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Jul
26
2010

O Vestido

Escritor: Daisy

o-vestido

Num brechó a moça encontrou o seu vestido de noiva. Era lindo e perfeito; em renda francesa e bordado nacarado.

No dia da cerimônia, ao chegar ao altar e dar a mão ao noivo caiu desfalecida.

Levada ao hospital, na Unidade de Tratamento Intensivo, ao abrir os olhos, viu ao seu lado uma moça trajando um vestido de noiva semelhante ao que havia comprado.

A visitante sussurrou ao seu ouvido:

– Que má sorte a sua! Este vestido me pertencia. Eu me casaria com ele, mas um terrível desastre matou o meu noivo. Eu, desesperada de dor e de amor, cometi suicídio. Minha família não quis me enterrar vestida com ele e o colocou à venda no brechó. Eu jurei que ninguém se casaria usando o meu vestido de noiva. Que má sorte a sua!

A visitante desapareceu.

Os sinais de alarme em torno do leito soaram. Enfermeiros alertas acorreram.

Tarde demais, a moça estava morta.


Categorias: Contos | Tags: , ,

48 Comments»

  • Zaratrusta Almeida says:

    Okay, eu detesto ser desmancha-prazeres, mas por vezes julgo que um pouco de criticismo faz bem. Com isto dito:

    Isto não é um conto, isto praticamente não passa de uma carta corrente de má qualidade! Não conheço a autora, mas isto é o que eu faço numa folha de guardanapo em três segundos, e depois desato a rir da ignorância.

    Uma vez mais, com isto dito, continue a escrever, pois não se nasce bom escritor!

    • daisy says:

      alô! adoraria receber seus guardanapos!!!

      • Sanchez says:

        Zaratrusta 0 x 1 Daisy

        • Zaratrusta Almeida says:

          🙂 A maior falha do conto, é mesmo a falta de explicação. Avança a acção demasiado rápido, e uma pessoa perde-se num enredo. Ao chegar ao fim fica com um ar meio insonso…mas se fosse bem explicada até dava para trabalhar.
          E claro, eu estava a exagerar. Não está assim tão mau, apenas soa um pouco a carta corrente, como disse antes…

  • may says:

    o conto é bom…mas podia ser maior…você poderia contar um pouco mais sei lá mas não está ruim só um pouquinho curto…

  • Vania says:

    Daisy,

    Você tem uma história ótima para contar! Mas não “vendeu seu peixe”…

  • Vinicius Machado says:

    É, legal. Mas faltou algo, sei lá, xD! Ficou com um gosto de quero mais. Queria que desenvolvesse mais isso ai!

  • Rainier says:

    No estilo da Daisy escreverei um conto da Matrix.

    Neo era um homem pacado e programador que seguiu o coelho branco e descobriu estar em uma maquina que controlava sua vida.

    Em uma escolha decisiva tomou a pírula azul (boa noite Cinderela) de um negão (sem preconceitos) chamado Morpheus.

    Acordou em uma nave escura com o corpo todo dolorido (não quero nem dizer o porque).

    Tarde demais, estava fora da Matrix.

    Ou seja. Tens uma ótima história, mas estragaste-a ao não desenvolvê-la!

    Obrigado pela sinopse. Queremos ver o conto agora!

    • E.U Atmard says:

      Não, mas o facto é que a história nem é assim tão boa, não é isso que se está a discutir, a verdade é que a forma como se conta diz muito. Exemplo.

      Metamorfose ao estilo da Daisy:

      Gregor Samsa acordou e descobriu que se tinha transformado num besouro. Não se importou, os seus familiares sim, abandonou o seu emprego, era bom deixou de ser, passou a ser persona non grata. Quando se apercebeu que era um fardo quis fazer algo mas não podia, e quando deu por isso, visto que ninguém o alimentava, foi levado num saco do lixo para fora da casa.

      A história de Kafka, já por si não é grande. E não é uma GRANDE história, tem pontos muito originais, outros um pouco cliché, mas enfim. Agora, ele conseguir dar o tom maníaco que ele deu, torna a leitura imparável, e lê-se o livro numa tarde.
      É como o marketing, à que vender, à que vender…

      • Samila says:

        Exatamente como o Atmard disse…
        O enredo não é demais mais originais, mesmo mesmo sem ser original, pode sde tornar um ótimo conto, se bem trabalhado…
        descrição, narração, diálogos bem contruídos….
        faltou tudo isso para esse texto deixar de ser um resumo e passar a ser um conto de fato.

  • Atreus says:

    E ai ela morreu mesmo?Cade o House?

  • Andrey Ximenez says:

    Sinceramente. Achei fraco. Desde a técnica até mesmo a originalidade. Mas vale a prática e uma maior atenção na próxima.

  • Lord Jessé says:

    Como foi dito, o problema nem é tanto a história, mas sim como você a contou.
    Poderia ilustrar mais.

