.

    Matar um bebado é facil, entrar numa briga para provar que a ira é errada, e tentar controlar esse mal nele mesmo seria uma boa forma de desenvolver.

    Entretanto eu gostei muito do conto. E espero que as continuações sejam tão boas, ou melhores quanto está.

  • Vinicius Maboni says:

    Tomas, ainda não tinha lido nada seu.
    Escreves muito bem, tem erros de pontuação, mas quem aqui não tem?
    Sinceramente essa tematica já não me atraí mais, porém o texto tá muito bem fluido pra ser ignorado.
    Com as palavras certas dá pra levar crente em buteco e ateu em igreja né?
    Parabens, continue assim!

RSS feed for comments on this post.


Leave a Reply

Powered by WordPress. © 2009-2014 J. G. Valério