O caçador de recompensas
Escritor: Ramiro Valdaliga
Pagaram-lhe para matar a menina. Porém, uma menina de apenas dezoito anos não se deixava matar assim tão fácil. Logo Francisco o ia comprovar. Foi ter com ela à taverna do galego, à de Aurélio Mosteiro.
- Vieste por mim, não vieste?- disse a menina ao vê-lo passar.
- Vim, sim, bem sabes quem me manda, ou?-disse Francisco, a responder.
- Havia de te mandar meu pai, o terratenente-confirmou a menina.
- Manda, deste na diana.
Os fregueses da taverna eram quase todos contrabandistas de passagem. Eles é que não conheciam, nem se importavam. Os que moravam naqueles pagos sabiam bem quê lhes convinha e quer não ousavam quer não queriam intervir.
- Vamos fora, e acabamos logo- dixo Francisco
- E iremos- dixo a menina.
Francisco e a menina afastaram-se um trecho da taverna. A planície à volta estava deserta. Apenas se ouviam os rinchos dos cavalos dos contrabandistas. Nenhuma autoridade, nenhuma testemunha. Francisco retirou as esporas, e ambos enfrentaram-se, os ponchos sobre os ombros. Pegaram cada um no seu machete e principiaram o combate. Francisco perdeu o machete na escuridão. Afinal, houvera uma testemunha, mas não poderia mais dar conta do que vira. Aurélio Mosteiro morreu pelo machete de Francisco.
- Aguarda, menina. O nosso paisano fodeu-me o machete. Tenho de ir por outro ao cavalo. Não me fujas.
Assim que o Francisco desapareceu, a menina aproveitou para fugir das terras de seu pai.
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Achei a leitura um tanto confusa. Mas tem seus méritos.
Não me agrada textos assim. Acho muito confuso e o tempo que passo buscando entender algumas palavras, acabo perdendo o ritmo da narrativa.
Só consegui buscar o sentido na segunda lida. Santo vocabulário gaudério q me deu base para ler o texto.
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Bem… não há mt o que dizer neh?
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Não sei dizer se gostei ou se não. A linguagem é confusa, e o excesso de termos, como posso dizer… não eventuais, misturado ao as argumentos sublineares, torna a leitura dificil.