    Então aqui vai; O Senhor dos Anéis, ao estilo Daisy.

    Havia alguns anéis mágicos que foram dados, para os elfos, para os anões e para os homens. Mas foi feito um anel que controlava todos os outros, então aconteceu uma guerra, e o anel se perdeu, depois de muitos ano, ele foi para na mão de Bilbo bolseiro, que deu ele pra o Frodo.
    Frodo tem que levar o anel até Mordor e destruir o anel. Com muito custo ele consegue chegar lá, mas quando vai destruir o anel, Smigol que já estava de olho no anel há muito tempo, arranca seu dedo, e cai na lava junto com o anel.

    • Andrey Ximenez says:

      Isso é como resumir o Titanic em cinco segundos

      xD

      “Esse navio não pode afundar”
      *Som do titanic afundando*
      The End

  • chuck says:

    tá.
    isso foi curto.

  • Tomás Kroth says:

    Eu acho que antes de mais nada, respeito…

    Gostar ou não gostar, é uma opção de cada, e acho que os comentários tomaram a direção do ofensivo, e eu não gosto disso, odiaria isso em um conto meu. Esse espaço é de opiniões sobre o que foi lido, boas e más, não de chacotas. Acho que faltou o respeito de vocês…

    Continuando,

    É fato que o conto ficou curto, tu quis inovar, tu tinha uma idéia, ela não foi comprada e não agradou. Isso não quer dizer que tu é má escritora, que tu é ruim, ou que tu não tem criatividade, significa que o teu conceito de arte escrita não vendeu. Ponto.

    Tu pode ser cabeça dura, e seguir escrevendo desta forma, ou tomar os conselhos válidos daqui, e tentar mudar, em cima do teu potencial a maneira que tu vende a tua arte aos olhos do público. Solta mais tuas idéias, avança mais no texto, e quem sabe, estaremos todos te congratulando na próxima publicação.

  • Vitor Vitali says:

    Um conto com muito potencial que foi mal aproveitado.

  • Gabriel Monteiro says:

    Não gostei não…
    O texto realmente ficou com uma cara daquelas correntes. A história não das mais originais, mas se fosse aproveitada de outra maneira teria ficado bem mais legal.

  • HIOTO says:

    Eu até ia comentar – não sei bem porque mas li isso umas dez vezes – mas pelo visto a autora não passa por aqui mais. Acredito que nem leu os últimos comentários.

  • John Macedo says:

    Eu diria que o tema é desgastado, e o conto se mostra simples, de fato, o que não sugere que seja fraco. Alguns textos simplesmente são pequenos, porque assim eles devem ser. Mas parando um pouco para pensar, quantos contos sobre a morte e suas formas não temos por aqui toda semana?

  • Franz Lima says:

    Tomás Kroth mostrou-se crítico sem ser agressivo. Qualquer um pode começar com muitas dificuldades. Não existe, em minha opinião, o escritor já configurado, onde o dom é quase que sobrenatural. Até os gênios tiveram suas fases baixas e, nem por isso, desistiram de seus sonhos. Críticas exarcebadas só desestimulam os novos, tornando sua trilha mais árdua.
    Conselhos sempre serão bem-vindos. Palavras de desânimo e humilhação não cabem a pessoas que tem como meta ser um bom escritor. As palavras devem erguer os caídos, não enterrá-los.
    É o que creio. É o que pratico.

    • E.U Atmard says:

      Franz, neste caso deu-se uma coisa muito particular. Encontrou-se um texto em que praticamente todos os erros mais comuns na escrita de um bom conto, bom romance (neste caso até é mais boa flash fic), o que obviamente desanima quem está a ler. Quando o que aparece é uma espécie de cinderela, mais não sei o quê, não se trata de desanimar o escritor, mas sim o contrário. Aliás, a escritora nunca mais voltou, não sei se foi das duras críticas ou de este ser o único texto que escreveu. Porque temos de ter isso em conta, que muitos dos escritores que nos aparecem escreveram um texto, e depois magicamente desaparecem. Nesse momento Franz, sem querer parecer mau ou cínico, não interessa o que se diz, eles já não vão ouvir…é quase como criticar um autor morto, só que nós não sabemos se eles estão mortos ou sem paciência.

      • Franz Lima says:

        Neste caso, Atmard, ela não mostrou a persistência necessária aos escritores. Críticas devem existir, isto é fato. Só devemos ter muito cuidado com o que falamos, pois há muitas pessoas incapazes de lidar com uma palavra mal direcionada. Claro, ser sincero não é ruim, pelo contrário.
        Também vi os erros que citou. Concordo que eles estão lá, indicando uma total inexperiência da Daisy, como também concordo que a ausência dela indica o abandono da causa.
        Apenas quero ressaltar que vale ser um pouco mais leve, não colocando outros para fora deste seleto grupo, antes mesmo de entrarem.
        Vale a experiência…

  • Thaina says:

    Como eu faço pra escrever?um conto

  • meg morgan says:

    muito criativo este…conto? Na realidade seria uma piada se não fosse móbido. A função d um conto, é pegar o leitor de surpresa, fazendo sua respiração parar com o desfecho da historia. Leia mais Edigar Allan Poe e inpire-se sem ser monocórdia.

