Escritor: Igor Amaral
Um dia sempre chega
Bem, na verdade nada chegou, só achei uma frase maneira pra
começar um relato.
Então vamos começar meu nome é John Matrix, sim o mesmo nome
do personagem do Governator em “Comando para Matar”, e tudo
isso é culpa do meu pai que disse que viu o filme, e ficou
maravilhado com a interpretação do Governator, mas tudo bem
já faz um tempo que tenho esse nome e já até acostumei com
ele.
Com essa descrição nesse diário mais parece uma história
sobre minha vida, bem na verdade é sobre minha vida, mas de
uma forma bem diferente da descrição de nomes. Bem vou situá-los
rapidamente na minha situação atual em 2009 uma estranha
série de acontecimentos tomou conta do mundo, do dia para
noite milhares, se não milhões de pessoas morrem ou desapareceram, não
sei ao certo, a única coisa que eu sei é que de um dia, para
o outro o planeta ganhou mais “vagas”.No começo foi um caos
milhares de noticias sobre desaparecimento,
sequestros,mortes,abduções,e tudo mais que faça as pessoas
sumirem,depois de um tempo acho que as pessoas foram
entendendo que essas pessoas simplesmente se foram, não
morreram,não foram sequestradas,muito menos abduzidas, elas
simplesmente se foram.
O mais estranho é que por mais que
várias pessoas tenham sumido (várias entendam aproximadamente
2,6 bilhões de pessoas)o mundo estava longe de parecer um
cenário pós-apocalíptico, porque tudo que tínhamos antes
continuava funcionado energia,sinal de TV, internet, rádio,
talvez por isso era mais “fácil” de aceitar
Bem pelo menos sobraram meu pai e minha mãe, pois o resto da minha
família tinha sumido e por sorte minha e azar dos outros, uma
menina que era muito minha amiga foi morar comigo, eu explico
de forma rápida e simples: ela perdeu toda a família,amigos e
conhecidos e era minha vizinha, por isso a primeira coisa foi
correr para minha casa.
Minha vizinhança era um lugar maneiro,mas meus pais preferiam
o sul, então foram para o Alabama, eu continuei morando em
Utah, mais especificamente em Salt Lake City, uma ótima
cidade para se morar, eu gosto dela me faz sentir bem e em
paz.
Voltando a descrição da vizinhança, no lado esquerdo da minha
casa(pra quem olha de frente para ela) havia um casal de
velhinhos, muito simpáticos por sinal Sr. E Sra. Smith, do
lado esquerdo um veterano do Vietnã Coronel Walter E. Kurtz,
ele mesmo sendo um veterano do Vietnã tinha um filho: John J.
Rambo Trautman um rapaz muito bom e honesto que lutou no
Iraque e voltou com uma medalha de bravura após resgatar sua
tropa sozinho das mão dos Homens Bomba, na frente da minha
casa, e ex-casa da minha amiga Liv que agora funciona como
deposito de armamento que meu pai e o Coronel Walter usavam,
lá dentro tinha de tudo desde armamento leve, como por
exemplo facas, até um rifle de pulso de .250mm chamado HKGRSS/
250 (nunca soubemos se foi uma arma Soviética, pois eles
trouxeram no fim da Guerra Fria, então…)Sua cadência de
disparo era pouca 50 tiros por minuto, ma seu poder era letal
até mesmo para aviões,e com alguns tiros para um tanque.
Um pouco mais ao lado morava meu amigo John Osterman, cara
muito gente boa e exatamente qualquer coisa que você pedir a
ele e te arruma, não sei de que modo, mas arruma. Ah, e ia
quase me esquecendo, também tinha perto da minha casa um
hipermercado que vendia tudo, tudo mesmo, desde pregos até
helicópteros.
Bem meu bairro era meio vazio,quando as pessoas sumiram ele
ficou vazio quase que por completo,não era ruim eu gostava do
silencio, gostava do som do silencio. Meu bairro não era
violento, longe disso, era extremamente pacífico, o mais
legal dele era que ele parecia o cenário perfeito para um
filme de Western,ou Bang Bang em alguns dias que eu saia, via
aquela característica bola de feno passando na estrada da
cidade que por sua maioria era de asfalto, mas com terra em
cima, acho que devido aos ventos fortes da região, por um lado
era bom pois o calor era muto forte, em alguns dias de verão
o termômetro chagava aos 40° 45° as 9:00Hs da manhã, quando
acontecia isso, era certo que alguém iria morrer de calor
nesse dia. Mas a cidade não era ruim por causa disso,e eu até
gostava desse clima de deserto meio parecido com O Bom o Mau e o Feio
ou outro filme de western que já vi.
No mais era muito boa a vida na cidade e oportunidades de
emprego tinham várias, desde um simples jardineiro até a um
alto empresário no ramo do petróleo, para minha vida escolhi
a carreira de compilador de softwares,sempre fui muito ligado
nessa área de desenvolvimento de códigos e coisas do tipo,
por isso logo cedo segui uma carreira no ramo, e fui
trabalhar em uma empresa chamada Metacortex como compilador
de sistemas operacionais “Freeware”, no começo eu achava o
trabalho uma maravilha pensava até que seria o “novo Bill
Gates” mas depois vi quanto era massante esse trabalho,
trabalhar doze horas por dia com 1:30 para almoço apenas,
sentado na frente de um monitor digitando e digitando sem
parar. Não podia fazer nada pois já havia feito minha escolha
de vida não ganhava mal, disso eu não posso reclamar, mas o
trabalho já estava me esgotando física e mentalmente, quase
me deixando sem tempo para fazer nada.
Você tem uma história aí. E dá para arrumar muito.
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O centro da trama vai ser a vida do personagem ou esse desaparecimento de bilhões de pessoas? Porque você só deu uma introduçãozinha ao que aconteceu e meio que largou de lado. Foi o que eu entendi.
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Tem alguns erros bobinhos de acentuação no texto, passa um corretor automático para não ter esse problema e tenta arrumar a disposição do texto na hora que for postar.
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Muitos contos do ONE me lembram séries e nesse daqui, com a parte do desaparecimento e tal, me lembrou The 4400. XD
Sorry, escrevi, escrevi e não respondi todas suas perguntas:Bem a trama vai ser centrada na vida da personagem, mas adiante o desaparecimento será algo importante na trama toda.
Oi, valeu pelas dicas vou revisar o texto mais vezes. A trama da história vai ser da vida dele. Já vou publicara parte 2 com melhores revisões.
Desculpa pelos erros, obrigado pelas dicas, irei melhorar, receber críticas, boas ou não… é sempre bom.
Bem galera.
Vou reescrever a segunda parte da história, e deixarei pra avaliar no domingo, acho que uma semana é um tempo bom para publicar um texto. Também quero deixar claro que esse é o primeiro texto que eu escrevi, e sim parece meio bobo, mas não tinha experiência em escrever e colocava o que vinha na minha cabeça, vou reescrever e ordenar esses pensamentos.
Hummm esse texto entrou para a agenda, mas prometi a mim mesmo que iria reformatar… ele esta com o html todo baguncado.