    • Franz Lima says:

      Meg, a dificuldade em escrever não é expressa apenas pelos erros gramaticais. Alguns não escrevem por medo da crucificação do que irá para o papel (ou monitor do PC).
      Não há como comparar um iniciante, temeroso em expor suas idéias, com alguém como Poe, Lovecraft ou King. Mestres se moldaram com o tempo, apesar de já possuirem uma certa “facilidade” com a escrita.
      O que eu vejo de muito construtivo neste grupo é que, na maioria das vezes, não se recebe um novo escritor com críticas. Os novatos são recebidos com conselhos.

      • Franz Lima says:

        P.S.: caso escreva, estarei aguardando um trabalho seu. Meu conto “Rumo” está pendente de aprovação. Será legal exercitar um pouco da avaliação em nossos trabalhos…

  • E.U Atmard says:

    É curioso que este conto está aqui à uma catruchada de tempo, e apesar de por várias vezes já quase ter sido publicado, ainda nunca aconteceu.
    Eu questiono-me se alguma vez vai acontecer, e que vai resultar disso…

  • uma leitora says:

    querida autora se vc avaliar a loira do banheiro e mais interresante e isso parece lenda pra criança como a cuca

  • Tomás Kroth says:

    Parece que finalmente vai sair da Agenda…Pena a autora ter desistido do ONE, pois além de ter seu conto publicado, teria uma boa leva de críticas produtivas nos comentários com as quais poderia tentar melhorar seu estilo.

  • Ótimo conto! Adorei, curto e preciso! O.O

    • Franz Lima says:

      Tomás e Guns… algum conto (????) deu tanto o que falar com tão pouco exposto?

      • ãh?! Não entendi seu comentário Franz!! E cara.. não se estressa com a agenda.. seus contos entram em breve. Sua presenca aqui é muito bem vinda.. não quero te deixar chateado!

  • Franz Lima says:

    Guns, peço desculpas pela pressa, mas é coisa de escritor novato, não ligue!
    Quanto ao comentário, o que me deixou surpreso foi um conto tão curto e criticado (negativamente) ter tido tantos posts. Percebi que há outros que sequer foram avaliados pelos integrantes daqui…

    • Tomás Kroth says:

      Tem muito conto que ganha notoriedade pela qualidade, e outros pela falta dela. Ambos sãos bons locais para se espelhar e seguir as críticas dadas. É mais fácil um conto ruim atrair notoriedade do que um mediano. Então não vejo com surpresa essa carga de comentários.

    • E.U Atmard says:

      Não te stresses. Eu no que considero ser o meu magnum opus da série andamento, o sétimo, tenho um comentário, e sinto que é suficiente. A agenda facilitou a vida para que as pessoas avaliem as obras, antes de elas serem publicadas. Eu fui a primeira pessoa a comentar este conto, e se calhar fiz mal, porque levantei a polémica. Mas é isso que traz à ribalta o bom e o mau de cada conto, de cada autor, e de cada crítico!

      • E.U Atmard says:

        E esqueci-me de dizer, o comentário é meu, para esclarecer algo para os eventuais leitores…vá lá, não me critiquem por publicitar o meu trabalho, quando não chegam lá de outra maneira algo tem de ser feito. Eu deixei de escrever contos normais, sem nenhum grau de experimentação, porque o que escrevo normal é para um romance. Quando se fica assim absorto num trabalho é impossível escrever algo que não se ligue de uma maneira ou outra ao romance. De maneira que, por um desejo egóista de não ter de pedir ao pistoleiro que retirasse os meus contos (outra vez…), deixei de escrever coisas normais, e tornei-me comentador a tempo inteiro, e escrevo apenas experimentação e manipulação com linguagem, e poesia.

        Perdoem-me pelo desabafo, ainda mais para com um desabafo, mas quando me deparo com certos comentários, certas coisas aparentam aparecer à minha frente, que é preciso serem ditas…

        Desejo uma grande felicidade ao Franz e a qualquer escritor iniciante que tema pela crítica ao seu trabalho, pois não há nada a temer.

  • thais says:

    olha a historia foi muito curta ñ entendi pq ela morreu,e afinal pq ela morreu

  • thais says:

    eu escreveria uma historia como uma aparição ate se fosse inventada

  • Tammy says:

    Acredito que a história poderia ser melhor explorada, muito embora seja evidente que o intuito é mesmo ela ser curta e direta. No entanto, isso foi uma pena, porque graças a isso, fez-se impossível a percepção do sentimento das personagens.

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